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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A LEGITIMIDADE VEM-NOS DO VOTO, NÃO DAS MANIFESTAÇÕES DE GRUPOS

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PERSEGUIÇÃO NÃO É CRIME?
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Há para aí grupelhos de gentinha que se intitulam donos da verdade. 
Dessa forma entendem que tudo o que façam ou possam fazer está dentro dos seus direitos, e que tudo o que os outros fizerem ou disserem, desde que em dissonância com a sua (deles) ideia, está do lado de fora desses mesmos direitos.
Na democracia deles, só fala quem eles quiserem.
Vem isto a propósito das recentes manifestações do grupo "que se lixe a troika" (para além da manifestação em si que impediu "democraticamente" alguém de exercer o seu direito a ser ouvido, o que mais me incomodou foi o ver as caras de ódio e  ouvir os gritos, facilmente audíveis nas primeiras gravações apresentadas a público, de "assassino" e "ladrão") que impediram ministros da República de falarem e das intenções confirmadas e ditas em público, de perseguirem membros do governo, impedindo-os de falarem ou ... seja do que for, até à manifestação programada para 2 de Março.
Esquecem estas gentinhas que a legitimidade das pessoas advém do voto popular e das maiorias aí conseguidas, e não de manifestações mais ou menos fortes ou com mais ou menos gente, que esses grupinhos organizam.
A razão que muitas vezes temos pode perder-se ao enveredarmos por acções que o colectivo abomine, para além de se poder duvidar da real representatividade destes grupos em relação ao povo Português.
E o governo mal irá se se deixar dominar por estas pressões.
Mas também é verdade que não as pode ignorar sob o risco de soçobrar
(as origens de Grândola, o poema)
Foto tirada da internet
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA NÃO CORRER O RISCO DE COMETER ALGUM CRIME CONSIDERADO BANAL

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TIRADO DO AVENTAR
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No Blogue AVENTAR, descobri esta pérola.

Convém ir até lá ler o que JJC nos trás, muito mais do que aqui relato, mas para quem não se quiser dar a esse trabalho, pode ficar por aqui, pela simples leitura do que vem escrito no Novo Egitanense


Portagens electrónicas: como evitar a sua inutilização?

As portagens electrónicas que em breve entrarão em funcionamento na nossa região, são constituídas grosso modo por 3 pórticos metálicos que suportam:


I) Câmaras de infra-vermelho com flash também infravermelho ("luz" invisível ao olho humano) apontadas às matrículas dianteira e traseira do veículo, nesta câmara a matricula é reconhecida por OCR esses dados em imagem e em texto são enviados para o back-office operacional.

A "luz" infravermelha não ofusca os condutores e por outro lado a câmara de infravermelho também não capta luz visível pelo que não é ofuscada pelos faróis e funciona melhor em condições de luminosidade diversas;

II) Dupla cortina laser que activa o sistema e faz disparar ambas câmaras medindo o comprimento do veículo para atribuição de classe de portagem a cobrar.

III) Alternativamente, existe também uma "antena" que comunica com o chip de matrícula (quando presente) via micro-ondas e faz a cobrança.

A coisa funciona mais ou menos assim: