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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O SENHOR JARDIM NÃO MUDOU

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E A MADEIRA TAMBÉM NÃO!
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O senhor Presidente do Governo Regional, ao arrepio das indicações do Governo da República, não obriga os funcionários públicos do Arquipélago a trabalharem no dia de Carnaval, dando-lhes como sempre o fez, tolerância de ponto.
Senhor de uma capacidade notável para saber obter a confiança dos seus conterrâneos, aconteça o que acontecer, faz pensar com alguma tristeza que nos faz muita falta um homem deste calibre aqui no Continente. 
Pelo menos podíamos tentar arranjar um, nem que fosse mais pequenino, para liderar as gentes do Norte, e bater o pé aos tipos centralistas da capital.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ESTE TIPO NÃO TEM EMENDA

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LÁ ESTÁ DE NOVO O SENHOR JARDIM DA MADEIRA A FAZER DAS DELE
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O homem não tem emenda. Não há nada a fazer. 
Não lhe bastava o que foi fazendo ao longo dos anos, e agora, apesar de debilitado com o acordo que teve de fazer com o governo da República e com a pequena maioria absoluta que detem, torna a fazer das dele. 
Imagine-se que deu ordens aos departamentos governamentais do seu governo regional para "dar prioridade absoluta" às empresas que são do arquipélago em quaisquer actos e contratos.
Mas então este senhor Jardim, Presidente do Governo Regional não sabe que não podemos proteger os "nossos" em eventual detrimento dos outros?
O senhor Jardim não sabe que isso que ele mandou fazer pode ir contra a Constituição da República Portuguesa? 
O senhor Jardim não sabe que os mandantes do nosso País que estão no continente, não gostam dessas brincadeiras?  
O senhor Jardim não vê que assim não vai conseguir calar as vozes que contra ele falam?
Mas será que alguém pensa que o senhor Jardim da Madeira se incomoda com o que aqui no continente pensamos? 
O senhor Jardim da Madeira, quer é o bem dos seus, antes de saber do bem dos outros. E tem toda a razão!

TAMBÉM NO AVENTAR
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domingo, 29 de janeiro de 2012

A MADEIRA ESTÁ MAIS LONGE


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"ARMAS" ABANDONA
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O navio "ARMAS" que durante cerca de seis anos (desde 2006) fez a ligação marítima de transportes regulares de passageiros entre o continente (Portimão) e a  ilha da Madeira (Funchal), deixou de o fazer.
Como não poderia deixar de ser, a culpa cai no Governo Regional, que não deu ao armador espanhol as condições que este entendeu por necessárias para efectuar esse serviço.
Também como não poderia deixar de ser, independentemente da razão que eventualmente lhes possa subsistir, a oposição política e algumas associções empresariais acusam igualmente os governantes  regionais de protegerem e beneficiarem o Grupo Sousa,  concessionário das operações portuárias do arquipélago e com o monopólio da ligação marítima entre as ilhas da Madeira e do Porto Santo.
Quem fica a perder é o arquipélago, cujos habitantes deixam de ter uma via mais económica de acesso ao continente e às Canárias, aumentando o nível de vida, fazendo diminuir o emprego e aumentando o isolamento (parte das conclusões de uma petição pública colocada na Internet subscrita por muitos cidadãos). 

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

AJJ - O SENHOR JARDIM, DA MADEIRA

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O BURACO ORÇAMENTAL
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Visitei pela primeira vez a ilha da Madeira no ano de 1976, no verão, em pleno Agosto, e durante doze anos fui visita assídua do arquipélago. Várias vezes por ano lá aportava e, entre Agosto e Setembro de cada ano, lá passava eu e a minha família perto de um mês na praia, no Porto Santo, o que me permitiu conhecer como poucos a ilha dourada e razoavelmente a ilha da Madeira. Depois, e durante os vinte e poucos anos seguintes, acompanhei a vida do arquipélago através dos mesmos familiares e das notícias que lia e ouvia, mas com poucas viagens feitas. A minha última viagem foi feita em Abril do ano passado.
Durante os trinta e cinco anos que passaram desde a minha primeira vez, ouvi de tudo sobre o arquipélago, sobre as suas gentes e em especial sobre o seu Presidente. O sr Jardim, da Madeira.
Durante esses anos foi sendo construída aqui no continente uma imagem negativa do nível de vida das ilhas e da capacidade intelectual das gentes da Madeira, e acima de tudo da competência e da honestidade do Presidente do governo Regional e dos membros do seu governo.
Quando conheci as ilhas, estas tinham um nível de desenvolvimento fraco e provinciano. Vindo eu da segunda maior cidade do País, via que a esse nível pouco as diferençava das cidades limítrofes da minha e se calhar nem mesmo da minha. Lá como cá, o País era Lisboa, a capital o Estoril, e o resto era paisagem. Naquela altura nem o Algarve tinha ainda ganho mais um “L” para o internacionalizar e por essa razão não era ainda o País anglo-germânico que hoje é.
Com o passar dos anos vi a regionalização a ser implementada, as obras públicas a acontecerem com as estradas novas e os “furados” a rasgarem a terra, o crescimento do aeroporto, a criação da Zona Franca, o incremento do turismo de qualidade, e de um modo geral o grande desenvolvimento daquela parte de Portugal.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O SENHOR JARDIM, DA MADEIRA



ORA DIGAM LÁ OUTRA VEZ?
Alberto João teve uma votação abaixo dos 50%.
Uma vergonha para o líder do PSD Madeira.
Demita-se senhor Jardim, mesmo com esta maioria absoluta.
Parece que é assim que todos os partidos do Contenente entendem que deva ser.
Há pessoas para quem é difícil parabenizar (como diz um amigo meu) alguns dos que ganham.
Agora mais a sério,
PARABÉNS SENHOR JARDIM, AINDA NÃO FOI DESTA QUE O PUSERAM NA RUA!
Parabéns também para o CDS que teve uma votação histórica.
Derrota em toda a linha para todos os outros partidos concorrentes.



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domingo, 2 de outubro de 2011

JARDIM TERÁ RAZÃO?

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"O pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português"



O chefe do Executivo madeirense explicitou que soube "resistir", mas que "agora é o momento de negociar e regularizar", sem o que entende que não pode "ir para a frente".
Jardim entende que "o pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português" no processo depois do 25 de abril.
"Porque não optámos pela independência, mas por ser portugueses, embora com autonomia própria", frisou, acrescentando que, "se calhar, Lisboa ficou aborrecida com isso. Se pudesse queria entregar tudo. Ia a Madeira, Açores e as Berlengas".

"Angola tem petróleo, ouro e diamantes, mas Lisboa continuou a mandar-lhes dinheiro e a pagar dívidas"


Para Jardim, "o pecado da Madeira foi primeiro ganhar autonomia política, quando as antigas colónias romperam com Lisboa", acrescentando que o Estado português "continuou a mandar-lhes dinheiro de graça".
Mencionou que "Angola tem petróleo, ouro e diamantes, mas Lisboa continuou a mandar-lhes dinheiro e a pagar dívidas".
Referiu mais uma vez que decidiu aumentar a dívida da Madeira para evitar que a região parasse, destacando que esta "tem património. Tem ativos. Não comeu e bebeu o dinheiro. Não gastou em subsídios. Não está como as empresas públicas, que só têm coisas velhas no seu património".

"Por que é que o Estado português continua a esconder a quantidade de dinheiro que direta e indiretamente dá às colónias desde 1974"


O candidato do PSD-M questionou "por que é que o Estado português continua a esconder a quantidade de dinheiro que direta e indiretamente dá às colónias desde 1974 e só fala da Madeira?", justificando a pergunta com o argumento de que o Governo Regional "pôs tudo clarinho cá fora": onde estão as dívidas e onde gastou o dinheiro.
"Onde está a dívida direta do Estado?", interrogou.
In Expresso


Aventar
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domingo, 23 de janeiro de 2011

E FOI, CAVACO GANHOU!

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EM TODA A LINHA
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CAVACO SILVA..................... 52.9%
MANUEL ALEGRE................. 19.8%
FERNANDO NOBRE.............. 14.1%
FRANCISCO LOPES..............  7.1%
JOSÉ MANUEL COELHO......  4.5%
DEFENSOR MOURA..............  1.6%

ABSTENÇÃO .......................... 53.4%

O povo respondeu como entendeu aos candidatos, com uma resposta adequada, beneficiando uns e penalizando os restantes.


Surpresa, surpresa,
foi a votação conseguida por
José Manuel Coelho
com 4.5% a nível Nacional e
39.0% na Madeira
derrotando
Cavaco Silva no Funchal

(Alberto João Jardim que se cuide!)

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