A D. Manuela Moura Guedes, ultrapassou tudo o admissível em jornalismo e boa educação. O Bastonário da Ordem dos Advogados, foi acusado, enxovalhado e sistematicamente interrompido. Costumo gostar de ouvir a irreverência da d. Manuela MG, mas desta vez, portou-se muito mal, parecendo servir os interesses de uma facção dos advogados. O sr Bastonário esteve muito bem na sua indignação, desferindo um ataque à d. Manuela (você faz um péssimo jornalismo e viola sistematicamente o código deontológico), que quando, em desespero, já não aguentou mais, apesar da sua aparente calma, mandou cortar a emissão, ou alguém o fez por ela. O que eu vi, não me pareceu jornalismo sério e isento, sendo no entanto um "bom" momento de televisão. Lamentável!
O nosso Primeiro é um pândego. Diz-se um optimista, criador de empregos, e com a sua lábia lá nos vai tentando enganar. Apesar de já termos ultrapassado a barreira dos quinhentos mil desempregados, este nosso governante (espera-se que não por muitos mais meses) vem criticar os pessimistas e o que ele chama de negativismo das oposições, dizendo que nunca viu um pessimista criar um posto de trabalho. Eu diria que nunca vi um optimista mentiroso criar um. O homem tinha prometido cento e cinquenta mil empregos , para cento e cinquenta mil empregados, durante os quatro anos em que nos ia (des)governar, e afinal foram criados muitos mais, mas, ao contrário, foram criados mais de cento e cinquenta mil desempregados. Eu sei que estamos em plena campanha eleitoral, onde parece tudo ser permitido, mas, não me restam dúvidas que é preciso ter lata, para afirmar tal coisa. E é que nunca mais chega o mês de Outubro, caramba!
O novo cão da família Obama, já está a criar um efeito muito bom no comércio em Portugal. Os criadores deste cães, vendem cada um a mil euros, e a dois mil, se forem enviados para o estrangeiro. Os pedidos são tantos que já há reservas de cães até ao próximo ano. Abençoado cão. Abençoado Obama. A moda está a pegar, pelo menos durante alguns meses. Depois, este ano ou para o próximo, lá começarão a aparecer cãezinhos abandonados um pouco por todo o lado. E a época de férias está por aí a rebentar. O que aconteceria se o homem mais poderoso do mundo tivesse adoptado uma criança com mais de cinco anos? Ou mesmo um bébé?
. .Na escola, como em muitos outros lugares, o nosso Primeiro tem vindo a ser vaiado. Desta vez, com ele estavam a ministra Maria de Lurdes e o ministro Teixeira dos Santos. Ao som do "the Wall", a coisa foi de tal ordem que se diz que tiveram de ser usadas manobras evasivas, como se estivéssemos em guerrilha, para os fazer sair a salvo (!). Se olharmos bem para todas as manifestações de desagrado contra o governo, fácil será depreender que vai a muito curto prazo cair de maduro (podre). E como as eleições são já ali, irão embora com o rabo entre as pernas. No entanto, as sondagens dizem o contrário, o que se não entende. Mais parece que somos um povo que adora ser espezinhado, controlado, e desacreditado. E se assim for, muito bem, pois que este nosso Primeiro e este governo que ele lidera, mais não têm feito que isso mesmo. Por outro lado, o empate técnico existente neste momento entre as duas principais candidaturas ao Parlamento Europeu, dá um nove alento a quem quer por estes senhores no olho da rua. Pela minha parte, tudo farei para lhes dar um pontapé, e como não me deixam fazê-lo literalmente, vou esperar pelas eleições e votar contra eles. Em quem ainda não sei, mas sei que neles nunca o será.
Tudo leva a crer que o novo Provedor seja Jorge Miranda, candidato pelo PS. Após a votação, este constitucionalista ficou com o maior número de votos seguido pela candidata pelo PSD Maria Glória Garcia. Na segunda volta, no próximo dia 29, deverá J Miranda ser eleito com praticamente uma ano de atraso. Perde neste caso o PSD. Ganha neste caso o PS.
A Ferrari anda amuada. Os novos regulamentos só querem que se gastem cerca de 45 milhões e eles querem mais. Se não chegarem a acordo, eles ameaçam desistir e nem se inscrevem para a próxima época. E as inscrições acabam no fim deste mês. O erro dos novos regulamentos está nas benesses que estão preparados para dar a quem só gaste até aquele montante, os tais quarenta e cinco milhões, coisa que acredita quem sabe, irão os responsáveis deixar cair, bem assim como vão aumentar o valor das verbas autorizadas aí para os cinquenta e cinco ou até mesmo sessenta milhões. Pode ser que assim a Ferrari recue, ou talvez não. A Toyota, a Red Bull, e a Renault, vão por certo recuar, uma vez que não se empenharam a fundo nesta guerra. A marca Italiana faria bem em sair, assim como as três outras que a apoiam, já que andam a fazer uma muito fraca figura, uma verdadeira vergonha, se atentarmos aos pergaminhos que ostentam. De qualquer forma, a Renault, se não apresentar resultados até fim do ano que corre, por certo vai mesmo embora, e a Red Bull deverá ficar pois precisa da publicidade que os seus carros lhe dão. A Toyota é só a maior fabricante do mundo de automóveis. Estão todos reunidos no Mónaco, e dali deverão sair resoluções. A ver!
. DESEMPREGO CONTINUA A SUBIR . Não param de subir os números do desemprego. Foram mais muitos por cento em Abril (mais de 27%). As reformas e as atitudes deste (des)governo estão a vir ao de cima. Em nove meses, são menos 130 000 empregos que desapareceram. e o nosso Primeiro, apesar de acitar que as coisas estão menos bem, entende que as medidas tomadas por ele e seus "muchachus", são as normais e suficientes. Estou cansado disto, aliás deveremos estar todos, e falta ainda tanto até Outubro!
Uma Professora, considerada por muitos dos seus alunos como a melhor da escola, e por outros, uma segunda mãe, foi "chibada" por duas mães, depois das respectivas filhas, terem gravado, sem consentimento, as palavras proferidas pela docente, palavras que estavam a ser dirigidas exclusivamente às alunas e alunos daquela sala do 7º ano de escolaridade, numa escola de Espinho. Esta atitude das alunas, pode e deve ser considerada um crime punido com prisão até um ano de prisão, e que pode ser aumentado para dezasseis meses, se o acto da gravação tiver sido feito com o intuito de prejudicar a outra pessoa. Parece estranho que, nem pais, nem o Conselho Directivo da escola, nem a DREN tenham achado mal que duas "crianças" de doze anos tenham praticado tal "crime", nem que obviamente tenham sido industriadas para o fazer. Não estou a tecer neste momento, considerandos sobre as atitudes da Professora, sobre o tema, ou sobre o tom das palavras, nem tão pouco sobre as aparentes ameaças que proferiu. Simplesmente me debruço sobre a educação que, pais, encarregados de educação, Conselho Directivo da escola, DREN, Ministério, etc., dão às crianças, ensinando-lhes que os meios justificam os fins, levando-as a acreditar que o crime compensa, ensinando-as a serem "bufos" iguais aos do tempo da "outra senhora". Que tipo de sociedade temos, que ensina tais coisas aos seus rebentos? Que tipo de gente estamos a formar? Que tipo de vida vamos ter no futuro? Que qualidades temos agora, para transmitir aos nossos filhos, sobrinhos e netos? Em que raio de País se transformou o meu Portugal?
Sobre Rui Rio, já tive oportunidade de dizer que é o "meu" candidato à Câmara da minha cidade (aqui, aqui e aqui), da mesma forma que já tive oportunidade de dizer que a candidata Maria Elisa o não é (aqui), e embora tivesse tido oportunidade, sobre os outros candidatos não me apeteceu falar. Não é que não me merecessem o devido respeito, mas porque entendo que são "cartas fora do baralho". Dr Rui Rio, gosto realmente de si! Nas duas cartas que lhe escrevi e num outro artigo, disse-o, e aqui o reafirmo. A cidade do Porto mudou, e para melhor, após a sua eleição. Não estará tudo bem, longe disso, mas para lá caminha, com a sua sobriedade, a sua capacidade, e a sua sabedoria. Ninguém pára este Rio, e tenho pena que este tenha de ser o seu último mandato. Findo ele, partirá por certo para outros voos, mais altos, substituindo com qualidade os actuais lideres do seu partido. É o candidato, dos que têm capacidade para vencer, o único com perfil adequado e o que se interessa unicamente pela cidade a que se candidata. É o único com os pés no Porto, "ambos os dois"! Foi oficializada a candidatura, dificil será não ganhar, com tão fraca concorrência.
«Problema ibérico: A integração do Estado português, pela reintegração de Olivença». (Fernando Pessoa)
PORTUGUESES DE OLIVENÇA: 208 ANOS DE SEQUESTRO POLÍTICO E CULTURAL!
Em 20 de Maio de 1801, Olivença foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha. Passam hoje 208 anos. Teve início e prossegue desde então a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a Cultura portuguesa. Escondeu-se aos oliventinos a sua História, amesquinhou-se a sua Cultura, castelhanizaram-se os nomes, menorizou-se a Língua portuguesa. O processo de colonização e aculturação espanholizante, encontrando a resistência surda das gentes oliventinas, continuou até aos nossos dias. Portugal e a Cultura portuguesa defrontam-se com a perda e o sequestro de uma parte de si. A Língua de Camões - a Pátria de Fernando Pessoa! - encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença. Em contraponto, também hoje, comemora-se o sétimo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo, os Timorenses reencontraram a sua identidade cultural e política. Sinal e esperança de que também Olivença obterá Justiça, resgatando a sua História e dignificando a consigna que de Portugal recebeu: «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença»!
A senhora professora entendeu dar uma aula de educação sexual. Seja qual foram as razões que a nortearam, entendeu também falar de orgias. Num País que entende que a educação sexual é muito importante, tão importante que se propõe distribuir preservativos nas escolas, deverá ser normal falar de todas e quaisquer práticas sexuais. A professora falou para alunos de doze e treze anos. Inocentes, virgens de todo e qualquer acto menos "normal", como se sabe que alunos dessa idade ainda são, sem nunca terem feito seja o que for neste nível, ou ouvido falar de tais coisas, seja pelos amigos, seja pela televisão em horário nobre, seja por quaisquer outros meios. Será possível que a srª Professora tenha empregue palavras menos correctas e que não estejam escritas na cartilha do ME? Será possível que a srª Professora tenha feita a apologia de tais actos pervertidos? Será possível ter educação sexual sem falar em todas as práticas que existem? Uma aluna gravou o delito! A professora foi suspensa pela DREN, após a denuncia de encarregados de educação. A gravação não foi premeditada (!). A moral foi beliscada. A hipocrisia veio ao de cima como certos dejectos. Querem ou não querem educação sexual? Suspende-se uma Professora por via disto? Mais um acto a seguir-se a tantos outros em que este ano lectivo foi pródigo. A minh'alma está parva! E é que nunca mais é Outubro, caramba!
Durante os últimos dias, estive ausente. Não do País nem tão pouco da cidade. Também não estive afastado dos acontecimentos recentes. Afazeres vários, que se prenderam com mudanças de vida, de casa, e outros, provocaram um aparente afastamento. Aparente, só mesmo na aparência, uma vez que não deixei de estar atento aos acontecimentos da Bela Vista que são preocupantes e que se espera não alastrem ao resto do País, à nova greve dos enfermeiros, aos casos suspeitos e/ou confirmados de pessoas infectadas com o vírus da gripe A e às informações que a srª Ministra nos vai dando no sentido de retirar a carga emocional e fazer com que o pânico não apareça, aos cerca de trinta e cinco mil caminhantes que rumam a Fátima, à victória do F.C.Porto no jogo com o Nacional e que lhe valeu o quarto campeonato seguido fazendo deste clube o melhor de Portugal e arredores, à mudança de treinador na Luz sendo que seja ele quem for não impedirá o novo Penta do FCP, à continuação do FreeportGate que já cansa e nunca mais acaba, à visita do Presidente à Turquia, à continuação da luta dos Professores, e a mais uma data de coisas que se vão passando pelo nosso País e em especial na minha cidade. Para além de tudo isto, e dos meus afazeres últimos, lá arranjei um tempito para ir ouvir o dr Henrique Medina Carreira, ontem, no Clube dos Pensadores. A começar pelo jantar privado que antes do debate juntou uns quantos amigos do Clube e o convidado de honra, e que foi extremamente agradável, e a continuar na magnífica "aula" dada por Medina Carreira e que foi bem esclarecedora do seu pensamento, tudo foi conseguido de molde a terminar com chave de ouro o actual ciclo de debates do Clube de Pensadores. Como de costume as intervenções dos presentes, questionando o orador foram muitas, terminando o debate, duas horas depois, com a sensação de ter "sabido a pouco". De facto apetecia continuar a ouvir este brilhante advogado, desfiar com uma clarividência enorme, o que pensa de Portugal e dos seus governantes, o que pensa dos problemas do nosso País, quais as razões desses problemas e quais as soluções que ninguém quer ver. Parecendo um pessimista inveterado, não é mais que um esclarecido inteligente, que nada deve a ninguém, politicamente incorrecto, e possuidor de soluções que não interessam a quem necessita dos votos dos cidadãos para continuar a viver. Foi uma sessão de esclarecimento da situação de Portugal e do caminho que estamos a trilhar, rumo ao abismo. Eu, e muitos dos presentes, saímos da "sala de aula", com vontade de mudar muita coisa, e com uma sensação de impotência total, face às quase nenhumas alternativas que os políticos mandantes e as políticas vigentes nos dão. Saí com a noção de que, nã--o aceitando a abstenção nas próximas eleições, não tenho ninguém que mereça o meu voto. Da direita à esquerda, todos prometem o que sabem que é impossível dar. Todos nos tentam enganar. Todos querem ser mandantes, nenhum se importa com a verdade e com a prosperidade dos Portugueses. Que raio de classe política (paga com o nosso dinheirinho) temos nós em Portugal? Saí preocupado. Que vou eu fazer agora? Em quem devo votar para melhorar este estado de coisas? A quem deverei eu entregar o poder de governar o meu País e de olhar pelo meu bem estar, como se fora meu pai? Neste momento, sinto-me politicamente orfão!
Tudo isto é uma balda pegada. Ninguém vai ser responsabilizado. Foi feito durante a vigência deste governo, e por isso, nada vai acontecer seja a quem for. Parece haver uma necessidade política de reescrever a história. estes senhores deste (des)governo são useiros e vezeiros nestas coisas. Houve um apagar do que aconteceu, e agora irá reescrever-se conforme as conveniências. Tudo parece ter andado á volta dos amigos e dos interesses do nosso Primeiro, mas nada se saberá de concreto. Estou farto, da Cova da beira, do Freeport e de todos os outros casos escusos que por aí andam. Só apetece mesmo é pô-los todos no Campo Pequeno (houve alguém que um dia terá dito isto mesmo) e tá-tá-tá-tá-tá-tá. Acabava-se tudo de uma vez. Nem mereciam mais que isso! Não há por aí uma ilha isolada e deserta no meio de nada, para que eu me refugie e esqueça?
Só mesmo quando interessa para compor os números, ou alguma outra coisas, é que as falhas pontuais, os erros inadvertidos, os enganos sem culpados, ou os apagões de nomes e números , não são considerados uma prática reiterada, mas antes um enganozinho de nada. O governos que nos (des)governa é useiro e vezeiro em atitudes destas e quejandas. Por mais esta razão, a de 15 000 mil desempregados terem sido apagados do Instituto de Emprego, eu volto a dizer... E é que nunca mais é Outubro, para que, já que não saem pelo seu pé, saírem a pontapé!
Quando não poderia falhar, Eduardo sofreu um frango e deu o começo da vitória ao Benfica. Depois das notícias dos últimos dias, Jesus falhou onde não poderia falhar, e deu a vitória ao Benfica. Quique, que já toda a gente espera que falhe, conseguiu com as ajudas alheias, e mais as de Cardozo, Di Maria e Urreta, segurar a ida ao play-off da Liga Europa.
. OLHANENSE . Foram precisos trinta e cinco anos para, sob a orientação de Jorge Costa, o Olhanense regressar à primeira divisão. Este que foi um dos grandes jogadores do FCPorto, está a mostrar-se um muito bom treinador, conseguindo ser campeão a uma jornada do fim, e transmitir aos seus jogadores a "mistica" que adquiriu nas Antas. Olhão está "de novo" no mapa, dando uma visibilidade suplementar ao Algarve, o que vai fazer subir a afluência de turistas. Quando o FCP lá for jogar, Olhão vai rebentar pelas costuras e a restauração não vai ter mãos a medir.
Os senhores professores receberam uma cartilha, chamada pomposamente Manual do Aplicador, com instruções precisas sobre as palavras e frases a dizer aos alunos no início, no meio e no fim das provas de aferição dos quarto e sexto anos de escolaridade. Como o Ministério entende que são uns patetas (os professores), sem capacidades para saber o que dizer aos alunos sobre as normas a que estão sujeitos e outras coisas menores, decidiu (o Ministério) enviar as palavras e frases exactas, que os professores deverão proferir em cada uma das ocasiões. Nem uma vírgula nem uma vogal a mais ou a menos. Tudo muito direitinho. E o mais engraçado, é que os Professores serão "castigados" se não cumprirem estas ordens à risca. São oito páginas de um guião, que muitas vezes é confuso e entediante. Só se pode dizer que esta situação, a juntar a tantas outras, só pode vir de uma mente parva e de um nível (muito alto, já que vem da srª ministra) muito baixo, e de quem nada entenderá do assunto. E ainda se julga cheia de razão ao dizer que a cartilha é muito útil aos senhores professores. E eu, que não entendo nada disto, até posso perceber a utilidade, já que com a falta de dinheiro que as escolas têm, por certo haverá muita falta de papel, para as mais diversas funções. . Exemplos das instruções/ordens encontradas na cartilha (Manual do Aplicador): . . Primeira parte:
"Leia em voz alta: 'Agora vou distribuir as provas. Deixem as provas com as capas para baixo'; 'Podem voltar as provas. Escrevam o vosso nome no espaço destinado ao nome'; 'Querem perguntar alguma coisa?'"
"Desloque-se pela sala, com frequência", "Rubrique o enunciado no local reservado para o efeito".
"Leia em voz alta: 'Ainda têm 15 minutos'; 'Acabou o tempo'. 'Estejam à porta da sala às 11h e 20 minutos em ponto'. 'Podem sair'".
Segunda parte:
"Leia em voz alta o seguinte: 'Agora vão iniciar a segunda parte da prova. Podem começar. Bom trabalho!'"
"Recolha as provas e os rascunhos". "Mande sair os alunos, lendo em voz alta: 'Podem sair. Obrigado pela vossa colaboração!'".
Se isto tudo não fosse uma idiotice pegada, e não prejudicasse os alunos e os professores, talvez que até tivesse graça.
. O PRIMO HUGO DISSE AO JORNAL QUE O PRIMEIRO MENTIU E CONHECIA O SMITH E O PEDRO .
O primo, o tio, o filho do tio, o sobrinho, o ministro, Ministério do Ambiente, o nosso Primeiro, o Smith, o Pedro, a China, Kung Fu, fugas, mentiras, meias verdades, dinheiro, suborno, corrupção, Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, eleições de 2002, Shaolin, monges, processo, Ingleses, Portugueses, emails, Polícia Judiciária, Procuradoria Geral da República, DCIAP, Jornal O Independente, culpa, inocência, arguidos, família, reuniões, Alcochete, ninguém acusa ninguém, todos são não culpados, o dinheiro desapareceu, ninguém se demite. Quase cinco anos de histórias desde a denúncia do jornal "O Independente", fazem uma campanha caluniosa, infame e de cor escura, mesmo até preta, segundo os amigos e defensores do Primeiro de Portugal. Esta trampa nunca mais acaba, e ... Nunca mais é Outubro, caramba!
. PINTO DA COSTA . Abandonando o discurso regionalista, Pinto da Costa, fala de um Portugal uno e indivisivel, unido pelo FCPorto, pela cidade do Porto, pelo Norte e pelo Penta que aí vem. O tetra já lá vai!
Mais dois suspeitos, desta vez nos hospitais de Coimbra, de terem contraído a gripe dos suínos, vulgo gripe A. Estas duas pessoas regressaram recentemente dos EUA, onde poderão ter contraído a doença. Felizmente Portugal tem sido, até ver, poupado a estes casos, havendo um só caso confirmado, enquanto aqui ao lado, em Espanha, há imensos casos, sendo o País da Europa que mais infectados tem.
. DESEMPREGADOS . Mil por dia! Quase quinhentos mil até agora, todos desempregados ao mesmo tempo. Assim se vê a boa política que o governo tem, e as boas soluções que tem dito ter para solucionar este drama social. E nunca mais é Outubro!
Num país de tabus, acabou mais um. Desta vez foi o deputado poeta que acabou com o seu (dele) tabu. Continua no PS e não vai ser candidato a deputado nas próximas eleições. Quem mais ganha com tudo isto é o nosso Primeiro. Vendo sair um dos mais antigos deputados da nosso Assembleia, depois de eventualmente não ter chegado a acordo com ele para os lugares que o deputado queria dar aos seus apoiantes, pode renovar quadros e fazer propaganda (o homem é bom nesssas coisas de publicidade) nesse sentido. Para além disso, sai da bancada do PS um elemento incomodativo, o que é sempre agradável. Sendo Alegre um putativo candidato à Presidência da República, poderá vir a apoiá-lo, e assim haja ou não bloco central, não terá de apoiar Cavaco Silva. Continuando Alegre no PS, vai por certo aproveitá-lo para a campanha eleitoral que se avizinha, de molde a captar votos à esquerda. Tudo a ganhar nesta batalha que travou com o poeta. Estava escrito e só assim todos os intervenientes neste caso saem a ganhar. Uns muito, sr Pinto de Sousa, outros menos, Manuel Alegre.
Diz o nosso Primeiro que não faz pressão sobre seja quem for. E muito menos sobre o cansativo e enfadonho FreeportGate. Não há magistrado pressionado que o tenha sido pelo governo. Quanto a questões disciplinares, o sr Sócrates não comenta nem aceita comentar em outra qualquer altura. O Primeiro de Portugal, deu umas quantas explicações, hoje na A R, que a mim me não convenceram, como não convenceram a oposição. Cada vez mais, as explicações do homem não colhem o respeito de quem as ouve.
O nosso Primeiro é um espectáculo. Ainda bem que eu não entendo nada destas coisas, porque não percebo o que o governo faz, e se calhar, os expert na matéria acham que está tudo bem assim. O sr Sócrates, Primeiro de Portugal, na sua ânsia de esbanjar dinheiro e comprar mais um votos, tratou de propor a compra da COSEC. Esta empresa, é uma Companhia de Seguros de Crédito, e não se compreende muito bem que o Estado queira ser dono dela. Numa altura em que as exportações estão pela hora da morte, e em que a crise internacional torna o risco mais elevado, é normal que as companhias de seguros de crédito, apertem a malha, dificultem a concessão do crédito, e tornem o prémio dos seguros mais elevado. Não é razão para que ao acontecer tal, e só porque alguns empresários pela voz dos seus representantes o reclamem, se nacionalize uma das principais companhias do sector. Só se fossemos muito ricos! E, pelo que se tem visto nas últimas semanas, até somos! Vamos ter mais uma nacionalização de prejuízos, e vai ser mais uma negociata para o BPI. Será que este é um dos sectores estratégicos da política do governo, que devem estar em mãos públicas? Ou vamos simplesmente nacionalizar a loja do desgraçado que mais alto berrar? Anda tudo (no governo da República) aflitinho da vida, e lá estamos nós, à boa maneira Portuguesa, a aplicar a política do desenrasca. Estamos mais uma vez de parabéns! Caramba, nunca mais é Outubro!
convida-o(a) para a Sessão de Apresentação do livro
"Clube dos Pensadores"
de Joaquim Jorge, Papiro Editora
A apresentação, pelo Dr. Luís Filipe Menezes, realizar-se-à no dia 18 de Junho, 2ª feira, a partir das 21h
«Joaquim Jorge, ao fundar o Clube de Pensadores com tal vitalidade, tornou-se num símbolo do inconformismo democrático do nosso País. Como o próprio diz no blogue do Clube, importa falar com as pessoas, ver o que é prioritário e o que faz falta incluir. Desenhar um programa de acção, de baixo para cima, com sugestões no que é possível melhorar a qualidade da vida das pessoas, dando o poder de decisão às pessoas.»
Pedro Santana Lopes, do prefácio
«Felicito o meu amigo Joaquim Jorge e o Clube dos Pensadores por terem criado, contra a corrente, um espaço de debate de ideias que é já uma referência. A nossa democracia precisa de menos regulamentos sobre os comportamentos individuais e de mais respiração, mais debate, mais espaço para confrontar ideias, projectos,causas.»
Manuel Alegre, intervenção no Clube dos Pensadores
«Ao publicar agora este volume, Joaquim Jorge dá ao leitor um retrato dos objectivos, do percurso e das ambições do Cube dos Pensadores, cruzando-os com o itinerário pessoal das suas próprias perspectivas sobre o país, quer se trate de política ou de questões sociais, de educação ou de ambiente, entre outros tópicos relevantes.»
Manuel Maria Carrilho, do posfácio
Não é costume, na nossa terra, saber da morte de um oriental. E de morte violenta é ainda mais anormal. Se se disser que é o segundo homicídio, em três dias, envolvendo orientais, então o caso transcende a mais completa normalidade.
O caso do travesti assassino, pode trazer à baila a acusação feita por um sr com responsabilidades no mundo político Português, que usou a expressão para qualificar de forma insultuosa e degradante os jornalistas do Jornal da Noite da TVI. Hoje como nunca os travestis estão na boca do mundo. Uns matam politicamente, outros efectivamente.
Tudo isto deverá ser classificado de crime passional.
Gostei de ver o dr Medina Carreira a zurzir no governo, a fazer coro com a d. MMG. Segundo este ilustre do nosso País, um dos mais esclarecidos que por cá há, estamos mal e vamos ficar pior.
Não largam o nosso Primeiro (a TVI) e fazem bem, que é para isso que fazem jornalismo, que deve ser isento. Foram largos minutos a bater no homem, com o comentador de serviço a ajudar bastante à festa.
Na altura, estava na tropa, no Hospital Militar do Porto, onde prestava serviço. Na noite de vinte e quatro para vinte e cinco, deveria fazer noite de serviço. Como de costume, saí na hora de jantar e "esqueci-me" de voltar. Às sete da manhã do dia vinte e cinco, telefonaram para minha casa a dizer que tinha havido uma revolução. Aflito, com a lembrança do dezasseis de Março em que o alvoroço tinha sido enorme e a "luta" contra a revolução intensa e dura, corri para o hospital.
Cheguei pelas sete e quarenta e cinco. Nada se passava, tudo estava normal, ninguém sabia de nada. Os portões abertos, ao contrário da anterior intentona do dia dezasseis. Na altura, quem se tivesse "desenfiado", tinha "lerpado". Comigo correu tudo bem, ninguém deu por nada.
Só mais tarde, pelas nove da manhã, soubemos que alguma coisa tinha acontecido. Só depois nos apercebemos, porque nos disseram, que a chamada liberdade tinha chegado.
Só muito mais tarde, no meio da euforia, nos fomos apercebendo, de que durante algum tempo, outros opressores nos estavam a tentar condicionar. Só passados anos, acabamos por verificar, que nos enganaram, que substituiram um opressor por outros que se revezam, a ver quem mais "chupa" o nosso povo. Só passados muitos anos, acabamos por saber que ninguém quer o nosso bem, todos querem o nosso dinheiro, à custa do nosso bem estar, dizendo-nos que agora estamos em liberdade.
. Para a chefe do PSD, a regionalização, se bem que sempre falada e discutida, não é prioritária. Esquece a D. Manuela, que o País precisa de uma descentralização grande e urgente. E que essa descentralização não se faz por causa dos detentores do poder, que não querem sair do Terreiro do Paço, nem deixam que os poderes que detêm, por mais pequenos que sejam, saiam da beira deles ou do seu controlo. Por isso, só uma regionalização, pode acabar com esse estado de coisas, acabando com a hipótese do poder estar noutro lado que não seja a região para a qual tem e deve, servir.
A D. Manuela está enganada. Grande parte dos filiados no seu partido, e nos outros também, já viram as vantagens que a regionalização tem. Estará na hora da senhora também ver.
Não param de subir os números de desempregados em Portugal. Por certo que o mesmo acontece em todo o mundo por causa da crise global.
Em Portugal, que é o que nos interessa, só no último ano, subiu quase 24%. Números assustadores.
O governo não parece ter resposta para esta crise, e a oposição diz que tem, mas como estamos em ano de eleições, deve ser só para votante votar. As previsões para este ano, são catastróficas, embora o nosso Primeiro entenda que estamos no bom caminho. Como se dizia há anos, Portugal estava à beira do abismo, agora, com este governo, deu um passo em frente.
Coitado do nosso Primeiro. Na brilhante entrevista (só quem não viu pode dizer o contrário) que deu à televisão do estado, parece ter injuriado os jornalistas do jornal da noite da TVI. Foi por certo sem querer, que o homem não é destas coisas. Mas a d. Manuela M Guedes, não gostou nada e não está pelos ajustes e vai processá-lo.
Caramba, não param as campanhas de várias cores contra o pobre do homem.
Entretanto durante a entrevista, ficou-se a saber como está bem o nosso País, e como temos a sorte de ter tão magnífico estadista a dirigi-lo. Decididamente, se o sr Primeiro continua assim, ainda acabo a votar nele.
Na realidade não tinha percebido muito bem a razão da aprovação da proposta sobre o sigilo bancário feita pelo BE, pelo PS. Outras propostas, apresentadas por outros partidos, e que não tinham esta leitura, não foram aprovadas.
Agora entendi. Tira-se com uma mão, e dá-se com a outra. Finge-se com toda a desfaçatez do mundo que se faz o que se não faz. Só os contribuintes individuais terão as suas contas bancárias sobre o escrutínio do Fisco. As empresas, ficarão mais protegidas do que com a lei actual, não podendo a DGCI aceder às suas contas sem autorização de um tribunal.
Foi aprovada na generalidade, e só se espera que na especialidade, esta proposta obtenha tantas alterações que fique irreconhecível.
Toda a gente sabe das manobras em que o nosso primeiro é perito, aqui mais uma vez demonstradas à saciedade.
Querem enganar quem? Querem proteger quem?
Isto é de um gozo tremendo, que me faria rir, se esta anedota não fosse infelizmente verdadeira.
Mais uma vez pergunto:
- Vamos ou não fazer com que o sr Primeiro saia pelo seu pé? Ou, será preciso dar-lhe um pontapé?
A crise, mais esta, em que muita gente mergulhou, seja ela de bancos ou de viagens, provocou uma perda de memória colectiva como não há memória. O assunto do senhor do banco que até é conselheiro foi por demais badalado. Agora, temos mais um caso de uma viagem de que nenhum dos viajantes se lembra. Que eles foram, não há dúvidas. Que os fotografaram, também não. Mas nenhum se lembra do mais pequeno pormenor do assunto. Como se trata de médicos, fácil seria tratarem-se uns aos outros, muito embora, se pudesse tornar difícil dada a especialidade dos senhores e das senhoras. De qualquer forma, estão todos, mas mesmo todos com amnésia. Amnésia colectiva... difícil de tratar, creio. Parece que as broncas na viagem foram mais que as normais e de congresso, a viagem teve muito pouco (como se alguma deste género fosse mais do que divertimento). Estes senhores doutores, por norma intocáveis, deuses vivos na terra, correm o risco de suspensão, por crime de corrupção. As coisas andam feias para aqueles lados. Pouco a pouco vão-se descobrindo algumas verdades em certos lobbies. Andam problemáticas as relações entre médicos e laboratórios. Andarão zangadas algumas comadres?
Foi realmente despropositada e infeliz a comunicação do investigador Português, sobre a hipótese de a origem da gripe A ter tido origem num erro humano. Na realidade, é voz corrente, nas conversas de café e noutras, que estes casos, têm normalmente origem não comprovada, em experiências escondidas em países de terceiro mundo, e noutros de mundos não tão secundários. Diz-se por aí, e ninguém desmente, que os países industrializados, os países ricos, têm muitas vezes, vezes de mais, laboratórios escondidos, onde, não respeitando as normas mundiais para estes casos, fazem experiências proibidas que de vez em quando correm mal. Terá sido este mais um desses casos, e é estranho que este nosso cientista tenha vindo a terreiro, sem ninguém lhe perguntar seja o que for, desmentir a notícia dada. Será que este senhor tem alguma culpa que quer a muito custo esconder?
Coitado do Magalhães, esse estandarte do choque tecnológico do governo vigente. Depois de uma série de peripécias, depois de ter servido para demonstrar à saciedade as mais valias de termos um óptimo vendedor a fazer a promoção do computador (muito embora ele não seja nosso nem fabricado por nós, mas isso nem sequer é importante), e não um vendedor qualquer, tão somente o nosso Primeiro, depois dos erros encontrados, depois da demora da sua entrega ao pequenotes nas escolas, eis que surge uma nova notícia desagradável. Até parece perseguição. Vêm agora dizer-nos que o computadorzinho faz mal aos olhinhos dos nossos filhos. Parece impossível! Que vai agora o nosso Grande Chefe Irmão dizer disto? Claro que dirá que não pode ser verdade, mas será que pode? Para além da miopia dos nossos governantes vamos ter uma população juvenil de míopes? Será propositado? Poder-se-á pensar que interessa que a miopia da população sirva os interesses do governo? Se formos todos míopes talvez não cheguemos a ver as tontices que se vão fazendo por aí. Os ecrãs pequeninos, as letrinhas pequeninas, o tudo pequenino do Magalhães, pequenino à imagem do nosso governo, fará mal por obrigar a um esforço maior dos olhos. Tanto mal como os nossos governantes me fazem a mim, que de tanto olhar, à procura de alguma coisita de jeito, já nem os vejo bem, carago! . JM .
Um pouco a medo, mas dizendo e mostrando que o não tem, o Bispo Emérito de Setúbal, mostra-se preocupado com a situação ocorrida em Setúbal e alerta para os perigos de sublevação de uma população, sem emprego, à beira da fome, e por isso mais sensível à crise. Pessoa de muita coragem, D. Manuel Martins foi directo, embora tenha falhado ao não chamar os bois pelos nomes, uma vez que há culpados da situação a que chegamos e eles têm nome. Nestas alturas, deveria ter tido ainda mais coragem, ter sido ainda mais acutilante, ainda mais directo, muito embora, o seu estatuto possa fazer com que as suas palavras, sejam ouvidas e levadas em conta. A democracia está a agonizar, é deplorável o clima social, e o Bispo de Setúbal já se deu conta disso, e já viu que o nosso Primeiro, principal culpado desta situação do País, tem como lema, tirar aos pobres para dar aos ricos. Passou um mandato inteiro preocupado com as eleições deste ano, pouco se importando com as reais necessidades do nosso povo. Cada vez mais somos a chacota e a vergonha da Europa. Por cá, grassa a corrupção, a falta de visão, a falta de qualificações e a falta de educação. Somos pobres e pequenos de espírito, e com a mania das grandezas. Somos um País de pedintes de subsídios. Será bom que os mandantes, e os mandados, leiam as declarações do Bispo de Setúbal, estas e outras anteriores, com muitas verdades inconvenientes, e façam alguma coisa quanto a isso.
Por causa da gripe A, anda todo o mundo numa roda viva. As autoridades andam preocupadas e tendo começado por mandar falar os subalternos, passaram mais tarde para os responsáveis dos hospitais, e agora são ministros quem nos fala. No México, país onde tudo terá começado, não obstante os conselhos das autoridades, os habitantes, neste fim de semana prolongado, não aceitaram a ideia de ficarem em casa, e assim mais protegidos de contaminação, e foram gozar o bom tempo para a praias e para as esplanadas. Na Europa, anda toda a gente muito preocupada. O nível de segurança e alerta é já uns dias o "5", o penúltimo numa escala de seis, em que este (6) é o mais gravoso. Em Portugal, o caso que mais nos interessará, a srª Ministra, vem diariamente fazer a sua prelecção. E vamos ouvindo dizer, dia após dia que "não há motivos para alarme", "tudo está sob controlo", "estamos bem preparados". Mas as pessoas é que decidem se se encontram adoentadas ou não. E assim, quando alguém tem dúvidas, quando os primeiros sintomas de uma qualquer gripe surgirem, deve ligar para a linha saúde 24. Nessa linha, será atendida, seja a que horas forem, por uma diligente enfermeira, ou enfermeiro, já que não há médicos nesse atendimento, que via telefone lhe dirá da melhor maneira de se tratar, e o que fazer. Caso se verifique que há uma qualquer réstia de hipótese de poder ser a gripe "A", informam o "doente" que se deverá dirigir ao hospital mais próximo. Ora aqui é que está tudo errado. Imaginemos que o "doente" está realmente doente. Imaginemos que não tem carro próprio ou que não está em condições de dirigir. Terá de se deslocar, sem condições nenhumas, de carro de um familiar ou amigo, de táxi, ou de transporte público. Em qualquer dos casos, vai, com muita certeza infectar mais alguém até chegar ao hospital. Porque não há um serviço de transporte para ir buscar esse doente a casa, de imediato, com todas as condições de segurança? Será assim tão difícil de fazer? Por outro lado, sabe-se que as urgências hospitalares não trabalharão de modo diferente do considerado habitual. O nível de agora, é o adequado as todas as urgências possíveis, e considerado pelos responsáveis o indicado e suficiente. Alguns médicos, de algumas especialidades, foram já impedidos pelos seus superiores de se deslocar para fora do País, mesmo que estejam em férias, pois que podem ser necessários de um momento para o outro. Mesmo apesar de não haver casos em Portugal, e estar tudo calmo, sabemos que em Espanha, há muitos casos, sendo o país da Europa com mais incidências. E Espanha está aqui tão perto! As companhias aéreas, o turismo, os suinicultores e outros de outras áreas, estão a perder dinheiro, por causa do medo instalado, e há razão para ter medo, mas o nosso País está sob controlo, como em tudo seja em que área for, segundo os nossos governantes. Tudo isto, com um alerta de grau cinco. E os responsáveis europeus (OMS) não descartam a hipóteses de aumentar o nível, embora declarem ter tudo controlado. E se o de grau seis for activado? Que vai acontecer? Tudo será fechado a nível global? Não haverá entradas nem saídas de Portugal. As fronteiras ficarão fechadas. Poderão os Portugueses em trânsito no estrangeiro, voltar? Será permitido aos estrangeiros voltarem a suas casas? Como se processará tudo? Os espectáculos de futebol ou de cinema ou de teatro, fecham, os ginásios, os restaurantes, os cafés, tudo fecha? Se tudo encerrar, a economia, já de si moribunda e em estado catatónico, falece de vez. Portugal entra em insolvência. Que mais nos irá acontecer?
Agora, depois desta vitória por 3-0, será difícil ao F.C.Porto não ganhar o campeonato deste ano. Mais um! Ambos os seus perseguidores directos cederam terreno e agora, a Liga dificilmente lhe fugirá. Fica com seis pontos a mais que o clube verde e onze que o vermelho. O Porto nem precisava de ser o melhor. O Sporting e o Benfica lá se vão encarregando de serem os piores.
A Corte-Real, fragata Portuguesa ao serviço da Nato, detectou actividade criminosa ao largo da Somália. A nossa fragata, que comanda as força de segurança, aprisionou dezanove piratas fortemente armados. Pouco tempo depois, libertou-os, porque à luz da lei Portuguesa não os poderia ter prendido, já que o nosso Código Penal não tem nenhuma lei contra o crime de pirataria. Mais uma vergonha para o nosso país, que se esqueceu (o nosso governo) de que não poderia comandar tal força, por falta de meios. Mas parece que a cagança de podermos dizer que somos importantes e comandamos alguma coisa, foi mais forte. E não teriam podido os nossos parlamentares, em vez de estarem ocupados com o que se come nas cantinas das escolas, ou com qualquer lei que os beneficie, ou ainda com o dinheiro a mais que vai entrar nos cofres e dos seus partidos, legislar atempadamente de modo a que esta vergonha não pudesse acontecer? Por este andar, já só mesmo os piratas da Somália nos vão levar a sério.
Lá andam eles de novo a exigir desculpas a uns e a outros. A comitiva do PS, em campanha para as Europeias em Ponte da Barca, foi brindada com um copo de vinho, atirado para o meio da multidão. Não sei se branco se tinto, de qualquer modo, foi reeditada a célebre frase do anterior regime, "dar de beber um copo de vinho, é dar de comer a um milhão de portugueses". Foi pelo menos um "upgrade" à água com que o sr Vital foi brindado anteriormente nas manifestações do 1º de Maio. As gentes do Norte sempre foram mais beneméritas. Os epítetos de traidor e de bandido, foram muito ouvidos em relação ao candidato pelo PS às Europeias. Com a economia tão em baixo, e com a agricultura em sérias dificuldades, depois desta oferta de vinho, não se percebe muito bem toda a polémica instaurada.
Pelo que se ouve por aí, não há dinheiro nas universidades e sobra pouco ou nada para a investigação, e muitas vezes a que se faz tem pouco ou nenhum interesse. Os reitores queixam-se, os professores queixam-se e os alunos queixam-se. Mesmo assim, arranjam-se uns milhares de euros, muitos, para essa coisa chamada de "Semana Académica da Queima das Fitas". A festa dos estudantes, por excelência.
Antigamente, antes da revolução, e mais tarde quando do seu recomeço nos idos de 1979, a “coisa” traduzia-se em festas como a Missa da bênção das pastas, a Monumental serenata, a garraiada, o rallye paper, o cortejo, procissões intermináveis de estudantes alegres e divertidos, alguns, uma minoria, abusando uma ou outra vez das bebidas alcoólicas.
Hoje, apesar de continuar a haver a missa, a serenata, o cortejo e todas as outras coisas, tudo não passa de uma quantidade enorme de tipos dependentes do álcool e do tabaco, bêbados e bêbadas, muitos, demasiados, a recorrer às urgências dos hospitais em coma alcoólico, prematuramente decadentes, que passam por serem estudantes universitários e a propósito dos quais os mandantes de esquerda do nosso país, dizem maravilhas e muito esperam. Excessos e dependência fazem parte da ordem do dia. Esta juventude, os responsáveis do amanhã, afoga a alegria, quando não a tristeza e a frustração, em copos de cerveja subsidiada (onde à conta disso as cervejeiras ganham milhões), e dá uma péssima imagem dos nossos futuros mandantes e governantes. E, os estudantes que não alinharem nestas “festas” passam por “aliens” ou pior. Serão estes os futuros médicos, engenheiros, gestores, economistas e políticos, que olharão por nós, que nos tratarão das doenças, que construirão as nossas estradas e pontes e nos governarão.
Não há quem ponha mão nisto, ninguém se incomoda, poucos se importam, e, por estas e por outras (as bebedeiras de outros que já foram estudantes e tiraram cursos sabe-se lá onde e como, e agora mandam em nós), estou crente de que não iremos nunca a lado algum.
Anda tudo tolo. Até parece que os governantes do nosso rectângulo não viajam. E se por um acaso viajarem, dizem a todo o mundo para onde vão, e registam todos os passitos que dão. Pelos vistos, só o nosso Primeiro tem direito a fazer viagens confidenciais. Ora, batatinhas, meus senhores. Esta notícia só aparece porque se trata do governante Alberto João Jardim, que todo o mundo quer que caia do poleiro onde se encontra. Esta notícia só aparece porque o homem em questão, tem obra feita, não pede meças a ninguém, e chama os bois pelos nomes. Esta notícia só aparece porque anda toda a gente a ver se o apanha em qualquer coisinha que ele faça e não devesse ter feito. Mas para o Presidente do Governo Regional da Madeira, coisas destas não o beliscam. Está-se marimbando para o ladrar à passagem da caravana. Vai continuar a fazer as viagens que muito bem entender, desde que, e nos termos em que, a lei o permita. Ainda não entendi muito bem a raiva que muitos dos nossos políticos têm para com o dr Jardim. Será porque ele é bom no que faz? Será pelas maiorias absolutas que vai tendo em cada uma das eleições? Será porque não teme ninguém, diz o que lhe vai na alma e ninguém o desmente? Será só uma enorme dor, horrorosa penso eu, na inserção do braço com o ante-braço? Ou pura e simplesmente é a porca da política, que impede o comum dos políticos de enxergar direito quem faz bem feito, desde que o autor do feito seja de um partido diferente? Já alguém teve a coragem de ir verificar quanto gasta o nosso primeiro em viagens, ou quanto gastaram os Primeiros anteriores, e depois compararem com os que este homem gastou? Se calhar já alguém o fez e decidiu que o melhor era nem falar do assunto, uma vez que o tiro lhe poderia sair pala culatra. No fim de tudo, o dr Jardim, apesar de ser um político, e por consequência ter os defeitos inerentes aos políticos, é um dos melhores governantes que Portugal tem. Ninguém tem uma obra feita de tão elevado valor, como ele. Por isso os Madeirenses lhe dão ,vez após vez, a maioria absoluta, e nem querem ouvir falar de o homem se ir embora.
É uma vergonha democrática o que fizeram ao sr Vital. Tinha ele acabado de cumprimentar o sr Carvalho da Silva e os insultos, e as tentativas de agressão e outras coisas ainda menos abonatórias de quem as proferiu, lhe foram atiradas. Agarrado pelo braço, que isto de andar no meio do povinho implica segurança, lá o foram levando por entre a populaça, enquanto ele, o sr Vital, ia respondendo a um ou outro repórter que tentavam obter reacções aos desacatos, e lá foi dizendo que tudo aquilo não era para ele mas contra o PS, acusando implicitamente o PCP. Por via dos insultos, as palavras de ordem foram ignoradas, o que foi uma pena muito grande. O sr Canas sentiu-se também ofendido em nome do partido que representa, e lá foi debitando umas coisitas iguais às de sempre. O PS diz-se insultado e caluniado pelo PCP, e este entende nada ter feito e recusa pedir desculpas. O PCP por seu lado diz-se também caluniado e exige desculpas públicas ao PS. Aos poucos, uns e outros, lá se vão vitimizando, copiando os tiques do grande irmão, o nosso inestimável Primeiro.
SERENÍSSIMA CASA REAL E DUCAL DE BRAGANÇA - PORTUGAL
RELÓGIO UNIVERSAL
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NAÇÃO
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Bandeira do Condado Portucalense usada pelo Conde Dom Henrique (1081-1139) e pelo Conde Dom Afonso Henriques (1139-1143)
«De prata, uma cruz, de azul». Esta é a descrição heráldica do escudo do primeiro Rei de Portugal, herdada, segundo se diz, de seu pai, Henrique de Borgonha. Note-se que se trata aqui realmente de um escudo; a heráldica europeia moderna começa justamente pela descrição das vestes e dos escudos dos cavaleiros num torneio, feita por um arauto (herald). Quase certamente, este brasão nunca tomou a forma de uma bandeira, pois estas, muito menos como representação uniformizada e generalizada de um país, ainda não existiam nesta época
Houve, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência do reino das Astúrias/Leão/Galiza sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho).
Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão, que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos Mouros, tendo também recebido a mão de sua filha Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do Sul da Galiza (diocese de Tui).
Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, pois os seus chefes eram alternadamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (Príncipe).
Há 47 regiões vinícolas em Portugal. Nos rótulos das garrafas essas regiões estão mensionadas através de siglas. . Denominação de origem e classificação de vinhos consoante a região de proveniência: DOC - Denominação de Origem Controlada VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada VLQPRD - Vinho Licoroso ... VEQPRD - Vinho Espumante ... VFQPRD - Vinho Frisante ... Vinho Regional Vinho de Mesa
Em Dezembro de 1996, o centro histórico do Porto foi classificado, pela UNESCO, como Património Cultural da Humanidade, o que veio confirmar a sua riqueza monumental, patrimonial e cultural. Destino turístico por excelência, a cidade tem, no centro histórico, o ponto fulcral das visitas à Invicta, apresentando a história da cidade que começou a crescer a partir desse mesmo ponto.
A cidade, indissociável do rio Douro, é uma das mais antigas da Europa e apresenta uma história que eleva o espírito hospitaleiro e lutador do povo apelidado de “tripeiro”. A par da sua história, apresenta o afamado Vinho do Porto, cujas caves podem ser visitadas do outro lado da margem do rio, em Vila Nova de Gaia.
Para além dos monumentos e museus, a cidade apresenta inúmeros espaços verdes que proporcionam bonitos passeios, seja no centro da cidade ou junto ao mar ou rio.
Uma visita pela cidade não deve esquecer as pontes, que unem o Porto a Vila Nova de Gaia, assim como os percursos que a cidade oferece, desde a movimentada Baixa, às pitorescas Ribeira e Miragaia, até à Foz, conhecendo aí as praias, e passando também por uma subida à Torre dos Clérigos.
A gastronomia portuguesa é bem conhecida em todo o mundo, pela sua diversidade. No Porto, são dois os pratos que se destacam dos demais: as Tripas à Moda do Porto e a sanduíche reforçada, coberta de molho picante, que tomou o nome de Francesinha.
Povo festivo por natureza, os portuenses dão grande destaque à Festa de S. João, tornando a noite de 23 para 24 de Junho, num arraial único no país. Toda a gente sai à rua, empunhando martelos de plástico ou alho-porro, para correr as ruas da cidade, da Ribeira até à Foz, depois do monumental fogo-de-artifício que acontece à meia-noite junto ao rio Douro.
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