Do sistema político português
Há 6 horas
I AM, ... I KNOW I AM, ... THEREFORE I AM, ... AT LEAST I THINK I MUST BE ... I THINK !

Ninguém se entende no País, e as centrais sindicais, que se vai vendo, para nada servem a não ser para acicatar ânimos (algumas poucas), também não!
É uma verdadeira vergonha. Estes gajos andam a gozar connosco. Agora, e mais uma vez, vão de férias no Natal.
Sobre pedofilia sabe a senhora Catalina. Aliás sempre soube e de tudo o que sabia falou tarde e mal.
Fixe, fixe, era que o pessoal dos Recursos Humanos das empresas cujos trabalhadores estão em greve, parcial, às horas extraordinárias, ou total, e que dessa greve resultassem prejuízos para os outros trabalhadores que necessitam dessas empresas a laborar para eles mesmos trabalharem (Soflusa, Transtejo, Carris, Metro, CP, STCP, TAP, etc., etc., etc.), ou cujos prejuízos para a economia nacional fossem por demais evidentes (estivadores dos portos Nacionais), também fizessem greve, nem que fosse por solidariedade.
Ontem
foi publicada uma missiva que 70 iluminados, encabeçados pelo sábio
ancião que tanto sabe acerca de salvar a pátria, que me levantou uma
singela dúvida: será que algum deles acredita realmente naquele rol de
frugalidades distorcidas que constituem o conteúdo da dita? Talvez o
sábio ancião acredite, sempre foi um tipo que acreditou no que lhe deu
jeito consoante a época. Talvez um ou outro acredite, de entre os
signatários há uns quantos que apresentam um tão aguçado espírito
crítico e uma tal capacidade analítica que lhes permite acreditar... Em
quê? Acreditar, de um modo geral, alheio ao específico e ao
circunstancial, tendo por base aquilo que lhes foi impingido como
"politicamente correcto" . Os outros... Os outros sabem muito bem das
suas conveniências, das suas militâncias, dos seus grupelhos, das suas
posições políticas de oposição sistemática não permeável a qualquer tipo
de racionalidade que seja contrária aos seus interesses, por mais
óbvio que seja que do poço seco não se tira água.«À data das últimas eleições legislativas já estava em vigor o Memorando de Entendimento com a Troika, de que foram também outorgantes os líderes dos dois Partidos que hoje fazem parte da Coligação governamental.
O País foi então inventariado à exaustão. Nenhum candidato à liderança do Governo podia invocar desconhecimento sobre a situação existente.»
A
comunicação do governo de Sócrates sobre as (concluídas) negociações
com a Troika, em Bruxelas foi a em Abril de 2011. Haviam começado em
Fevereiro e Sócrates só discursou sobre o "bom Acordo" conseguido em
Maio.«Os eleitores foram intencionalmente defraudados. Nenhuma circunstância conjuntural pode justificar o embuste.»Perdoem-me mas estou baralhada, esta frase da missiva refere-se a quem? Quem é que intencionalmente defraudou os portugueses? De que embuste?
«O Governo, num fanatismo cego que recusa a evidência, está a fazer caminhar o País para o abismo.»Lá estamos outra vez... Os 70 iluminados referem-se a quem? A que governo? Deve ser ao de José...
«.../... sob pena de, pelo interesse nacional, ser seu dever retirar as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências.»
«Exmo. Senhor Primeiro-Ministro,Queridos Signatários,
Os signatários estão muito preocupados com as consequências da política seguida pelo Governo.»
A INUTILIDADE DE UMA GREVE QUE MAIS UMA VEZ FOI GERAL
Amanhã há greve. Dizem-me que até é geral, como outras que por aí houve e às quais não aderi. Mas desta vez é diferente, não é Nacional, é Internacional.
Pertenci a um grupo de pessoas que podia comer bife de vaca todos os dias, embora, por razões de saúde, o não fizesse. Hoje pertenço aos que o não podem fazer por razões económicas.
Mas
a alguns, muito poucos, isto não chegou. Queriam porrada da grossa,
queriam a polícia a carregar sobre os manifestantes, queriam sangue e
vítimas.
Um grupelho de instigadores fez o que pode para provocar uma grande
chatice frente à Assembleia da República.«Sei que não é pacífico o que vou dizer. Já me tinha esquecido como as multidões, mesmo que unidas por uma mesma intenção, um ideal, um desejo comum, são muito especiais, e escolho a palavra "especiais" para ser delicada. É apenas um pormenor. Mas não é inocente. A forma exacerbada como as pessoas reagem só por verem a polícia, não faz sentido. Pelo menos, no dia de hoje, não fazia sentido. Vi os polícias com os cães - e bem sei que a metáfora é forte, a imagem está carregada de sentidos históricos, políticos, literários. CÃES NEGROS. Pois está. Mas mesmo assim e apesar de. Não faz sentido blasfemar e pronunciar injúrias e palavrões e ameaçar só porque. Só porque o polícia está ali. Só porque o é e porque sim!
Queria apenas, como legenda a esta foto, fazer uma pergunta: E AGORA, JOSÉ? Mas a minha irmã achou que não se perceberia : ) »