Mostrar mensagens com a etiqueta ESTRADAS DE PORTUGAL. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ESTRADAS DE PORTUGAL. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

PIOR, ERA IMPOSSÍVEL

.
GRUPO MUITO DIFÍCIL
.
Como se sabe, eu não acredito neste treinador. Como se sabe eu não acredito nestas vedetas, orientados desta forma. Mas, este é o treinador que temos, e estas, são as vedetas com que jogamos.
O grupo que nos calhou, é mesmo muito difícil. A Costa do Marfim vai ser um osso duro de roer, se não mesmo indigesto, para não falar dos outros dois. Para não falar, que nem vale a pena, a Coreia do Norte é uma muito boa equipa, e o Brasil, é tão bom (lembram-se da goleada?)que até nos envia três jogadores para a nossa selecção. Lá, ninguém lhes ligava, eram considerados refugo. Cá são mais três das «nossas» vedetas.
Mas, deixemo-nos de dizer mal, Portugal está no Mundial da África do Sul, e temos todos de torcer pela nossa equipa.
Até os comemos.....
Viva Portugal!

.
JFM
.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SEXO, MENTIRAS E DINHEIRO

.

PORTUGAL, O PAÍS DA MENTIRA

A mentira, nos Portugueses, tornou-se num modo de vida. Completamente perdidos e sem destino, os habitantes do nosso País, não têm códigos de conduta, não reconhecem os ensinamentos da moral e não têm bons exemplos para seguir. Salvam-se algumas, muito raras, excepções, esquecidas e escondidas do grande público, e totalmente afastadas do conhecimento das gerações mais novas.

A mentira grassa no governo, nos partidos políticos, nas escolas, nas administrações das empresas públicas, nos números do déficit, na propaganda, nas televisões, nas relações entre as pessoas, nas negociatas, na publicidade e no marketing, e em quase todas as vertentes da vida de todos os dias.

Gente sem escrúpulos manda em nós, e sob a capa de uma sociedade progressista, em que todos podem falar e fazer o que bem entenderem uma vez que são livres, e a que pomposamente chamam de democracia, massacram-nos e aos nossos filhos, com mentiras em cima de mentiras, desgraçando o nosso futuro e o das próximas gerações. Cada vez mais se é menos livre de fazer o que se quer e de ir para onde se quiser. Estamos cada vez mais controlados, vigiados e condicionados. Câmaras de filmar, chips e propaganda contínua, rodeiam-nos a todo o momento.

Vive-se para o dinheiro, e associado a ele, para o sexo. Para que tal assim possa ser, as mentiras vêm em catadupas, e de tanto se propagandearem, transformam-se em verdades incontestadas.

As principais prioridades deste nosso novo governo, passam pelos investimentos públicos que irão afectar economicamente várias gerações, pelo casamento dos homossexuais, pelas aulas sobre sexualidade dadas a crianças por gente sem preparação, e pela conquista dos vários poderes, a qualquer custo, a qualquer preço, e de qualquer maneira.

Quem não é por nós, é contra nós, e com esta máxima, os nossos governantes tranformaram em poucas décadas, a vida Portuguesa numa mentira.

Toda a gente passou, nos últimos anos, a tolerar a falsidade e o embuste, a considerar o sexo como parte integrante e imprescindivel das relações e dos negócios, e a aceitar pagamentos por favores indevidos, de uma forma tal, que tudo começou a ser considerado normal.

A corrupção, o conluio, a associação com fins criminosos, os favores económicos e sexuais, a mentira descarada, a obtenção dos fins a que qualquer um se propõe por qualquer meio, são o pão nosso de cada dia, e o que os Portugueses de todas as idades aprendem. E de tal forma o interiorizaram já, que se entende como regra habitual o proceder-se dessa forma. E, para além disso, também se entende, que quem assim o não fizer, é tonto, estúpido, e não sabe fazer valer os seus direitos.

Assim, desta forma, caminhamos alegremente para um beco sem saída. Ninguém confia ou virá a confiar em nós, e nós não confiamos uns nos outros. Anda um País inteiro a enganar todo um País.

Passamos a ser um Portugal de impostores, de malandros, de corruptos e de mentirosos.



.

JFM

.


terça-feira, 3 de novembro de 2009

AS PRENDAS DE NATAL, E OUTRAS


.
PRENDINHAS, QUEM AS NÃO QUER
. . .
A operação, chama-se Face Oculta, mas já há muitas faces descobertas.
Sobre isso já escrevi aqui, e aqui.
Aquilo que muitos dos arguidos, ou alegadamente implicados, deram ou receberam, têm nomes diferentes, consoante quem os nomeia.
Para uns, os investigadores e o público em geral, o nome que têm é "luvas provenientes de corrupção".
Para outros, os que ofereceram ou os que receberam, são "prendas de Natal ou de outra altura qualquer".
Mas, dificilmente, automóveis e dinheiro, podem ser considerados presentes desse género.
A todos os níveis da nossa sociedade, se utiliza a prenda, ou a nota, ou a influência, para obter o que se pretende.
A corrupção, pequena ou grande, faz parte do nosso estilo de vida. Desde a notita dada à funcionária que nos põe dentro do consultório do sr dr uns minutos mais cedo, ao segurança que nos deixa entrar mesmo sem a devida credencial num qualquer sítio onde pretendemos ir, ou ao sr graduado de uma qualquer força militarizada que mete uma cunha pelo nosso pirralho e por isso recebe à posteriori uma prendinha, em quase todas as circunstância da vida dos Portugueses encontramos situações destas.
Não seria portanto de admirar que nos altos negócios se proceda da mesma forma.
Mas, se nas pequenas coisas, é aceite pelo comum dos cidadãos, que se proceda assim, pois que quem o não faz fica sempre prejudicado, já nas grandes coisas esta postura não tem o aval de ninguém. Nestas, a lisura de procedimentos, até ao mais pequeno pormenor, é exigível.
O Português, como outros, aceita que a pequena corrupção se faça, até porque é ele quem a faz, mas exige que os que estão em situação de mandar, os que têm poder, o não façam, até porque não precisam, e só corrompe quem necessita.
O grande problema desta situação, para além do facto em si mesmo, é que tem já muitas ramificações, que tocam altas figuras da nossa Nação. À Ren, Refer, EDP e Galp, juntam-se agora a CP, a Portucel, a Lisnave, os CTT, a EMEF, os Portos de Setúbal, Sines a a Capitania de Aveiro, a ENVC, a IDD, a Empordef, a Carris e as Estradas de Portugal. Muitas destas empresas estão já a fazer investigações internas. Mas são já demasiadas as empresas ligadas a este caso. É o País inteiro.
E só o mais pequeno dos actores deste caso, o que corrompeu (alegadamente claro, que é preciso ter cuidado com o que se diz) os altos funcionários de quem se fala, está em prisão preventiva.
Daí o poder-se inferir que aos outros, nada de mais lhes acontecerá. O sr Vara, ainda está e continuará a estar na Vice Presidência do BCP. O sr Penedos continua na presidência da Ren. E outros continuam onde sempre estiveram.
Daqui a muitos anos, como em outras situações que estão a correr na nossa justiça, ainda estaremos na situação de hoje. As investigações vão ser demoradas e a nossa justiça irá ser ainda mais lenta que de costume. Há demasiada gente muito importante envolvida.
Esta forma suja e abjecta de se viver, não pode deixar de criar nojo a quem olha para ela.
Ninguém pode confiar em ninguém. A corrupção grassa por todo o lado. Quem tem poder, e é pouco sério, faz o que muito bem entende e enriquece quase da noite para o dia. Quem não tem esse poder, ou se for uma pessoa séria, nem trabalhando muito, chega a algum lado apetecível economicamente. Quem não for de modo algum, uma pessoa séria, como muitos que por aí andam, depressa chega a ter poder. Seja em que nível for.
E o poder em Portugal, pelo que se ouve nas ruas e nos cafés, está associado à burla e à corrupção.
Vivemos num País de vigaristas e de vigarices. E, desde à alguns anos a esta parte, a principal ideia que transmitimos aos nossos filhos, é a de que devem ser "espertos" para poderem ter poder e ser ricos, não interessando o que se faça, desde que surta efeito.
O que em alguns momentos me apetece, é sair daqui, fugir, imigrar para um qualquer lugar, longe de tudo e de todos. Ou então viver no meio do monte, sem acesso a seja o que for. Mas não sendo de baixar os braços, vou, à minha escala, continuar a lutar contra a corrupção em Portugal.
Conforme está, é uma tristeza, o País em que vivemos.

.
JFM
.