Mais pórticos, mais portagens, mais dinheiro sacado aos habitantes do Norte de Portugal.
O governo diz que não há qualquer decisão tomada, mas as gentesnão acreditam. Hoje em dia, se há fumo (e atentos, todos vemos que o há), por certo que há fogo, mesmo que nos digam que não. Somos uma "mina" para qualquer governo que se preze, e o bom senso sempre foi coisa inexistente nos governantes da capital do País que um dia foi um Império. Mais do que a necessidade de dinheiro e a procura dele por tudo quanto é sítio e lado (coisa que todos os governos foram fazendo ao longo destes últimos quarenta anos), retirá-lo do bolso dos contribuintes e neste caso em especial e de novo, com mais incidência nas pessoas do Norte, 13 das 15 propostas, já é um vício governamental que nem com Metadona se atenuará. Só mesmo com medidas drásticas. Acabando com esta raça de gente política e implementando a Regionalização!
A vergonha continua e nós continuamos parados! Tanta barulheira que se fez e só não anda nas ex-Scuts quem não tem dinheiro para elas. E infelizmente é muita gente. Todos os outros que tanto falaram e berraram e buzinaram, lá andam vergados à força de um estado dominador que sabe que mais cedo ou mais tarde, muitos sucumbirão. Onde está a força que um dia o Norte teve?
O pior de tudo, é que, se outros vierem, nada farão de melhor ou de diferente.
Desloco-me quase diariamente, pelas estradas do meu distrito (Porto), muitas das vezes só pelo prazer de passear. Tenho esse privilégio.
Nesses meus passeios, acontece ter de passar pelas auto-estradas e vias rápidas da zona. De longe a longe, lá se viam, nos últimos tempos, um ou outro pórtico novo, que ninguém me sabia dizer ao certo para que iria servir.
Vou muitas vezes à cidade da Maia.
Antes das eleições, vi por lá cartazes, grandes, a informar os munícipes, que a Câmara da Maia, e evidentemente o seu Presidente e de novo candidato, eram contra o pagamento de portagens nas "scuts" da área. Ninguém, em seu prefeito juízo, aceita de bom grado, esse pagamento, até porque se sabe da falta de alternativas a essas estradas de circulação rápida.
Depois, e durante as campanhas eleitorais, para as Europeias, para as Legislativas e para as Autarquias, vi por lá, em substituição dos cartazes de que falei, as caras dos candidatos e os símbolos dos partidos que os apoiavam.
Até aqui, tudo normal, penso eu.
Dia de eleições, Domingo, os que votaram foram votar e os outros também não.
Na segunda-feira imediata, coisas estranhas aconteceram. Como se fossem cogumelos, os pórticos multiplicaram-se.
Numa azáfama incrível, dezenas de operários estavam a trabalhar para pôr em pé dezenas de coisas dessas espalhadas pelas "scuts" da zona. Depressa se verificou, e se soube, que iriam servir para o pagamento, via chip a colocar nos automóveis, de portagens. Afinal, tinham sido anunciados por Sócrates I, o Arrogante, e agora, eleições ganhas, ainda com o governo antigo em gestão, mandadas colocar por Sócrates II, o Dialogador.
Estranhei o silêncio dos políticos ganhadores da minha região. Antes das eleições ninguém se mexia, ninguém falava no assunto, mas até seria normal já que estávamos em época eleitoral e poderia ser que as promessas de o Arrogante, acabassem por caír em saco roto no caso de não vencerem os da côr dele. Mas, afinal, no dia a seguir aos votos, tudo em pé de trabalho. A fazer muito depressa o que todos contestam.
Bem, todos não, que a Câmara da Maia, agora que os mesmos venceram, esqueceu-se de voltar a colocar os cartazes antigos a dizer que eram contra o pagamento de portagens na "scuts", deixando cair essa sua bandeira. Será que agora já não interessa captar as simpatias dos munícipes? Afinal já está tudo ganho, para quê qualquer preocupação?
E não esqueço também as outras Câmaras da área Metropolitana do Porto. Não me estou a lembrar de nenhum Presidente de Câmara que esteja, agora e em vista da montagem em tempo record dos “coisos” que vão fazer a leitura dos “chips”, a contestar o pagamento de portagens nestas chamadas “estradas sem custos para o utilizador”, muito embora haja quem diga que Bragança Fernandes se está de novo a movimentar nesse sentido. Sozinho e sem apoios dos seus pares.
Os pórticos, já estão todos instalados. Todas as auto-estradas da zona estão minadas com eles. A28, A29, A41, A25 e por aí fora, têm já tudo a postos. E aquelas coisas cheias de câmaras de filmar ou de fotografar ou seja do que for, até assusta quem por lá passa.
Com o início do pagamento de portagens, as estradas antigas vão encher-se de carros. Os engarrafamentos vão ser uma constante. O País, nestas zonas vai tender a parar.
É um simples e evidente ataque ao Norte, e à Area Metropolitana do Porto em particular. Se não vejamos:
-Porto - Aveiro PAGA!
-Porto - Espanha PAGA!
-Porto - Paços de Ferreira - Lousada - Felgueiras PAGA!
-Porto - Aeroporto PAGA!
Gostaria ainda de saber como se vai atravessar a ponte de Vila do Conde, por exemplo? Vamos ter "bicha" parada do Porto até à ponte. E depois até passar a Póvoa, como vai ser? Só por lá há uma estrada (que não passa de uma simples rua) com uma faixa para cada lado, cheia de tudo o que é comércio e indústria. Qual a alternativa que nos deixam? Quantas empresas, e quantos particulares vão deixar de ter possibilidades de subsistir?
Mas o governo é que sabe, e todos baixam as orelhas.
Desloco-me quase diariamente, pelas estradas do meu distrito (Porto), muitas das vezes só pelo prazer de passear. Tenho esse privilégio. Nesses meus passeios, acontece ter de passar pelas auto-estradas e vias rápidas da zona. De longe a longe, lá se viam, nos últimos tempos, um ou outro pórtico novo, que ninguém me sabia dizer ao certo para que iria servir. Vou muitas vezes à cidade da Maia. Antes das eleições, vi por lá cartazes, grandes, a informar os munícipes, que a Câmara da Maia, e evidentemente o seu Presidente e de novo candidato, eram contra o pagamento de portagens nas "scuts" da área. Ninguém, em seu prefeito juízo, aceita de bom grado, esse pagamento, até porque se sabe da falta de alternativas a essas estradas de circulação rápida. Depois, e durante a campanha eleitoral para as Autarquias, vi por lá, em substituição dos cartazes de que falei, as caras dos candidatos e os símbolos dos partidos que os apoiavam. Até aqui, tudo normal, penso eu. Dia de eleições, Domingo, os que votaram foram votar e os outros também não. Na segunda-feira imediata, coisas estranhas aconteceram. Como se fossem cogumelos, os pórticos multiplicaram-se. numa azáfama incrível, dezenas de operários estavam a trabalhar para pôr em pé dezenas de coisas dessas espalhadas pelas "scuts" da zona. Depressa se verificou,, e se soube que iriam servir para o pagamento, via chip a colocar nos automóveis, de portagens. Estranhei. Antes das eleições ninguém se mexia, ninguém falava no assunto. No dia a seguir, tudo em pé de trabalho. A fazer muito depressa o que todos contestam. Bem, todos não, que a Câmara da Maia, agora que os mesmos venceram, esqueceu-se de voltar a colocar os cartazes antigos a dizer que eram contra o pagamento de portagens na "scuts". Será que agora já não interessa captar as simpatias dos munícipes? Afinal já está tudo ganho, para quê qualquer preocupação? Os pórticos, já estão todos instalados. Todas as auto-estradas da zona estão minadas com eles. A28, A29, A41, A25 e por aí fora, têm já tudo a postos. Com o início do pagamento de portagens, as estradas antigas vão encher-se de carros. Os engarrafamentos vão ser uma constante. O País, nestas zonas vai tender a parar.
É um simples e evidente ataque ao Norte. Se não vejamos:
-Porto - Aveiro PAGA! -Porto - Espanha PAGA! -Porto - Paços de Ferreira - Lousada - Felgueiras PAGA! -Porto - Aeroporto PAGA! Gostaria ainda de saber como se vai atravessar a ponte de Vila do Conde, por exemplo? Vamos ter "bicha" parada do Porto até à ponte. E depois até passar a Póvoa, como vai ser? Só por lá há uma estrada (que não passa de uma simples rua) com uma faixa para cada lado, cheia de tudo o que é comércio e indústria. Qual a alternativa que nos deixam? Quantas empresas, e quantos particulares vão deixar de ter possibilidades de subsistir? Mas o governo é que sabe, e todos baixam as orelhas. Ou não?
SERENÍSSIMA CASA REAL E DUCAL DE BRAGANÇA - PORTUGAL
RELÓGIO UNIVERSAL
http://home.tiscali.nl/annejan/swf/timeline.swf
NAÇÃO
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Bandeira do Condado Portucalense usada pelo Conde Dom Henrique (1081-1139) e pelo Conde Dom Afonso Henriques (1139-1143)
«De prata, uma cruz, de azul». Esta é a descrição heráldica do escudo do primeiro Rei de Portugal, herdada, segundo se diz, de seu pai, Henrique de Borgonha. Note-se que se trata aqui realmente de um escudo; a heráldica europeia moderna começa justamente pela descrição das vestes e dos escudos dos cavaleiros num torneio, feita por um arauto (herald). Quase certamente, este brasão nunca tomou a forma de uma bandeira, pois estas, muito menos como representação uniformizada e generalizada de um país, ainda não existiam nesta época
Houve, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência do reino das Astúrias/Leão/Galiza sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho).
Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão, que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos Mouros, tendo também recebido a mão de sua filha Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do Sul da Galiza (diocese de Tui).
Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, pois os seus chefes eram alternadamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (Príncipe).
Há 47 regiões vinícolas em Portugal. Nos rótulos das garrafas essas regiões estão mensionadas através de siglas. . Denominação de origem e classificação de vinhos consoante a região de proveniência: DOC - Denominação de Origem Controlada VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada VLQPRD - Vinho Licoroso ... VEQPRD - Vinho Espumante ... VFQPRD - Vinho Frisante ... Vinho Regional Vinho de Mesa
Em Dezembro de 1996, o centro histórico do Porto foi classificado, pela UNESCO, como Património Cultural da Humanidade, o que veio confirmar a sua riqueza monumental, patrimonial e cultural. Destino turístico por excelência, a cidade tem, no centro histórico, o ponto fulcral das visitas à Invicta, apresentando a história da cidade que começou a crescer a partir desse mesmo ponto.
A cidade, indissociável do rio Douro, é uma das mais antigas da Europa e apresenta uma história que eleva o espírito hospitaleiro e lutador do povo apelidado de “tripeiro”. A par da sua história, apresenta o afamado Vinho do Porto, cujas caves podem ser visitadas do outro lado da margem do rio, em Vila Nova de Gaia.
Para além dos monumentos e museus, a cidade apresenta inúmeros espaços verdes que proporcionam bonitos passeios, seja no centro da cidade ou junto ao mar ou rio.
Uma visita pela cidade não deve esquecer as pontes, que unem o Porto a Vila Nova de Gaia, assim como os percursos que a cidade oferece, desde a movimentada Baixa, às pitorescas Ribeira e Miragaia, até à Foz, conhecendo aí as praias, e passando também por uma subida à Torre dos Clérigos.
A gastronomia portuguesa é bem conhecida em todo o mundo, pela sua diversidade. No Porto, são dois os pratos que se destacam dos demais: as Tripas à Moda do Porto e a sanduíche reforçada, coberta de molho picante, que tomou o nome de Francesinha.
Povo festivo por natureza, os portuenses dão grande destaque à Festa de S. João, tornando a noite de 23 para 24 de Junho, num arraial único no país. Toda a gente sai à rua, empunhando martelos de plástico ou alho-porro, para correr as ruas da cidade, da Ribeira até à Foz, depois do monumental fogo-de-artifício que acontece à meia-noite junto ao rio Douro.
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