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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

MAIS UM ATAQUE VERGONHOSO EM PREPARAÇÃO

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E A QUEM? 
ÀS PESSOAS DO NORTE
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Mais pórticos, mais portagens, mais dinheiro sacado aos habitantes do Norte de Portugal.
O governo diz que não há qualquer decisão tomada, mas as gentes não acreditam. Hoje em dia, se há fumo (e atentos, todos vemos que o há), por certo que há fogo, mesmo que nos digam que não.
Somos uma "mina" para qualquer governo que se preze, e o bom senso sempre foi coisa inexistente nos governantes da capital do País que um dia foi um Império. 
Mais do que a necessidade de dinheiro e a procura dele por tudo quanto é sítio e lado (coisa que todos os governos foram fazendo ao longo destes últimos quarenta anos), retirá-lo do bolso dos contribuintes e neste caso em especial e de novo, com mais incidência nas pessoas do Norte, 13 das 15 propostas, já é um vício governamental que nem com Metadona se atenuará. Só mesmo com medidas drásticas. Acabando com esta raça de gente política e implementando a Regionalização! 
A vergonha continua e nós continuamos parados! Tanta barulheira que se fez e só não anda nas ex-Scuts quem não tem dinheiro para elas. E infelizmente é muita gente. Todos os outros que tanto falaram e berraram e buzinaram, lá andam vergados à força de um estado dominador que sabe que mais cedo ou mais tarde, muitos sucumbirão. 
Onde está a força que um dia o Norte teve?
O pior de tudo, é que, se outros vierem, nada farão de melhor ou de diferente.
Estamos entregues aos bichos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PÓRTICOS, CHIPS, SCUTS E CIDADE DA MAIA


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MUDARAM DE IDEIAS


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Desloco-me quase diariamente, pelas estradas do meu distrito (Porto), muitas das vezes só pelo prazer de passear. Tenho esse privilégio.

Nesses meus passeios, acontece ter de passar pelas auto-estradas e vias rápidas da zona. De longe a longe, lá se viam, nos últimos tempos, um ou outro pórtico novo, que ninguém me sabia dizer ao certo para que iria servir.

Vou muitas vezes à cidade da Maia.

Antes das eleições, vi por lá cartazes, grandes, a informar os munícipes, que a Câmara da Maia, e evidentemente o seu Presidente e de novo candidato, eram contra o pagamento de portagens nas "scuts" da área. Ninguém, em seu prefeito juízo, aceita de bom grado, esse pagamento, até porque se sabe da falta de alternativas a essas estradas de circulação rápida.

Depois, e durante as campanhas eleitorais, para as Europeias, para as Legislativas e para as Autarquias, vi por lá, em substituição dos cartazes de que falei, as caras dos candidatos e os símbolos dos partidos que os apoiavam.

Até aqui, tudo normal, penso eu.

Dia de eleições, Domingo, os que votaram foram votar e os outros também não.

Na segunda-feira imediata, coisas estranhas aconteceram. Como se fossem cogumelos, os pórticos multiplicaram-se.

Numa azáfama incrível, dezenas de operários estavam a trabalhar para pôr em pé dezenas de coisas dessas espalhadas pelas "scuts" da zona. Depressa se verificou, e se soube, que iriam servir para o pagamento, via chip a colocar nos automóveis, de portagens. Afinal, tinham sido anunciados por Sócrates I, o Arrogante, e agora, eleições ganhas, ainda com o governo antigo em gestão, mandadas colocar por Sócrates II, o Dialogador.

Estranhei o silêncio dos políticos ganhadores da minha região. Antes das eleições ninguém se mexia, ninguém falava no assunto, mas até seria normal já que estávamos em época eleitoral e poderia ser que as promessas de o Arrogante, acabassem por caír em saco roto no caso de não vencerem os da côr dele. Mas, afinal, no dia a seguir aos votos, tudo em pé de trabalho. A fazer muito depressa o que todos contestam.

Bem, todos não, que a Câmara da Maia, agora que os mesmos venceram, esqueceu-se de voltar a colocar os cartazes antigos a dizer que eram contra o pagamento de portagens na "scuts", deixando cair essa sua bandeira. Será que agora já não interessa captar as simpatias dos munícipes? Afinal já está tudo ganho, para quê qualquer preocupação?

E não esqueço também as outras Câmaras da área Metropolitana do Porto. Não me estou a lembrar de nenhum Presidente de Câmara que esteja, agora e em vista da montagem em tempo record dos “coisos” que vão fazer a leitura dos “chips”, a contestar o pagamento de portagens nestas chamadas “estradas sem custos para o utilizador”, muito embora haja quem diga que Bragança Fernandes se está de novo a movimentar nesse sentido. Sozinho e sem apoios dos seus pares.

Os pórticos, já estão todos instalados. Todas as auto-estradas da zona estão minadas com eles. A28, A29, A41, A25 e por aí fora, têm já tudo a postos. E aquelas coisas cheias de câmaras de filmar ou de fotografar ou seja do que for, até assusta quem por lá passa.

Com o início do pagamento de portagens, as estradas antigas vão encher-se de carros. Os engarrafamentos vão ser uma constante. O País, nestas zonas vai tender a parar.

É um simples e evidente ataque ao Norte, e à Area Metropolitana do Porto em particular. Se não vejamos:

-Porto - Aveiro PAGA!

-Porto - Espanha PAGA!

-Porto - Paços de Ferreira - Lousada - Felgueiras PAGA!

-Porto - Aeroporto PAGA!

Gostaria ainda de saber como se vai atravessar a ponte de Vila do Conde, por exemplo? Vamos ter "bicha" parada do Porto até à ponte. E depois até passar a Póvoa, como vai ser? Só por lá há uma estrada (que não passa de uma simples rua) com uma faixa para cada lado, cheia de tudo o que é comércio e indústria. Qual a alternativa que nos deixam? Quantas empresas, e quantos particulares vão deixar de ter possibilidades de subsistir?

Mas o governo é que sabe, e todos baixam as orelhas.

Ou não?


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(In O Primeiro de Janeiro, 27-10-2009)
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JFM
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domingo, 25 de outubro de 2009

PÓRTICOS, CHIPS, SCUTS E CIDADE DA MAIA

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MUDARAM DE IDEIAS
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Desloco-me quase diariamente, pelas estradas do meu distrito (Porto), muitas das vezes só pelo prazer de passear. Tenho esse privilégio.
Nesses meus passeios, acontece ter de passar pelas auto-estradas e vias rápidas da zona. De longe a longe, lá se viam, nos últimos tempos, um ou outro pórtico novo, que ninguém me sabia dizer ao certo para que iria servir.
Vou muitas vezes à cidade da Maia.
Antes das eleições, vi por lá cartazes, grandes, a informar os munícipes, que a Câmara da Maia, e evidentemente o seu Presidente e de novo candidato, eram contra o pagamento de portagens nas "scuts" da área. Ninguém, em seu prefeito juízo, aceita de bom grado, esse pagamento, até porque se sabe da falta de alternativas a essas estradas de circulação rápida.
Depois, e durante a campanha eleitoral para as Autarquias, vi por lá, em substituição dos cartazes de que falei, as caras dos candidatos e os símbolos dos partidos que os apoiavam.
Até aqui, tudo normal, penso eu.
Dia de eleições, Domingo, os que votaram foram votar e os outros também não.
Na segunda-feira imediata, coisas estranhas aconteceram. Como se fossem cogumelos, os pórticos multiplicaram-se. numa azáfama incrível, dezenas de operários estavam a trabalhar para pôr em pé dezenas de coisas dessas espalhadas pelas "scuts" da zona. Depressa se verificou,, e se soube que iriam servir para o pagamento, via chip a colocar nos automóveis, de portagens.
Estranhei. Antes das eleições ninguém se mexia, ninguém falava no assunto. No dia a seguir, tudo em pé de trabalho. A fazer muito depressa o que todos contestam.
Bem, todos não, que a Câmara da Maia, agora que os mesmos venceram, esqueceu-se de voltar a colocar os cartazes antigos a dizer que eram contra o pagamento de portagens na "scuts
". Será que agora já não interessa captar as simpatias dos munícipes? Afinal já está tudo ganho, para quê qualquer preocupação?
Os pórticos, já estão todos instalados. Todas as auto-estradas da zona estão minadas com eles. A28, A29, A41, A25 e por aí fora, têm já tudo a postos.
Com o início do pagamento de portagens, as estradas antigas vão encher-se de carros. Os engarrafamentos vão ser uma constante. O País, nestas zonas vai tender a parar.
É um simples e evidente ataque ao Norte. Se não vejamos:
-Porto - Aveiro PAGA!
-Porto - Espanha PAGA!

-Porto - Paços de Ferreira - Lousada - Felgueiras PAGA!
-Porto - Aeroporto PAGA!

Gostaria ainda de saber como se vai atravessar a ponte de Vila do Conde, por exemplo?
Vamos ter "bicha" parada do Porto até à ponte. E depois até passar a Póvoa, como vai ser? Só por lá há uma estrada (que não passa de uma simples rua) com uma faixa para cada lado, cheia de tudo o que é comércio e indústria. Qual a alternativa que nos deixam? Quantas empresas, e quantos particulares vão deixar de ter possibilidades de subsistir?
Mas o governo é que sabe, e todos baixam as orelhas.
Ou não?

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JFM
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