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sábado, 6 de julho de 2013

REVOGUE-SE O IRREVOGÁVEL E...

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SIGA PARA BINGO
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Já nada é o que era, e ainda bem. 
Imaginemos que as pessoas ainda ficavam presas à sua palavra, era um aborrecimento e ainda tínhamos de andar todos com uma corda ao pescoço. E isso, meus caros, já não se usa. Nem ser fiel à palavra dada, e muito menos ser-se penhor dela.
Também já não se usam princípios éticos e outros. Quem os tem chama-lhes seus, mas se houver quem deles não goste, há sempre outros, guardados numa qualquer gaveta, para poder agradar.
Num governo, o nosso, um homem-ministro demite-se por causa de uma mulher-que-vai-ser-ministra, a mulher, coitada, toma posse como ministra numa situação deveras delicada. Entretanto, e face aos graves problemas, à escala Nacional e até Internacional, o homem "recua" na sua decisão irrevogável, sobe de posto mantendo-se no governo como um verdadeiro Primeiro Ministro e, até ver, a mulher-agora-ministra, Maria Luís Albuquerque, também aí se manterá. E o que virá aí é um novo governo, com outras novas caras do partido de Paulo, mas para que assim fosse, não deveria ter sido necessária esta crise.
No que respeita a exigências, de uns e de outros, já por aqui tratei, mas também essas exigências poderiam a partir de agora ser facilmente revogáveis.
O que se não revoga é a vontade de destruir, custe o que custar, todo o esforço que todos nós tivemos de fazer ao longo destes dois últimos anos. Para isso, lá se vão reunindo, uns bandos de tipos politicamente politizados, fazendo marchas, exigindo o descalabro, chamando impunemente os mais feios e execráveis nomes a quem tem o fardo de nos governar, seja essa governação bem feita ou não.
Agora, voltamos a ter a possibilidade de compor o que se descompôs na última semana, e se assim acontecer, lá estarão na forja mais umas greves, umas manifestações, e uns e outros a colocarem-se em bicos de pés, a ver se são vistos e/ou ouvidos. 
Só mesmo na nossa república democrática que, velha de cem anos enquanto república e de quarenta enquanto arremedo de democracia, está mais "prá" cova que outra coisa.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013

ELLE MACPHERSON

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ESTAVA EU DE FÉRIAS E...
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Estava eu no gozo pleno de umas nada merecidas férias, quando o meu amigo Paulo decidiu abandonar o barco. Já num dos dias anteriores o Vítor, outros dos amigos que tenho, tinha decidido o mesmo. Fiquei triste e até, direi, estupefacto. O barco, se bem que com muitos rombos, ainda não tinha afundado, nem estava em vias de. 
Mas quando falamos de ratos, é sempre assim, são os primeiros a abandonar o "nabio".
O Vítor já se tinha explicado a quem o quis ouvir, atacando e despejando responsabilidades para o Comandante e outros. O Paulo, inteligente e sagaz, explica-se com a saída do primeiro e com a sua não concordância com a política de substituições praticada a meio do jogo.
O certo é que ficamos quase abandonados à nossa sorte, com todos os chefes máximos de algum do pessoal mínimo a manifestarem o desejo profundo de ajudar a afundar a embarcação, berrando, gesticulando, fazendo comunicações sonolentas e, quase todos, a porem-se em bicos de pés de modo a tentarem que os que realmente importam os vejam. Para além disso, os que ainda aceitam emprestar-nos o graveto para o "pitrol" começaram a subir as taxas de juro, enquanto as acções cotadas em bolsa descem num trambolhão digno de registo.
Entretanto o Comandante que aceitara a fuga do Vítor (que no meio do mar é cuspido por tudo quanto é peixe), diz não aceitar a de Paulo, e puxa-o para bordo, numa cena caricata digna de desenhos animados da célebre doninha fedorenta.
Paulo, fazendo jus à sua inteligência e sagacidade (o que nunca se poderia dizer de Pedro), faz uma fita, bate com os pés no chão, berra um poucochinho, gesticula, ajeita a melena curta, coloca o seu sorriso matreiro (símbolo de oportunismo ou, dirão outros, de sentido de oportunidade), e diz-lhe que até aceita não deixar o barco afundar, mas que quer mais poderes para os seus apaniguados e porventura para ele próprio. E começam a conversar os dois, Pedro e Paulo (com a hipótese de o Paulo se deixar trazer para o barquito, bem clara na postura física de ambos), lado a lado, como bons amigos que nunca o foram. 
Os arautos da desgraça do nosso navio, descem a terreiro e continuam a falar alto, e um até começa um aparvalhado périplo pelas cidades da Europa, a ver se ganha alguma credibilidade. Mas tudo é em vão. Nada conseguirão que os acalme. 
De uma forma ou de outra, as notícias atropelam-se, sendo que tudo pode vir a acontecer, desde a saída definitiva de Paulo, à sua permanência numa outra pasta, por exemplo na da Economia, passando pelo reforço do número de elementos no Governo afectos ao PP, ou pelo descalabro, imposto pelo Presidente.
Talvez que isto se componha, talvez que apareça alguém que seja capaz, talvez que um dia, eu acredite na seriedade e competência de quem nos governa o barco. Talvez!
O nosso navio está mal comandado, muito foi feito mal e o pouco que se fez de bem foi realmente muito pouco, mas muitos dos que contestam esse comando querem tão somente mandar, trocar de lugar com quem manda nesta altura, mesmo que isso represente de uma vez por todas uma igualdade ao navio grego e o descalabro total.
No entretanto, e como estou de férias, embora como disse muito pouco merecidas, vou deliciando os olhos, enquanto posso, na maravilhosa Elle MacPherson que aos 49 anos faz roer de inveja muitas pessoas e não tem ninguém a seu lado a abandonar o navio.
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terça-feira, 7 de junho de 2011

SE A ESTUPIDEZ FOSSE MÚSICA ...


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NEM QUERERÍAMOS OUVIR ESTA, DE MUITO BAIXO NÍVEL, E DESLIGAVAMOS O APARELHO DE SOM
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Ana Gomes questiona idoneidade de Paulo Portas e faz paralelo com Strauss-Kahn


Será que ninguém manda a senhora para casa descansar ad eternum?

Ainda há quem tenha pachorra e lhe dê ouvidos? 




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quinta-feira, 19 de maio de 2011

FRANCISCO 4 - PAULO 6



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PAULO PORTAS SOMA E SEGUE
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Louçã andou ao ataque sem mostrar soluções ou quaisquer propostas credíveis, e Portas controlou todo o debate.
O ataque não surtiu os efeitos necessários e Portas ganhou com facilidade.
Estes dois líderes, que se conhecem muito bem, pelo menos por via dos debates no Parlamento, não se quiseram "matar". Os Portugueses que irão votar em cada um deles, não pertencem aos mesmos circulos. 
De qualquer forma, cada um deles se arvora em defensor dos mais pobres.
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

PAULO 6, PEDRO 4



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PAULO PORTAS VOLTA A GANHAR UM DEBATE
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Dois líderes da mesma área que se completam dirimiram ideias. 
Têm diferenças mas não divergências.
Pedro Passos Coelho, depois de uma semana horrível, na qual teve de andar a apagar fogos ateados pelos seus seguidores e os seus próprios, conseguiu aguentar-se menos mal.
De qualquer forma, Paulo Portas, o terceiro candidato assumido a Primeiro Ministro e que se apresentou muito bem preparado para tal, demarcou-se muito bem do seu rival e futuro aliado, e ganhou este debate folgadamente, até porque o seu traquejo nestas andanças é muito maior, mas não porque Pedro Passos Coelho tenha estado mal.
Se chegarem a acontecer maiorias absolutas com estes dois, o nosso País só tem a ganhar.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

JOSÉ 4 - PAULO 6


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PAULO PORTAS VOLTA A GANHAR
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Muita coisa ficou por responder. 
O CDS ainda não apresentou o seu programa de governo, e foi o único ponto menos forte de Paulo Portas.
José Sócrates nunca conseguiu sair dos seus seis anos de governação, titubiando um pouco sempre que o oponente falava desse assunto.
Paulo Portas ganha pela margem mínima.
Paulo Portas e o CDS continuam a subir nas sondagens. 
José sócrates e o Ps, andam a lutar taco a taco com o PSD
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sexta-feira, 6 de maio de 2011

PAULO 7 - JERÓNIMO 3



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PAULO PORTAS GANHOU PRIMEIRO DEBATE
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Estando bem, Jerónimo de Sousa não conseguiu exceder-se, sendo igual ao que sempre foi.
Paulo Portas, também não foi melhor que de costume, mas também não precisou, foi muito superior. 
Paulo Portas quer ser o nosso próximo Primeiro. Está preparado para tal, não sei é se o eleitorado sabe ou se vê isso assim.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM

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FMI
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Pois parece que nada mais nos resta do que, a partir de quarta-feira, e caso a venda de dívida corra mal, chamarmos os senhores do FMI, apesar das afirmações do sr Teixeira dos Santos e da tentativa de enganar dos mercados que se vai fazer na apresentação dos números de 2010 para o défice previsto. Por seu lado o Primeiro Ministro de Portugal diz que o FMI não é preciso por .
Nesse pressuposto, o nosso amigo Drucas, que tem estado calado e quedo, já se movimenta, perfilando-se para umas eleições antecipadas.
Também o líder do CDS pede sem cessar novas eleições.
Todos à espera do óbito oficial do ainda nosso Primeiro, que em estertor, lá nos vai dizendo que não precisamos para nada dos senhores de Washington.
O comentador Marcelo lá vai mandando as suas bitaitadas, e a pressão dos mercados e em especial da  França e da Alemanha, faz-se sentir cada vez mais.
A ala hospitalar das doenças infecto-contagiosas, onde já estão a Grécia e a Irlanda, tem já um quartinho, não muito grande que nós não somos lá grande coisa, reservado para Portugal, e outro em  últimos arranjos para Espanha.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem

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Também no AVENTAR
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sábado, 3 de outubro de 2009

OS SUMARÃES ALUMINOS

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ENVOLTOS EM POLÉMICA HÁ TEMPO DE MAIS
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Ciclicamente as coisas vêm à baila.
Paulo Portas encomendou dois submarinos alemãs e não o deveria ter feito.
Fez um contrato mal feito e não o deveria ter feito.
Deixou que outros roubassem cerca de seis milhões de contos ( dos antigos, dos bons) ao Estado Português, fruto de comissões mal entregues.
Foi uma nódoa na governação.
Etc., etc., etc..
Sempre que o homem ganha alguma notoriedade lá voltam as acusações. Mas é bom de ver que este processo já é mais velho que o do Freepot e ainda não acabou. Mas como estamos em Portugal, nada é de estranhar.
O sr Portas parece que nunca foi chamado a prestar declarações sobre o assunto. parece incompreensível, não é verdade? Se o sr tem tanto de mau comportamento, de acções ilegais, porque raio não foi ainda chamado?
Nestes últimos dias ficou a saber-se que o contrato de compra dos submarinos e das contrapartidas, desapareceu. (?!?!?!) No mínimo, é esquisito. Como é que desaparecem papeis importantes dos que o nosso Estado tem de guardar? Documentos importantes que indicam quem deve o quê e como?
Agora surge a polémica sobre a hora e o minuto do aviso da concessão ao consórcio ganhador, vários dias antes do despacho do Ministro. É importante? Seria se o aviso surgisse antes do concurso, ou algo parecido. Agora já depois da decisão tomada, mas antes do despacho?
Não podem ver uma camisinha lavada!

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JM
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