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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA - LÁ COMO CÁ ... UMA TRISTEZA

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É UMA TRISTEZA MAS PORTUGAL ESTÁ ASSIM
LÁ, COMO CÁ
A CULPA, É DOS DESMANDOS ANTIGOS E ... DO GASPAR!
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E o corte dos quatro mil milhões? A coisa ainda não parou! Expliquem lá tudo muito direitinho se faz favor.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O SENHOR JARDIM NÃO MUDOU

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E A MADEIRA TAMBÉM NÃO!
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O senhor Presidente do Governo Regional, ao arrepio das indicações do Governo da República, não obriga os funcionários públicos do Arquipélago a trabalharem no dia de Carnaval, dando-lhes como sempre o fez, tolerância de ponto.
Senhor de uma capacidade notável para saber obter a confiança dos seus conterrâneos, aconteça o que acontecer, faz pensar com alguma tristeza que nos faz muita falta um homem deste calibre aqui no Continente. 
Pelo menos podíamos tentar arranjar um, nem que fosse mais pequenino, para liderar as gentes do Norte, e bater o pé aos tipos centralistas da capital.
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sábado, 24 de novembro de 2012

ALBERTO JOÃO ANUNCIA SAÍDA EM 2015

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VAI DEIXAR SAUDADES
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Ao que se vai vendo pelas sucessivas eleições na Região Autónoma da Madeira, aquando da sua prometida saída em Janeiro de 2015, irá deixar saudades aos Madeirenses.
E este amigo da regionalização, não quererá vir até ao Porto ensinar a quem cá está como é que se faz para ter por cá uma Região Autónoma e já agora bem gerida?
Nem que seja só nessa altura a quem cá estiver?
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ESTE TIPO NÃO TEM EMENDA

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LÁ ESTÁ DE NOVO O SENHOR JARDIM DA MADEIRA A FAZER DAS DELE
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O homem não tem emenda. Não há nada a fazer. 
Não lhe bastava o que foi fazendo ao longo dos anos, e agora, apesar de debilitado com o acordo que teve de fazer com o governo da República e com a pequena maioria absoluta que detem, torna a fazer das dele. 
Imagine-se que deu ordens aos departamentos governamentais do seu governo regional para "dar prioridade absoluta" às empresas que são do arquipélago em quaisquer actos e contratos.
Mas então este senhor Jardim, Presidente do Governo Regional não sabe que não podemos proteger os "nossos" em eventual detrimento dos outros?
O senhor Jardim não sabe que isso que ele mandou fazer pode ir contra a Constituição da República Portuguesa? 
O senhor Jardim não sabe que os mandantes do nosso País que estão no continente, não gostam dessas brincadeiras?  
O senhor Jardim não vê que assim não vai conseguir calar as vozes que contra ele falam?
Mas será que alguém pensa que o senhor Jardim da Madeira se incomoda com o que aqui no continente pensamos? 
O senhor Jardim da Madeira, quer é o bem dos seus, antes de saber do bem dos outros. E tem toda a razão!

TAMBÉM NO AVENTAR
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

AJJ - O SENHOR JARDIM, DA MADEIRA

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O BURACO ORÇAMENTAL
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Visitei pela primeira vez a ilha da Madeira no ano de 1976, no verão, em pleno Agosto, e durante doze anos fui visita assídua do arquipélago. Várias vezes por ano lá aportava e, entre Agosto e Setembro de cada ano, lá passava eu e a minha família perto de um mês na praia, no Porto Santo, o que me permitiu conhecer como poucos a ilha dourada e razoavelmente a ilha da Madeira. Depois, e durante os vinte e poucos anos seguintes, acompanhei a vida do arquipélago através dos mesmos familiares e das notícias que lia e ouvia, mas com poucas viagens feitas. A minha última viagem foi feita em Abril do ano passado.
Durante os trinta e cinco anos que passaram desde a minha primeira vez, ouvi de tudo sobre o arquipélago, sobre as suas gentes e em especial sobre o seu Presidente. O sr Jardim, da Madeira.
Durante esses anos foi sendo construída aqui no continente uma imagem negativa do nível de vida das ilhas e da capacidade intelectual das gentes da Madeira, e acima de tudo da competência e da honestidade do Presidente do governo Regional e dos membros do seu governo.
Quando conheci as ilhas, estas tinham um nível de desenvolvimento fraco e provinciano. Vindo eu da segunda maior cidade do País, via que a esse nível pouco as diferençava das cidades limítrofes da minha e se calhar nem mesmo da minha. Lá como cá, o País era Lisboa, a capital o Estoril, e o resto era paisagem. Naquela altura nem o Algarve tinha ainda ganho mais um “L” para o internacionalizar e por essa razão não era ainda o País anglo-germânico que hoje é.
Com o passar dos anos vi a regionalização a ser implementada, as obras públicas a acontecerem com as estradas novas e os “furados” a rasgarem a terra, o crescimento do aeroporto, a criação da Zona Franca, o incremento do turismo de qualidade, e de um modo geral o grande desenvolvimento daquela parte de Portugal.

domingo, 2 de outubro de 2011

JARDIM TERÁ RAZÃO?

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"O pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português"



O chefe do Executivo madeirense explicitou que soube "resistir", mas que "agora é o momento de negociar e regularizar", sem o que entende que não pode "ir para a frente".
Jardim entende que "o pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português" no processo depois do 25 de abril.
"Porque não optámos pela independência, mas por ser portugueses, embora com autonomia própria", frisou, acrescentando que, "se calhar, Lisboa ficou aborrecida com isso. Se pudesse queria entregar tudo. Ia a Madeira, Açores e as Berlengas".

"Angola tem petróleo, ouro e diamantes, mas Lisboa continuou a mandar-lhes dinheiro e a pagar dívidas"


Para Jardim, "o pecado da Madeira foi primeiro ganhar autonomia política, quando as antigas colónias romperam com Lisboa", acrescentando que o Estado português "continuou a mandar-lhes dinheiro de graça".
Mencionou que "Angola tem petróleo, ouro e diamantes, mas Lisboa continuou a mandar-lhes dinheiro e a pagar dívidas".
Referiu mais uma vez que decidiu aumentar a dívida da Madeira para evitar que a região parasse, destacando que esta "tem património. Tem ativos. Não comeu e bebeu o dinheiro. Não gastou em subsídios. Não está como as empresas públicas, que só têm coisas velhas no seu património".

"Por que é que o Estado português continua a esconder a quantidade de dinheiro que direta e indiretamente dá às colónias desde 1974"


O candidato do PSD-M questionou "por que é que o Estado português continua a esconder a quantidade de dinheiro que direta e indiretamente dá às colónias desde 1974 e só fala da Madeira?", justificando a pergunta com o argumento de que o Governo Regional "pôs tudo clarinho cá fora": onde estão as dívidas e onde gastou o dinheiro.
"Onde está a dívida direta do Estado?", interrogou.
In Expresso


Aventar
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quinta-feira, 22 de julho de 2010

LAICIDADE FUNDAMENTALISTA

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ESTÃO AFLITOS POR CAUSA DAS CRUZES
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«É mais urgente do que nunca» defende a associação república e laicidade, retirar os crucifixos das paredes das salas de aulas das escolas. A associação tem medo do que os pobres dos meninos possam vir a sofrer pela vida fora.
Alberto João, como de costume, tem razão, e não deixa que as cruzes saiam.
Mais uma polémica neste país descomandado.

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

O MESMO JARDIM DE SEMPRE

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NA MADEIRA, É ASSIM
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Já vamos estando habituados às coisas que o líder do governo da Madeira nos vai dando. No continente, ninguém dos que fazem ou querem fazer opinião, gosta dele.
Mas o maior problema é que o senhor Jardim tem, na maior parte das vezes, razão. Também nessas alturas, a razão só lhe chega tarde, mas na verdade, sempre chega.
Agora, está contra o que o líder nacional do seu partido quer fazer, no que concerne à proposta de revisão constitucional. Mais cedo ou mais tarde vai ficar a saber-se que tinha razão na sua apreciação.
«Ponham-me na rua», disse, «até me fazem um favor», continuou. 
Na verdade, o partido da Madeira, não precisa do do continente para nada. Tem-no demonstrado a cada dia que passa. Sozinho tem feito o que de melhor se faz em Portugal.
Ah, grande Jardim!


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domingo, 6 de dezembro de 2009

PREPOTÊNCIA, ARROGÂNCIA, APROVEITAMENTO POLÍTICO?

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TALVEZ DE TUDO UM POUCO, MAS NÃO DEIXA DE TER RAZÃO!
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O Presidente do Governo Regional da Madeira, regressou à sua habitual forma de estar. Com alguma prepotência, com alguma arrogância, com algum aproveitamento político, veio a terreiro defender o que entende ser necessário para o desenvolvimento da sua Região Autónoma. Desta vez pretende que lhe seja concedido mais um empréstimo e faz depender a aprovação do orçamento, em Janeiro, dessa concessão.
Para além disso, e por causa da cada vez maior decadência de Portugal, o povo Madeirense cada vez mais se sente afastado da capital do País.
Poderemos questionar o forma como o faz, poderemos não concordar com algumas das suas atitudes, mas não poderemos em algum momento dizer, que não defende com unhas e dentes as suas gentes, que o nível de vida da Madeira é dos melhores, se não mesmo o melhor, do País, ou que sem ele a Região nunca teria o desenvolvimento que tem hoje.
Há quem diga que é à custa dos continentais, que é à custa do nosso dinheiro, mas tal não é verdade. Se às restantes regiões do País não fossem ciclicamente sonegadas verbas, que o estado central, desvia para a região da capital do que já foi um império, o desenvolvimento de cada uma delas, poderia equiparar-se ao da Madeira.
Mas porque é que não temos por cá, mais meia dúzia de Albertos Joões, a defender, um a um, cada uma das regiões do nosso País,em vez dos «Yess Man» que por aqui temos, todos com medo de perder o tacho que conseguiram à custa da política.
Portugal estaria bem melhor do que está.

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JFM
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sábado, 12 de setembro de 2009

PARTE INTEGRANTE DE PORTUGAL

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INDEPENDÊNCIA, NEM PENSAR!
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Mas anda tudo parvo ou quê?
A Madeira é parte integrante de Portugal, como o são os Açores ou o Minho ou o Algarve.
Já tivemos outras que ficaram independentes, mas, em grande parte porque as suas populações assim o queriam. E para esses éramos colonizadores, e fizemos uma excelente descolonização, exemplar!
Na Madeira são poucos os adeptos da independência. Muito poucos até. Percentualmente são menos que os que,no continente, acham que deveríamos ser uma província espanhola.
Só mesmo uns quantos mentecaptos podem afirmar, só porque não gostam do Presidente do Governo Regional, que lhes deveríamos dar a independência.
Oa Madeirenses têm um dos melhores níveis de vida do País, e a inveja rói estes parvalhões que assim pensam.
Os Madeirenses têm um dos melhores Presidentes seja do que for que alguma vez Portugal teve. Defende intransigentemente os seus. Luta por eles, melhora o seu nível de vida. Só por isso, em mais de trinta anos de eleições livres, ganha sempre, e cada vez com maior percentagem.
Quem nos dera a nós, aqui no rectângulo, um Presidente, Primeiro Ministro, ou, quando houver regiões, um Presidente de Governo Regional, com estas qualidades. Mesmo que, desbocado, diga coisas que não agradam a muitos, mas que ninguém se atreve a desmentir.
Experimentem ir até lá, e vejam como as pessoas vivem, e o nível de satisfação de que gozam. Falem só depois de saberem. E não me venham falar dos dinheiros que para lá mandamos, que isso está consagrado na Constituição, e outros, noutros lugares, também o recebem e não conseguiram o desenvolvimento que lá se conseguiu. E isto para não falar dos milhões de milhões que diariamente se gastam, por esse país fora, sem se saber ao certo, para quê ou para quem.

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JM
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