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domingo, 14 de fevereiro de 2010

A FUGA PARA A FRENTE

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PS SOBE O TOM E...
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Depois de mim, o desastre total - diz o nosso estimado Grande Líder, Sócrates II O Dialogador.
Resistir, resistir, resistir... Ninguém quer sair do poleiro. Ninguém quer entrar nos dias de hoje. Uns, a saírem, querem que seja depressa, os outros a entrarem querem esperar mais um pouco. De qualquer forma, ninguém quer este estado de coisas.
O PS sobe o tom e desafia a oposição a apresentar uma moção de censura.
Sol e Face Oculta, pedras no sapato do poder.
Manifestação convocada por SMS, a nónima, já circula, para desagravo do nosso Primeiro.

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JFM
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

PSD CEDE

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AMEAÇAS SEMPRE DÃO RESULTADO
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O Ministro ameaça.
O Primeiro ameaça.
Outro Ministro apela.
Lei das Finanças Regionais no centro do problema.
CDS toma uma iniciativa.
PSD cede e apoia o CDS.
D. Sócrates II o Dialogador, acaba por ter o que quer.

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JFM
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QUE CRESPO, PRIMEIRO!

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BILHARDICES
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A polémica crónica do jornalista Mário Crespo já fez correr muita tinta. Ninguém saberá ao certo o que realmente se terá passado, talvez nem mesmo o próprio jornalista, mas tenho a certeza de que o que escreveu, foi baseado em fontes que ele mesmo considera fidedignas.
Na sequência da crónica não publicada pelo JN, toda a gente se pronunciou já. E, coisa engraçada, ninguém, a não ser da minúscula roda governativa, o fez em favor ou defesa do nosso Primeiro, Sócrates II O Dialogador.
Todos falaram na integridade do jornalista, na sua carreira exemplar, na impossibilidade de ter escrito tal crónica sem bases, ou por má fé. Ninguém disse que era mentira. Ninguém disse que a conversa não teria acontecido. Ninguém processou Mário Crespo.
Vieram uns senhores, do governo, dizer que nada diriam, que iriam deixar o cronista a falar sozinho, e que tudo não passava de bilhardice [contos e ditos, leva e trás, etc. (expressão usada no arquipélago da Madeira)].
Algo me diz, no entanto, que a história que os defensores de Sócrates não contam, está muito mal contada.
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JFM
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

OS CEM DIAS DE UM GOVERNO

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OU COMO UMA MINORIA É ARROGANTEMENTE MAIORITÁRIA
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Faltam poucos dias para que este governo, liderado por D, Sócrates II o Dialogador, veja debatido na Assembleia da República o seu Orçamento para 2010. Pelo que se sabe, o executivo conseguiu acordos que lhe são francamente favoráveis, tendo a oposição sido levada, com areia nos olhos, a aceitar a arrogância socialista.
Como é de costume, nesta altura, cem dias passados sobre a tomada de posse do governo, faz-se um balanço da actividade governativa dos nossos mandantes.
Nestes três meses, já foram três as fases por que passaram.
Na primeira, quando ainda não tinham interiorizado que tinham deixado de ter uma maioroa absoluta, o governo mostrou-se extremamente arrogante.
Na segunda, a oposição, quando ainda não tinha interiorizado que não era governo, mostrou-se extremamente arrogante, a ponto de querer que o País tivesse o seu Orçamento e não o do governo.
Na terceira, aquela em que agora vivemos, os ânimos acalmaram, o governo mostrou começar a entender que não tinha a anterior maioria, encetando o uso de um diálogo cheio de promessas, e a oposição vai-se deixando embalar pelas palavras doces do governo.
Nas duas primeiras fases, o clima de tensão foi grande, com o casamento gay, o adiamento da entrada em vigor do Código Contributivo, e a extinção do Pagamento Especial por Conta a tomarem conta dessa tensão.
A entrada desta terceira fase coincide com o início do ano. Chegou o ansiado diálogo. As negociações para a aprovação do Orçamento de Estado, culminaram na abstenção dos principais partidos da oposição, garantindo a sua viabilização. Passaram todos a ser amigos do peito. Mas atenção, que a alteração da Lei das Finanças Regionais, pode, de novo, fazer azedar os ânimos.
Estamos nos momentos em que o governo entende começar de novo a adoçar a boca ao zé povinho, através de medidads de carácter populista. E lá surge a abertura de uma conta a prazo, de 200euros, para cada nascido em território Nacional. Com essa medida espera-se que os casais portugueses, os que podem procriar, queiram ter filhos, quantos mais melhor, já que as condições de vida vão melhorar consideravelmente. Com esse dinheirinho, o estado espera receber mais um voto no futuro e dois votos no presente.
A par dessa medida, o anúncio da paragem de certas obras públicas, serve taqmbém para acalmar certos pensamentos mais pessimistas, mas a posterior mensagem da sua não paragem, em especial as obras do TGV, não é bom augurio.
Temos ainda a prova provada da enorme amizade que o governo nutre pelos Portugueses. Para nos benificiar, e apesar da admissão de erro crasso por parte do sr Ministro das Finanças, disse o nosso mandante, que decidiram (eles, do governo), de moto próprio, aumentar o déficit das contas públicas, no ano de 2009. Tudo a bem de Portugal e dos Portugueses.
Por último, não parece ser nada bom, o termos um Primeiro Ministro, que, sempre pelas piores razões, se mantém nas bocas do povo.
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JFM
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

ESCUTAR AS CONVERSAS ALHEIAS É FEIO

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MÁRIO CRESPO DESVENDA SER MAIS UM PROBLEMA A RESOLVER
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Mário Crespo, até porque lhe diz respeito, desvenda mais uma dos nossos mandantes. Já estávamos habituados às maneiras sem vergonha do nosso Primeiro, Sócrates II O Dialogador, mas o homem agora perdeu totalmente o pudor. A conversa escutada, foi-o num restaurante onde outros comiam e poderiam ouvir o que se dizia. E ouviram, apesar de ser muito feio fazê-lo. O desplante dos escutados é tremendo. O quero, posso e mando, é evidente. A convicção de que tudo se pode fazer e nada nos "apanha", é um perfeito tique de totalitarismo básico.
Depois, o "jornal de notícias", recusou-se a publicar o texto de Mário Crespo. Mais uma razão para eu continuar a não ler, esse que um dia foi um jornal de referência do Porto, muito embora nunca tenha chegado a ser o melhor.

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JFM
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sábado, 16 de janeiro de 2010

A PRAIA DE MADRID

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A UM PULINHO DE TGV
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Entre no TGV e num pulinho está na praia, logo ali, em Lisboa, junto ao mar.
Convenceram-me da necessidade deste mega-projecto.

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JFM
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imagem surripiada a quem a surripiou a fliscorno.blogspot.com
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

MEU QUERIDO E ADORADO GAY

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NOVOS CASAMENTOS, NEGÓCIOS DE MILHÕES
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Não havendo um censo, estima-se que haja em Portugal cerca de um milhão de homossexuais. Dez por cento da população. Tantos quantos os apoiantes que reclama o poeta.
Mas não misturemos as coisas, o poeta nada tem a ver com este assunto. Só serve como comparação estatística.
Ora este milhão de pessoas, é muita gente.
Segundo as notícias com que todos os dias nos vão inundando, esta comunidade, exultou com a possibilidade de se poderem casar. Festas, festinhas e festarolas, aconteceram por esse País fora. Dá para pensar e supor que nos próximos tempos, poderemos vir a ter um incremento do número de casamentos.
Aqui chegados, ponho-me a pensar nos verdadeiros motivos que nortearam o nosso querido e adorado líder, Sócrates II O Dialogador, quando propôs, e fez aprovar, com uma maioria de esquerda apressada e medrosa, a Lei que consagra a possibilidade de os homossexuais casarem.
Não acredito que o nosso Primeiro queira casar com alguém do mesmo género, ou que tenha amigos ou familiares que o queiram fazer, e que por essa razão tenha decidido propor tal Lei.
Não acredito que o nosso Primeiro tenha por esta comunidade um tal apreço, que tenha decidido ajudá-los nas suas pretensões, só porque sim.
Por fim, também não acredito que o tenham norteado os ideais de um Portugal melhor, mais solidário e mais progressista.
Tudo não terá passado de uma questão económica. São precisas receitas para equilibrar o orçamento, e este grupo de pessoas passou a ser apetecível.
Casamentos, geram receita para o Estado. Os registos de casamento custam muito dinheiro. Taxas, taxas e taxas, Iva e demais despesas, somam milhões de euros. Taxas e Iva vão directamente para os cofres do Estado. As despesas gerais com os casamentos, gerarão outras despesas com outros valores de Iva, acrescidos dos impostos que as empresas fornecedoras de serviços terão de pagar também ao Estado. É uma bola de neve.
E se o responsável pelas finanças portuguesas viu isto a léguas de distância, o que direi eu das empresas que organizam eventos. Várias são já as que se oferecem para organizar casamentos específicos para homossexuais, e os preços não deverão variar muito dos praticados para os casais heterossexuais, muito embora se possa imaginar que possam até ser mais elevados, dados os previsíveis contratempos na contratação de alguns espaços.
E quantos dos homossexuais quererão casar, agora que vai ser possível? Dez por cento, vinte? Ou seja, cem ou duzentos mil? Para se imaginar o quanto o Estado ganhará com este negócio, é só multiplicar o número de casais que o poderão fazer pelo valor que sabemos que um casamento custa e, depois, como diria um nosso antigo governante, é só fazer as contas. Uma pipa de massa para compor as contas.
Por isso, com o advento de novas receitas, mais do que necessárias aos cofres do Estado, entende-se a fobia do nosso Primeiro, primeiro em querer acelerar o processo e apresentando-o como o cumprimento de uma promessa eleitoral que quereria cumprir de imediato, segundo ao fazer com que a Assembleia da República ignorasse uma petição para a realização de um referendo sobre este assunto, assinada por mais de noventa mil Portugueses, e corresse a votar a Lei que sabia iria passar com os seus votos acrescidos aos dos do BE, PCP e Verdes.
Por estas razões, tudo leva a crer que o nosso estimado líder só considera os gays, queridos e adoráveis, enquanto geradores de receitas para o Estado Português.
Para quê continuarem então a atirar areia para os nossos olhos e a fazer de conta que se importam ou que minimamente se preocupam seja com quem for que não sejam eles?
Um pouco de decoro não lhes ficaria nada mal.

De qualquer modo, ainda faltará a palavra do sr Presidente da República, e um outro problemazinho. É que, se em Portugal se realizarem casamentos gays, em número percentual semelhante aos dos restantes países onde esse casamento já é permitido, as contas do nosso Primeiro e estimável líder, saem furadas, já que não ultrapassarão os um ou dois por cento.


(In O Primeiro de Janeiro, 15-01-2010)
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

SÃO JÁ MIL E DUZENTAS

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FUNDAÇÕES, COMO COGUMELOS
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Pelo que se sabe, devem ser já cerca de mil e duzentas as fundações.
Desde 2001, foram criadas mais de setenta e cinco, e só os governos do nosso estimado líder, Sócrates II O Dialogador, já terão criado ou aprovado cerca de cinquenta, desde que ele chegou ao poder.
Estas coisas estranhas, recebem milhões de euros anuais em subsídios e isenções fiscais, e não existe qualquer controlo para as fiscalizar.
Por causa das coisinhas menos claras que se vão passando com a Fundação Magalhães ( na realidade chama-se Fundação para as Comunicações Móveis, e até para calar quem afirma que o controlo não existe, o Tribunal de Contas lá se pôs, muito a custo, a caminho, e está a realizar uma auditoria.
Das outras mil cento e noventa e nove, quase nem se ouve falar, excepto, claro, e porque nem tudo se esquece, na Fundação Para a Prevenção e Segurança, de António Vara (o homem dos dez mil euros), que, no tempo de Guterres (outro Dialogador), suscitou mais um escândalo.

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JFM
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sábado, 26 de dezembro de 2009

O DISCURSO DE NATAL

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AINDA E SEMPRE O CALIMERO
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Não tenho tido vontade de escrever sobre política. A coisa é sempre a mesma e os nossos dirigentes todos a mesma trampa.
No entanto, pequei, e resolvi ouvir a mensagem de Natal do nosso maravilhoso líder, Sócrates II, O Dialogador.
As palavras estavam por lá, no discurso, mas a quererem dizer exactamente o oposto do que aprendemos na escola e no dicionário. Solidariedade e esperança, palavras sempre encontradas em qualquer discurso que se prese, em especial na época natalícia, pareceriam ao menos atento, palavras sérias e a mensagem de um Primeiro interessado e atento aos problemas do País. Mas não esqueçamos que estamos perante o mestre do disfarce, o perito do embuste, o cínico que pensa que é o maior, que é o mais inteligente e que é o detentor da verdade. O ar sofredor que adoptou, qual Calimero, e a face sem um sorriso para amenizar as palavras, ajudaram a criar um clima que lhe será cada vez mais adverso.
Já ninguém acredita que o investimento público possa trazer riqueza ao País, embora vá enriquecer alguns.
O discurso de ocasião, feita de promessas ocas, já não colhe, nem nos seus apoiantes. O seu partido anda perdido e sem saber já o que fazer com este personagem.
Um dia, Deus queira que muito próximo, para nosso bem, vai deixa-nos, e nessa altura poderá ser já tarde para uma recuperação, que outros encetaram já, enquanto nós nos continuamos a afundar.

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JFM
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ESTRONDOSA VITÓRIA DOS TRABALHADORES

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O GOVERNO NÃO CEDEU AO PATRONATO
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Hoje é um dia histórico para os trabalhadores Portugueses. Apesar das tentativas do patronato, que não queria um aumento tão grande do salário mínimo nacional, o governo, grande amigo e defensor dos trabalhadores insistiu e garantiu uma vida melhor para milhões de pessoas.
Com o valor agora imposto pelo governo de Sócrates II O Dialogador, a classe trabalhadora Portuguesa pode, por fim, viver ao nível das suas congéneres europeias. Os patrões bem podem chorar, bem podem protestar e dizer que assim não conseguem aguentar, mas o que interessa aqui, é a subida do nível de vida dos Portugueses.
Doravante, ninguém mais se queixará de viver mal e com salários baixos. O salário mínimo nacional subiu para uns fabulosos quatrocentos e setenta e cinco euros, com uma subida recorde de vinte e cinco euros por pessoa e por mês. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ups.....
devo ter-me enganado... 475?, por mês?, subiu 25?.... desculpem sim? Esqueçam o que eu disse antes. Ai que vergonha. E eu a dizer bem disto, do que o governo fez e do valor do aumento.
Apaguem, sim? Não publiquem isto, por favor. Amanhã, volto a escrever alguma coisa sobre a subida do salário mínimo. Dessa vez a falar a sério.
Que vergonha.... boa noite e desculpem.

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JFM
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NÃO HÁ CONDIÇÕES

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NÃO SE ADMITE O QUE ESTÃO A FAZER
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Não se admite o que a oposição está a fazer ao governo de Lisboa. É que os tipos não deixam que os governantes, eleitos democraticamente, governem como sabem. Fazem imposições, votam em maioria contra as decisões do sr Sousa, não permitem que as coisas se façam como os governantes querem, enfim, estão a ser uns tratantes, mais ainda do que os da anterior maioria o foram.
E, claro que quem se vê assim tratado, não gosta.
Eu também não gostaria de ser enxovalhado por uns quantos deputados que, lá porque têm a maioria, se consideram no direito de não quererem as coisas como eu as quereria. Até era o que mais faltava. Então eu, que até tinha ganho as eleições, tinha de me sujeitar a que uns gajos quaisquer me dissessem como queriam que eu governasse? Então eram eles que tinham ganho as coisas ou eu?
No meu entender, os deputados da oposição, estão a esticar a corda. E quem muito estica, corre o risco de ver as coisas a partirem-se.
E voltando ao que eu pensaria se estivesse nos sapatos do nosso Primeiro.
Eu, até que adoraria que me esticassem a corda até que ela partisse. Quem ficava a perder, eram eles. Logo a seguir, eu ganhava tudo de novo e dessa vez com maioria absoluta. E depois era vê-los a chorar pelos «passos perdidos». Esmagava-os de uma vez por todas, e fazia com eles o que já uma vez os da maioria anterior tinham feito. Fazia deles gato sapato.
Mas os deputados da oposição, não querem que o nosso Primeiro se vá embora. É que não querem mesmo. O que eles querem é vingar-se dele, pelo que ele lhes fez na legislatura passada. Eles querem é «malhar no PS». Como o outro, lembram-se?
E depois, como o nosso Primeiro, Sócrates II, O Dialogador, gosta muito de dialogar, vem um e diz que quer diálogo e negociação antes da apresentação do orçamento. Vem outro e diz que quer técnicos a analisar as contas da saúde. Vem um terceiro e quer diálogo, sem confrontações, para que a água chegue ao seu moinho, mesmo depois de exigir dinheiro para aprovar o Orçamento. E, está bom de ver, o sr Sousa não gosta nada disto e diz que não se pode governar assim, com dois orçamentos não pode ser, como se fosse possível que tal acontecesse.
Tenho de acabar por concordar com o nosso Dialogador. Assim, não há condições! Não fazem as coligaçõezinhas que ele quer, não se pode fazer nada. O melhor é baralhar e tornar a dar.
Raios partam a oposição que não deixa o governo fazer o que o governo quer, da maneira que o governo (não) sabe.

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(In O Primeiro de Janeiro, 17-12-2009)

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JFM
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A NOITE DE S. JOÃO, O VINHO DO PORTO, E A CASA DA MÚSICA

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COMO SE FORA UM CONTO
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AS NOSSAS COISAS ESTÃO A CAMINHO DA CAPITAL
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Está decidido.
A Câmara Municipal da capital, apoiada pelo governo da capital e pelas empresas públicas da capital, bem assim como por outras cuja presença camuflada do governo da capital, é conhecida, conseguiu que a noite de S. João do Porto mais o seu fogo preso da meia noite, o vinho do Porto, e a Casa da Música do Porto, fossem para a capital do que já foi um império, e passassem a ser sua parte integrante. Esta conquista vem na sequência do que também conseguiu anos atrás com o Salão Automóvel, com o Salão de Moda, e mais recentemente com (como bem lhe chamou um conhecido empresário do Porto) com Aquela Bebida Air Race (sobre a qual já escrevi aqui).
Essa cidade, vai assim poder ombrear em categoria com a do Porto. Mas não contente com isso, se calhar, um dia destes, ainda vai assenhorar-se do nome (Porto) para que assim possa passar-lhe à frente.
Depois de tanta roubalheira, depois de tanta sem vergonha, só nos resta fazer como um grande amigo meu que, já há vários anos combate sozinho este estado de coisas. Esse meu amigo, só bebe Vinho Verde ou do Douro, só come legumes que saiba oriundos de regiões a norte do rio Douro, só abastece gasóleo em bombas de marca branca, só vai a restaurantes da zona norte, só come enchidos transmontanos, vai deixar de ser cliente da EDP, só usa lápis da marca Viarco, e por fim, só faz férias no Gerês ou no Douro. Para além de muitas coisas do género que «nem ao diabo lembram»
Desde que existam fábricas a norte do Douro só usa productos dessas marcas.
Talvez que nada consiga do que se propõe, mas outros lhe estão já a seguir as pisadas, aos poucos eu sou um deles, e mais cedo do que se possa pensar muitos seremos e nessa altura outro galo cantará.
Imaginem só que a grande maioria dos cidadãos do Norte procedia dessa forma. Em menos de seis meses, o nosso estimado Primeiro, Sócrates II O Dialogador, viria cá acima, acompanhado de muitos dos seus ministros, para falar com o Presidente da Área Metropolitana do Porto.
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O diálogo bem poderia vir a ser assim:
-Ó Rio, você sabe o que se está a passar com as suas gentes? O consumo está a descer, os impostos a minguar, não compram nada que não seja da região.... que se passa meu bom amigo?
-Olhe que não sei, meu caro Primeiro Ministro.
- Você sabe, mas não me quer dizer, mas, enfim, eu até entendo. Mas diga-me... o que se poderá fazer para que tudo volte ao normal?
-Olhe que não sei mesmo... mas se começar por devolver à região o dinheirinho que ao longo dos anos nos tirou, para mandar fazer obras em Lisboa, se devolver os salões de moda e de automóveis que nos roubou, e se não voltar a interferir na vida económica, retirando-nos o que tanto nos custou a conseguir, olhe que talvez as coisas se componham.
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Se as nossas gentes tivessem a coragem que lhes falta para pôr aqueles tratantes na linha, talvez que um dia isto acabasse por poder vir a acontecer.
Talvez que tudo vá de começar, como o coçar.


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(In O Primeiro de Janeiro, 15-12-2009)

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JFM
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O SÔR ASSIS


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O REGRESSO ÀS CAMPANHAS NEGRAS CONTRA SÓCRATES II

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O sôr Assis, a quem já partiram os óculos, tendo sido um dos dois dirigentes do partido do governo a quem isso aconteceu (embora este nada tenha que o compare ao outro a não ser nessas circunstâncias, a de ter os óculos partidos e pertencerem ao mesmo partido), veio botar faladura. Mais uma vez sobre a campanha ignóbil que uns quantos fazem contra o nosso Dialogador. A exemplo das campanhas negras e pessoais de que Sócrates I se queixava, agora a campanha visa decapitar o governo de Sócrates II.

Ora o sôr Assis, entende que o facto de mandarem arquivar ou destruir ou seja lá o que for que vão fazer ou fizeram aos documentos que traduziam as escutas efectuadas ao telemóvel do sr Vara, e onde por mero acaso aparecia a voz do sr José Sócrates, na altura nosso Primeiro, com o cognome de O Arrogante, é a prova cabal de que nada se pode apontar de menos correcto ao comportamento do Primeiro Ministro. E adianta que quem quer saber o que os dois amigos disseram, é um bilhardeiro e quer cortar a cabeça ao governo.

Digo eu que, o facto de esconderem da opinião pública tais conversas pressupõe, isso sim, menos correcção ou até mesmo coisas más, ditas ou feitas pelos senhores envolvidos.
Se houvesse realmente liberdade, se o envolvido neste caso fosse outro que não o nosso Primeiro, Sócrates II, O Dialogador, será que as escutas teriam sido mandadas destruir?

A dúvida permanecerá para sempre, e mais uma vez, o sr Pinto de Sousa se vê envolvido em coisas pouco bonitas.

Onde há fumo, costuma haver fogo, e o cântaro, tantas vezes vai à fonte que, mais dia menos dia, acabará por partir.


(In O Primeiro de Janeiro, 11-12-2009)


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JFM

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O PRIMEIRO PROMETE, O PRIMEIRO CUMPRE

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SALTO PARA O FOSSO SOCIALISTA
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Sem qualquer dúvida, o nosso Primeiro promete, o nosso Primeiro cumpre.
O governo do agora Sócrates II, O Dialogador, prometeu mais emprego. Temos agora mais de dez por cento de desempregados.
Prometeu divórcio facilitado, cumpriu.
Prometeu aborto legalizado até às dez semanas, cumpriu.
Prometeu educação sexual nas escolas, cumpriu.
Prometeu déficit público controlado. Está acima dos sete por cento.
Prometeu computadores para toda a gente. Vai cumprindo.
Prometeu energias alternativas. Vai cumprindo.
Prometeu um carro eléctrico para 2011. Vai cumprir.
Prometeu o TGV, mesmo que seja ruinoso. Diz que vai cumprir.
Prometeu mais auto-estradas. Diz que vai cumprir, mesmo contra o chumbo das contas.
Prometeu novo aeroporto para a capital, mesmo que hoje se chegue à conclusão que não é necessário, sendo até um futuro elefante branco. Diz que vai cumprir.
Prometeu casamento Gay aprovado antes do final de 2009. E mesmo contra a maioria silenciosa do país, que está contra essa medida, vai cumpri-la já na semana que vem.
Dificilmente se poderia encontrar um Primeiro Ministro que cumpra tanto como este cumpre, rumo à «modernidade» do nosso País.
Portugal, com este segundo governo socialista, vai dar o salto para o abismo socialista.

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JFM
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ROUBALHEIRA SEM VERGONHA AMEAÇA AS CIDADES DE PORTO E GAIA

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JÁ ERA DE SE ESPERAR, MAIS UMA DO DIALOGADOR QUE NÃO PODE VER UMA CAMISINHA LAVADA
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Para nós, Portuenses, Gaienses e Nortenhos em geral, este é um governo sacana. Aquela canalhada, depois de todo o trabalho que as autarquias do Porto e de Gaia, pela mão dos seus Presidentes, tiveram e desenvolveram para ter por cá a «RED BULL AIR RACE», e de o conseguirem durante três anos, querem levá-la, não para uma outra cidade ou região que necessite de desenvolvimento, o que já seria uma pulhice, mas, como de costume, para a capital. Para além disso, todo o investimento já feito na região Norte e no vale do Douro se perderia se assim fosse.
Se se pode considerar abusivo movê-la para uma região mais necessitada, já é escandaloso e uma verdadeira patifaria, querer transladá-la para Lisboa.
Por causa do que este governo de autênticos tratantes tem feito ao Norte do País, em boa verdade, na linha dos governos anteriores, já seria de se esperar uma coisita destas. O nosso Primeiro, e os seus ministros e secretários de estado, não podem ver uma camisinha lavada num qualquer ponto do território, que logo a querem para eles, a seu lado, na capitalzinha do que já foi um império.
Já há muito escrevi sobre este perigo, no que respeitava a estas corridas e também às do WTCC. Se tem visibilidade, se for um sucesso, se for bom para os outros, a capital logo tudo quer para si. E o governo (que está lá sediado, e cujos ministros, se não forem da capital, logo se deixam comprar e corromper por ela), tudo faz para que a velhinha frase que diz que Portugal é Lisboa a capital é o Estoril e o resto é paisagem, seja cada vez mais uma verdade incontornável.
Depois ainda há quem entenda que a regionalização não é necessária, mas é, e de que maneira, quanto mais não seja para travar estas tentativas de verdadeiro roubo do que é nosso, conquistado com o nosso suor e com a nossa capacidade.
Isto que nos querem fazer, é uma sacanice. Isto que nos querem fazer, é uma vergonha. Isto que querem fazer, é um crime a juntar a muitos outros mais que tentam fazer e aos que já nos têm feito.
E só há um lugar para os sacanas sem vergonha que cometem crimes.


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JFM
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ESPERTEZA SALOIA

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GATO ESCONDIDO COM RABO DE FORA
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O Ministro Teixeira dos Santos é tudo menos incompetente, digo eu.

Desde 2007 que o governo do nosso país se confronta com um processo que a Comissão Europeia abriu contra Portugal, por haver uma dupla tributação, quando se aplicava o IVA sobre o ISV, no preço dos automóveis. Com a excepção da Polónia, nenhum outro País praticava tal acção, e o preço dos carros nesses Países era menor.

Apertado pela Comissão, já há muito tempo, e pela opinião pública do nosso País, o governo, pela mão do Ministro das Finanças, resolveu actuar. Demorou um bocado de tempo, pois que, na anterior legislatura, nunca sentiu necessidade de o fazer, já que podia, queria e mandava. Agora, as coisas mudaram, e a maioria relativa obriga a fazer algumas coisas.

Ora, como disse no início desta crónica, o Ministro Teixeira dos Santos, será tudo, menos incompetente, e com algum esforço, pôs-se a pensar no assunto. Pensou, pensou, pensou tanto que a cabeça lhe ficou ainda mais branca, e descobriu o ovo de Colombo.

Faria desaparecer o IVA sobre o ISV, e aumentava o ISV no mesmo valor. O homem é mesmo um mestre no seu trabalho, e assim, no próximo orçamento para 2010, já esta «coisa» estará devidamente implementada.

A falsa notícia de acabar com o IVA sobre o ISV, é um gato escondido com o rabo de fora, uma esperteza saloia, digna deste governo, a exemplo de muitas outras a que nos foram habituando.

O ACP, tinha-se congratulado com a notícia do fim do IVA sobre o ISV, em comunicado e tudo. Nesta altura já deve estar a preparar um outro.

Os preços dos automóveis vão manter-se com o mesmos níveis de impostos, as vendas dos carros vão continuar a cair, os Portugueses vão continuar a sofrer, e o governo de Sócrates II, O Dialogador, para além de continuar com, pensam eles erradamente, as mesmas receitas, vai deixar de ter aborrecimentos com a Comissão Europeia.

Com amigos desta jaez no governo de Portugal, porque precisamos de nos queixar da crise mundial?


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(In O Primeiro de Janeiro, 26-11-2009)

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JFM
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domingo, 22 de novembro de 2009

O SÔR ASSIS

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O REGRESSO ÀS CAMPANHAS NEGRAS CONTRA SÓCRATES II
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O sôr Assis, a quem já partiram os óculos, tendo sido um dos dois dirigentes do partido do governo a quem isso aconteceu, embora este nada tenha que o compare ao outro a não ser nessas circunstâncias, a de ter os óculos partidos e pertencerem ao mesmo partido, veio botar faladura. Mais uma vez sobre a campanha ignóbil que uns quantos fazem contra o nosso Dialogador. A exemplo das campanhas negras e pessoais de que Sócrates I se queixava, agora a campanha visa decapitar o governo de Sócrates II.
Ora o sôr Assis, entende que o facto de mandarem arquivar ou destruir ou seja lá o que for que vão fazer ou fizeram aos documentos que traduziam as escutas efectuadas ao telemóvel do sr Vara, e onde por mero acaso aparecia a voz do sr José Sócrates, na altura nosso Primeiro, com o cognome de O Arrogante, é a prova cabal de que nada se pode apontar de menos correcto ao comportamento do Primeiro Ministro. E adianta que quem quer saber o que os dois amigos disseram, é um bilhardeiro e quer cortar a cabeça ao governo.
Digo eu que, o facto de esconderem da opinião pública tais conversas, pressupõe, isso sim, menos correcção ou até mesmo coisas más, ditas ou feitas pelos senhores envolvidos.
Se houvesse realmente liberdade, se o envolvido neste caso fosse outro que não o nosso Primeiro, Sócrates II, O Dialogador, será que as escutas teriam sido mandadas destruir?
A dúvida permanecerá para sempre, e mais uma vez, o sr Pinto de Sousa se vê envolvido em coisas pouco bonitas.
Onde há fumo, costuma haver fogo, e o cântaro, tantas vezes vai à fonte que, mais dia menos dia, parte.

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JFM
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