sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O PROPAGANDISTA

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É PRECISO TER LATA!

Este senhor, na sua primeira intervenção na Cimeira Ibero-Americana, mentiu, porque o dito cujo, já há dois anos é comercializado na Índia e no Brasil, com outro nome que não o do distinto navegador. E também comeu os seus companheiros por parvos, como nos faz a nós, ao fazer uma sessão de propaganda numa cimeira internacional, onde nunca o deveria ter feito. O senhor, tem todo o tipo de vendedor da banha da cobra, sem desprestígio para estes.
Uma intervenção inapropriada para um Primeiro Ministro de uma nação que não se quer de terceiro mundo. E o que é que os outros PM/Presidentes terão tentado vender na sessão Tupperware/Ibero-Americana?
Lamentavelmente o Rei Espanhol não foi lá este ano, ou iríamos ouvir de novo "Por qué no te callas?"
Não há quem explique o sentido do ridículo a este senhor?
Veja aqui.

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FOTÓGRAFOS DO PORTO



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FOTOGRAFIA - NOVIDADE

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PARA QUEM GOSTAR MUITO DE FOTOGRAFIA,
e tiver meios para comprar...
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Sony Unveils First Full-Frame Alpha DSLR Model



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24.6 MP 35mm format full-frame CMOS sensor (highest res in class)
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UMA MARAVILHA !

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BOCADOS DO MEU PORTO 3

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PINTURAS MURAIS... (ARTE?)




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BOCADOS DO MEU PORTO 2

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ÁGUA PURA





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BOCADOS DO MEU PORTO

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RABELO





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POESIA DE ALINE SIPRIANO

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ENTREGUE
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No Parque de diversões,
que era seu corpo

Meu desejo era
Me perder cada vez mais
em suas curvas,
Que mais pareciam
montanhas russas
de prazer...
Uma Força Insana
me dominava.
Nesse momento
Desconhecia a palavra " Controle".
A cada toque...
Um Frisson,
A cada Beijo...
Um sintoma de paixão,
Perdida no castanho
de seus olhos
eu me despi
com a Volúpia
De quem quisesse
entregar a própria alma.
Seu Sorriso
Eternecia cada parte de mim.
E como que atingida
por um golpe certeiro
me rendia cada vez mais
ao sintomas de algo,
que com palavras
não seria capaz
de descrever...
Intensa... Ousada... Quente... Mulher...
Entregue em um jogo
que seduzia...
Me perdia...
Brincando de ser mulher,
fazendo mulher,
aquela menina...
De pele Morena
Jeito dominador
Feição serena
Foi ela a mulher,
que despertou o meu amor.

....

Aline Sipriano

No Blogue "Diário De Uma Mente Livre"

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

INVESTIMENTOS RACIONAIS

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Se nos limitarmos a usar argumentos racionais é difícil discordar desta proposta.

"Salvo melhorias pontuais, por agora deixem ficar o IP4, de Vila Real para Bragança, tal como está, porque não sendo o ideal "vai dando para o gasto". Trocamos a A-E por uma rede de estradas de traçado contemporâneo, não traçados do sec.XIX. Chamem-lhes IC's, IP's ou o que quiserem. Por exemplo, façam uma ligação decente entre Bragança e Mirando do Douro, para evitar que tenhamos de fazer esse percurso através de Espanha, como hoje fazemos. Tirem do isolamento cidades e vilas como Vila Flor, Alfândega da Fé, Mogadouro, Moncorvo, Freixo, Vinhais, Valpaços, e tantas outras. Liguem-nos (Bragança) à A-E espanhola das Rias Bajas, porque assim o nordeste transmontano estará ligado a toda a rede europeia. Façam isso, não em 20 ou 30 anos, mas no tempo que gastariam para fazer a A-E. Só depois esta seria lançada. E já agora, que estamos em maré de pedidos, façam renascer a linha do Douro até Barca de Alva".

Mas a pergunta que fica é porque razão este tipo de argumentos (racionais!) não foi usado quando construíram a autoestrada paralela à A1, ou quando decidiram investir 150 milhões na extensão da linha vermelha até ao aeroporto da portela (sim aquele que supostamente vai deixar de existir) ou nos dois mil milhões que vão ser dados à região oeste pelo transtorno de não ser construída uma infraestrutura que se estimava ia custar três mil milhões.


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No "Os meus apontamentos"


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A BOLSA

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Se quer perceber alguma coisa do que se passa normalmente na Bolsa,veja isto ...

Vale a pena ver, é realmente uma boa análise.

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ANEDOTA?

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O GOVERNO DÁ!


Vais ter relações sexuais?
O governo dá preservativos



Já tiveste?

O governo dá a pílula do dia seguinte.


Engravidou?

O governo dá o aborto.


Teve um filho?

O governo dá o abono de Família.



Está desempregado?
O governo dá o Subsidio de Desemprego.



És viciado e não gostas de trabalhar?

O governo dá o rendimento mínimo garantido!



AGORA...
Experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha para ver o que é que te acontece!!!!!


VAIS GANHAR UM PACOTE DE IMPOSTOS NUNCA VISTO !!!!!



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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

MENEZES CADA VEZ MAIS DURO COM O PSD

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DIRECÇÃO DO PSD ESTÁ A ENTERRAR O PARTIDO!


Luís Filipe Menezes acusou a actual direcção, liderada por Manuela Ferreira Leite, de estar a "enterrar" o partido, criticando a "insensibilidade política" manifestada na questão do aumento do salário mínimo nacional.

"Num momento em que temos muitos portugueses a viver abaixo dos níveis mínimos de dignidade, questionar um aumento do salário mínimo de algumas dezenas de euros é de uma insensibilidade política levada ao extremo do que é quantificável", declarou Luís Filipe Menezes.

Manuela Ferreira Leite considerou que o aumento para 450 euros do salário mínimo nacional proposto pelo primeiro-ministro "roça o nível da irresponsabilidade".

"Um partido como o PSD, que entregou terras no Alentejo a rendeiros, que instituiu o 14º mês aos reformados, que fez o maior aumento de pensões em Portugal, que lançou o plano de erradicação de barracas e os programas de combate à pobreza nas áreas metropolitanas, é o mesmo que hoje está em desacordo com um aumento de 20, 30 ou 40 euros a portugueses que vivem em piores condições?", questionou o ex-dirigente social-democrata.

Para Luís Filipe Menezes, "os militantes e os dirigentes do PSD têm que rapidamente pôr a mão na consciência".

"A actual direcção política (do PSD) manifestamente não tem jeito para estas coisas, está a enterrar o partido para além do que é possível e admissível", afirmou.



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FALÊNCIAS

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Falências aumentaram 47% até Setembro

O número de processos de falência em Portugal registou uma subida de 47% entre Janeiro e Setembro face a igual período no ano passado, revela esta terça-feira o Diário Económico.

Citando dados da Coface, nos primeiros nove meses do ano, os processos de insolvência pedidos pelas próprias empresas ou pelos credores subiram 44%, abrangendo 2.118 das 437.105 empresas que constam da base de dados da Coface.

Em termos regionais, o Porto apresenta o cenário mais preocupante, liderando quer em termos de maior variação (28%) quer em termos de número de falências, com um total de 843 processos. Segue-se Lisboa, com um incremento de 17%, para 512 falências.

Braga é a região onde o número de falências tem maior peso relativo, representando 1,5% do total de empresas do distrito.


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Mas não temos que sentir qualquer tipo de preocupação, empregos vão ser, durante a vigência deste governo quase 150 000, e só não atinge esse número por causa da crise internacional (a culpada final de tudo), segundo palavras do senhor ministro, pelo que, os desempregados destas empresas que agora faliram, só têm que esperar (sentados de preferência) pelos anunciados empregos do nosso estimado governo, que até devem estar a chegar, muito em breve, talvez de TGV para ser mais rápido.

Cada vez estamos mais acelerados, descendo desenfreadamente em direcção ao abismo.


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JM

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APRENDA FOTOGRAFIA

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"A visão humana possui no mais elevado grau o dom da selecção: o olho vê muito, observa menos, e retém o essencial…
A visão fotográfica, pelo contrário, tende por natureza a ver tudo, a tudo reter. Esta qualidade, tão preciosa em certos domínios, é preciso ser combatida para se conseguir obra válida. Tudo se limita, na verdade, a atenuar o acessório, a reforçar o essencial, a eliminar o supérfluo, numa palavra, a humanizar a nossa visão fotográfica."
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Vá ao blogue de LUIS RAPOSO, e aprenda alguma coisinha mais sobre:

Visão “humana” e visão “fotográfica”


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O NOVO NOME DO GOVERNO

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GOVERNO LATINHA


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O novo nome do Governo é 'LATINHA'...

O Povo anda pela rua e aponta para as portas fechadas e diz:

LÁ TINHA uma loja...

LÁ TINHA uma fábrica...

LÁ TINHA um armazém...

LÁ TINHA trabalhadores...

LÁ TINHA um sonho...

LÁ TINHA esperança...

LÁ TINHA uma escola...

LÁ TINHA um serviço de urgência...

LÁ TINHA esperança de dias melhores...


E LÁ VAMOS NÓS, PIORANDO DIA A DIA, E ACREDITANDO ALEGREMENTE EM DIAS MELHORES!


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terça-feira, 28 de outubro de 2008

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

L.Filipe Menezes

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Norte não tem líder desde Fernando Gomes

Sentiu o concelho prejudicado na expansão do metro do Porto. Há condições para antecipar prazos, em Gaia?
A questão do metro do Porto foi maltratada porque não foi suficientemente discutida pelas populações, pelos autarcas e forças vivas da região. O que se aprovou foi algo imposto por Lisboa. Por outro lado, o processo foi mal conduzido pelo Governo. Anunciar hoje coisas para 2022 é absurdo. Mais vale não anunciar. Mas algumas das opções técnicas até são defensáveis.
O que é que falhou na negociação?
O meu PSD defendia a regionalização. Agora não sei, defende-se o silêncio. O que sei é que há muitos anos que este combate e a liderança de projectos do ponto de vista regional estão congelados. A última personalidade que teve qualidade neste combate foi o dr. Fernando Gomes.
Isso é um mea culpa?
Eu não fui. Não é fácil fazer esse combate sem liderar a Junta Metropolitana do Porto. Por outro lado, devo dizer, com alguma justiça, esta geração de políticos do Norte pensou exageradamente numa carreira nacional. E sabe que um discurso regional, neste Portugal hipercentralizado, anatemiza uma imagem pública nacional. Penso que a próxima geração de políticos da região vai voltar a pegar, fatalmente, na bandeira da defesa dos interesses regionais de uma forma consequente. Segui a primeira opção. Se fosse para Lisboa fazer política com a bandeira regionalista, no dia seguinte seria degolado pela opinião publicada do centrão. Aliás, a campanha feita contra mim decorreu, em larga medida, de eu ter ainda uma imagem de defesa dos interesses regionais muito marcada.
Não acredita na capacidade de intervenção da Junta Metropolitana do Porto?
Mas alguém acredita? Eu não.
Acredita que ainda poderemos vir a ter regionalização?
Não é fácil. A única possibilidade era através da mudança da Constituição para evitar o referendo e talvez pela criação de regiões experimentais, por decisão governativa. Quem vive da actual situação não quer a regionalização. Hoje os políticos de fora de Lisboa pouco contam, os jornalistas de fora de Lisboa pouco contam e os homens de cultura de fora de Lisboa não contam rigorosamente nada.

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(Na Rádio Nova e no Público de hoje)
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domingo, 26 de outubro de 2008

FCP - LSC


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FCP

Afundou-se na classificação.
Está em 2º à condição. Pode cair muito mais.
A defesa da equipa está cheia de buracos.
Nuno não teve culpa nos golos sofridos.
Jesualdo Ferreira assobiado e mimado com lenços brancos. Está difícil!
Esta equipa nada parece ter a ver com a do ano passado.


LSC

1º lugar bem merecido, embora à condição.
Poderia ter marcado mais um e não lhe ficava mal (foi mal anulado).
José Mota nunca tinha ganho no Dragão e ficou feliz.
Beto fez umas defesas bem conseguidas.
Braga nunca mais marca um golo como o seu segundo.


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Hoje, Domingo, e amanhã Segunda-feira, e ainda durante a semana toda que aí vem, este será o principal tema das conversas de café, das aberturas dos telejornais, e dos programas de rádio. Nada mais importará. O país vai parar, porque o FCP perdeu duas vezes seguidas e a liderança do "campeonato" (liga). Durante dias, deixará de ser importante discutir a crise, a falta de dinheiro, a fome, as injustiças, a guerra, o Metro para o Porto, as eleições para seja o que for, ou a necessidade da regionalização.
O ópio do povo, voltou em força, e o governo agradece.
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JM
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SOBRE A ÁGUA

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Um artigo muito interessante sobre a água, no blogue de Luís Raposo, 35mm&Digital, a ler com muita atenção.

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ENERGIA EÓLICA



SERRA DE ARADA.

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sábado, 25 de outubro de 2008

AUTÓDROMO INTERNACIONAL DO ALGARVE

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AUTÓDROMO INTERNACIONAL DO ALGARVE INAUGURADO A 2 DE NOVEMBRO
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O Autódromo Internacional do Algarve é inaugurado oficialmente, domingo, 2, mas as motos do mundial de Superbikes, que vão estrear a infra-estrutura, já podem começar a ser vistas segunda-feira

A contagem decrescente para a inauguração do Autódromo do Algarve, está na fase final. Um ano e 115 milhões de euros depois do início das obras trabalham-se os últimos acabamentos. Por causa da recepção as motos dos mundiais de Supersport e de Superbikes, cuja derradeira etapa será a primeira da novíssima pista, tudo tem de estar preparado antes da inauguração,

Considerado, já, um dos mais modernos e polivalentes autódromos do mundo e o melhor da Europa (o traçado conta com 64 versões e o Kartódromo com 112), com óptimas infra-estruturas, tem como objectivo supremo trazer a Fórmula 1 de novo, a Portugal. No entanto, não será provável que tal venha a acontecer. Os países orientais, agora com a novidade das corridas de madrugada, para que os investidores possam ter o seu retorno com a transmissão no Ocidente às horas normais, roubarão cada vez mais os GP à Europa. Para além disso, ter um GP em Portugal, custaria , só para que se realizasse, e sem contar com a organização, cerca de 30 milhões USD, quantia enorme para as nossas capacidades.

Enquanto isso não acontece, se é que algum dia vai acontecer, a McLaren vai realizar testes em Dezembro. Apesar de ainda não haver confirmação oficial, também outras escuderias são esperadas em Janeiro e Fevereiro.

O Autódromo é a âncora de um projecto mais ambicioso, que inclui um kartódromo, um parque tecnológico e um complexo turístico.

Só resta desejar as máximas felicidades a todos quantos se meteram nesta aventura.

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JM

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NARCISO

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NARCISO MIRANDA, O AMIGO DE MATOSINHOS

Narciso Miranda está de volta. Após ter criado a "Associação Cívica 'Matosinhos Sempre'", no sentido de, de luva branca, dar uma valente bofetada nos ainda seus correlegionários, quando, nas próximas eleições autárquicas, apresentando-se como "o amigo de Matosinhos", vencer com todo o à-vontade a Câmara de Matosinhos, isto pelo menos a julgar pelas últimas sondagens efectuadas aos eleitores matosinhenses, entende ser altura de deixar as querelas politico-partidária, pelo menos no que diz respeito ao Metro do Porto.

Entre críticas ao Governo pelo incumprimento do memorando assinado com a Junta Metropolitana do Porto (JMP), e aos autarcas pelo "erro estratégico" que foi a cedência da maioria do capital, lançou uma proposta de calendário, e desafiou Rui Rio, a fazer o mesmo.

Entende que o líder da JMP deve discutir as propostas de calendário, primeiro no seio desta estrutura na reunião da próxima semana, e depois na administração da Metro, exigindo o cumprimento dos prazos inicialmente previstos.

Aproveitou para lançar muitas farpas ao actual Presidente da Câmara de Matosinhos, e ao governo do ainda, seu partido.

No respeitante ao PS, Narciso Miranda bem faria em se desvincular do aparelho partidário, que já nada parece querer com ele, e apresentar-se livre, totalmente livre para defender os anseios da população de Matosinhos e do Norte em geral.

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JM
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(Noticia no JN)

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HORA DE INVERNO



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VAMOS MUDAR A HORA!


Os cidadãos da UE atrasam uma hora os seus relógios na madrugada deste domingo, quando termina o horário de Verão e começa a aplicar-se o de Inverno.

A partir de amanhã, e durante uns meses, até à nova mudança, vamos ter a dificuldade de sair de manhã para trabalhar, quando ainda é de noite, e voltar do trabalho já noite cerrada.
Única vantagem, a possibilidade de ver diariamente o nascer do sol.

Na realidade, penso eu, deveríamos mudar a nossa hora para a HCE (Hora Central Europeia) de molde a ajudar o país a manter e melhorar o comércio com os restantes países europeus.
Só nós, em conjunto com o Reino Unido, mantemos a HMG (Hora Média de Greenwich), e mesmo os "Ingleses" pensam já em mudar para a HCE, segundo proposta do Partido Conservador (na oposição).




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JM
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GASOLINA E GASÓLEO ESPANHÓIS



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Combustíveis em Espanha custam menos de 1 euro.

Os preços dos combustíveis em Espanha caíram na última semana e, em alguns locais, já se compram a menos de um euro por litro.

A média dos preços está ligeiramente acima de um euro, mas em algumas gasolineiras já se vende gasolina e gasóleo abaixo de um euro. Desde Janeiro, a gasolina em Espanha caiu 5,12% e o gasóleo 1,11%, e desde Julho, quando o crude atingiu preços recorde, o preço dos carburantes já caiu 17,16% (gasolina) e 19,49% (gasóleo). No país vizinho, os preços continuam abaixo da média europeia.

Na UE,a gasolina custa em média 1,244 euros, e o gasóleo 1,208 por litro, e na sua maior parte, têm os seus habitantes, vencimentos muito superiores aos dos portugueses.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

CONQUISTA DE LISBOA


O cerco de Lisboa por D.Afonso Henriques, durou de 1 de Julho a 25 de Outubro de 1147.

A capitulação de Lisboa, deu-se a 24 de Outubro, pelo que hoje é o aniversário desse acontecimento.

De acordo com a lenda, terá sido Martin Moniz, um dos primeiros heróis Portugueses, que terá morrido nesse dia, que lutou com heroísmo durante aquele cerco, ao lado das forças cristãs sob o comando do rei D. Afonso Henriques.

Ao perceber o entreabrir de uma porta no castelo dos Mouros, atacou-a individualmente, sacrificando a vida ao atravessar o seu próprio corpo no vão da mesma, como forma de impedir o seu encerramento pelos defensores.

Esse gesto heróico permitiu o tempo necessário para a chegada dos companheiros, que assim conseguiram conquistar o castelo. Em sua homenagem, esse acesso ficou conhecido como Porta de Martim Moniz.

Entretanto, somente no dia seguinte, o Rei de Portugal e as suas forças entrariam na cidade, nesse meio tempo violentamente saqueada pelos Cruzados, que já vinham "ajudando" os Portugueses desde a conquista de Santarém.

Lisboa tornou-se capital de Portugal cento e oito anos depois (1255).

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POESIA DE LEO CAVALCANTE




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(LEO CAVALCANTE - fotógrafa, professora e poetisa Brasileira)

FAROIS - BARRA DO DOURO



MAR CALMO, MARÉ CHEIA!

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PRAIA - PORTO



EDIFÍCIO TRANSPARENTE

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ENTRADA DA BARRA


AVEIRO

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FAROL DA BARRA DO DOURO



Farol (agora antigo) da barra
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O PREÇO DO PETRÓLEO

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COTAÇÃO DO BARRIL, RECUA!
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O preço anda para trás!


O preço do barril de petróleo do Mar do Norte, que serve de referência para Portugal, para entrega em Dezembro, mantém esta quinta-feira a tendência de queda.

Na abertura do mercado de futuros de Londres, o preço do barril de Brent cotava-se a 64,76 USD, a recuar 0,24 dólares comparativamente com o valor registado no encerramento de quarta-feira.

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Vamos lá ver a que preço vamos ter o litro da gasolina e do gasóleo nessa altura.
Convém não esquecer.... 64,76 USD !!!


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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

PARA LER E PENSAR!

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OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE E PELA MESMA RAZÃO




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EÇA DE QUEIROZ


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PARA LER E PENSAR!
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OS TITÃS DO PORTO DE LEIXÕES

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A história dos Titãs do porto de Leixões, e do início da construção do porto, bem contadas no blogue de José Modesto.
Para ver e ler com atenção, pois o saber não ocupa lugar.
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A LINHA DO TUA, DE NOVO E AINDA

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CULPA, PREPARADA PARA MORRER SOLTEIRA?

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Conhecido o relatório ou o que deveria ser o relatório, dois meses depois do acidente, ainda não é possivel chegar a conclusões.
A Comissão Técnica de Inquérito teve, e continua a ter, muita dificuldade em elaborar um relatório suficientemente conclusivo sobre o último incidente que ocorreu na Linha do Tua.
A comissão precisa, ainda, de mais um mês para o ultimar, dadas as dificuldades que encontra. O anterior prazo, dado pelo ministério do sr. Lino, terminava hoje.
Por esta via, nem no Natal se sabe algo de conclusivo.
Diz-se por lá, que as razões do acidente, terão sido o abatimento da linha, já que a automotora, segundo a CP, estaria em perfeitas condições.


Deve ser muito difícil encontrar razões válidas para decidir encerrar a linha permanentemente, e assim, sem elas, a linha vai-se mantendo fechada, à espera que o Metro de Mirandela também feche devido a falência.


Sinto-me tão contente com o que vou vendo no meu país!


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JM

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(fotografia de Carlos Mendes - Reflexos on line)

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E O ALEIXO, SENHORES!

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BAIRRO COM PROBLEMAS!

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No país onde, muito provavelmente, existe o maior número de providências cautelares per capita, e às quais, na sua maioria, é dado provimento, caiu que nem uma bomba, a notícia da rejeição, pelo tribunal competente, da que a Associação dos moradores do bairro do Aleixo no Porto, interpôs.
Enquanto muitos dos moradores deste bairro mal querido, os mais calmos de entre os que nada têm a ver com o "alegado" tráfico de drogas, se vão resignando à ideia da demolição dos blocos habitacionais, a Assossiação de moradores, em defesa dos seus associados, irá recorrer para instâncias superiores, pelo que o processo começado pela CMPorto, não vai avançar ainda.
Se nos lembrarmos, no entanto, de quais foram as decisões de todas as providências cautelares interpostas a esta Câmara, muito fácil se torna, imaginar o que vai acontecer com esta.
De resto, de uma forma ou de outra, e seja qual for o prisma por onde se olhe o problema, o Bairro do Aleixo, continuará por mais algum tempo, com muitas dificuldades.
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JM
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terça-feira, 21 de outubro de 2008

ODEIO, COM ÓDIO VERDADEIRO...

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Há erros, ortográficos, de sintaxe, ou simplesmente de má escrita, tão inadmissíveis que são alvo do meu ódio, que se encontram em jornais e outros meios de comunicação escrita, bem assim como na linguagem falada por jornalistas e também por outras pessoas, com responsabilidades públicas.
Neste fim de semana, ao folhear um semanário, dei de caras com um artigo de "Ana Martins", intitulado "Fernando Pessoa às voltas no túmulo".
Nesse artigo, a autora, diz de forma bem escrita, o que já há muito eu quereria ter dito.
Na realidade, diz Ana Martins, o ensino do Português no Básico e no Secundário é muito pouco exigente, e o exercício continuado e sistemático da escrita, é praticamente nulo nas escolas públicas; depois, o Ensino Superior, não chama a si a responsabilidade de pôr os alunos a escrever com correcção ortográfica e gramatical; soma-se a isto o facto de haver muita condescendência para com erros clamorosos (como os que apresenta em exemplo e que encontrou em consulta breve à imprensa online: puderem em vez de poderem, caiem em vez de caem, caústico em vez de cáustico, começam a haver em vez de começa a haver), dentro da comunidade jornalistica e fora dela.
Acaba, repetindo as palavras de Fernando Pessoa, no livro do desassossego, que retrata fielmente, tudo o que eu possa pensar ou sentir:
"Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal Português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse".
E eu, se calhar porque como alguns me chamam, serei fundamentalista, também odeio, com ódio verdadeiro todas estas realidades em que hoje vivemos.
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JM
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OS FARÓIS

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O FAROL NOVO, VISTO DO FAROL VELHO
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VOCÊ ESTAVA LÁ?

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RED BULL AIR RACE
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PORTO 2008
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O Norte, Carago!

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Um texto de Miguel Esteves Cardoso, já conhecido, mas nunca revisitado o suficiente.

"se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular."


Para o ler ou reler, vá ao Blogue do Luis Raposo, 35mm & DIGITAL, e volte a divertir-se.
O Norte é e será sempre o NORTE!

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JM
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

MIRAGAIA

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Uma só Nação

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A cultura Galaico-Portuguesa

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Ao entrarmos na Galiza, seja por Valença, por Vila Nova de Cerveira, ou por outro lado, nota-se um grande sentido de aproximação dos Galegos em relação a nós, os Portugueses. Não será em vão que a lingua galega deriva directamente da portuguesa, fazendo lembrar, dizem os que entendem bem destas coisas, a maneira de falar e escrever em Portugal no século XVI. No fundo, somos na realidade uma só nação.


Na Galiza, defende-se a cultura Galaico-Portuguesa. Acentuam-se as parecenças com Portugal, enquanto se evidenciam as diferenças com Castela. Pelo contrário, em Portugal, ignora-se totalmente essa realidade, e na região Norte, onde isso nunca deveria acontecer, chegamos ao ponto de nos espantarmos com a devoção que os Galegos têm a essa cultura.


Os Galegos gostam tanto do centralismo de Castela, quanto nós gostamos do centralismo de Lisboa, e nisso, só nisso e pouco mais, nós nos aproximamos. No restante, desconhecemos e até quase desdenhamos a cultura que em comum temos, sentindo uma indiferença total pelos sentimentos dos, estes sim, "nuestros hermanos".

Dias atrás, 6 de Outubro, foi inaugurada a Academia Galega da Língua Portuguesa em Santiago de Compostela, sendo que a inauguração teve lugar no Centro Galego de Arte Contemporânea. O movimento cívico e académico que esteve por trás da AGLP defende há anos a "descastelhanização" do galego. A língua que se fala na Galiza, é o Português da Galiza, como existe de resto, o Português de Angola, do Brasil ou de Moçambique. A Galiza, pretende ser integrada no mundo da Lusofonia, não misturando política, com língua e com cultura. Isto é assim na parte Galega, e em Portugal, que fazemos nós? Ignoramos, não publicitamos, ou se o fazemos é como notícia menor.

Mais, que fizemos nós, ou melhor, que fez Lisboa ao Consulado Geral de Portugal em Vigo?

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JM

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sábado, 18 de outubro de 2008

CLUBE DOS PENSADORES

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O Clube dos Pensadores, pela mão do seu fundador, Joaquim Jorge, fez, mais uma vez, o favor de publicar um texto meu.

Os meus agradecimentos.

Se o desejar, pode ler o artigo aqui.

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JM
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No Jn de hoje


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Papo-seco?
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Hoje, ao ler as notícias do Notícias (aquele jornal que era do Porto e também se publicava em lisboa, e que agora parece que não é de cá, deve ser de lisboa, e também se publica no Porto), li, na secção Sociedade, e com o título - Porto: "Pão está caro e, se sobrar, congela-se" - escrito pelo senhor Fernando Basto, que, e cito [o papo-seco (ou molete) vende-se a 10 cêntimos].
Papo-seco, que é isso? Não seremos nós, os que compram e lêm este jornal, do Norte, do Porto e arredores? Terão que vir jornalistas de Lisboa ou lá de onde eles vêm (que se este senhor é de cá, ainda é pior), escrever sobre coisas da nossa terra, com expressões da terra deles? Não temos cá profissionais que o saibam fazer?
Não sendo esta a primeira vez que o jornal que era de cá aceita (ou promove) semelhante coisa, vidé as revistas semanais que nos vendem como suplemento e outras notícias que diariamente aquele jornal publica, será caso para perguntar, que é feito dos jornais e jornalistas da nossa cidade?
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JM
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METRO DO PORTO

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Metro do Porto


"Parece que somos um país rico"

Entrevista a Paulo Pinho, coordenador do estudo da FEUP para a expansão do Metro

Por Hugo Silva / JN
Paulo Pinho, coordenador do estudo da FEUP para a expansão do Metro, diz que a nova proposta do Governo está desequilibrada. Um plano do qual só teve conhecimento um dia antes da sua apresentação pública, apesar da FEUP ter a responsabilidade de conduzir tecnicamente o processo de expansão da rede. Pelo menos, assim definia o memorando de entendimento assinado entre o Governo e a Junta Metropolitana, como lembrou o professor.
Como analisa a proposta de expansão apresentada pela Empresa do Metro e pelo Governo?
Embora reconheça algumas melhorias pontuais, há aspectos que levantam, mais do que dúvidas, sérias reticências. Sinto que a proposta, globalmente, está desequilibrada, sobretudo em termos de organização do território.
Pode exemplificar?
Por exemplo, a linha circular nesta nova configuração é demasiado modesta, muito fechada sobre o núcleo central. Na prática, estamos a criar um troço demasiado próximo da esteira das linhas já existentes. Não se tira o máximo de capacidade em termos de captação. Há redundâncias e deixamos áreas muito a descoberto. Nós tínhamos procurado que o traçado da linha tentasse minimizar o efeito de separação criado pela VCI. E a nossa circular tinha uma outra vantagem: cruzava os três pólos universitários.
Teve alguma participação nesta nova solução?
Não tive nenhuma participação nesta nova solução. Aliás, algumas das linhas que foram agora propostas já tinham sido trabalhadas por nós anteriormente. E tínhamos considerado que não eram as mais adequadas.
E a polémica entre linha da Boavista e linha do Campo Alegre?
Nós tínhamos estudado a ligação pelo Campo Alegre. Estamos a falar de duas linhas que têm diferenças significativas. Desde logo, em termos de custos. Não percebo. Parece que somos um país extraordinariamente rico, onde abundam os recursos e que se pode dar ao luxo de ter ali [Avenida da Boavista] um canal que tradicionalmente foi ocupado por sistemas de transportes com carris e que agora… não. Vamos deixar e vamos por uma outra solução muito mais complexa e muito mais cara, que não tira partido daquilo que são as vantagens de um sistema metro de superfície. E não podemos esquecer que foi a Avenida da Boavista que abriu a cidade a poente. Tem uma força muito estruturante de todo o tecido envolvente.
A discussão centrada na Boavista quase faz esquecer linhas importantes como a segunda de Gaia.
É uma linha interessante. Mas também o traçado perdeu uma qualidade que o anterior tinha: não enfatizava apenas a dimensão longitudinal. Estava desenhado de tal forma que permitiria a longo prazo estender-se para nascente Oliveira do Douro e Avintes) e para poente (mar).
As ligações a Gondomar também mudaram.
Nós estudámos as ligações que estão agora a ser propostas e por algumas boas razões não as considerámos as mais adequadas. Nesta extensão até Rio Tinto, uma boa parte do percurso é redundante com a linha da CP. Não posso concordar. Quanto à ligação a Sul, eu compreendo a lógica - chegar à sede do concelho. Mas temos que ver o percurso. Naturalmente que a zona de Valbom tem todo o direito de ser servida, mas o problema verifica-se até chegarmos lá a partir de Campanhã. Mais uma vez, é uma solução que comporta o risco de nunca vir a ser executada.
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Paulo Ferreira no JN

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A trapalhada segundo o PSD


O jeitinho para a autoflagelação que o PSD continua alegremente a mostrar é dos maiores mistérios da política portuguesa. Último episódio da tragicomédia: na semana em que o Governo apresenta o Orçamento de Estado, os social-democratas enredam-se numa polémica interna acerca da putativa candidatura de Santana Lopes à Câmara Municipal de Lisboa.
Epílogo esperado: quando Manuela Ferreira Leite falou, ontem, do Orçamento já ninguém lhe deu ouvidos.
Este verdadeiro exemplo de como não fazer as coisas podia esconder uma estratégia - talvez a líder do PSD não tivesse grande coisa para dizer sobre o mais importante Orçamento de Estado dos últimos e dos próximos anos. Sucede que tinha. De modo que só pode acentuar-se a conclusão: esta á uma grande trapalhada.
Vale a pena historiar o processo. A Distrital de Lisboa do PSD (a mesma que achou, há uns tempos e num momento hilariante, que Alberto João Jardim devia ser o candidato do partido a primeiro-ministro) sufragou esta semana o nome de Santana Lopes. Fê-lo sem Manuela Ferreira Leite ter dito claramente que Santana é a sua opção para capital. Ou seja: passou a ideia de que estava a empurrar o processo com a barriga. Na terça-feira, ao contrário do que estaria previsto, a Comissão Política Nacional não abordou a candidatura a Lisboa. Isto é: passou a ideia de que a escolha não é pacífica. Anteontem, na SIC-Notícias, Pacheco Pereira (um dos ideólogos mais ouvidos por Manuela Ferreira Leite) deu pancada da grossa em Santana. A coisa, como está bom de ver, não há-de acabar por aqui...
O que é que isto evidencia? Três coisas: Manuela Ferreira Leite é politicamente tenrinha, o que há-de custar-lhe o cargo mais depressa do que ela imagina. Santana Lopes continua a incomodar muita gente. Mais importante do que as precedentes: o PSD, este PSD, continua a mostrar uma lamentável falta de estaleca como principal partido da Oposição.
E isso deve importar-nos? Deve. Exemplo: a presidente do PSD acusou ontem o Governo de vender ilusões e de ter apresentando o pior Orçamento de sempre em termos de transparência, construído a partir dos resultados que queria anunciar. "Este é um momento em que se exige dos responsáveis que falem verdade em vez de venderem ilusões", declarou Manuela Ferreira Leite, numa delicadíssima aproximação semântica ao discurso que o presidente da República fez nas comemorações do 5 de Outubro ("O que é vivido pelos cidadãos não pode ser iludido pelos agentes políticos" e "quando a realidade se impõe como uma evidência, não há forma de a contornar", disse então Cavaco Silva). Era isto que devia ter marcado a agenda política. Não marcou. Por culpa de quem? Do PSD.
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Preto no Branco
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Paulo Baldaia no JN

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Se fosse no tempo de Santana Lopes...

O Orçamento do Estado para 2009 está apresentado e sabemos que está também aprovado, embora não tenha ido ainda a votos. E a melhor crítica que se ouviu a este documento foi também o seu melhor elogio.
"É um orçamento expansionista", lemos na imprensa especializada, dizendo o que a Oposição mal pode dizer porque a crise lhe roubou o slogan há muito preparado: "É um orçamento eleitoralista". Até os aumentos para os funcionários públicos seguem em frente sem grandes ondas.
O Orçamento tem uma atenção especial com as PME, não sobrecarrega as famílias e dá apoios para os mais carenciados. À Direita e à Esquerda, pediu--se mais ou exigiu-se menos - mais apoios ou menos impostos.
Desconfio que se não houvesse crise, haveria na mesma as dezenas de propostas que agradam a uns ou a outros. Afinal, as legislaturas também servem para desapertar o cinto antes das eleições. Sempre foi assim, sempre será. Como dizia, na TSF, Domingues Azevedo, presidente da Câmara de Técnicos Oficias de Contas, "se este é um orçamento eleitoralista, é pena que não haja eleições todos os anos".
O Governo, liderado por José Sócrates, assegura que com estas contas quer evitar que Portugal entre em recessão, coisa que está quase a acontecer nas grandes economias por esse mundo fora. E se a gripe dos outros acabar por nos pôr de cama também, parecem estar criadas as condições para não ficarmos por lá muito tempo.
Sócrates tem com ele bons ministros, como Vieira da Silva ou Teixeira dos Santos. Arrisco dizer que, com o próprio primeiro-ministro, eles são o esteio deste Executivo. Sem eles, este Governo seria bem mais fraco. Mais fraco na governação, mas também na comunicação. É por isso também que custa muito a perceber o 'flop' que foi a apresentação do Orçamento nos dias 14 e 15 de Outubro.
Problemas informáticos são coisas que acontecem em todo o lado. Na TSF também! Mas a trapalhada do Orçamento não foi informática, foi política. Na pressa de entregar o documento um dia antes do previsto, preferiram fazê-lo aos bochechos, com o barulho das luzes centrado nos atrasos e na falta de documentos, do que adiar para o dia seguinte. Foi um erro político que deu no que deu.
Não vale a pena, sequer, perder muito tempo a lembrar a imagem desta apresentação muito peculiar, foi coisa que as televisões levaram a todo o país. A máquina, a poderosa máquina que todos diziam existir em São Bento, falhou. E foi porque nunca tinha falhado desta forma, em matéria de comunicação e imagem, que a surpresa foi maior. Mas já passou. Não deixará grandes marcas porque a crítica mais vezes feita a este Governo é a de que tem uma poderosa máquina de propaganda, que é o mesmo que dizer que não costuma falhar na comunicação.
Agora, imaginem que tudo se tinha passado com o governo de Santana Lopes. Teria sido chamado ao presidente da República para explicar o sucedido, as manchetes dos jornais teriam sido a trapalhada da apresentação e as televisões e as rádios teriam feito debates sobre o assunto.
Não é que o devessem ter feito agora, porque o assunto não vale tanto, mas que a Santana ninguém perdoava nada, lá isso é verdade.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

CREDIBILIDADE POPULISTA

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"Credibilidade populista"

Nenhum de nós pode afiançar que foi o amigo Aníbal quem lhe ensinou o truque, mas suspeita-se que sim: "Dá-lhe um doce. Enquanto estiver entretido a comê-lo, tens tu descanso", terá aconselhado. Manuela, senhora de corte clássico e educação austera, não percebeu à primeira. "Se estivesses no Governo, podias fazer como eu fiz, nomeá-lo secretário de Estado da Cultura. Antes isso do que moer-me a cabeça todos os dias. Descobre qualquer coisa".
Manuela deve ter sentido um valente nó no estômago. Acontece às melhores famílias - há mais de 20 anos, também os comunistas tiveram de engolir um sapo, ao botarem a cruzinha em Mário Soares, tapando as bochechas no boletim de voto.
Essa noite, passou-a a senhora quase em claro. Só se lembra de um pesadelo em que um tal Pedro, Lopes de apelido, aparecia de lenço laranja às bolinhas enfiado na cabeça. Era o "menino-guerreiro" cheio de vontade de ser de novo autarca, prometendo implacável combate às rendas de cinco euros que a Câmara cobra, festas todas as noites em Monsanto, poupanças na assessoria de imagem. Ela, que se comprometera a devolver credibilidade ao partido, para que voltasse a ser levado a sério nos salões da política, logo teria de ceder a um populista do pior, ainda por cima mulherengo, na primeira decisão de fundo que as curvas da liderança lhe oferecem.
Manhã cedo, puxou de uma folha de papel quadriculado. O gesto é rotineiro. Sempre que passa uma noite mal dormida, dedica-se a elaborar gráficos com a evolução do défice público. Assim alivia o stress. Se fosse fumadora, daria uma passa.
Desta vez, não foi o Orçamento de Estado que a preocupou. De um lado da página, inscreveu a percentagem de risco, se Lopes se mantivesse de língua à solta por muito tempo. Do outro, a respeitante à candidatura - à Câmara de Lisboa, enfim, porque já tinha passado a fase de leilão, durante a qual ele habitualmente se oferece para disputar uma dezena de autarquias, com a sua aura de ser ungido pelos santos óleos do sucesso.
Ao período de pausa - "Até Outubro do próximo ano, folgam-me as costas", disse Manuela para os seus botões - atribuiu um valor. O resultado das eleições foi convertido em equação. Um bónus para ela própria, em caso de triunfo, que deve ser partilhado com o partido, por alguma razão o símbolo conta. As derrotas valem menos; ficam com quem as sofre.
Passou horas em arredondamentos. Fez um ou outro acerto, mas teve o cuidado de não incluir nas contas a venda da alma. E concluiu que o risco vale a pena, porque o PSD precisa de vitórias como de pão para a boca. Até deu consigo a imaginar o slogan da campanha: "Credibilidade populista".
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In JN
Preto no Branco
Por Paulo Martins
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O texto da Rita

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Li o texto da Rita e fiquei assim.

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Li o texto da Rita, e quase me senti na sala, numa sala de há alguns anos atrás, na altura em que só, muito só, e às vezes também sozinho na sala, ia ao cinema à sessão da hora do almoço.
Raramente via o filme do princípio ao fim, e às vezes sentia-me livre e vogava no escuro fazendo-me parte do recinto, das imagens e também de uma vida que não era a minha.
A minha "angústia existencial", era na altura (e desde muito tempo antes) parte do meu eu, e eu até gostava de me sentir assim, como também gostava de estar só! Sempre só, no meio de muita gente!
O meu gosto pela música (ouvir), pela fotografia e pela escrita, vem desse tempo, como também guardo dessa altura a minha cara séria e uma certa dureza para comigo e com os outros.
Hoje é diferente, a minha solidão acaba diariamente às cinco e meia, hora a que vou buscar a minha mulher. E aí recomeça a perfeição do meu dia.
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JM
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Texto da Rita em
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

OUÇA MÚSICA

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OUÇA E SINTA ... É LINDO !
http://www.youtube.com/watch?v=ZYhZVqODYsI

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Fim da gasolina e do gasóleo !!!



ACABARAM-SE AS PREOCUPAÇÕES!

Nunca mais vai ser preciso depender das gasolineiras que só nos sugam o dinheirinho.

Sabe-se que o petróleo já está perto dos 70USD, e no entanto o preço dos nossos combustiveis, gasolina, gasóleo e gás, ainda não baixaram.

Andam a gozar connosco e o governo a aplaudir, e quem deveria ver se existe um "cartel" de preços, apesar de estudos que indicam a sua existência, quer ainda mais seis meses para se poder pronunciar com"seriedade".

Agora, no entanto já há uma solução. Uma das que até custam a acreditar.

Mas.... parece que é verdade!

Vá ver, o que eu vi em http://www.youtube.com/watch?v=V6lOn6XEYiU e descanse.

Falta pouco para acabar o nosso sofrimento.

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JM

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domingo, 12 de outubro de 2008

MAGALHÃES

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COMPUTADOR MAGALHÃES


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A empresa, J P Sá Couto, que recebeu o "presente" da venda do computador Magalhães sem concurso público, parece estar a braços com um processo judicial por crime fiscal.


É uma má coincidência.


Má para ela e má para o Governo, que fez da campanha do "Magalhães", uma das suas bandeiras, tendo inclusive feito "a sua divulgação e propaganda", pela mão e voz do nosso primeiro ministro e do ministro Lino, na Venezuela, na Líbia e na Argentina



O Governo, após "dar" o computador, enviou às autarquias a "conta" da ligação à Net. Se as câmaras não pagarem, quem paga, os paizinhos das crianças?


É uma má notícia, que mostra, mais uma vez, do que este governo é capaz. Dar com uma mão e tirar com a outra.



Ninguém parece saber quem realmente vai pagar os 500 mil computadores, que estarão a ser distribuídos pelas escolas.


É uma má realidade, pois que assim se vê que ninguém se entende, desde o governo, as empresas de telecomunicações e os produtores.



Com tanta coisa mal feita, por que raio deram o nome de tão prestigiada personagem da nossa história, a este computador?


O homem não merecia isto!



JM


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(imagem proveniente do blogue We Have Kaos In The Garden)
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Mais uma crise no PSD

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Liderança do PSD:
Presidente do Governo regional da Madeira quer lugar de Ferreira Leite
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João Jardim desembarca em Lisboa
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Vai ser um verdadeiro vendaval na política portuguesa e no PSD em particular.
Alberto João Jardim está mesmo decidido a deixar a Madeira e vir para Lisboa não só disputar a liderança dos sociais-democratas como combater o inimigo de estimação nas Legislativas de 2009. As coisas estão a ser devidamente preparadas e Janeiro é o mês escolhido para a grande ofensiva.
Primeiro vão aparecer as assinaturas a exigir um congresso extraordinário e aí saltará em força o presidente do Governo Regional da Madeira a anunciar a candidatura. É difícil imaginar qual será a reacção de Manuela Ferreira Leite a mais essa crise no PSD. Uma hipótese é aceitar o repto e ir à luta contra Alberto João Jardim. Mas nos meios da oposição à actual liderança fala-se na possibilidade de Rui Rio ser obrigado a saltar para a ribalta da luta política e assumir as suas responsabilidades de eterno desejado para presidente dos sociais-democratas. Neste caso, a luta seria entre Jardim e Rio e abria-se um novo problema na Câmara do Porto, muito embora seja admissível que, no caso de Jardim vencer, Rio possa recandidatar-se. Uma coisa é certa: João Jardim está farto de Lisboa e vai descer à capital para pôr tudo na ordem e tentar derreter Sócrates nas eleições de 2009.
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António Ribeiro Ferreira
In Correio da Manhã
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JÁ NÃO BASTAVA O DR. LUÍS FILIPE MENEZES ESCREVER E FALAR QUASE DIARIAMENTE.
AGORA A COISA PODE PIAR FINO, MUITO FINO MESMO!
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RUI RIO E O JN

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Rui Rio já escreve no JN
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Conhecidas que são as "guerrinhas" entre o nosso Presidente da Câmara e o Jornal de Notícias (o tal que era do Porto e se publicava também em Lisboa, e agora não se sabe de onde é e também se publica no Porto), guerra que muitas vezes foi muito dura, muito me espanta que tenha "saído" um artigo de opinião assinado por Rui Rio, hoje. (postado neste blogue, mais abaixo)
Quem mudou? Terá sido o Jornal, o edil, ou ambos?
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Para me alegrar ouço MÚSICA

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Hoje, acordei a chover.
Às vezes é assim, e só a música me faz acalmar.
Este bocadinho, que poderá ouvir aqui , faz parte da peça de minha eleição.
Ouço e... acalmo.
O dia fica mais alegre e eu, fico com sol na alma!

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JM

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RUI RIO NO JN

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NO JN
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Não pode valer tudo
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RUI RIO,
presidente da Câmara e da Junta Metropolitana do Porto
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No tempo em que os homens tinham honra, um simples aperto de mão selava um acordo. Hoje, nem a assinatura de um ministro, na presença do primeiro-ministro
Em Maio de 2007, o Governo e a Junta Metropolitana do Porto (JMP) assinaram um acordo em que o ministro Mário Lino exigiu nomear a maioria do Conselho de Administração e, por contrapartida, comprometeu-se a avançar, desde logo, com a expansão do metro do Porto. A JMP teve de aceder a essa exigência do Governo, já que não tem - nem de longe, nem de perto - meios financeiros que possam sustentar o projecto.
Ficou, assim, solenemente assinado, na presença do primeiro-ministro, José Sócrates, que a primeira parte da linha de Gondomar e a extensão a Santo Ovídeo avançavam de imediato. E que, para o resto, se iria fazer um grande concurso, até - o mais tardar - Junho de 2008. Concurso que incluiria a extensão à Trofa, uma linha que servisse Matosinhos Sul e a zona ocidental do Porto, a segunda parte de Gondomar, o prolongamento no concelho de Gaia e, eventualmente, uma outra ligação adicional entre o Porto e Matosinhos. Entretanto, ir-se-ia estudar a terceira fase, planeando, dessa forma, o futuro a tempo e horas.
Acordou-se, também, que o trajecto da linha pela zona ocidental seria determinado por um estudo da Faculdade de Engenharia (FEUP) e que essa, tal como a da Trofa, até poderia avançar em concurso autónomo se o traçado viesse a passar pela Avenida da Boavista e se o tal grande concurso não fosse lançado na data prevista.
Chegados a Setembro de 2008, nada do que está escrito tinha sido ainda cumprido, a não ser a conclusão do estudo da FEUP e a nomeação de mais gente da confiança do Governo para a Administração da empresa.
Perante os protestos da JMP, Mário Lino resolveu, então, vir ao Porto para, pura e simplesmente, dizer que não ia cumprir o que assinou.
Não teve coragem de o dizer frontalmente. Optou pela forma tradicional de enganar o povo: agitou um conjunto de belas fotocópias, anunciou muitos milhões de euros e prometeu imensos quilómetros de metro para tudo quanto é lado.
Pelo caminho, fez passar a ideia de que o único problema era o presidente da Câmara do Porto, que queria, a todo o custo, uma linha na Boavista, coisa que ele não iria fazer, apesar de, por força das conclusões do estudo da FEUP, ela estar assumida no acordo que o Governo assinou em Maio do ano passado.
A Boavista fica melhor sem metro - Desde que cheguei à Câmara do Porto, nunca simpatizei com o metro na Boavista. Procurei evitá-lo ao máximo, porque entendo que a avenida fica muito mais bonita e aprazível se for requalificada com amplos passeios e forte arborização, em vez de ter as carruagens a ocupar uma parte substancial da sua superfície, e ainda a necessária trincheira que permita o seu enterramento para a ligação ao sistema. Acresce que, para o desenvolvimento do próprio Circuito da Boavista, também é preferível não ter os carris a circular pelo meio.
Só que os estudos (sérios!) apontam para a necessidade da Avenida da Boavista ter de ser usada para fazer a ligação a uma linha circular dentro da cidade do Porto, que é a solução estrutural para conseguirmos coser e equilibrar todo o projecto. E foi-me referido que eu não tinha o direito de condicionar todo um sistema metropolitano, apenas porque queria proteger, do ponto de vista urbanístico, uma avenida da minha cidade, por mais importante que ela possa ser, ou por mais afecto que eu possa ter por ela e pela zona onde vivo há mais de 40 anos.
Porque a questão não é a Boavista. Se fosse apenas isso - uma linha a subir e a descer a avenida - ela perdia claramente para um trajecto pela Foz e pelo Campo Alegre. A questão é a necessidade de fazer uma linha circular enterrada, em que a avenida é utilizada para fazer a ligação a Matosinhos, tal como o eléctrico a fez, com êxito, durante largas dezenas de anos. E eu reconheço que, efectivamente, não tenho o direito de inviabilizar essa solução fundamental para a eficácia e o equilíbrio deste importante projecto metropolitano. Principalmente, porque ela também abre caminho à requalificação da Avenida da Boavista, que não pode continuar na vergonha em que, há anos, se encontra. Apesar de, repito, em minha opinião, ela poder ser mais bem requalificada sem o canal do metro.
Aliás, que deve a Câmara fazer, nesta matéria? Requalifica, prevendo o metro para agora, ou para daqui a 20 anos, como diz a Comissão Executiva da empresa? Ou requalifica sem prever o metro e mais tarde destrói o que foi feito para acomodar esse meio de transporte? É óbvio que para aquela gente o respeito pela cidade do Porto não é coisa que muito os preocupe.
Desrespeita-nos, porque há quem não se dê ao respeito - A opção do Governo foi não cumprir a palavra e deitar os estudos técnicos da FEUP ao balde do lixo. A opção foi, uma vez mais, pelo pior que a política tem. E pelo desrespeito pelo dinheiro dos contribuintes, que vêem os seus impostos desbaratados por quem tem fraca dimensão ética e política e os utiliza para guerras mesquinhas.
O que temos na nossa frente é grave. Um Governo que não cumpre o que assinou. Uma Comissão Executiva da Metro que escondeu dos administradores nomeados pela JMP o que andou a "cozinhar" com esse mesmo Governo. Um arrastar do projecto para o infinito. E uma ofensa miserável à dignidade de todos nós, que temos orgulho nas nossas cidades e no projecto do metro do Porto.
No tempo em que os homens tinham honra, um simples aperto de mão era o suficiente para selar um acordo. Hoje, nem a assinatura de um ministro, na presença do primeiro-ministro.
Infelizmente, não tem faltado quem, aqui no Norte, tenha batido palmas a esta falta de respeito e de palavra. Acho, no entanto, que não é difícil de perceber que só nos tratam desta maneira, precisamente, porque também há cá gente que, comportando-se servilmente, não se dá, ela própria, ao respeito.
Defender os interesses das populações que nos elegem não é berrar demagogicamente contra Lisboa a toda a hora e a todo o momento. Defender os interesses do Porto é nunca pactuar com quem ousar tratá-lo de forma desadequada ao respeito que lhe é devido.
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sábado, 11 de outubro de 2008

Fotografia

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Cadeado para amarrar barcos.
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Rio Douro
V.N.Gaia
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QUO VADIS NORTE?


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Quo Vadis Norte?

Há muitos anos que se percebeu que na competitividade intra-Europa o que conta não são os Estados, mas as Regiões. Os Estados são apenas influenciadores relativamente a politicas, regulações e legislações, que influem na competitividade entre regiões.
Sob o pretexto que do Norte de Portugal só se quer dividir e com argumentos anti-pseudosectarismo por parte de auto-convenientes centralistas, a voz do Norte do país não se tem feito ouvir e perdeu a força de outros tempos.
O resultado é este: a região de Lisboa já aparece comparada à de Paris e outras zonas chamadas de "ricas", enquanto o Norte, do Douro Litoral a Trás os Montes passando leoo Minho, está posicionado na cauda - na verdadeira cauda da Europa, a par com regiões menos conhecidas do leste europeu.
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Sempre que alguém falar nisto, outro responderá da capital: Querem é a regionalização, a separação, a divisão de um Portugal pequenino. São uns separatistas, bla bla bla.
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Foi à custa do Norte se calar que chegou aqui. Quo Vadis?
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Pedro Barbosa
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Rio Douro

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Ribeiras de

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Porto e V N Gaia

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No JN de hoje 2

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Metro do Porto:
PSD/Porto acusa Governo de "partidarizar" projecto METRO
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O líder da concelhia do Porto do PSD, Sérgio Vieira, acusou hoje o Governo de ter alterado a composição do Conselho de Administração da Metro do Porto com o "intuito de partidarizar o maior investimento europeu na área dos transportes".
Em comunicado, o PSD/Porto refere que "a prova cabal" de como o Governo tinha esse "único intuito" foi a presença de Ricardo Fonseca, presidente da Metro do Porto, no jantar comemorativo dos três anos do socialista Guilherme Pinto à frente da Câmara de Matosinhos.
"Por ser presidente de uma empresa de capitais públicos deveria manter algum recato na participação de actividades partidárias", afirma Sérgio Vieira.
Para o social-democrata, "é completamente inadmissível" a presença de Ricardo Fonseca naquele jantar "partidário".
"É também um bom exemplo de quais são os critérios utilizados por este Governo socialista para a nomeação de altos quadros dirigentes de empresas públicas", acrescenta.
Sérgio Vieira critica ainda a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que também marcou presença no jantar.
Na sua opinião, ao afirmar, de acordo com o Jornal de Notícias, que "Guilherme Pinto pôs os interesses de Matosinhos em primeiro lugar, e dessa forma conseguiu mais duas linhas de metro para o seu concelho", Ana Paula Vitorino "deixa claro que, não tendo havido qualquer tipo de negociação com a administração do Metro e Junta Metropolitana do Porto, existiram negociações com autarcas do PS, nomeadamente com o presidente da Câmara de Matosinhos".
"Fica assim, uma vez mais, claro que a intenção apresentada pelo Governo do PS para o desenvolvimento do Metro teve como preocupação principal, e praticamente única, interesses partidários dos municípios liderados por socialistas e não os interesses dos cidadãos do Grande Porto", acrescenta o social-democrata.
Sérvio Vieira afirma também que, "a cada dia que passa, cai a máscara ao PS e do seu governo, numa decisão onde demonstrou não honrar compromissos assumidos como o memorando de entendimento assinado com a JMP".
O PSD/Porto acrescenta ainda que, faltando ao compromisso, o Governo demonstra "não colocar os interesses das populações acima de interesses partidários e não colocar o desenvolvimento do metro como uma verdadeira prioridade, mas antes ocupar-se nos grandes investimentos que concentra na Grande Lisboa".
A Comissão Executiva do Metro do Porto (CE/MP) apresentou no início do mês a 2ª fase da expansão da rede do metro do Porto, que tem um prazo de conclusão previsto para 2018 e que atira a segunda linha de Gaia e a ligação Matosinhos/Porto através da Avenida da Boavista para a 3ª fase, a completar até 2022.
A proposta mereceu fortes críticas do presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, e da autarquia de Gaia, com o primeiro a acusar o Governo de "má fé" e de não pretender fazer "nada, ou quase nada" para expansão da rede do Metro.
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JAP.
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No JN de hoje

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Dois pesos e duas medidas
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Em Fevereiro deste ano, a Universidade Católica publicava neste jornal um estudo de opinião que fazia o PS descer para os 39 por cento, pela primeira vez longe da maioria absoluta, e colocava o PSD a 7 pontos de distância (32%).
O JN titulava então essa sondagem de uma forma que achei injusta, mas não contesto: "Falta de credibilidade de Menezes afunda PSD".
Ontem, também no JN, a mesma sondagem periódica da Universidade Católica, mantém a mesma diferença entre PS e PSD, mas com o partido de José Sócrates com 41%, no limiar da maioria absoluta. A popularidade de Menezes, que justificava o título de Fevereiro era de 8,6%, a de ontem, de Manuela Ferreira Leite, era de 8 pontos percentuais! Com uma agravante, em Fevereiro somente 52% do eleitorado considerava que não havia alternativa ao Governo, agora esse valor subiu para 55%!
Ou seja, o anterior líder do PSD, apesar da campanha cerrada contra si vinda de todos os quadrantes, conseguiu melhor prestação que o "dream team" apresentado como salvador da pátria. Com uma diferença: o consulado do anterior líder, para além de permanentemente destroçado por um ruído ensurdecedor de impropérios e insultos, desenrolou-se com um primeiro-ministro imaculado, no auge do "glamour" da Presidência portuguesa da União Europeia, com a bandeira do défice controlado em alta, com as primeiras descidas de impostos a anunciar o fim da crise.
Em contraste, a actual liderança, além de apadrinhada e apoiada por tudo que é colunista politicamente correcto, usufruiu do desmoronar abrupto de toda a mitificação deste projecto maioritário: a contestação dos professores, a queda das previsões para o crescimento económico, o verão do recrudescimento "chicaguiano" da insegurança urbana, o aumento do desemprego e das tensões sociais, a inversão do movimento de equilíbrio das contas públicas, e, agora, a crise financeira e ameaça de recessão global.
Foi um maniqueísmo defensor de interesses obtusos e conservador que conduziu o PSD a este marasmo e o país à ausência de alternativas.
Há seis meses, Santana Lopes, "populista e incredível", não tinha condições para ser líder parlamentar, hoje, já tem todas as condições para ser o candidato com "estofo" para vencer António Costa.
Há seis meses, dois dias sem criticar o Governo eram demonstrativos de uma letargia indesculpável, hoje, um mês de dieta verbal, é a manifestação de uma providencial contenção intelectual.
Há seis meses, as propostas reflectidas e tornadas públicas, eram tidas como casuísticas, desinseridas de um projecto global coerente, que já deveria ter sido apresentado. Hoje, a ausência de propostas é camuflada com o argumento de que a Oposição existe para denunciar os erros do Governo e não para apresentar alternativas.
Há seis meses, abandonámos a liderança após termos condicionado o PS com a nossa negativa à realização do referendo ao Tratado de Lisboa, com o nosso não ao reconhecimento do Kosovo, com a apresentação de um polis social para dar resposta à situação de pré-rotura vivida nos bairros sociais das áreas metropolitanas, com o Projecto de Desenvolvimento Competitivo do Interior, com a proposta de progressiva harmonização fiscal ibérica, com o avanço do inquérito ao "processo" BCP, visando reforçar todos os instrumentos de supervisão bancária(!), com a aposta na proibição da publicidade na RTP, como forma de reforçar a independência e pluralismo dos grupos nacionais de Comunicação Social, com a defesa da separação progressiva, mas drástica, entre sector público e privado da Medicina, com a descentralização de novas competências nos municípios, com a reabertura do debate sobre a regionalização, etc.
Em escassos 100 dias, já ficou provado o embuste em que tantos alinharam. O silêncio disfarçado de táctico, que mais não traduz que a ausência de ideias e soluções. Da privatização da Caixa Geral de Depósitos proposta por António Borges, ao referendo à institucionalização dos casamentos homossexuais defendido por Mota Pinto, das declarações de disponibilidade para a liderança - no meio de umas flexões ginasticadas no seu escritório (!) - de Morais Sarmento, às banalidades grandiloquentes de Aguiar Branco, já assistimos a todo o tipo de bizarrias por parte desta direcção do PSD.
Esta direcção do PSD não tem possibilidades de convencer o país, com a agravante de que, em época de grandes incertezas como a que vivemos, o povo nunca troca o certo pelo duvidoso.
Os militantes do PSD não devem acomodar-se a este estado letárgico. O país reclama a sua acção. As incertezas deste momento histórico devem estimular a sua militância.
Os que assim pensam têm a obrigação de agir. Agora. Antes que seja tarde para o Partido e para Portugal.

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L.F.M.
* Presidente da Câmara de Gaia e ex-líder do PSD


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Fotografia

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Na Ria de Aveiro
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Murtosa...
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Petições on line

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Vá ver do que se trata e...
Assine se assim o entender


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Petição IVA com recibo
http://www.pnetpetições.pt/ivacomrecibo
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Petição Reformas
http://www.pnetpetições.pt/reformas
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Petição Deputados com o Povo
http://www.pnetpetições.pt/deputadoscomopovo
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Gerês

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Gerês.... as cores fantásticas!

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A caminho da Pedra Bela, muito cedo!

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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Caves

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Caves do Vinho do Porto - Vila Nova de Gaia



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depois de um passeio nos Rabelos mecânicos pelo Douro.
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Brandi Carlile

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Letra da "The Story"

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All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...
I was made for you
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I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and
I was made for you
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You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who
I really am
And they don't know what
I've been through like you do
And I was made for you...
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All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...
I was made for you
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