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quarta-feira, 7 de julho de 2010

MAIS VALIA QUE TIVESSEM FICADO LÁ PELO SUL, OU QUE TIVESSEM ESTADO CALADOS


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Terminou ontem o “Encontros do Olhar” do IPF. Fui ver e ouvir.

Fiquei chocado com a indelicadeza do sr (?) Morais e com a notória má educação do sr(?) Morais Sarmento, a ponto de momentaneamente ter intervindo nesse final de debate, aquando do desilegantíssimo comentário do sr(?) Morais Sarmento, sobre as semelhanças que ele encontrou com o nome “Portografia”.

Nas intervenções ouvidas nesta última fase dos Encontros do Olhar do IPF, destaco a palestra de José Marafona, um senhor da Fotografia Nacional, que muito e bem nos falou da sua visão da fotografia.

Estive presente e subscrevo inteiramente o texto que se segue, da autoria de Luís Raposo.

Devo dizer que faço parte do Grupo F4 e sou sócio da Portografia.

Festa da Fotografia…

A Festa da Fotografia que um formador do IPF de Lisboa desejava criar no Porto, tinha casa cheia e terminou em confusão.
António Morais, preparara as coisas de forma a criar discussão e conseguiu-a; não pode dizer-se que tenha sido benéfico para a sua imagem e/ou credibilidade e isso pouco me importa.
António Morais ficou mais só na noite de 6 de Julho, data de encerramento dos “Encontros do Olhar” desta temporada. Com ele levou os saudosistas da nossa praça que espicaçados e manipulados pela apresentação provocatória da sua intervenção; Morais, desejava fazer crer que o nome “Associação Fotográfica do Porto” obedece às regras dos direitos de autor, de copyright ou, de patente…
O senhor professor preparou mal a lição e por isso não percebeu que a antiga, muito antiga AFP se esboroou no tempo, se perdeu no percurso até aos dias de hoje e que, dessa antiga família, só restam memórias…
A AFP já só existe para um jantar de longe a longe, onde os velhos que a seu tempo deveriam ter-se organizado convenientemente para legalizar o grupo, não viessem agora carpir-se porque a PORTOGRAFIA – Associação Fotográfica do Porto utiliza o mesmo nome.
A PORTOGRAFIA é uma associação fotográfica sedeada no Porto. É jovem, tem pouco tempo de vida, mas está registada no RNPC, tem número de contribuinte, tem estatutos, tem sede, tem uma escritura pública e publicação no DR.
A AFP, não tem nada! Ou melhor, tem uma história, um tempo de vida e um nome que não corresponde à realidade. A AFP é um colectivo mas não é uma associação.
A Festa da Fotografia que o António Morais desejava, foi uma treta de uma festa.
A seu tempo, o f4 foi convidado a juntar-se, preparou-lhe propositadamente 3 mostras fotográficas no Café Fénix, das quais uma está a decorrer, mas não se comprometeu a intervir, a apresentar orador, nas conferências agendadas…
Mas num premeditado golpe de malabarismo táctico, o “estoriador” convocou-me à ribalta e lançou-me aos acicatados acólitos, na tentativa de fazer passar a mensagem, errada aliás, que o f4 – efequatro, o Fénix Fotografia e a Portografia são uma e a mesma coisa, pela simples razão que muitos dos elementos destes grupos interagem no universo fotográfico da cidade do Porto…
António Morais queria confusão, criou a confusão e não olhou a meios para o fazer.
Este “Mouro no Norte” (palavras suas), vinha fazer crer aos ouvintes que os três grupos citados são desconhecedores da história da fotografia em Portugal, são ignorantes e irresponsáveis; o conferencista pretendia, com um habilidoso golpe de magia, fazer crer que a Portografia plagiava a AFP ao utilizar legalmente o nome “Associação Fotográfica do Porto” junto ao seu logotipo, e que os grupos f4 e Fénix, que abnegadamente trabalham na promoção da fotografia como forma de arte e na divulgação de autores e fotógrafos emergentes, são os “tipos dali da esquina”, os que fazem umas exposições no “tasco” ao lado, a malta que não sabe nada sobre a matéria…
António Morais foi deselegante e traiçoeiro. O organizador da festa não percebeu e talvez ainda não tenha ficado a perceber, que Portografia é o nome da colectividade e “Associação Fotográfica do Porto” é a figura jurídica da organização.
Mas não foi o único que não entendeu; a sua avidez de protagonismo não o deixou ver a razão e o seu raciocínio infeccioso propagou-se a parte da assembleia ao ponto de, lastimavelmente, inflamar ânimos e transformar o seu Director Morais Sarmento num homem mal educado e ofensivo.
Como anfitriãos, portaram-se muito mal, e com tudo isto conquistaram algumas inimizades do público, ganharam a certeza que o f4 – efequatro não colaborará mais vez nenhuma com os promotores dos “Encontros do Olhar” em qualquer ocasião ou evento.
Como associado da Portografia, repudio publicamente a forma como esta associação fotográfica do Porto foi tratada. Revolto-me perante o descrédito que os organizadores do evento quiseram lançar sobre a colectividade e tudo farei no sentido de esclarecer as suspeições e insinuações perpetradas.
Luis Raposo

segunda-feira, 22 de março de 2010

BOFETADA DE LUVA BRANCA

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TUDO MUITO DIREITINHO
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O gravíssimo problema das assinaturas da candidatura de Aguiar-Branco, está resolvido. Novas assinaturas, desta vez digitalizadas a cores, como se pede e obriga, foram entregues hoje pelo próprio.
Morais Sarmento, entretanto diz que o problema estava no número e em muitas irregularidades.
De qualquer forma, a candidatura será para ir até ao fim, garante Aguiar-Branco.
No PSD, quem tem medo do homem?

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

EVERYBODY LOVES MARCELO

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VAGA DE FUNDO
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Quase sem se dar por isso, e depois do Professor ter ficado triste e não ter aparecido à reunião, hoje um, amanhã outro, lá vão aparecendo apoios para levar o sr dr Rebelo de Sousa a candidatar-se à presidência do PSD. Ele é Rangel, ele é Morais Sarmento, ele é Alexandre Relvas, ele é José Luís Arnault, todas a empurrar o sr Professor para onde ele já disse que não quereria ir.
Toda a gente sabe que o que o sr Professor Marcelo quer, é uma real vaga de fundo a seu favor, e que lhe peçam com muito jeitinho.
Até agora, o que começa a preocupar realmente alguns dos dirigentes é ver Pedro Passos Coelho a correr sozinho para a liderança. O homem é demasiadamente adepto de um bloco central, e quer ser presidente só por querer ser presidente (palavras de Rangel), para poder colher um alargado consenso à volta dele.
Quem não concorda com o apoio a Marcelo Sousa, é Miguel Relvas, es-secretário geral, que entende que os que apoiam a hipótese da candidatura do sr Professor, são os responsáveis pelo desastre eleitoral das últimas eleições. Miguel Relvas é apoiante de Pedro Passos Coelho.
O Professor, que já deixou de pensar no assunto, vai ter de começar de novo a ponderar a sua candidatura. Os movimentos são já mais que muitos. Vamos esperar para o ouvir no próximo domingo à noitinha, altura em que, como lhe é habitual, vai deixar tudo na mesma, sem se comprometer com o sim ou com o não. Em tudo ficará o nim do Professor.
E então a renovação e a abertura ao futuro, começa quando?

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JFM
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