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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

DISCIPLINA IGUAL A PREPOTÊNCIA

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VOTO DISCIPLINADO
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Os representantes do povo na Assembleia da República, são uns paus mandados.
Podem pensar o que quiserem, podem comprometer-se com o que desejarem, que no final, quando a vontade deles tiver algum peso, têm de obedecer a quem manda e votar, não em consciência, mas segundo as conveniências do partido a que pertencem. De vez em quando, lá vai havendo alguns que, porque são diferentes, crê-se, não estão sujeitos a essa disciplina.
É o que se passa nesta altura com os deputados do partido do governo, que, com a excepção de sete, têm de obedecer aos interesses políticos do partido. Felizmente que ainda há, noutras bancadas, total liberdade, mas é só desta vez, já que noutras alturas fazem exactamente o mesmo que estes, obrigando os seus deputados a votar como lhes dá na real gana (aos partidos).
O que está em causa agora, é o voto sobre o casamento dos homossexuais. Sobre os diplomas apresentados, os deputados têm que votar, e acabam por só votar favoravelmente os proponentes, votando contra ou abstendo-se todos os outros.
Para mim, não está em causa se apoio ou não apoio os diplomas apresentados. Pessoalmente até nem os apoio. O que está em causa é esta ideia de que as pessoas que estão no Parlamento não têm cabeça para pensar por si mesmas e têm de ser mandadas votar de determinada forma. A isso, chama.se prepotência de quem pode para com quem tem de obedecer. Ora, isso fere os meus ideais de democracia.
Esta forma de proceder faz diminuir, a meu ver, a confiança que deveríamos ter, nas pessoas que elegemos para nos representar.
Para quando alguma mudança? Para quando círculos uninominais, onde cada deputado responda a quem o elegeu?


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JFM
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domingo, 11 de outubro de 2009

A MINHA SONDAGEM PARA O PORTO

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NAS AUTÁRQUICAS VOU VOTAR EM QUEM ? (PORTO)
Selection
Votes
PSD-CDS 46%61
PS 26%35
BE 4%5
CDU 13%18
OUTROS 4%5
BRANCOS 3%4
NAO VOU VOTAR 4%6
134 votes total


A SONDAGEM DO ATRIBUTOS SOBRE O PORTO FOI ESTA.
LOGO VEREMOS QUAIS AS GRANDES DIFERENÇAS PARA A VOTAÇÃO REAL.
ENQUANTO ISSO, NO PAÍS, É ASSIM (está tudo doido, um energúmeno, candidato a estas eleições, mata, por razões políticas, o marido de uma candidata), E ASSIM...

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JM
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CANSAÇO.

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MUITO CANSAÇO
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Atingi o meu limite.
Estou cansado.
Melhor, estou farto.
Estar a ver o meu País em campanhas eleitorais sucessivas, ao longo de meses, cansa.
Foram as Europeias
Foram as Legislativas.
São as Autárquicas.
Já não me apetece escrever mais sobre o assunto.
Já sei que no Porto o PSD/CDS vai ganhar.
Já sei que o mesmo se passa em Vila Nova de Gaia.
Já sei que em Matosinhos ganha o PS e que o senhor do coraçãozinho não vai lá das pernas.
Já sei que a sra de Felgueiras ganha, assim como o sr de Oeiras e o sr de Gondomar.
Que há mais para saber?
Lisboa?, fica lá longe e tem o governo mesmo à beirinha. Não me aquenta nem me arrefenta, se bem que daqui torça pelo sr dr Santana Lopes.
Já estou farto de truques e truquesinhos que os candidatos fazem, todos os dias, para ganhar mais um votozinho aqui ou ali.
Vou deixar de me preocupar. Eu voto no Porto e aqui está tudo decidido.
Quanto À política autárquica e mais o resto, só mesmo se me apetecer muito e´q ue irei escrever de novo, até Domingo. Mas agora não me apetece mesmo nada. Estou cansado, estou farto disto.
Domingo lá estarei a votar na continuidade, aqui no Porto, como aliás parece que o resto de povo Português irá fazer, em todo o País.

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JM
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sábado, 3 de outubro de 2009

A IRLANDA TANTO TENTA, QUE PASSA

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DESTA VEZ O SIM GANHOU
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Desta vez foi com mais de sessenta por cento que o SIM ganhou. Uma mudança enorme no sentido de voto Irlandês. Também se não fosse agora, tentava-se até que a passasse a ser. Felizmente foi à segunda. Não poderia ser de outra forma. Foi muita coisa investida para que agora viesse um ou outro estragar tudo. De qualquer forma o SIM venceu, e o resultado está aceite. Está tudo bem, quando acaba em bem. Mas será que o projecto Europeu ganha realmente com esta vitória?

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JM
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O MEU PAÍS PARECE ESTAR DOENTE

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NÃO PARECE OUVIR, NÃO PARECE VER, ESTÁ ALHEADO DA VIDA
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A doença alastra no meu País.
Ontem, embora enfermos, todos fomos chamados a votar.
Uns foram e outros não.
Não somos muitos, mas em cada cem de nós, só sessenta o foram fazer.
Cada um votou no partido que mais lhe conveio. Uns por convicção, outros por castigo, e outros ainda porque sempre o fizeram assim.
No fim, chegamos à conclusão de que a maior parte dos que foram votar, querem mais do mesmo.
Não lhes interessou o que sofreram durante os últimos quatro anos e meio. Ou se calhar nem notaram.
Não lhes interessou o que outros sofreram, ou nem deram por isso.
Não lhes interessou o que dizem que de mal foi feito, ou o que dizem que de mal vão fazer. Ou porventura entendem que não é verdade.
A única coisa com que se importaram, foi o retirar aos mandantes a possibilidade de fazerem tudo sem lhes perguntarem mais nada, e assim deram uma forçazita a alguns outros.
Mas também quiseram dizer mais uma coisa. Que não acreditam muito em senhoras muito bem educadas e finas, mas que não demonstram capacidade para liderar um País, nem em senhores, professores e tudo, que só querem destruir para mais tarde se elevarem do caos, ou nos outros que por aqui andam há tempo de mais a dizer mais do mesmo, contra tudo e contra todos. Antes, mal por mal, o mesmo dos últimos anos, com a possibilidade de um outro temperar o esquerdismo que lhes é inato.
Mas a ser assim, estamos todos doentes. Escolher o mal, embora conhecido, em vez de um mal desconhecido, é sensato, mas demonstra a incapacidade que temos de, de entre todos nós, encontrarmos alguém com real capacidade de nos levar para bom caminho. Que este que trilhamos nos últimos anos, não é bom, antes pelo contrário.
O País está doente, e não se projectam melhorias nos anos mais próximos. Alguns de nós temos azia, outros febres altas, e outros ainda doenças terminais. Nada que, no entretanto, umas pastilhinhas, únicos remédios a dar aos Portugueses no momento, não possam fazer efeito. Ah, e também umas grandes doses de paciência e esperança.
A nossa obrigação é dar, pelo menos durante um tempo razoável, o benefício da dúvida a este governo que agora aí vem, para verificarmos se, com uma maioria pequena, e tendo de arranjar muletas, recupera o caminho certo para Portugal. E depois, se o não fizer, não esperar pelo fim da legislatura para o despedir.

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(In O Primeiro de Janeiro, 29-09-2009)
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(Transcrito parcialmente com o título "Mais do mesmo" no JN de 30-09-2009)

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JM
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