terça-feira, 24 de abril de 2012
INACEITÁVEL
terça-feira, 19 de julho de 2011
OS CAMARADAS DE ESQUERDA NÃO ARRANJAM UNS TROQUITOS NO FUNDO DOS BOLSOS?
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
SUBVENÇÕES DO ESTADO PARA OS CANDIDATOS CHEGA AOS 4 MILHÕES
No total, o Estado, nós, vamos pagar aos candidatos, ganhador e perdedores acima dos 5%, quatro milhões de euros, para os ajudar, coitadinhos, a pagar as despesas que tiveram com a campanha eleitoral.
A somar a estes números, temos que acrescentar o que se gastou em boletins de voto, em propaganda, em horas pagas aos senhores e senhoras que estiveram longas horas nas secções de voto e aos que depois os contaram, em tempo de antena, em horas de trabalho perdidas nos empregos, etc., etc., etc..
E como no fim das contas somos todos nós que vamos pagar tudo isto, não fará qualquer falta ao governo da República tais gastos. É so aumentar mais uns pozinhos aos impostos e já fica tudo bem.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O SONHO DOS CANDIDATOS - A SEGUNDA VOLTA
Face às sondagens agora apresentadas, há que não se importe com elas apelando ao voto (Cavaco Silva, 61%), há quem, em aflição e desespero, lhes chame nomes esquisitos (Manuel Alegre, 15%), há quem veja nelas um sinal de que pode, mesmo sem máquina partidária chegar ao segundo lugar e por isso pede ao sr Alegre que o apoie e desista em seu favor (Fernando Nobre, 12%), há ainda quem se ria dela(José Manuel Coelho, 2%) e quem a aceite como uma inevitabilidade (Defensor Moura, 1%). Falta ainda um (3%) que não pode dizer o que pensa sem que venha ordem do partido, e ainda não veio, uma vez que quem entrega a folha a ser decorada ainda não teve tempo de a escrever.
No fundo tudo isto é uma inutilidade e um gasto desnecessário de dinheiro que muita falta nos faz.
Até parece que fazem falta ao País, qualquer que seja o candidato vencedor e próximo Presidente.
AVENTAR
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
CADA POVO TEM O PRESIDENTE QUE MERECE
domingo, 31 de janeiro de 2010
O SR ALEGRE BOTOU FALADURA
MAS DO QUE DISSE POUCO INTERESSA
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Diz não querer ser candidato em nome de nenhum partido, mas sem ele, PS, não irá longe. O BE, que o condiciona à esquerda, não chega para o levar para uma campanha ganhadora. O sr Alegre nunca poderá vir a ser um candidato para os Portugueses, embora o possa ser para alguns poucos.
O MIC, não chega para suprir a falta de uma candidatura apoiada pelo centro, que é essencial a um candidato, para vencer.
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JFM
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Ligações:
A, B
sábado, 30 de janeiro de 2010
AOS BOCADOS
POR ESTES DIAS
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Propositadamente afastei-me por alguns dias dos problemas nacionais, e deixei de escrever sobre o assunto.
A política, fosse a que nível fosse, cansava-me já. Tudo era a mesma coisa. Cada um a tentar prejudicar o outro, os primeiros a arranjar maneira de se beneficiarem ou aos seus amigos, os segundos a fazer exactamente a mesma coisa. Todos a calarem o que os pode vir a prejudicar, sem se importarem
Mas tive de voltar, não é o meu afastamento que melhora seja o que for. De facto, nada mudou, nem para melhor, nem para pior. E assim, volto a escrever, na esperança de poder mudar qualquer coisinha.
O Orçamento de Estado para 2010, é o que se sabe.
Um conjunto de inverdades, ajustadas com os parceiros políticos e com os adversários. Contas mal feitas ou demasiadamente bem feitas, de modo a que se não notem os buracos, promessas baseadas em números inviáveis, medidas populistas para calar a oposição e apaparicar o povo que, estupidamente, não quer ver as dificuldades que vão sentir logo depois, ou que simplesmente as não sabe ver. A ignorância do povo, ou a sua incapacidade para decifrar as coisas, é muito boa para quem nos governa.
As despesas públicas não vão para de aumentar e os proventos não irão deixar de diminuir, pelo que as dificuldades vão crescer e o aumento de impostos, a curto prazo, tem de ser inevitável.
As contas públicas apresentadas sobre o ano de 2009, até ao Governador do Banco de Portugal, surpreendem. Um deficit de 9,3% do PIB, não augura nada de bom para os anos que aí vêm.
A agitação social, é também o que se sabe.
Os senhores enfermeiros, do alto da sua condição de licenciados, entenderam que poderiam e deveriam fazer greve para fazerem valer os seus direitos e expectativas de futuro. Não o deveriam, no entanto, fazer de maneira a prejudicar os restantes cidadãos, mas chegaram até ao cúmulo de fecharem estradas, e de circularem nelas em marcha muito lenta. E, claro, se o ridículo matasse, um deles não teria tido tempo de queimar a bata. Coitados, alguns estão no desemprego, e os que começam a carreira têm como vencimento base mil e vinte euros. Depois, como muitos que por aí andam, profissionais qualificados, os que trabalham, e são muitos, têm vários empregos, em diversas instituições de saúde, e o seu rendimento sobe, mas isso eles não dizem. Talvez que não convenha. Querem, no fundo, equiparar-se aos médicos, única profissão que tem emprego assegurado mal acaba a licenciatura, e cujos vencimentos são por certo bem mais altos, quando começam a trabalhar, e mesmo depois.
O desemprego continua a ganhar assossiados. Todos os dias se inscrevem como sócios muitos Portugueses, que não podem fazer greves, não cortam estradas ou circulam nelas em marcha lenta, nem conseguem reinvindicar seja o que for. E os números vão continuar a crescer. A fome, em muitos lares, já bate à porta, e em alguns casos, entra mesmo sem bater.
O consumo interno, apesar dos números de Dezembro, não subirá, e as exportações diminuirão. Anos difíceis nos esperam. As dificuldades que vivemos até hoje, não se vão poder comparar com as que aí vêm.
O crime violento cresce a olhos vistos. Todos os dias há situações macabras que se descobrem, assassinatos que se cometem, assaltos à mão armada que se verificam.
Portugal já recebeu mais de um milhão e meio de vacinas contra a gripe A, numa altura em que a nível mundial, muitas vozes se levantam para denunciar este embuste.
O IVA dos automóveis desaparece, mas o ISV aumenta, de modo a que o preço dos carros não só não desça, como até possa subir. O Estado é que não pode ficar sem a receita a que está habituado.
As politiquices são ainda e sempre o que se sabe.
O PSD não muda, não se entende e não tem até ver, ninguém que tenha pulso para o governar.
O poeta quer ser candidato à Presidência da República, e nem que seja pela idade, deveria parar para pensar e afastar-se. Para além disso, vai dividir o partido. É uma proposta perdedora.
E a vida Nacional vai assim, desta forma, igual à que tem sido de há muitos anos a esta parte. Um jogo de interesses, uns interesses que se sobrepôem aos da maioria, uma maioria que vive silenciosa, um silêncio que esconde muita da nossa realidade, uma realidade que vai acabar por nos destruir a todos.
Ligações:
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O DITADOR E O SEM JUÍZO
BELMIRO SEM PAPAS NA LÍNGUA
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Numa entrevista à revista Visão, a sair amanhã, Belmiro de Azevedo ataca tudo e todos. Para ele, o poeta Alegre deveria ter juízo, coisa que se sabe que não tem, e o Presidente Cavaco é um ditador, coisa que alguns saberão melhor que outros.
Depois, é a descascar por aí fora. A ler.
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JFM
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
ALEGRE CANDIDATO
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UM ALEGRE CANDIDATO
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Estou disponí
vel, disse.Excelente candidato da esquerda mais radical, Manuel Alegre não terá o meu voto. Já o não teve da outra vez, e agora (2011) não será diferente.
O poeta é, politicamente, demasiadamente à esquerda para meu gosto. Basta essa premissa para que eu saiba que nunca poderá ser o Presidente de todos os Portugueses. Um Presidente tem de ter o apoio das classes politicamente moderadas e posicionadas ao centro. Alegre dificilmente obterá apoios do centro direita, estando ainda para ver se os obterá do centro esquerda. É um candidato perdedor, mas que é necessário que exista para abrilhantar, e dar um pouco de sal, à campanha eleitoral.
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JFM
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Ligações:
A, B, C, D, E, F
G, H, I, J, K, L
M, N, O, P, Q, R, S
T, U, V, X, Y, Z
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
CANDIDATO ALEGRE
UM ALEGRE CANDIDATO
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vel, disse.Excelente candidato da esquerda mais radical, Manuel Alegre não terá o meu voto. Já o não teve da outra vez, e agora (2011) não será diferente.
O poeta é, politicamente, demasiadamente à esquerda para meu gosto. Basta essa premissa para que eu saiba que nunca poderá ser o Presidente de todos os Portugueses. Um Presidente tem de ter o apoio das classes politicamente moderadas e posicionadas ao centro. Alegre dificilmente obterá apoios do centro direita, estando ainda para ver se os obterá do centro esquerda. É um candidato perdedor, mas que é necessário que exista para abrilhantar, e dar um pouco de sal, à campanha eleitoral.
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JFM
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
OS TELHADOS DE VIDRO
HÁ QUEM OS TENHA, MAS SE ESQUEÇA
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presidente da República que hoje faz anos, oitenta e cinco. Embora muito bem para a idade, anda muito esquecido. Não se lembra já do tempo em que esteve com «ambos os dois pezinhos» fora do PS. E vai daí, vai de acusar Manuel Alegre de estar com um a apanhar frio. Claro que essa atitude motivou uma resposta do poeta, que delicadamente, como se faz aos velhinhos por quem temos algum carinho, começou por lhe endereçar os parabéns, antes de dar falar do assunto que lhe dizia respeito.Ora, em dia de aniversário, o simpático senhor deveria, antes, dedicar-se a comer um bolito, receber a família e alguns amigos mais chegados, e deixar-se de se armar em pensador e educador da classe política do seu partido. Só lhe teria ficado bem e evitaria que fosse quem fosse lhe lembrasse pecados passados.
Quem tem telhados de vidro, deve abster-se de atirar pedras aos vizinhos.
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JFM
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