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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

SUBVENÇÕES DO ESTADO PARA OS CANDIDATOS CHEGA AOS 4 MILHÕES

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E O PAGODE PAGA E NÃO BUFA
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Agora que as eleições findaram, vamos a contas. Enquanto uns esfregam as mãos de contentes pois vão receber mais do que esperavam, Cavaco e Nobre, outros, Alegre e Lopes, irão receber pouco para o que estavam à espera, e ainda outros, Coelho e Moura, não receberão a ponta de um chavo.
No total, o Estado, nós, vamos pagar aos candidatos, ganhador e perdedores acima dos 5%, quatro milhões de euros, para os ajudar, coitadinhos, a pagar as despesas que tiveram com a campanha eleitoral.
A somar a estes números, temos que acrescentar o que se gastou em boletins de voto, em propaganda, em horas pagas aos senhores e senhoras que estiveram longas horas nas secções de voto e aos que depois os contaram, em tempo de antena, em horas de trabalho perdidas nos empregos, etc., etc., etc..
E como no fim das contas somos todos nós que vamos pagar tudo isto, não fará qualquer falta ao governo da República tais gastos. É so aumentar mais uns pozinhos aos impostos e já fica tudo bem.

domingo, 23 de janeiro de 2011

E FOI, CAVACO GANHOU!

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EM TODA A LINHA
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CAVACO SILVA..................... 52.9%
MANUEL ALEGRE................. 19.8%
FERNANDO NOBRE.............. 14.1%
FRANCISCO LOPES..............  7.1%
JOSÉ MANUEL COELHO......  4.5%
DEFENSOR MOURA..............  1.6%

ABSTENÇÃO .......................... 53.4%

O povo respondeu como entendeu aos candidatos, com uma resposta adequada, beneficiando uns e penalizando os restantes.


Surpresa, surpresa,
foi a votação conseguida por
José Manuel Coelho
com 4.5% a nível Nacional e
39.0% na Madeira
derrotando
Cavaco Silva no Funchal

(Alberto João Jardim que se cuide!)

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O SONHO DOS CANDIDATOS - A SEGUNDA VOLTA

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AS SONDAGENS, MESMO AS ESTAPAFÚRDIAS, DIZEM QUE NOS FICAMOS PELA PRIMEIRA VOLTA
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O sonho de qualquer dos cinco candidatos à Presidência da República Portuguesa, é forçar Cavaco Silva, o sexto candidato, a uma segunda volta nestas eleições presidenciais. Deixá-los sonhar, coitados, já que as sondagens e estudos de opinião, mesmo que nos digam que são estapafúrdias, nos vão dizendo que a vantagem do candidato Cavaco é tão grande que está quase garantida a vitória na primeira.
Para que nos serviria então uma segunda volta? Só mesmo para gastar mais dinheiro e energias e, caso fosse outra a escolha dos Portugueses, nessa segunda volta, serviria também para que muitos sapos fossem engolidos e o Presidente que nos coubesse em sorte (?), mais não fosse que o Presidente de uns quantos poucos Portugueses e a décima sétima escolha de muitos outros.
Face às sondagens agora apresentadas, há que não se importe com elas apelando ao voto (Cavaco Silva, 61%), há quem, em aflição e desespero, lhes chame nomes esquisitos (Manuel Alegre, 15%), há quem veja nelas um sinal de que pode, mesmo sem máquina partidária chegar ao segundo lugar e por isso pede ao sr Alegre que o apoie e desista em seu favor (Fernando Nobre, 12%), há ainda quem se ria  dela(José Manuel Coelho, 2%) e quem a aceite como uma inevitabilidade (Defensor Moura, 1%).  Falta ainda um (3%) que não pode dizer o que pensa sem que venha ordem do partido, e ainda não veio, uma vez que quem entrega a folha a ser decorada ainda não teve tempo de a escrever.
No fundo tudo isto é uma inutilidade e um gasto desnecessário de dinheiro que muita falta nos faz.
Até parece que fazem falta ao País, qualquer que seja o candidato vencedor e próximo Presidente. 

AVENTAR

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CADA POVO TEM O PRESIDENTE QUE MERECE

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UM REFLEXO DO PAÍS QUE SOMOS
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Não merecemos mais que isto. Seis candidatos que nos mostram o nível do nosso País. 
Nos seis, encontramos de tudo, desde o que se poliu subindo na vida e de quem toda a gente fala e toda a gente ouve, o que deveria ter nascido já polido mas que infelizmente ficou baço e cada vez mais fala para ninguém, os que pela formação deveriam ser-se polido mas descambam de vez em quando e pouca gente lhes liga, o que polido ou não está numa situação em que tem de debitar a cassete e só os teimosos o ouvem, e o que não será nem quererá ser ou mostrar-se polido.
Destes seis, cinco têm uma coisa em comum, o desejo de derrotar o sexto. E para isso, tudo fazem, descendo ao nível mais baixo das relações entre as pessoas, mostrando não o que valem, mas tentando demonstrar o que vale ou não vale o outro. 
O reflexo e a imagem do que nós somos.
Estes cinco candidatos, dizem-se na sua maioria, de esquerda. Só um o não faz porque não o é, mas afina pelo mesmo diapasão comportamental dos outros. O sexto candidato, não se diz de lado nenhum, mas toda a gente sabe que o homem é de centro-direita.
Ora isto mostra muito bem o que estes senhores, os cinco e um pouco também o sexto, e quem os apoia, querem para Portugal. Um País de gentinha mesquinha, que quer viver bem ou nem por isso, mas sempre à custa dos que os que assim vivem passem a viver mal.