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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

PORQUE É QUE CÁ NINGUÉM FALA ASSIM?

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ISTO SÓ PODE ACABAR MAL ... MUITO MAL!
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Nigel Farage, deputado Europeu Britânico, fala da inevitabilidade da falência e saída do euro da Grécia, Portugal e Irlanda; do resgate dos bancos; do plano de criação dos Estados Unidos da Europa e da entrada da Sérvia na Zona Euro.

Também no AVENTAR

quarta-feira, 9 de março de 2011

ES UM TIPO DE DIREITA, OU UM GAJO DE ESQUERDA?


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TEXTO ORIGINAL EM FRANCÊS COM TRADUÇÃO LIVRE
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*De esquerda ou de direita*?


Quando um tipo de direita não gosta de armas, não as compra.
Quando um tipo de esquerda não gosta de armas, quer proibi-las.
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Quando um tipo de direita é vegetariano, não come carne.
Quando um tipo de esquerda é vegetariano, quer fazer campanha contra os produtos à base de proteínas animais.
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Quando um tipo de direita é homossexual, vive tranquilamente a sua vida como tal.
Quando um tipo de esquerda é homossexual, faz um chinfrim para que todos  os respeitem.
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Quando um tipo de direita é prejudicado no trabalho, reflecte sobre a forma de sair desta situação e age em conformidade.
Quando um tipo de esquerda é prejudicado no trabalho, levanta uma queixa contra a discriminação de que foi alvo.
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Quando um tipo de direita não gosta de um debate emitido por televisão, apaga a televisão ou muda de canal.
Quando um tipo de esquerda não gosta de um debate emitido por televisão, quer prosseguir judicialmente contra os sacanas que dizem essas sacanices. Se for caso disso, uma pequena queixa por difamação será bem-vinda.
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Quando um tipo de direita é ateu, não vai à igreja, nem à sinagoga, nem a mesquita.
Quando um tipo de esquerda é ateu, quer que nenhuma alusão a Deus ou a uma religião seja feita na esfera pública, excepto para o Islão *(com medo de retaliações, provavelmente).*
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Quando um tipo de direita tem necessidade de cuidados médicos, vai ver o seu médico e de seguida compra os medicamentos receitados.
Quando um tipo de esquerda tem necessidade de cuidados médicos, recorre à solidariedade nacional.
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Quando a economia vai mal, o tipo de direita diz que é necessário arregaçar as mangas e trabalhar mais.
Quando a economia vai mal, o tipo de esquerda diz que os sacanas dos proprietários são os responsáveis e punem o país.




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terça-feira, 1 de março de 2011

TEM MUITAS TETAS A GRANDE MAMA

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MAIS UM POUCO E JÁ NÃO HÁ LEITE PARA SACIAR TANTA SEDE
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O Estado Português chegou a um estado tal que já nada lhe pode valer a não ser mudar de instalações depois de declarar insolvência.
Isto todos nós vemos no dia-a-dia das nossas vidas.
No entanto, nos últimos anos, e para que o (des)governo socialista não por mãos alheias a fama de que se reveste, deu aos seus boys e girls as últimas migalhas que a Nação tinha.
Temos vindo a ser confrontados todos os dias com as mais diversas notícias que nos vão dando conta do que se vai fazendo aos dinheiros públicos (de todos nós).
Já se sabe onde o actual executivo tem ido buscar todo o pilim que vai necessitando para pagar as contas, melhor dizendo, algumas das contas que os credores lhe vão apresentando. Ao nosso bolso, que sem fundo corre o risco de também não ter mais moedas a curto prazo.
Já se sabe das obras megalómanas que o governo da Nação insiste em querer fazer.
Já se sabe das notícias de novos aumentos de impostos e derivados.
Já se sabe da pouca credibilidade destes senhores em todo o mundo.
Já se sabe que a senhora Ângela chamou o menino José, que lá irá com o rabinho entre as pernas, e lhe vai aquecer as orelhas amanhã.
Já se sabem as coisas todas, mas como os Portugueses estão indefinidamente à espera da vez deles para também mamarem um pouco na teta da porca, vão continuando a dar o beneficio da dúvidas a quem nos (des)governa.
Soube-se agora quantos grupos de trabalho, comissões, comissões de trabalho e grupos de comissões o Estado criou, envolvendo quase 600 pessoas, desde que este governo tomou posse em finais de 2009. Setenta, mas não se sabe quanto nos tem custado. E esta gente não veio substituir a que já lá estava noutras comissões e noutros grupos, não, veio juntar-se a ela, pelo que não se entende muito bem como é que no fim disto o nosso desemprego ainda continua a aumentar, muito embora o senhor Valter Lemos esteja muito satisfeito com a situação.
Ainda não nos chega esta pimpineira?
Estou cansado desta trampa. Vocês não estão?


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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

É QUE NEM TE DOU CONFIANÇA

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DISSE PPC A FL SOBRE A  MOÇÃO
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Depois de muito pensar e de se ter reunido com os seus conselheiros, PPC terá telefonado a JS para lhe dizer que se iria abster aquando da votação da moção de brincadeira de FL e do BE, que o iria (a JS e  também ao PS) segurar mais um bocadito para que o senhor JS pudesse fazer o que foi mandatado para fazer, que isso não significava qualquer  tipo de confiança no que ele estava a fazer,  e que por essa mesma razão se reservava o direito de propor ele mesmo uma moção em tempo oportuno (ou seja, logo que a PPC for conveniente). 

Mais tarde, terá recebido uma chamada de FL e sobre o mesmo assunto só terá dito "É que nem te dou confiança", deixando-o a falar sozinho. 

Lamentavelmente, seja quem for para quem se olhe ou se ouça, só se interessa com o interesse pessoal que o assunto lhe desperte. Será que não há por aí um político, unzinho, que se interesse pelo País? 

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sábado, 6 de março de 2010

COMO SE FORA UM CONTO - POBRES E CULTOS


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POBRES E NO ENTANTO CULTOS

Estavam os três sentados numa das mesas, a mais afastada da entrada, e o único que tinha barba, pêra e bigode, razoavelmente cuidada, falava mais que os outros, como que dando uma aula. A espaços era interrompido com perguntas ou comentários. Falavam da dificuldade em arranjar emprego remunerado, que trabalho todos iam tendo de uma maneira ou de outra.

Distraí-me, a conversa dos outros não me diz respeito, e quando por acaso voltei a prestar atenção, já a conversa versava sobre política internacional. E o que ouvia era bem dito e com conhecimento de causa. Achei estranho já que os três indivíduos me tinham parecido, à primeira vista, “uns pobres coitados”, e comecei a prestar um pouco de atenção. Mais tarde ainda falaram de fotografia, melhor dito, um falou, e bem, e os outros ouviram, como seria de se esperar já que estavam num local que promovia exposições e mostras de fotografia, e acabaram a falar de música clássica e da sua mistura com a música ligeira.

Todos mostravam uma cultura acima da média e uma forma de falar cuidada, com o homem da barba a comandar e reger a conversa.

Tudo aquilo era um pouco estranho para mim. A letra não condizia com a careta.
Aos poucos, com o evoluir do que fui ouvindo, fiquei a saber que eram três “sem abrigo”, todos na casa dos cinquenta anos, sendo um de Coimbra, e dois da área do Porto.
Quando reparei que tinha esmorecido a conversa, fui falar com eles.

Com alguma dificuldade lá me confidenciaram que um tinha uma licenciatura em gestão, outro tinha ficado pelo terceiro ano de medicina e o terceiro tinha o antigo sétimo ano do liceu e tinha estudado alguns anos de piano no conservatório. Todos a viver na rua, sem emprego, sem família, sem amigos. E no entanto, cultos e interessados pelas coisas da vida e do mundo.

E eu que julgava que “esta gente” mais não era que um bando de desgraçados, bebedolas, que se tinham entregado às dificuldades da vida, desistindo de viver.

Como a gente se engana!


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sábado, 30 de janeiro de 2010

AOS BOCADOS

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POR ESTES DIAS
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Propositadamente afastei-me por alguns dias dos problemas nacionais, e deixei de escrever sobre o assunto.

A política, fosse a que nível fosse, cansava-me já. Tudo era a mesma coisa. Cada um a tentar prejudicar o outro, os primeiros a arranjar maneira de se beneficiarem ou aos seus amigos, os segundos a fazer exactamente a mesma coisa. Todos a calarem o que os pode vir a prejudicar, sem se importarem

Mas tive de voltar, não é o meu afastamento que melhora seja o que for. De facto, nada mudou, nem para melhor, nem para pior. E assim, volto a escrever, na esperança de poder mudar qualquer coisinha.

O Orçamento de Estado para 2010, é o que se sabe.

Um conjunto de inverdades, ajustadas com os parceiros políticos e com os adversários. Contas mal feitas ou demasiadamente bem feitas, de modo a que se não notem os buracos, promessas baseadas em números inviáveis, medidas populistas para calar a oposição e apaparicar o povo que, estupidamente, não quer ver as dificuldades que vão sentir logo depois, ou que simplesmente as não sabe ver. A ignorância do povo, ou a sua incapacidade para decifrar as coisas, é muito boa para quem nos governa.

As despesas públicas não vão para de aumentar e os proventos não irão deixar de diminuir, pelo que as dificuldades vão crescer e o aumento de impostos, a curto prazo, tem de ser inevitável.

As contas públicas apresentadas sobre o ano de 2009, até ao Governador do Banco de Portugal, surpreendem. Um deficit de 9,3% do PIB, não augura nada de bom para os anos que aí vêm.

A agitação social, é também o que se sabe.

Os senhores enfermeiros, do alto da sua condição de licenciados, entenderam que poderiam e deveriam fazer greve para fazerem valer os seus direitos e expectativas de futuro. Não o deveriam, no entanto, fazer de maneira a prejudicar os restantes cidadãos, mas chegaram até ao cúmulo de fecharem estradas, e de circularem nelas em marcha muito lenta. E, claro, se o ridículo matasse, um deles não teria tido tempo de queimar a bata. Coitados, alguns estão no desemprego, e os que começam a carreira têm como vencimento base mil e vinte euros. Depois, como muitos que por aí andam, profissionais qualificados, os que trabalham, e são muitos, têm vários empregos, em diversas instituições de saúde, e o seu rendimento sobe, mas isso eles não dizem. Talvez que não convenha. Querem, no fundo, equiparar-se aos médicos, única profissão que tem emprego assegurado mal acaba a licenciatura, e cujos vencimentos são por certo bem mais altos, quando começam a trabalhar, e mesmo depois.

O desemprego continua a ganhar assossiados. Todos os dias se inscrevem como sócios muitos Portugueses, que não podem fazer greves, não cortam estradas ou circulam nelas em marcha lenta, nem conseguem reinvindicar seja o que for. E os números vão continuar a crescer. A fome, em muitos lares, já bate à porta, e em alguns casos, entra mesmo sem bater.

O consumo interno, apesar dos números de Dezembro, não subirá, e as exportações diminuirão. Anos difíceis nos esperam. As dificuldades que vivemos até hoje, não se vão poder comparar com as que aí vêm.

O crime violento cresce a olhos vistos. Todos os dias há situações macabras que se descobrem, assassinatos que se cometem, assaltos à mão armada que se verificam.

Portugal já recebeu mais de um milhão e meio de vacinas contra a gripe A, numa altura em que a nível mundial, muitas vozes se levantam para denunciar este embuste.

O IVA dos automóveis desaparece, mas o ISV aumenta, de modo a que o preço dos carros não só não desça, como até possa subir. O Estado é que não pode ficar sem a receita a que está habituado.

As politiquices são ainda e sempre o que se sabe.

O PSD não muda, não se entende e não tem até ver, ninguém que tenha pulso para o governar.

O poeta quer ser candidato à Presidência da República, e nem que seja pela idade, deveria parar para pensar e afastar-se. Para além disso, vai dividir o partido. É uma proposta perdedora.

E a vida Nacional vai assim, desta forma, igual à que tem sido de há muitos anos a esta parte. Um jogo de interesses, uns interesses que se sobrepôem aos da maioria, uma maioria que vive silenciosa, um silêncio que esconde muita da nossa realidade, uma realidade que vai acabar por nos destruir a todos.

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JFM

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Ligações:
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O NOVO GOVERNO

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CHEGA POR ESTES DIAS
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O novo governo que Sócrates II, O Dialogador, vai apresentar por estes dias, irá ter uma componente maioritariamente política (como por exemplo Ana Jorge) ou, pelo contrário, técnica (como Teixeira dos Santos)?
Para mal dos nossos pecados, quer-me cá parecer que vai ser mais política. O governo é minoritário e ninguém lhe quer dar a mão!

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JM
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