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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

PORQUE É QUE CÁ NINGUÉM FALA ASSIM?

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ISTO SÓ PODE ACABAR MAL ... MUITO MAL!
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Nigel Farage, deputado Europeu Britânico, fala da inevitabilidade da falência e saída do euro da Grécia, Portugal e Irlanda; do resgate dos bancos; do plano de criação dos Estados Unidos da Europa e da entrada da Sérvia na Zona Euro.

Também no AVENTAR

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

MUDEMOS DE GOVERNANTES, OU MUDEMOS DE PAÍS





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NÃO NOS DEIXAM VIVER EM PAZ, O MELHOR É MUDAR ALGUMA COISA POR AQUI
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Não há maneira de nos deixarem sossegados. 
Toda a gente sabe que vivemos na corda bamba, com o dinheiro com que vivemos a não ser o nosso, e a pagarmos juros usurários por ele. Claro que se os juros estão assim altos, a culpa só nos pode ser assacada, mas isso não convém dizer, ou ainda nos acontece o mesmo que nos países de língua árabe.
Ora por falar neles, olho para o preço do petróleo e vejo que continua a subir. Hoje de manhã, o Brent já ia nos cento e três dólares o barril. Desta vez por culpa da Líbia do senhor coronel. Ora se o preço dos nossos combustíveis já era muito alto e os nossos vencimentos muito baixos, agora com os nossos vencimentos a baixar cinco, dez e mais por cento, lá vão eles voltar a subir o preço da gasolina e a do gasóleo. Que vai ser de nós?
Não poderiam os árabes viverem sossegaditos, lá na terra deles, sem fazerem ondas demasiadas, sem contestarem seja o que for? É que assim dão-nos cabo da vida. E eles até nem viviam mal de todo, caramba!
Estive em Marrocos há poucos meses, e vi que estavam todos bem de vida. Tudo a bulir, todos a trabalhar nos mais diversos ofícios, com a vida barata. Que querem mais? Ordenados de ricos? Pensam o quê, que são Portugueses e amigos do nosso governo? Isso é que era bom!
Mas deixemos os árabes e voltemos a nós.
Estou cansado disto. Toda a gente a atacar o ainda nosso Primeiro que, coitado, só não faz mais porque não sabe.E ele tem razão, são campanhas e mais campanhas, nacionais e internacionais, só mesmo para o desacreditarem.
Depois, claro, o BCE que até nos tem vindo a ajudar, começa a ficar cansado disto tudo e já nos vai dizendo que assim não dá. Ou mostramos o que valemos ou então acabou-se a mama de nos comprarem a dívida aos bocadinhos para que os juros baixem. 
E os 'mercados' que não se convencem que nós somos dignos de apoio e consideração e no fundo de que acreditem em nós, só vão tendo ajudas de toda a gente a dizerem que têm razão em não acreditar no nosso governo. 
Ou então vejamos a srª Ângela que há umas semanas dizia que nós éramos os maiores e que estávamos a trabalhar muito bem, e agora já vai dizendo para pedirmos ajuda, que ela está preparada para nos ajudar e para o fazer imediatamente. 
E a ajudar vem o sr Durão dizer que a Europa ajuda, se lhes pedirmos. 
E vêm outros dizer que nós (o governo) temos de convencer os 'mercados'. Mas se nós nem a nós mesmos conseguimos convencer, como queremos convencer os outros? Nem com o défice a cair 58%, como veio o ainda nosso Primeiro dizer, sem dizer no entanto como é que chegaram a esses números, chega para convencer seja quem for.
Assim não dá.
Não nos deixam viver em paz, nem com paz. Todos os dias há uma novidade boa (dita pelos nossos governantes) e uma ou mais que uma má (dita/s por todos os outros) e que contraria a dos nossos ministros e em especial a do ainda nosso Primeiro.
Como vamos viver então?
Não será melhor trocarmos de governantes? É mais fácil do que trocar de País ou de população.
Assim recebíamos a ajuda que todos nos querem dar e não perdíamos a face perante ninguém.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

É HOJE QUE NOS VÃO COMER DE CEBOLADA?

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WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM
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É hoje o dia D com todos e mais alguns a afiarem os dentes para nos comerem de cebolada, se é que já não nos comeram há muito tempo, e Portugal cheio de medo do papão do FMI. A senhora Merkel, o senhor Sarkosy e e senhor Trichet, acompanhados de todos os outros líderes Europeus, estão de olhos postos em nós, e  Bruxelas já anda a preparar uma ajuda de uns quantos milhões, muitos, para aí cem, para a partir de amanhã se apresentar como emprestadora. Todos preocupados com o futuro da moeda da nossa desgraça. 
Uns jornais da especialidade afiançam que Portugal mais não pode fazer que sujeitar-se ao FMI e até há um banco que afirma que o pedido do nosso governo acontecerá entre as eleições Presidenciais e 4 de Fevereiro, coisa que Sócrates nem quer ouvir.
A emissão de obrigações de hoje, entretanto está a ser negociada a taxa inferior à de Novembro passado, tendo havido uma procura três vezes superior à oferta, o que é um bom sinal e  deixando Sócrates a resperir um pouco, aliviado.
- Desta vez, passamos, mas.... ainda falta tanto para atingir os vinte mil milhões que precisamos para este ano, pensará o senhor nosso Primeiro.
ISTO DE NÃO TEREM CONFIANÇA EM NÓS, É UMA CHATICE.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem 
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sábado, 27 de novembro de 2010

VERSÃO INGLESA DO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO EUROPEU



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COMO SE FORA UM CONTO
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The European Commission has just announced an agreement whereby English will be the official language of the European Union rather than German, which was the other possibility.

As part of the negotiations, the British Government conceded that English spelling had some room for improvement and has accepted a 5-year phase-in plan that would become known as “Euro-English”.

In the first year, “s” will replace the soft “c”.. Sertainly, this will make the sivil servants jump with joy. The hard “c” will be dropped in favour of “k”. This should klear up konfusion, and keyboards kan have one less letter.

There will be growing publikenthusiasm in the sekond year when the troublesome “ph” will be replaced with “f”.. This will make words like fotograf 20% shorter.

In the 3rd year, publik akseptanse of the new spelling kan be expekted to reach the stage where more komplikated changes are possible.

Governments will enkourage the removal of double letters which have always ben a deterent to akurate speling.

Also, al wil agre that the horibl mes of the silent “e” in the languag is disgrasful and it should go away.

By the 4th yer people wil be reseptiv to steps such as replasing “th” with “z” and “w” with “v”.

During ze fifz yer, ze unesesary “o” kan be dropd from vords kontaining “ou” and after ziz fifz yer, ve vil hav a reil sensi bl riten styl.

Zer vil be no mor trubl or difikultis and evrivun vil find it ezi TU understand ech oza. Ze drem of a united urop vil finali kum tru.

Und efter ze fifz yer, ve vil al be speking German like zey vunted in ze forst plas.


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