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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O RACISTA

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CHAMAR ESCURINHO A ALGUÉM, É SER RACISTA
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O tipo chamou escurinho a Selassié, e veio o e defendeu-o. Não se esperava outra coisa.
O gajo, que se diz de esquerda, e defensor dos mais íntegros valores, teve um gesto palavroso e racista para com o senhor Etíope, mas como é "sinistro" está tudo bem. Ninguém deve levar a mal.
Se o sr Arménio fosse de direita caía o Carmo e a Trindade, se fosse jogador de futebol e não fosse do clube iluminado lá da capital que o foi um dia, de um Império, seria suspenso e quem sabe até irradiado, proibido de falar em público ou sei lá o quê (estou a brincar com este último exemplo).
Esta vida política Portuguesas é de uma tristeza confrangedora.
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quarta-feira, 16 de março de 2011

AGORA É QUE VAI SER!


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TUDO VAI MUDAR PARA MELHOR, ALELUIA
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O PEC 4 não vai passar.
Está iminente a queda do governo.
O senhor José vai-se embora.
O senhor Presidente da República vai ficar com uma batata quente nas mãos, e nós bem sabemos o quanto ele detesta queimar-se, ou mesmo chamuscar-se, por pouco que seja. De qualquer das formas, vamos ficar, dentro de dias, a saber se temos ou não um Presidente à altura dos acontecimentos.
O senhor Silva vai ter de decidir se quer um governo de sua iniciativa, se quer tentar um bloco central ou se vai partir para eleições.
Neste último caso, qualquer um pode ganhar, seja ele o actual partido do poder ou o outro que quer ir para o lugar dele, já que os outros são pequeninos demais para que se equacionem.
Depois disso, e de se saber quem irá ganhar, precisa, o senhor Presidente, de decidir quem vai governar.
Poderá ser o actual partido da oposição, com ou sem a muleta do senhor Portas, caso os votos do povo cheguem para que, juntos, façam uma maioria.
Poderá de novo equacionar-se a hipótese de um 'bloco central', se os votos de cada um não chegarem para nada.
Poderá ainda ser o actual nosso Primeiro a ganhar.
E se for assim, se o senhor voltar a ganhar, como vai ser? Voltamos à estaca zero?
Se o actual governo cair, de uma coisa poderemos todos ter a certezinha absoluta. Seja qual for a solução encontrada pelo senhor Presidente, e sejam quais forem os resultados que se obtenham, Portugal vai mudar. E vai mudar para melhor, claro. E, se forem outros diferentes dos actuais governar o nosso País, a mudança vai ser mais rápida e 'mais melhor'.
Se calhar vamos ter o FMI ou outro qualquer organismo a ajudar a acabar com esta chuchadeira, mas isso não será mal algum já que rapidamente iremos verificar que o desemprego começa a desaparecer, os ordenados a subir, a inflação a descer, a Justiça a funcionar, a Saúde de vento em popa, e as desigualdades a desaparecerem. Em muito pouco tempo, dias até, tudo vai mudar, e vamos voltar a ser felizes.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

SEM APOIO DOS SEM VERGONHA

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A POBREZA AUMENTA
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Estamos em crise.
Não há dinheiro para a educação nem para a saúde. Mas, antes que o céu nos caia em cima da cabeça vai o governo ter de comprar mais uns quantos milhões de euros em viaturas que as que irão ser substituídas já estavam velhotitas e até cansaditas pelo muito trabalho efectuado, praí durante mais de cinco anos.
Estamos em crise profunda.
Não há dinheiro para nada, nem para submarinos, nem para carros de combate nem para TGV'S e até, nem mesmo para o novo aeroporto. Mas, antes que algo de mal nos aconteça vai o governo ter de gastar mais uns quantos milhões em alguns aumentos de ordenados que não vão deixar de se fazer ao longo deste início de ano.
Estamos em crise entranhada na nossa carne.
Não se pode gastar, é preciso poupar, há que diminuir os gastos. Mas antes que algo corra mal, antes que o FMI cá chegue, vamos todos ter de comprar automóveis, a exemplo do governo, transformando o ano de 2010 no que maior aumento teve de vendas de carros, em especial os de alta cilindrada.
Estamos em crise e toda a gente o sabe e nota.
E como vai o nosso governo arranjar dinheiro para custear tudo o que se propõe fazer em seu benefício? Vai tirar subsídios a quem os tem e pouco mais ganha que o ordenado mínimo, vai tirar subsídios a quem nem o ordenado mínimo ganha, vai cortar nas bolsas aos estudantes,  vai aumentar os impostos indirectos, vai continuar a sugar-nos tudo o que pode, e não vai, porque diz não poder, buscar dinheiro que tudo isso pagaria a quem o tem
Estamos em crise e a pobreza aumenta, assim como a sem vergonha de quem nos (des)governa.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

É HOJE QUE NOS VÃO COMER DE CEBOLADA?

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WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM
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É hoje o dia D com todos e mais alguns a afiarem os dentes para nos comerem de cebolada, se é que já não nos comeram há muito tempo, e Portugal cheio de medo do papão do FMI. A senhora Merkel, o senhor Sarkosy e e senhor Trichet, acompanhados de todos os outros líderes Europeus, estão de olhos postos em nós, e  Bruxelas já anda a preparar uma ajuda de uns quantos milhões, muitos, para aí cem, para a partir de amanhã se apresentar como emprestadora. Todos preocupados com o futuro da moeda da nossa desgraça. 
Uns jornais da especialidade afiançam que Portugal mais não pode fazer que sujeitar-se ao FMI e até há um banco que afirma que o pedido do nosso governo acontecerá entre as eleições Presidenciais e 4 de Fevereiro, coisa que Sócrates nem quer ouvir.
A emissão de obrigações de hoje, entretanto está a ser negociada a taxa inferior à de Novembro passado, tendo havido uma procura três vezes superior à oferta, o que é um bom sinal e  deixando Sócrates a resperir um pouco, aliviado.
- Desta vez, passamos, mas.... ainda falta tanto para atingir os vinte mil milhões que precisamos para este ano, pensará o senhor nosso Primeiro.
ISTO DE NÃO TEREM CONFIANÇA EM NÓS, É UMA CHATICE.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem 
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM

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FMI
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Pois parece que nada mais nos resta do que, a partir de quarta-feira, e caso a venda de dívida corra mal, chamarmos os senhores do FMI, apesar das afirmações do sr Teixeira dos Santos e da tentativa de enganar dos mercados que se vai fazer na apresentação dos números de 2010 para o défice previsto. Por seu lado o Primeiro Ministro de Portugal diz que o FMI não é preciso por .
Nesse pressuposto, o nosso amigo Drucas, que tem estado calado e quedo, já se movimenta, perfilando-se para umas eleições antecipadas.
Também o líder do CDS pede sem cessar novas eleições.
Todos à espera do óbito oficial do ainda nosso Primeiro, que em estertor, lá nos vai dizendo que não precisamos para nada dos senhores de Washington.
O comentador Marcelo lá vai mandando as suas bitaitadas, e a pressão dos mercados e em especial da  França e da Alemanha, faz-se sentir cada vez mais.
A ala hospitalar das doenças infecto-contagiosas, onde já estão a Grécia e a Irlanda, tem já um quartinho, não muito grande que nós não somos lá grande coisa, reservado para Portugal, e outro em  últimos arranjos para Espanha.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem

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Também no AVENTAR
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

7,576

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E NÃO FICA POR AQUI
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Fundo à vista... o fundo fundo, tão fundo que parecia 
(santa ignorância) 
que não havia nada mais fundo, e o outro, o do dinheiro internacional.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SE ... MAS NÃO SÃO

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SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE
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Mas não são, que se fossem o PSD ganhava por larga margem. Dizem as sondagens.
E se o sr dr Passos Coelho não fizer o que deve, que é deixar passar o Orçamento, nem quando forem ele ganha.
Se o sr dr Passos Coelho não aprovar na generalidade o Orçamento, vem aí o FMI, mas se ele o aprovar não deixará de vir, virá mais tarde, mas vem de qualquer forma, e com maneiras mais duras e gravosas para todos nós.
O sr dr Passos Coelho vai ter de aprovar o Orçamento, porque se o sr dr Passos Coelho o não aprovar, irá dar ao ainda nosso Primeiro todas as possibilidades de, nos próximos seis meses se fazer de vítima, dizer a toda a gente e aos ventos que não pode governar por culpa do sr dr Passos Coelho. E todos sabemos a lata deste ainda nosso Primeiro. Irá, nessas circunstâncias, convencer toda a gente da sua capacidade e da sua falta de responsabilidade no que se estará a passar, e nas próximas eleições, vence de novo e com larga margem.
Assim o sr dr Passos Coelho tem a obrigação de deixar passar este Orçamento, de modo a obrigar o ainda nosso Primeiro e a sua equipa a governar (mal, como é seu hábito) e a demonstrar que não tem capacidade para o fazer. Até cair de podre, daqui a alguns meses, que se esperam muito poucos.
Se as eleições fossem hoje, o PSD ganhava por larga margem, mas não são, e não vale a pena embandeirar em arco por causa desta sondagem.

TAMBÉM NO AVENTAR