segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM

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FMI
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Pois parece que nada mais nos resta do que, a partir de quarta-feira, e caso a venda de dívida corra mal, chamarmos os senhores do FMI, apesar das afirmações do sr Teixeira dos Santos e da tentativa de enganar dos mercados que se vai fazer na apresentação dos números de 2010 para o défice previsto. Por seu lado o Primeiro Ministro de Portugal diz que o FMI não é preciso por .
Nesse pressuposto, o nosso amigo Drucas, que tem estado calado e quedo, já se movimenta, perfilando-se para umas eleições antecipadas.
Também o líder do CDS pede sem cessar novas eleições.
Todos à espera do óbito oficial do ainda nosso Primeiro, que em estertor, lá nos vai dizendo que não precisamos para nada dos senhores de Washington.
O comentador Marcelo lá vai mandando as suas bitaitadas, e a pressão dos mercados e em especial da  França e da Alemanha, faz-se sentir cada vez mais.
A ala hospitalar das doenças infecto-contagiosas, onde já estão a Grécia e a Irlanda, tem já um quartinho, não muito grande que nós não somos lá grande coisa, reservado para Portugal, e outro em  últimos arranjos para Espanha.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem

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