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domingo, 29 de janeiro de 2012

A MADEIRA ESTÁ MAIS LONGE


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"ARMAS" ABANDONA
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O navio "ARMAS" que durante cerca de seis anos (desde 2006) fez a ligação marítima de transportes regulares de passageiros entre o continente (Portimão) e a  ilha da Madeira (Funchal), deixou de o fazer.
Como não poderia deixar de ser, a culpa cai no Governo Regional, que não deu ao armador espanhol as condições que este entendeu por necessárias para efectuar esse serviço.
Também como não poderia deixar de ser, independentemente da razão que eventualmente lhes possa subsistir, a oposição política e algumas associções empresariais acusam igualmente os governantes  regionais de protegerem e beneficiarem o Grupo Sousa,  concessionário das operações portuárias do arquipélago e com o monopólio da ligação marítima entre as ilhas da Madeira e do Porto Santo.
Quem fica a perder é o arquipélago, cujos habitantes deixam de ter uma via mais económica de acesso ao continente e às Canárias, aumentando o nível de vida, fazendo diminuir o emprego e aumentando o isolamento (parte das conclusões de uma petição pública colocada na Internet subscrita por muitos cidadãos). 

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

POLÍCIA É ASSASSINO

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QUANDO MATA EM SERVIÇO?
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Quando será legítimo a um polícia puxar da arma e disparar?
Quando é que o polícia, possuidor de uma arma e com ordem para poder disparar, teve a formação necessária para saber como e em que circunstâncias puxar o gatilho? Sabe para onde apontar e como escolher o alvo a atingir?
A polícia anda nas ruas para proteger os cidadãos dos meliantes, para além de outras funções
Por isso tem uma arma, por isso tem a possibilidade de decidir disparar.
Os bandidos que por aí andam, a roubar e a matar, também têm armas e, em muitos dos casos, disparam de qualquer maneira, sem se preocuparem se matam, ferem ou condicionam.
Mais uma vez, na perseguição a um ladrão, um polícia puxa da arma e prime o gatilho. Por sorte ou azar, acerta no sacana e ele morre. O que acontece então?, o polícia é acusado de assassinato!
O senhor Ministro da Administração Interna sabe se os polícias tiveram a formação necessária e suficiente para que possam andar armados, se frequentaram a carreira de tiro com aproveitamento, se sabem avaliar o risco em que estão ou que provocam quando sacam da arma? Se calhar não sabe bem, mas sabe de certeza que este polícia corre o risco de malhar com os costados na prisão, acusado de assassinato e ser expulso da corporação.
Como podem as pessoas que supostamente andam armadas para nos protegerem, fazer o seu trabalho se têm sempre em cima delas a possibilidade de, se o fizerem disparando, puderem ir presos? Como podem, se nem sequer devem ter tido a necessária formação?
Não sou polícia, mas se fosse, não queria ser. Ainda acabava por me suicidar, como fazem muitos, demasiados.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

PORTUGAL DE COSTAS PARA O MAR.

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NÃO QUEREMOS SUBMARINOS
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Olhando para terra, de costas para o mar imenso que em tempos idos muitas alegrias nos deu, o presidente do partido socialista, disse que não precisamos de submarinos para nada.
Ainda, digo eu, se tivéssemos muito mar, assim como umas centenas de quilómetros de costa, ainda vá, mas com o nosso, que quase ninguém sabe que existe a não ser para ir à praia, não se justifica.
É assim "a modos que como" com os barcos de pesca, que até nem precisamos de ter uma frota em condições, pois que cada vez pescamos menos.
Precisamos é de armas, disse o sr presidente do partido socialista, pistolas e assim. Segundo o sr dr Almeida Santos, devemos, e depressinha, vender os submarinos que ainda nem chegaram e comprar armas para combater os traficantes de droga que vêm ter connosco pelo mar.
Nem precisamos, digo eu, de defender com eles, os submarinos, a nossa ZEE. Umas pistolinhas chegam e sobram.
E até aproveitávamos para, com as pistolinhas, defender a ponte entre Lisboa e o deserto, que os terroristas andam por aí.
Talvez o negócio de armas seja mais proveitoso que o negócio de submarinos, não sei. Há por aí negócios proveitosos em tudo quanto é sítio.
E gente insuspeita a lucrar com eles.
Já uma vez partiram os óculos a este sr, quando foi em visita a uma ilha que hoje é da cor da rosa, será que mesmo com um par novo o sr dr não vê bem?
E depois ainda dizem que não nos deveria apetecer emigrar?


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JM
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