domingo, 12 de outubro de 2008

MAGALHÃES

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COMPUTADOR MAGALHÃES


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A empresa, J P Sá Couto, que recebeu o "presente" da venda do computador Magalhães sem concurso público, parece estar a braços com um processo judicial por crime fiscal.


É uma má coincidência.


Má para ela e má para o Governo, que fez da campanha do "Magalhães", uma das suas bandeiras, tendo inclusive feito "a sua divulgação e propaganda", pela mão e voz do nosso primeiro ministro e do ministro Lino, na Venezuela, na Líbia e na Argentina



O Governo, após "dar" o computador, enviou às autarquias a "conta" da ligação à Net. Se as câmaras não pagarem, quem paga, os paizinhos das crianças?


É uma má notícia, que mostra, mais uma vez, do que este governo é capaz. Dar com uma mão e tirar com a outra.



Ninguém parece saber quem realmente vai pagar os 500 mil computadores, que estarão a ser distribuídos pelas escolas.


É uma má realidade, pois que assim se vê que ninguém se entende, desde o governo, as empresas de telecomunicações e os produtores.



Com tanta coisa mal feita, por que raio deram o nome de tão prestigiada personagem da nossa história, a este computador?


O homem não merecia isto!



JM


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(imagem proveniente do blogue We Have Kaos In The Garden)
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3 comentários:

Anónimo disse...

Esteja à vontade, e sirva-se da Internet... Aliás como nós. Essa imagem provém do blog We Have Kaos In The Garden.

(a) Pela Frenesi,
Paulo da Costa Domingos

ATRIBUTOS disse...

É verdade que sim, e por essa razão deixei nesse blogue a informação sobre a sua utilização.

Cumprimentos
JM

Mente Despenteada disse...

Caríssimo,

Como já anteriormente comentei, a este propósito, não carece de concurso público a venda de um produto pela empresa que o fabrica. É o caso do Magalhães e da JP Sá Couto. Não foi um presente do Governo. A empresa está apenas a vender um produto seu. Para quem não estiver esclarecido sobre esse aspecto, o seu texto levanta a hipótese de corrupção deste Governo, e isso é de todo incorrecto, pelo menos neste caso.

Desculpe qualquer coisinha, mas no que toca à justiça das coisas sou um pouco (bastante até) preciosista. Até já