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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O SENHOR JARDIM NÃO MUDOU

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E A MADEIRA TAMBÉM NÃO!
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O senhor Presidente do Governo Regional, ao arrepio das indicações do Governo da República, não obriga os funcionários públicos do Arquipélago a trabalharem no dia de Carnaval, dando-lhes como sempre o fez, tolerância de ponto.
Senhor de uma capacidade notável para saber obter a confiança dos seus conterrâneos, aconteça o que acontecer, faz pensar com alguma tristeza que nos faz muita falta um homem deste calibre aqui no Continente. 
Pelo menos podíamos tentar arranjar um, nem que fosse mais pequenino, para liderar as gentes do Norte, e bater o pé aos tipos centralistas da capital.
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quinta-feira, 15 de março de 2012

GENTE SÉRIA E TRABALHADEIRA

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QUEREM OBRIGAR-NOS A NÃO TRABALHAR!
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Os Verdes, gente trabalhadora e virada para o bem comum, quer ajudar o povo Português a viver bem. Dessa forma, entendem estes senhores que devemos ser obrigados a não trabalhar no dia de Carnaval.
Abençoado esquerdismo, rótulo que cada vez mais é sinónimo de ... (não, não digo que é feio).
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CALACEIROS

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PARLAMENTARES DO PCP E DO BE, ESTÃO BEM UNS PARA OS OUTROS
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Não passam de uns calaceiros que tudo fazem para não trabalhar. 
Envergonham qualquer trabalhador digno desse nome.
Mas o Parlamento, quer estes senhores queiram quer não, vai estar a trabalhar, mesmo que falem, e falem, e falem, e falem.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

UMA CAMBADA DE PARVALHÕES

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A TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL É MAIS IMPORTANTE QUE O 1º DE DEZEMBRO OU QUE O 5 DE OUTUBRO
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Quando o senhor Primeiro Ministro anunciou que não iria haver tolerância de ponto para o funcionalismo público, brinquei com o assunto colocando a canção de Jacques Brel "Ne me quittes pas".
Estava longe de imaginar que os responsáveis políticos nacionais colocassem essa questão na ordem do dia e do fim de semana, de tal modo que pareceria que nada mais fosse importante.
Eu entendo que os responsáveis pelo Carnaval e "corso" carnavalesco das terras onde ele se verifica anualmente e traz muita gente para assistir, tenham aproveitado os 15 minutos de fama que esta atitude do governo lhes deu, e bradassem aos céus, arrepelando os cabelos, gritando que desta forma iriam cair numa desastrosa falência.
Eu entendo que os políticos de carreira, que nada mais sabem fazer do que isso, mandatados pelos seus chefes, viessem para a praça pública, lançar invectivas contra o governo e contra o seu responsável máximo.
Eu entendo que sindicalistas, pretendendo assegurar a necessidade da sua existência, tenham aproveitado a oportunidade para, também eles, e mais uma vez, invectivarem o senhor Primeiro Ministro, e assim levarem ao rubro alguns trabalhadores menos pensantes.
Eu entendo que os trabalhadores do sector público tenham ficado descontentes com a medida, já que vão ter de trabalhar em dias em que, não sendo feriado, normalmente o não faziam de todo.
Já me custa a entender que responsáveis políticos, líderes de partidos nacionais, fazedores de opiniões, antigos altos responsáveis do País, e outras figuras importantes com a sua estrela eventualmente a perder brilho, tenham gasto o seu tempo e o nosso, a fazer desta situação um caso Nacional, incentivando até os trabalhadores a faltarem eventualmente ao trabalho, como se uma terça-feira de carnaval, fosse mais importante que a celebração do 5 de Outubro ou  a do 1º de Dezembro.
Isto que nestes dias se tem passado, mostra não só que vivemos num País de doidos, mas também a constatação de que este País de doidos tem como responsáveis políticos (nota-se mais quando estão na oposição) uma cambada de parvalhões que só olham para o seu (deles) umbigo, sem se importarem minimamente com o povo que os colocou no "poleiro".
Protugal precisa de produzir, o que só se consegue com trabalho, até cada vez mais com muito trabalho. 
Estamos em crise, será que custa assim tanto a entender? 

TAMBÉM NO AVENTAR
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

CARNAVAL - NE ME QUITTE PAS!

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NÃO HAVERÁ TOLERÂNCIA DE PONTO NO CARNAVAL, CUSTE O QUE CUSTAR
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Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheur
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te raconterai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

On a vu souvent
Rejaillir le feu
D'un ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas

Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas.
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terça-feira, 8 de março de 2011

O CARNAVAL HOJE, É ASSIM!





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MAIS ESTRANGEIRO QUE PORTUGUÊS
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Mais um ano, mais um Carnaval que na maior parte do país, é estrangeiro, sendo que neste ano, e por causa da crise e das crises, a contenção de despesas tenha obrigado a que sejam muito menos os artistas do outro lado do Atlântico convidados a ‘abrilhantar’ as festas.
Continuam no entanto por aí uns senhores, e uma parte significativa da população, a fazer corsos, à moda do Brasil, com as miúdas nuínhas e tudo, a desfilar debaixo de chuva e cheias de frio, e a tentar dançar samba, despidas com as roupas do Carnaval do Rio.
Até quando?
Por muito bonito que seja, por muito alegre que seja, não é nosso, não é da nossa tradição, não está bem.
Felizmente ainda há por aí umas terras onde se faz o dito à nossa moda, com as nossas tradições a imporem a sua valia. São todavia uma pequena gota no charco da nossa vida.
Mais um ano, mais um Carnaval importado apesar de cada um lhe chamar ‘à moda da sua terra’.
Tenho saudades dos outros tempos.

Dos tempos em que o Carnaval não era, como agora, só para as crianças e para os basbaques verem o corso passar, tendo como pano de fundo o lucro que a respectiva organização terá de ter. Do Carnaval, que ao contrário dos dias de hoje, era muito mais que um brinquedo, igual a tantos outros com que as nossas crianças brincam (?), e que tudo fazem sozinhos. Do Carnaval que não era quase só o estar sentado a olhar para a televisão que passa o Corso de Brasil.
Nessa altura, as pessoas, muitas, mesmo muitas, viviam a festa destes dias, e preparavam-se com antecedência para esses três dias de folia.