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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

ASSÉDIO SEXUAL VAI SER FALADO A SÉRIO (?)

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A AGENDA POLÍTICA VAI FALAR DE ASSÉDIO SEXUAL
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A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, quer trazer para a agenda política a discussão do Assédio Sexual, tanto no espaço público como no trabalho.
Sendo o assédio sexual no trabalho extremamente difícil de determinar, pela subtileza com que é perpetrado, camuflando-se a mais das vezes com tarefas ou com a não subida de categoria ou escalão laboral, será de louvar a acção da UMAR, que promove uma digressão nacional a partir do próximo sábado, começando em Faro e acabando em Braga no próximo mês de Junho.
Um piropo, um flirt e um apalpão, mas também uma perseguição, um ataque ou até uma violação, são exemplos de assédio, e há formas de reagir e de o combater, afirma uma responsável pela UMAR.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

AFINAL, EM PORTUGAL É IGUAL


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NÃO É SÓ EM ESPANHA

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Não é só em Espanha que a lei do tabaco proíbe que patrões fumem em casa se tiverem lá alguém a trabalhar nessa altura. Em Portugal, nem patrões nem empregadas domésticas podem fumar nas casas particulares durante o horário de trabalho. 
Apesar desta questão específica não estar expressa na Lei do Tabaco, em vigor desde há três anos (desde 2008), é este o entendimento que dela resulta, segundo dizem os advogados contactados, especialistas em Direito do Trabalho, restando só algumas dúvidas quanto a despedimento com justa causa em caso de prevaricação.
Aos poucos, os não fumadores começam a poder respirar melhor e a sair da alçada e do jugo de quem, ao longo dos anos, lhes infernizava a vida. Mas ainda é pouco, ainda não chega.
Para quando o acto de fumar enquanto se conduz uma qualquer máquina (por exemplo um automóvel), seja comparado ao falar, nas mesmas circunstâncias, ao telemóvel sem aparelho de mãos livres?
Para quando, o acto de fumar, que provoca habituação e dependência e também morte a quem consome e a terceiros, passe a ser considerado crime, a par de outras substâncias cujo consumo é ilegal?
Para quando, a saúde pública vá passar a ficar à frente dos interesses económicos dos Estados? 
Lembremo-nos da enormidade de dinheiro que os governos recebem em impostos derivados do consumo dos cigarros e similares, para podermos afiançar que a resposta a estas perguntas seja hoje e  para sempre, NUNCA!


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