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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

POLÍTICOS? AINDA MAIS? Ó TOZÉ, FRANCAMENTE!

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NÃO TEMOS NÓS, JÁ, POLÍTICOS QUE CHEGUEM?
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O nosso Tozé quer políticos estrangeiros a mandar nas nossas coisas, e vai daí anda a falar com tudo o que é gente. Quer que eles venham cá decidir o que fazer para emendar o que os nossos políticos fizeram ao longo de muitos anos. Oh Tozé, assim não ficamos mais seguros, mas menos ainda. Lá íamos andar de novo para trás. Estás a delirar, rapaz, e esse teatro já não pega. Isso não passa de uma palhaçada mediática. Será que sabes o que dizes? Acalma lá as coisas se não a Troyca ri-se de ti. 
Já nos chega os que cá temos, políticos como tu.  
Não precisamos que venham lá de fora fazer a trampa que vocês sabem fazer. 
Para mal já basta assim!
Agora se queres ver se sobes nas sondagens, nas internas e nas do País, fazes bem, tenta lá alguma coisa com a cartita, aproveitando a maré de contestação ao governo, põe-te em bicos de pés a ver se alguém te vê, mas olha que o povo não é assim tão parvo e se calhar sai-te o tiro pela culatra.
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sábado, 19 de janeiro de 2013

ANTÓNIO BARRETO

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A OPINIÃO SOBRE OS POLÍTICOS E A GERAÇÃO POLÍTICA, DE UM MODO GERAL
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Em declarações ao Jornal "i", António Barreto disse:

"Estou muito desconsolado e muito desgostoso pela maneira como as coisas estão a correr.
O governo informa pouco e mal, a oposição quer saber pouco e mal, o tom geral da discussão é calunioso e boçal, as pessoas acusam-se umas às outras, nunca por menos de mentiroso, bandido, criminoso, aldrabão, intrujão… As coisas que se dizem no parlamento, as coisas que se dizem na televisão, as coisas que se dizem nos jornais tornam impossível qualquer espécie de discussão racional.
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Pode ser uma geração muito bem preparada, mas não sei de que ponto de vista. Tecnicamente já se percebeu que não, têm falhado as previsões todas, têm falhado as discussões todas. Moralmente, acho que não. O clima geral de promiscuidade e de corrupção que há no país também não é a melhor preparação moral. Talvez tenha melhor preparação cultural ou a nível universitário… Nos modos e costumes de tratamento e de comportamento entre as classe dirigentes, políticas ou económicas também não se vê essa preparação."
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Depois de ler o que António Barreto pensa chego à constatação de que na realidade, este é o espelho do nosso País nos dias de hoje, e não me sinto nada honrado com os meus concidadãos.
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sexta-feira, 23 de julho de 2010

O SENHOR BISPO FALOU E DISSE

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E OS POLÍTICOS FALARAM DEVAGARINHO, PUSERAM O CHAPÉU E FORAM-SE
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O senhor Bispo propôs, e a classe política católica falou devagarinho.
Que até é um chamada de atenção bem urdida, que o senhor Bispo falou muito bem, que todos deveríamos estar conscientes de que os que têm mais deveriam partilhar com os que têm menos, que é uma questão de consciência, que acham bem o princípio, mas, todos à uma também disseram quase em surdina, que as resoluções de carácter económico são tomadas em família, que o dar vinte por cento dos rendimentos é uma forma de falar, que criar um fundo social com vinte por cento dos vencimentos dos políticos católicos é uma esmola, que uma esmola é um paliativo que não serve a ninguém e nada resolve uma vez que os pobres continuarão pobres,  que cada um é que sabe se pode dar tal verba, e que tudo isto deveria ser falado com calma e estendido a todos, não só aos políticos. Mais não disseram por vergonha, talvez.
Palavras sábias dos que ganhando muito bem, entendem que o que recebem nem para eles chega.
Palavras daqueles a quem nós todos pagamos, e bem, mas que só sabem arrotar postas de pescada desde que não toquem nos seus vencimentos, nas suas mordomias e nos seus interesses.
Palavras e mais palavras ditas ou cantadas por cima de uma música pimba, na esperança de convencer o Zé Tolinho, e ainda na expectativa de tudo ser esquecido depressa.
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Mas porque é que eu ainda me incomodo com estes tipos?



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