quinta-feira, 30 de junho de 2011

E HAVIA NEXEXIDADE?


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IMPOSTO EXTRAORDINÁRIO
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Quem ganhar mais do que o salário mínimo, vai pagar com língua de palmo no subsídio de Natal e ter de fazer mais e mais contas para que o magro orçamento de que dispõe lhe chegue.
Parece que o imposto vai ser progressivo, antes assim, mas mesmo assim, porque raio só os contribuintes particulares o fazem? E as empresas? 
Onde param os bancos, as companhias de seguros e as outras grandes empresas que têm milhões de milhões de euros de lucros trimestralmente? Para essas não vai haver imposto extraordinário?
Para além destas medidas, sabe-se que nada vai ficar por aqui, e prevê-se que os sindicatos, sempre preocupados com o bem Nacional, não fiquem parados e encetem formas de luta. Vem aí uma nova Grécia?
Agradeçamos aos que os precederam.


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1 comentário:

Toino disse...

Já viram que a não aprovação do imposto extraordinário sobre as mais-valias feitas pela PT resultantes da venda da VIVO eram precisamente o valor que prevêem agora arrecadar à conta dos otários?
A "troika" PS/PSD/CDS recusaram essa medida na AR.
Os proponentes também parece que se esqueceram da proposta que apresentaram pois não falam nisso.
Diziam alguns que era subverter as regras fiscais. E antecipar distribuição de dividendos é o quê? Mas se for tributar os "ricos" que ganham 1000, 1200,1500 euros já é legal e não subverte nada.
O Dr Ricardo Salgado já veio congratular-se com a medida tomada pelo governo. Pudera, paga o povo os milhões que ele devia ter pago.
Mudaram as moscas...