quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ELIMINAR ESTES FERIADOS É ACABAR COM A INDENTIDADE DO NOSSO PAÍS

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O GOVERNO DECIDIU ACABAR COM OS FERIADOS DO 5 DE OUTUBRO E DO 1º DE DEZEMBRO
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Nunca ninguém, nem mesmo os responsáveis do anterior regime, o Estado Novo, vulgo fascismo, se atreveram a mexer nestes dias muito importantes para a nossa identidade.
A relembrar:
5 de Outubro 1143 - Assinatura do Tratado de Zamora, onde Portugal foi reconhecido como País.
1 de Dezembro 1640 - Restauração da Independência de Portugal, acabando com a dominação espanhola.
Aqui temos mais uma decisão controversa deste nosso governo que como é evidente não deveremos apoiar. 

Também no AVENTAR

1 comentário:

pvnam disse...

Quando se começou a falar em eliminação de feriados... houve logo muito pessoal a prever que o 1 de Dezembro (dia da Restauração da Independência de Portugal) ia ser um dos alvos.

-> Pois é, o fulcro da questão está aí para quem quiser ver: a alta finança (capital global) condiciona muita muita coisa... inclusive o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA de povos considerados economicamente pouco rentáveis: andam por aí a ameaçar países que tenham políticas proteccionistas... pois isso é considerado um entrave ao desenvolvimento económico global....
{Obs: no passado, capitalistas selvagens promoveram a exploração de escravos, para benefício do desenvolvimento económico... e... promoveram holocaustos massivos sobre povos economicamente pouco rentáveis (ex: alguns povos nativos da América), para benefício do desenvolvimento económico...}


P.S.
-> Sem dúvida que o objectivo final de tudo isto [Biliões para os banqueiros = Dívidas para as populações] é a implosão das soberanias!
-> A superclasse (alta finança internacional - capital global, e suas corporações) não só pretende conduzir os países à IMPLOSÃO da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)... como também... pretende conduzir os países à IMPLOSÃO económica/financeira.
-> Só não vê quem não quer: está na forja um caos organizado por alguns - a superclasse: uma nova ordem a seguir ao caos... a superclasse ambiciona um neo-feudalismo.