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sexta-feira, 5 de julho de 2013

EXIJO!

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UM PAÍS DE GENTE EXIGENTE
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Ao longo destes últimos muitos anos, quase quarenta, deixamos de pedir, o que era uma vergonha que nos maculava, e passamos a exigir, o que passou a ser um direito que nos assiste até aos dias de hoje.
Toda a gente exige.
Ninguém conversa ou tenta chegar a consensos, exige-se.
Nos últimos tempos as exigências têm subido de tom. Tudo se exige, todos exigem, cada um é dono da verdade e por isso, manda, ordena, exige.
Muitas das exigências são correctas, devem ser exigidas em consensos e trabalhos conjuntos, outras são meros aproveitamentos políticos. Muitos dos que exigem nem fazem ideia do que estão a dizer e a exigir, antes exigem porque lhes disseram que a contestação passa pela exigência, e que a sua liberdade de exigir é que manda e mais ordena, esquecendo-se de que essa liberdade termina onde começar a liberdade do outro.
Exigem-se menos horas de trabalho, exigem-se maiores salários, exige-se que o povo, o outro que não aquele que já o faz, se revolte, exige-se que se trabalhe como eu quero, exige-se que este ou aquele esteja à altura das suas responsabilidades (desde que essa altura seja aquela que eu entendo como a certa), exige-se dinheiro com menos custos, exige-se melhor educação (desde que essa educação seja aquela que eu entendo como certa), exige-se trabalho e respectivo salário mesmo que não haja onde trabalhar nem dinheiro para o pagar, exige-se estabilidade política, exige-se conhecimento, exige-se que aquele que manda saia do seu poleiro se por ventura não pertencer à minha cor política, exige-se tudo e mais alguma coisa, desde que se nada seja exigido de volta  quando as respectivas exigências surtirem efeito.
Num País de tanta gente que tanto exige, como é possível sermos comandados, a todos os níveis, desde o chefe máximo do pessoal mínimo, ao chefe máximo do pessoal máximo, por tanta gente incompetente?
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domingo, 29 de janeiro de 2012

OS CAVAQUISTAS NÃO GOSTAM DO SENHOR GASPAR? ENTÃO O HOMEM DEVE SER MESMO BOM!

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CAVAQUISTAS QUEREM O MINISTRO GASPAR FORA DO GOVERNO
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Gaspar não os poupa, Gaspar não dá descanso, Gaspar corta a direito, Gaspar não aceita certas formas de previlégio, Gaspar não gosta de alguns direitos adquiridos, Gaspar tomou o pulso ao País e abanou a tibieza geral que nos arrasta para o fosso lamacento em que vivemos há já demasiados anos, Gaspar retira a alguns previligiados a possibilidade de se encherem no bandulho orçamental, Gaspar é um chato peçonhento e com os "ditos" no sítio, Gaspar tem pulso e quer um Portugal que trabalhe muito e demonstre que o faz bem, antes de exigir regalias e direitos.
Agora querem que o senhor se vá embora, porque estará a dar cabo do modelo social e económico que se construiu após  a revolta dos capitães, e acerca do qual os governos do senhor Cavaco Silva tiveram um papel fundamental.
Olhando para o que durante esse período fizeram os ministros das Finanças de Portugal os primeiros ministros de então até há bem pouco tempo, os partidos da "esfera" do poder e os sindicatos e centrais sindicais do nosso País, se hoje os senhores cavaquistas querem que o senhor Gaspar se vá embora é porque ele deve ser realmente muito competente.