Se o Popeye e a Olivia nunca fizeram amor, de onde é que saiu aquele bébé e porque é que é tão parecido com os dois? Porque é que a policia não investiga o gajo que vende os espinafres ao Popeye? ..com aquele efeito serão mesmo espinafres?
Como é que o avô da Heidi consegue manter uma família e uma vivenda nas montanhas com a reforma? O Pedro teve milhares de oportunidades para papar a Heidi quando ia pastar as cabras ao campo, mas nunca lhe tocou com um único dedinho. Será que tinha alguma coisa com as cabras? Que tipo de droga tomarão os anões da Branca de Neve para depois de 20 horas a bulir sair a cantar da mina? Por que é que o Ministério do Trabalho não investiga este horário?
Porque é que a Capuchinho Vermelho teve de pedir tantas pistas até se aperceber que a avó era um lobo? Estava drogada? ......ou era mesmo parva? No que é que se parece uma avózinha a um lobo para que este passe despercebido em camisa de dormir? A Capuchinho Vermelho terá algum coisa a ver com o partido comunista?
A Pantera Cor de Rosa era ele ou ela? Ou terá sido a primeira expressão da cultura gay?
O que é que deram de fumar à Bela Adormecida para ficar a dormir todos aqueles anos? Por muito príncipe que um gajo seja, como é que é possível beijar uma morta? Como é que o pato Donald tem sobrinhos, se não tem irmãos? Por que é que todas as personagens Disney usam luvas?
Se havia um estrunfe bébé, quem é que f... com a estrunfina? Ou será que nem eles sabiam quem era o pai? Por que é que o Incrível Hulk, quando se começa a transformar, rebenta toda a roupa menos as cuecas? Serão estupidamente elásticas?
As tartarugas ninja usavam a máscara por cima dos olhos para evitar serem reconhecidas na rua???? Como é que simplesmente por uns óculos ninguém reparava que o Clark Kent era o Super Homem? ..ou os cidadãos de Metropolis eram todos basarocos? Como é que o canário Tweety consegue manter o equilíbrio com uma cabeçorra daquelas?
Como se fora um pagamento a prestações, as certidões importantes, vão chegando. Umas agora, outras daqui a dias, outras passado quase um mês. Ninguém entende, mas, se pensarmos bem, até é fácil de explicar. Se observarmos atentamente quais são os intervenientes, chegamos lá. Sócrates I, O Arrogante, foi ouvido a falar ao telemóvel, com o seu amigo Vara. Ele pensava que não, mas foi. Durante meses, consegui-se que as transcrições do que se ouviu, ficassem no segredo dos deuses. As eleições, vinham a caminho. Depois, Sócrates II, O Dialogador, ganhou-as. Já não era possível esconder por mais tempo, o que alguns sabiam, e a notícia veio a lume. As certidões do que se ouviu, tinham que ser apresentadas, mas as resistências que sempre existem nestes casos, continuaram a fazer o seu papel, e.... é o que se vê. Chegam às pinguinhas, a quem de direito. Entretanto, uma tempestade se anuncia. As escutas estão provocar uma guerra no Parlamento. Segundo Ferreira Leite, o nosso Primeiro deve explicações ao País. Por outro lado, os defensores oficiais do chefe do governo, este, não se sente obrigado a fazê-lo, já que se tratou de conversas privadas entre amigos. E ainda vão dizendo que a líder Social Democrata faz com essa exigência, baixa política. A ideia de chamar ao que se está a passar, campanha negra, quer regressar, mas parece que desta vez não surtirá o efeito desejado. Não há ou haverá campanha negra para ninguém. A vitimização, que fez carreira no anterior governo, não deverá medrar neste. O sr Pinto de Sousa, entretanto, respira de alívio, por breves momentos, porque se disse que o que se ouviu, não vale de nada. Foi ouvido sem autorização. Mas a opinião pública é que não se vai deixar levar por lorpa, desta vez. O não valer de nada, não iliba ninguém. E imagine-se, até o Presidente está preocupado! Também eu estou preocupado, e por essa razão pergunto: - Se as conversas detectadas e gravadas fossem de outrem que não o nosso Primeiro, e o outro interlocutor fosse da mesma forma o sr Vara, teriam ido para o arquivo vertical (mais conhecido por lixo)? Face a estas preocupações, e com um certo aproveitamento político ouvem-se por aí, nos cafés e esplanadas (apesar do frio vão conversar e fumar para lá), vozes anónimas e também das outras, a perguntar: - Com mais este caso a juntar a todos os outros, será que o nosso Primeiro, deveria ser substituído? - O partido que ganhou as eleições, deveria indigitar outra personagem? E até há quem responda e diga que sim!
. EXPERIMENTEM VIVER COM O SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL, OU ATÉ COM UM POUCO MENOS, COMO O FAZEM (POR EXEMPLO) MUITOS DOS REFORMADOS . O dr Carvalho da Silva falou, e, se porventura tivesse sido eu a dizê-lo, por certo que o não teria dito melhor. -"O dr Silva Lopes que experimente viver com o salário mínimo nacional". Isto a propósito do que o dr Silva Lopes disse há dias, sobre os aumentos em geral. -"Aumentos salariais em 2010, com as empresas fragilizadas pela crise, seriam fábricas de desemprego". O dr Silva Lopes, e outros com ideias peregrinas como esta, deveriam estar calados.
A mentira, nos Portugueses, tornou-se num modo de vida. Completamente perdidos e sem destino, os habitantes do nosso País, não têm códigos de conduta, não reconhecem os ensinamentos da moral e não têm bons exemplos para seguir. Salvam-se algumas, muito raras, excepções, esquecidas e escondidas do grande público, e totalmente afastadas do conhecimento das gerações mais novas.
A mentira grassa no governo, nos partidos políticos, nas escolas, nas administrações das empresas públicas, nos números do déficit, na propaganda, nas televisões, nas relações entre as pessoas, nas negociatas, na publicidade e no marketing, e em quase todas as vertentes da vida de todos os dias.
Gente sem escrúpulos manda em nós, e sob a capa de uma sociedade progressista, em que todos podem falar e fazer o que bem entenderem uma vez que são livres, e a que pomposamente chamam de democracia, massacram-nos e aos nossos filhos, com mentiras em cima de mentiras, desgraçando o nosso futuro e o das próximas gerações.
Cada vez mais se é menos livre de fazer o que se quer e de ir para onde se quiser. Estamos cada vez mais controlados, vigiados e condicionados. Câmaras de filmar, chips e propaganda contínua, rodeiam-nos a todo o momento.
Vive-se para o dinheiro, e associado a ele, para o sexo. Para quetal assim possa ser, as mentiras vêm em catadupas, e de tanto se propagandearem, transformam-se em verdades incontestadas.
As principais prioridades deste nosso novo governo, passam na sua maior parte, pelos investimentos públicos que irão afectar economicamente várias gerações, pelo casamento dos homossexuais, pelas aulas sobre sexualidade dadas a crianças por gente sem preparação, e pela conquista dos vários poderes, a qualquer custo, a qualquer preço, e de qualquer maneira.
Quem não é por nós, é contra nós, e com esta máxima, os nossos governantes tranformaram nas últimas décadas, a vida Portuguesa numa mentira.
Toda a gente passou, nos últimos anos, a tolerar a falsidade e o embuste, a considerar o sexo como parte integrante e imprescindivel das relações e dos negócios, e a aceitar pagamentos por favores indevidos, de uma forma tal, que tudo começou a ser considerado normal.
Onde houver sexo e dinheiro, todas as mentiras se perdoam e aceitam. Hoje em dia, estas três componentes, são o motor da vida. Sem elas, tudo para. Sobrepôem-se a tudo e a todos, e nós, todos nós, pobres diabos, deixamos que assim seja.
A corrupção, o conluio, a associação com fins criminosos, os favores económicos e sexuais, a mentira descarada, a obtenção dos fins a que qualquer um se propõe por qualquer meio, são o pão nosso de cada dia, e o que aos Portugueses de todas as idades se ensina. E de tal forma o interiorizaram já, que se entende como regra habitual o proceder-se dessa forma. E, para além disso, também se julga, que quem assim o não fizer, é tonto, estúpido, e não sabe fazer valer os seus direitos.
Assim, desta forma, caminhamos alegremente para um beco sem saída. Ninguém confia ou virá a confiar em nós, e nós não confiamos uns nos outros.
Anda um País inteiro a enganar todo um País.
Passamos a ser, cada vez mais, um Portugal de impostores, de malandros, de corruptos e de mentirosos.
No último minuto, a Naval perdeu. Uma falta desnecessária deitou todo o trabalho, de noventa minutos inteirinhos, a perder. Peiser, foi um herói. Defendeu o que se podia defender e também o que não parecia possível. Os donos da casa, atacaram, atacaram, atacaram, deixando durante grande parte do jogo o seu guarda-redes e um defesa, como únicos ocupantes do seu meio campo. A Naval, estacionou o camião em frente à baliza e por muito pouco não saída da Luz com um ponto. Javi Garcia acabou com o sofrimento dos vermelhos. Agora o SPBraga já tem companhia no primeiro lugar, embora com vantagem.
Na noite de nove de Novembro de 1989, um grupo de pessoas, uma multidão, vinda da parte leste, avançou contra os postos fronteiriços. Começava o derrube do que foi chamado MURO DA VERGONHA. Começado a ser construído em 13 de Agosto de 1961, durou vinte e oito anos. Dividia a cidade ao meio e simbolizava a divisão das Alemanhas e do mundo, RFA (afecta ao mundo acidental e ao capitalismo que era representado pelos EUA) e RDA (afecta ao países socialista e ao regime soviético). Era um muro enorme, com mais de sessenta e seis quilómetros de extensão, e, provocou a morte a mais de oitenta pessoas, feriu mais de uma centena e aprisionou milhares. Tudo , só porque queriam atravessar para a parte ocidental da cidade, fosse para fugir do regime soviético, ou tão somente para reencontrar familiares. Fazhojevinteanos que o derrubaram. O governo da RDA, anunciou nessa data, que todo e qualquer cidadão poderia atravessar o muro, se assim o desejasse. Foi a loucura. Multidões subiram e atravessaram o muro. Nas semanas seguinte a vergonha Alemã foi sendo desmantelada aos poucos, pelos caçadores de lembranças e por multidões eufóricas. Hoje, no local onde se erguia o muro, há marcas no chão, a lembrá-lo, e o governo Alemão, vai reconstruir partes dele para memória futura.
Como se sabe, eu não gosto da sra d Fátima. Já o escrevi várias vezes. Desde que fez um programa pretensamente sobre o Porto, ou talvez antes, que cheguei a essa conclusão. A sra é, no meu entender, uma nódoa nos programas televisivos, mas tem audiência, e isso conta muito nos interesses de cada um. Agora e mais uma vez, a sra está nas bocas do mundo, que é como quem diz, nas bocas dos homens do CDS e da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. E o CDS tem toda a razão e legitimidade para fazer queixa contra o programa Prós e Contras e contra a sua apresentadora e responsável. Como estação televisiva de serviço público, não se admite que num programa sobre o governo, se convidem elementos do governo, do maior partido da oposição e do quarto maior partido da oposição, esquecendo o terceiro e o quinto. Porque será que os responsáveis pelo programa assim procedem? Será que o CDS incomoda tanto que até num programa de televisão tem de ser calado? Logo à noite, quem tiver a pachorra de ver o dito programa, logo saberá se voltaram com a palavra atrás ou se acabaram por fazer o programa assim mesmo.
. O GUIMARÃES GANHOU E O MARÍTIMO TAMBÉM. O RIO AVE EMPATOU .
Domingos Paciência teve a sua primeira derrota, e vai daí, JesualdoFerreira, um dos seus melhores amigos, entendeuperdertambém, não fosse o seu clube acabar por se aproximar demasiado do primeiro classificado. Amizade é mesmo assim! Por seu lado, ficou mais que demonstrado que Paulo Bento fez muito bem em se demitir. A culpa era toda da táctica que tinha vindo a ser empregue, e o melhor seria mudar radicalmente, o que se viu e confirmou hoje, contra o RioAve. Já vai no oitavo lugar da liga. Bem e livrou-se de no próximo jogo com as águias, levar uma abada para o seu currículo.
Nove certidões do FACE OCULTA estiveram paradas (ocultadas, escondidas, guardadas, sonegados, disfarçadas, subtraídas) quatro meses na PGR. Foi por causa das eleições? Mas que grande lata que estes senhores têm!
O sr dr Armando Vara, pessoa muito importante, com múltiplos e bons conhecimentos em tudo quanto é empresa, e também em todos os lugares de decisão a nível nacional, amigo pessoal do nosso Primeiro, Sócrates II, o Dialogador, vice presidente do BCP, ex-administrador da CGD, ex-deputado pelo partido Socialista, ex-secretário de Estado e ex-ministro, com um vencimento chorudo e com bons rendimentos globais, suja-se e é apanhado por causa de unsmíseros dez mil euros? Queocultaestaface?
Hoje, pelas quinze horas aconteceu a inauguração da mostra colectiva de fotografia a que tenho feito propaganda neste meu sítio. Entre os vários fotógrafos que expuseram e mostraram os seus trabalhos, encontrava-se este vosso amigo. Para além dos amigos dos amigos dos expositores, muitos foram os que por lá passaram e nos deram o prazer de beber connosco um cálice de Porto. As críticas foram favoráveis o que nos agradou sobremaneira. Serve este texto para agradecer aos que se deram ao trabalho de nos brindar com a sua presença. A exposição estará patente ao público até ao próximo dia 20. No dia 21, daremos lugar a outros cinco que irão expor os seus trabalhos. . No próximo dia 13, Sexta-feira, uma outra exposição de fotografia terá a sua inauguração pelas 21h30, no Centro Cívico de Custóias, e este vosso amigo também lá estará como expositor, com três trabalhos. Poderão encontrar a notícia e todas as informações na coluna lateral deste blogue.
Estive quatro meses a mais no Sporting, disse. Hoje de manhã, Paulo Bento demitiu-se do SportingCP. É um bom treinador que fez um excelente trabalho em Alvalade. Talvez que não pudesse fazer mais. Vai deixar uma profundasaudade no balneário e no clube, e marcou uma época. A equipa de futebol estava num beco sem saída e só esta chicotada a poderá salvar. Poderá o próximo treinador resolver este assunto? Com a saída de Bento, as acções subiram. Do mal o menos!
A mentira, nos Portugueses, tornou-se num modo de vida. Completamente perdidos e sem destino, os habitantes do nosso País, não têm códigos de conduta, não reconhecem os ensinamentos da moral e não têm bons exemplos para seguir. Salvam-se algumas, muito raras, excepções, esquecidas e escondidas do grande público, e totalmente afastadas do conhecimento das gerações mais novas.
A mentira grassa no governo, nos partidos políticos, nas escolas, nas administrações das empresas públicas, nos números do déficit, na propaganda, nas televisões, nas relações entre as pessoas, nas negociatas, na publicidade e no marketing, e em quase todas as vertentes da vida de todos os dias.
Gente sem escrúpulos manda em nós, e sob a capa de uma sociedade progressista, em que todos podem falar e fazer o que bem entenderem uma vez que são livres, e a que pomposamente chamam de democracia, massacram-nos e aos nossos filhos, com mentiras em cima de mentiras, desgraçando o nosso futuro e o das próximas gerações. Cada vez mais se é menos livre de fazer o que se quer e de ir para onde se quiser. Estamos cada vez mais controlados, vigiados e condicionados. Câmaras de filmar, chips e propaganda contínua, rodeiam-nos a todo o momento.
Vive-se para o dinheiro, e associado a ele, para o sexo. Para quetal assim possa ser, as mentiras vêm em catadupas, e de tanto se propagandearem, transformam-se em verdades incontestadas.
As principais prioridades deste nosso novo governo, passam pelos investimentos públicos que irão afectar economicamente várias gerações, pelo casamento dos homossexuais, pelas aulas sobre sexualidade dadas a crianças por gente sem preparação, e pela conquista dos vários poderes, a qualquer custo, a qualquer preço, e de qualquer maneira.
Quem não é por nós, é contra nós, e com esta máxima, os nossos governantes tranformaram em poucas décadas, a vida Portuguesa numa mentira.
Toda a gente passou, nos últimos anos, a tolerar a falsidade e o embuste, a considerar o sexo como parte integrante e imprescindivel das relações e dos negócios, e a aceitar pagamentos por favores indevidos, de uma forma tal, que tudo começou a ser considerado normal.
A corrupção, o conluio, a associação com fins criminosos, os favores económicos e sexuais, a mentira descarada, a obtenção dos fins a que qualquer um se propõe por qualquer meio, são o pão nosso de cada dia, e o que os Portugueses de todas as idades aprendem. E de tal forma o interiorizaram já, que se entende como regra habitual o proceder-se dessa forma. E, para além disso, também se entende, que quem assim o não fizer, é tonto, estúpido, e não sabe fazer valer os seus direitos.
Assim, desta forma, caminhamos alegremente para um beco sem saída. Ninguém confia ou virá a confiar em nós, e nós não confiamos uns nos outros. Anda um Paísinteiro a enganartodo um País.
Com alguma facilidade, fruto do saber esperar e saber sofrer, o SLBenfica foi a Inglaterra vencer o Everton por duas bolas a zero. Está agora no primeiro lugar do grupo. Por sua vez, o SportingCP, deixou-se empatar pelo Ventspils e Bento viu-se confrontado de novo com o desagrado dos sócios, manifestado com lenços brancos. O Nacional também empatou com o Atlético de Bilbao. A boa exibição, volta a não ser suficiente. Esteve a vencer até seis minutos do fim.
PROGRAMA DE GOVERNO. Há que agradar à esquerda. Não pode viver sem apoios, pequenos que seja. Sócrates II, o Dialogador, dialoga onde lhe apetece, como lhe apetece, e com quem lhe apetece. A arrogância do seu antecessor, Sócrates I, o Arrogante, regressa em força. Os pensionistas de pensões mais baixas recebem um aumento entre 1 e 1.25 %. Será um aumento extraordinário ou o aumento para 2010? O casamento dos homossexuais vai avançar. O TGV e o novo aeroporto da capital avançam. A luta com os professores continua. O combate à corrupção deverá continuar. Enfim, nada de novo no modo de trabalhar do nosso Primeiro.
.. A operação, chama-se Face Oculta, mas já há muitas faces descobertas.
Aquilo que muitos dos arguidos, ou alegadamente implicados, deram ou receberam, têm nomes diferentes, consoante quem os nomeia.
Para uns, os investigadores e o público em geral, o nome que têm é "luvas provenientes de corrupção".
Para outros, os que ofereceram ou os que receberam, são "prendas de Natal ou de outra altura qualquer".
Mas, dificilmente, automóveis e dinheiro, podem ser considerados presentes desse género.
A todos os níveis da nossa sociedade, se utiliza a prenda, ou a nota, ou a influência, para obter o que se pretende.
A corrupção, pequena ou grande, faz parte do nosso estilo de vida. Desde a notita dada à funcionária que nos põe dentro do consultório do sr dr uns minutos mais cedo, ao segurança que nos deixa entrar mesmo sem a devida credencial num qualquer sítio onde pretendemos ir, ou ao sr graduado de uma qualquer força militarizada que mete uma cunha pelo nosso pirralho e por isso recebe à posteriori uma prendinha, em quase todas as circunstância da vida dos Portugueses encontramos situações destas.
Não seria portanto de admirar que nos altos negócios se proceda da mesma forma.
Mas, se nas pequenas coisas, é aceite pelo comum dos cidadãos, que se proceda assim, pois que quem o não faz fica sempre prejudicado, já nas grandes coisas esta postura não tem o aval de ninguém. Nestas, a lisura de procedimentos, até ao mais pequeno pormenor, é exigível.
O Português, como outros, aceita que a pequena corrupção se faça, até porque é ele quem a faz, mas exige que os que estão em situação de mandar, os que têm poder, o não façam, até porque não precisam, e só corrompe quem necessita.
O grande problema desta situação, para além do facto em si mesmo, é que tem já muitas ramificações, que tocam altas figuras da nossa Nação. À Ren, Refer, EDP e Galp, juntam-se agora a CP, a Portucel, a Lisnave, os CTT, a EMEF, os Portos de Setúbal, Sines a a Capitania de Aveiro, a ENVC, a IDD, a Empordef, a Carris e as Estradas de Portugal. Muitas destas empresas estão já a fazer investigações internas. Mas são já demasiadas as empresas ligadas a este caso. É o País inteiro.
E só o mais pequeno dos actores deste caso, o que corrompeu (alegadamente claro, que é preciso ter cuidado com o que se diz) os altos funcionários de quem se fala, está em prisão preventiva.
Daí o poder-se inferir que aos outros, nada de mais lhes acontecerá. O sr Vara, ainda está e continuará a estar na Vice Presidência do BCP. O sr Penedos continua na presidência da Ren. E outros continuam onde sempre estiveram.
Daqui a muitos anos, como em outras situações que estão a correr na nossa justiça, ainda estaremos na situação de hoje. As investigações vão ser demoradas e a nossa justiça irá ser ainda mais lenta que de costume. Há demasiada gente muito importante envolvida.
Esta forma suja e abjecta de se viver, não pode deixar de criar nojo a quem olha para ela.
Ninguém pode confiar em ninguém. A corrupção grassa por todo o lado. Quem tem poder, e é pouco sério, faz o que muito bem entende e enriquece quase da noite para o dia. Quem não tem esse poder, ou se for uma pessoa séria, nem trabalhando muito, chega a algum lado apetecível economicamente. Quem não for de modo algum, uma pessoa séria, como muitos que por aí andam, depressa chega a ter poder. Seja em que nível for.
E o poder em Portugal, pelo que se ouve nas ruas e nos cafés, está associado à burla e à corrupção.
Vivemos num País de vigaristas e de vigarices. E, desde à alguns anos a esta parte, a principal ideia que transmitimos aos nossos filhos, é a de que devem ser "espertos" para poderem ter poder e ser ricos, não interessando o que se faça, desde que surta efeito.
O que em alguns momentos me apetece, é sair daqui, fugir, imigrar para um qualquer lugar, longe de tudo e de todos. Ou então viver no meio do monte, sem acesso a seja o que for. Mas não sendo de baixar os braços, vou, à minha escala, continuar a lutar contra a corrupção em Portugal.
Conforme está, é uma tristeza, o País em que vivemos.
Da minha idade, os meus amigos eram o A e o O, a A e mais alguns, cujos nomes a memória apagou, provocada por quarenta anos de ausência, que não as caras, essas presentes e marcadas indelevelmente em mim. E todos os outros, que pela idade poderiam ser meus pais ou avós. A sra Isaura, a sra Zulmira, o sr Manuel Inácio, a I, o primo T M, o Zé das porras (interjeição sempre presente nas suas palavras), o Brasileiro, porque esteve para ir para o Brasil embarcado, o B.
Havia ainda o Padre que tinha um rádio a pilhas que tocava alto na janela, e a irmã mais nova deste, que um dia se zangaram connosco. Tanta gente boa, tantas lembranças saudosas.
Em Meneses viviam os Marta, os Maio, os Miranda, e outros igualmente importantes. Esta aldeia chegou a ter um movimento imenso de pesssoas. Hoje está reduzida a meia dúzia de habitantes.
Depois de tudo arrumado, ou ainda antes dada a euforia do momento, saía de “nossa” casa em direcção à casa do meu amigo A. Por lá, o pai, a mãe e o irmão, davam-me calorosamente as boas vindas. A prova do presunto ou do salpição, acompanhados pelo minúsculo copito de vinho, era obrigatória. Durante a prova, que os donos da casa faziam questão de providenciar, contavam-se as novidades, e punha-se a conversa em dia. Havia sempre muito que contar. Um ano de ausência é muito tempo.
Depois corria as “capelinhas” todas. A casa do primo, a casa do Padre, a casa da A, e acabava em casa da I. Em todos os lados, as mesmas conversas, e as mesmas provas, com as cambiantes próprias das diferenças de interesses de cada um.
O regresso a casa foi numa das vezes, complicado. Convém dizer que entre as duas casas mais afastadas não distavam mais de duzentos metros. A aldeia é pequenina.
Já perto do fim da tarde, com o sol a pôr-se para lá dos montes, regressava eu da minha última visita, quando me perdi. Dei por mim a não saber onde estava nem o que fazia por ali. Depois das muitas provas, quatro ou cinco, de um copito meio cheio de vinho em cada casa, de muitos cigarros (sim, naquela altura eu fumava uns cigarritos) a acompanhar, e de pouco pão de centeio e pouco presunto e salpicão, fiquei um pouco etilizado. Deveria ter perto de dezoito anos quando isso aconteceu. Com muita dificuldade, e também um pouco de sorte, já escuro, cheguei a casa. O jantar foi frugal, mas a bebida continuou a acompanhar-me, assim como os cigarros. Estava instalada a minha primeira bebedeira assumida (tinha havido, anos antes, uma outra, dizem as más línguas, que nunca aceitei que o fosse). Aquela noite ficou-me gravada para sempre. Passei mal, muito mal, e como resultado, não bebi mais durante dois anos, e não fumei durante cinco. Infelizmente ainda retomei o cigarro durante sete anos, altura em que acabei com eles para sempre.
No dia seguinte, começavamos a acalmar da euforia do dia anterior. Com a chegada do pão, fresquíssimo, grande, de centeio ou de mistura, acordávamos. A noite mal se tinha despedido de nós. Depois as coisas habituais. Ver quem ia primeiro à casa de banho, minúscula. Era uma “guerra”. Quem se levantasse mais cedo, mais sorte tinha. Depois, o pequeno almoço. A mesa já posta, o leite, o café, o chocolate, a manteiga, tudo em cima da mesa a chamar por nós. E os seus cheiros, esses, acompanham-me desde então. Quando os sinto, salivo, e uma saudade tremenda apodera-se de mim. Comíamos como se fosse a nossa última refeição. Os ares da montanha tinham começado já a fazer efeito. Saboreávamos tudo muito devagar. Tudo era feito com muita calma.
Como sempre, após ter comido, e em paz comigo e com o mundo, saía, dava a volta à casa, e ficava durante algum tempo, a olhar o vale, a serra e os campos espalhados pela encosta. Também me deliciava a sentir os cheiros que ali eram totalmente diferentes dos da cidade. Não me cansava de olhar. Era a altura do dia que eu mais gostava. Dei comigo a pensar muitas vezes, nos últimos anos que por lá andei, que seria ali que gostaria de vir a acabar os meus dias.
Nos anos, e foram bastantes, em que todos os primos, ou quase, estavam juntos, não havia lugar para todos dormirem em casa da sra Margarida. Por essa razão, eu ia dormir em casa do meu amigo A. Era bom, era diferente. Era uma maravilha.
A casa dele, separada da outra por uma vereda, era antiga, o chão era de largas réguas de madeira, em grande parte por cima das cortes do gado e tinha uma varanda sobre o vale e a serra. Perdia-me de amores pela varanda. Adorava estar lá a olhar, a olhar.
Foi lá que aprendi a ouvir o silêncio, quebrado aqui e além pelo vento, por um restolhar dos braços das árvores, pelo chilrear de algum pássaro ou pelo mugir de algum boi.
Fui muitas vezes com estes meus amigos, “trabalhar” para os campos. Eu nada fazia, claro. Mas levava a enxada, a mais pequena como é evidente, e às vezes a barriquinha do vinho, ou a merenda.
Quando isto acontecia, o dia era diferente para melhor. Os pés nus na lama e nos regos da água, os cheiros, o da terra acabada de cavar, ou o da erva cortada, ou ainda o do folhelho arrancado e atado mesmo ali a meu lado.
Era uma jorna dura, de trabalho árduo, de que eu mal me apercebia. Eu era o menino da cidade que nada sabia fazer e só estava a passar férias. Os meus amigos e o pai deles, trabalhavam quase sem parar. Os intervalos eram raros, e só para um gole na barrica ou para uma bucha de pão.
Quando regressávamos a casa, eu vinha feliz. Sujo de terra, mas feliz. Tinha sido um dia em cheio. Dos que valem a pena lembrar pela vida fora.
Noutras alturas, estamos em Setembro, lembram-se (?), acertávamos na semana da vindima. A azáfama era imensa. Era preciso ser rápido, que havia muita uva para apanhar.
Na minha memória ficaram estampados os grandes cestos de vime onde todos despejávamos o que íamos colhendo, os pequenos cestos pendurados nas ramadas ou nas escadas, as tesouras, os cheiros, sempre os cheiros que ainda hoje sinto, os carros de bois, a alegria estampada no rosto de toda a gente. Nestas coisas eu já ajudava, embora pouco, e por pouco tempo. Depois, mais tarde, quando tudo apanhado, havia o pisar das uvas com os cânticos dos homens descalços dentro do lagar, a pisar, a pisar, a pisar.
Adorava estar no meio deles. Sentia cócegas nos pés ao calcar as uvas. Entalado entre dois dos homens, era engraçado reparar como, ombro com ombro, íamos pisando ritmadamente sem parar. E mais uma vez, o cheiro forte da uva pisada.
Mas os trabalhos que aqui relato, eram esporádicos, para nós, crianças. Na maior parte do tempo, os dias eram gastos em brincadeiras infantis. Um “pau” de milho (o caule da planta, que na sua parte superior faz uma curva onde encaixa a espiga), servia como espada, e também servia como cavalo. Com um pau atravessado a unir dois caules na sua parte superior servia como junta de bois. E lá fazíamos as nossas lutas de capa e espada, as nossas cavalgadas, ou os nossos trabalhos do campo, imitando o som maravilhoso dos carros puxados pelos bois. Iiiiióóóó … íiiiióóóó… íiiióóóó.
As horas passavam bem depressa. Logo logo era noitinha e íamos para casa. Durante o dia só lá passávamos para o almoço ou para o lanche. De resto andávamos pelos montes, sozinhos, sem necessidade de quaisquer cuidados. Por vezes íamos às aldeias vizinhas, Moçães, Torgueda, Arrabães, só por ir, ou para telefonar aos nossos pais, ou ainda para comprar, na “venda”, alguma coisita que a sra Margarida necessitasse (a venda era uma espécie de mercearia onde havia de tudo, desde pão ou grão ou caramelos, até enxadas ou productos para a terra, ou ainda telefone ou serviços de correio). Também para deitar qualquer carta no marco do correio, ou para comprar o respectivo sêlo. Se a memória me não falha, naquelas bandas, só havia um telefone em Moçães e outro em Arrabães. Sá havia marco do correio em Arrabães e uma venda em cada uma dessas aldeias. Em Torgueda, havia a igreja onde aos domingos íamos à missa, e o cemitério.
Foi em Meneses que pela primeira vez, vi lacraus. Os meus amigos mostraram-mos, levantando algumas pedras, e ensinaram-me a não me meter com eles. Foi por lá, que me familiarizei com os bichinhos que existem por todo o lado, aprendendo a não ter medos e a saber respeitá-los. Foi lá, em Meneses que aprendi muito do que a vida é.
As noites eram engraçadas. Quando nada havia para fazer, jogávamos às cartas (ao burro, à bisca dos três ou dos sete, ao crapô ou à canasta), ao dominó, ao jogo chinês e às adivinhas. Tudo debaixo da luz do petromax ou do gasómetro. E era giro. Adorávamos as noites sem horário para deitar.
Mas quando havia que fazer, valia ainda mais a pena. E o que havia para fazer, era trabalho que todos fazíamos com muita satisfação. O mais interessante de todos era o debulhar do milho. Juntavamo-nos numa espécie de cabanal, ou eira fechada, sentavamo-nos em roda e começávamos a debulhar o milho. Havia conversas, cânticos, anedotas, tudo o que se possa imaginar. Na roda, muita gente, nova e menos nova. Rapazes e raparigas das mais diversas idades. Tudo numa alegria imensa, que explodia quando alguém apanhava uma espiga vermelha. O milho rei. O felizardo ou felizarda, tinha então direito a festa, a beijos, a abraços e a ditos maliciosos. Quando tinha a sorte de me calhar a mim, sempre corava de vergonha. Tinha de escolher uma moça para me beijar, e a minha timidez não me deixava. A vontade era imensa, e no fim, depois de risos e chacotas, lá acabava por se concretizar o meu prémio. E o beijo lá vinha, acompanhado das brincadeiras dos restantes, e era dado na parte da cara que mais longe estivesse da boca. Às vezes, quase na orelha, que na testa não era permitido. Satisfação interior grande, a minha, e a cara mais vermelha que o milho. Havia quem fosse malandro e escondesse a espiga de milho rei atrás das costas para que ciclicamente fosse bafejado com a “sorte”. Eu, nunca fui capaz de o fazer. Azar o meu!
As férias acabavam depressa. Normalmente no dia de aniversário do dono da casa, ou no Domingo a seguir, que era o dia do almoço, onde toda a minha família ia, e onde quase não se notava que era para festejar a ocasião. No entanto, nunca vi aquele senhor queixar-se de alguma coisa. A felicidade dele e da sra Margarida em nos ter lá a todos, assim como de toda a gente que connosco convivia, era enorme, e não se preocupavam com menores atenções, se é que alguma vez existiram. Eu, também só acabei por reparar nessas coisas, muito mais tarde, e é até possível que nem fosse tanto assim.
A tarde chegava num ápice. Tínhamos de estar no Porto antes de anoitecer, que o Marão era perigoso de descer. Encontrávamos nevoeiro com muita frequência. Pelo menos duas horas de caminho, se não mais.
Despedidas, abraços, promessas, beijos.
-Até para o ano.
-Adeus, até para o ano.
-Façam boa viagem.
-Obrigado, fiquem bem.
Um último aceno antes da curva da estrada que nos impedia a visão.
Uma lágrima no canto do olho, aparecia por vezes, e eu fazia todos os possíveis para a disfarçar, mesmo de mim.
Quando dei por ela, tinham passado alguns anos, muitos, sem que eu lá voltasse naquela altura do ano, e até alguns, demasiados, em que simplesmente não ia de forma alguma. As minhas férias na montanha, naquela aldeia maravilhosa, tinham acabado há muito. E aí, a saudade chegou, mas não havia nada a fazer.
A não ser, talvez, conseguir deixar um testemunho saudoso.
Em Nicósia, Falcão, rematou e deu a vitória ao FCPorto. Foi aos oitenta e três minutos de jogo, e Farias esteve no golo. Assegurou a ida aos oitavos de final e está a um ponto do primeiro lugar do grupo. APOEL - 0, FCPorto - 1 Grande jogo fez Falcão. Fartou-se de vir buscar jogo ao meio campo, ele que é um ponta de lança. Hulk continua igual ao que nos habituou. Uma força da natureza que quando tem a bola nos pés é de uma criatividade enorme, mas não olha a posições, a marcações ou seja ao que for. Só tem olhos para a baliza e lá vai ele embalado. Tem ainda muito que aprender, embora se adivinhe um belíssimo jogador. Parabéns FCPorto.
A avaliação dos professores, não é para suspender, disse o novo Ministro dos Assuntos Parlamentares. Está fora de questão, disse! A FNE, e a FENPROF, não devem ter gostado nada deste discurso, pelo que: - VEM AÍ MANIF, PELA CERTA!
. PRENDINHAS, QUEM AS NÃO QUER ... A operação, chama-se Face Oculta, mas já há muitas faces descobertas. Sobre isso já escrevi aqui, e aqui. Aquilo que muitos dos arguidos, ou alegadamente implicados, deram ou receberam, têm nomes diferentes, consoante quem os nomeia. Para uns, os investigadores e o público em geral, o nome que têm é "luvas provenientes de corrupção". Para outros, os que ofereceram ou os que receberam, são "prendas de Natal ou de outra altura qualquer". Mas, dificilmente, automóveis e dinheiro, podem ser considerados presentes desse género. A todos os níveis da nossa sociedade, se utiliza a prenda, ou a nota, ou a influência, para obter o que se pretende. A corrupção, pequena ou grande, faz parte do nosso estilo de vida. Desde a notita dada à funcionária que nos põe dentro do consultório do sr dr uns minutos mais cedo, ao segurança que nos deixa entrar mesmo sem a devida credencial num qualquer sítio onde pretendemos ir, ou ao sr graduado de uma qualquer força militarizada que mete uma cunha pelo nosso pirralho e por isso recebe à posteriori uma prendinha, em quase todas as circunstância da vida dos Portugueses encontramos situações destas. Não seria portanto de admirar que nos altos negócios se proceda da mesma forma. Mas, se nas pequenas coisas, é aceite pelo comum dos cidadãos, que se proceda assim, pois que quem o não faz fica sempre prejudicado, já nas grandes coisas esta postura não tem o aval de ninguém. Nestas, a lisura de procedimentos, até ao mais pequeno pormenor, é exigível. O Português, como outros, aceita que a pequena corrupção se faça, até porque é ele quem a faz, mas exige que os que estão em situação de mandar, os que têm poder, o não façam, até porque não precisam, e só corrompe quem necessita. O grande problema desta situação, para além do facto em si mesmo, é que tem já muitas ramificações, que tocam altas figuras da nossa Nação. À Ren, Refer, EDP e Galp, juntam-se agora a CP, a Portucel, a Lisnave, os CTT, a EMEF, os Portos de Setúbal, Sines a a Capitania de Aveiro, a ENVC, a IDD, a Empordef, a Carris e as Estradas de Portugal. Muitas destas empresas estão já a fazer investigações internas. Mas são já demasiadas as empresas ligadas a este caso. É o País inteiro. E só o mais pequeno dos actores deste caso, o que corrompeu (alegadamente claro, que é preciso ter cuidado com o que se diz) os altos funcionários de quem se fala, está em prisão preventiva. Daí o poder-se inferir que aos outros, nada de mais lhes acontecerá. O sr Vara, ainda está e continuará a estar na Vice Presidência do BCP. O sr Penedos continua na presidência da Ren. E outros continuam onde sempre estiveram. Daqui a muitos anos, como em outras situações que estão a correr na nossa justiça, ainda estaremos na situação de hoje. As investigações vão ser demoradas e a nossa justiça irá ser ainda mais lenta que de costume. Há demasiada gente muito importante envolvida. Esta forma suja e abjecta de se viver, não pode deixar de criar nojo a quem olha para ela. Ninguém pode confiar em ninguém. A corrupção grassa por todo o lado. Quem tem poder, e é pouco sério, faz o que muito bem entende e enriquece quase da noite para o dia. Quem não tem esse poder, ou se for uma pessoa séria, nem trabalhando muito, chega a algum lado apetecível economicamente. Quem não for de modo algum, uma pessoa séria, como muitos que por aí andam, depressa chega a ter poder. Seja em que nível for. E o poder em Portugal, pelo que se ouve nas ruas e nos cafés, está associado à burla e à corrupção. Vivemos num País de vigaristas e de vigarices. E, desde à alguns anos a esta parte, a principal ideia que transmitimos aos nossos filhos, é a de que devem ser "espertos" para poderem ter poder e ser ricos, não interessando o que se faça, desde que surta efeito. O que em alguns momentos me apetece, é sair daqui, fugir, imigrar para um qualquer lugar, longe de tudo e de todos. Ou então viver no meio do monte, sem acesso a seja o que for. Mas não sendo de baixar os braços, vou, à minha escala, continuar a lutar contra a corrupção em Portugal. Conforme está, é uma tristeza, o País em que vivemos.
Mais uma escorregadela do Sporting CP. Há quatro jogos que não ganha. Já é sétimo a doze pontos do Braga. Têm quatro empates e três vitórias, em nove jogos. O Marítimo tem três de cada, vitórias, empates e derrotas, e já é oitavo. O "enorme" golo de Manu, poucos minutos depois do "grande" de Matías Fernandes, veio criar um problema acrescido a Paulo Bento, que volta a ser contestado pelos adeptos, que irritados quiseram invadir a zona VIP. Por quanto mais tempo se irá aguentar este treinador? Já há muitos anos que o Sporting não tinha um início de campeonato tão fraco. O Sporting mais prejudicado pela arbitragem que o Marítimo, não soube fazer valer a vantagem que conseguiu. Postiga tenta e tenta e tenta, mas não marca. A crise em Alvalade parece não ter fim à vista.
Segundo o que se pensa que o nosso Primeiro, Sócrates II, O Dialogador, vai fazer,o programa de governo terá duas componentes.Umapara agradar à direita e outra para agradar à esquerda. Nas opções de vida, onde se incluem os casamentos dos homossexuais, o novo governo irá fazer todas as vontades à esquerda. Na questão económica, a governação deverá ser executada mais ao centro. Falta saber que pormenores do programa do PS, sufragado nas eleições, e que venceu, deixará o nosso Primeiro cair no p+rograma de governo, e que novidades este trará. Faltam pouco mais de vinte e quatro horas para ficarmos a saber.
SERENÍSSIMA CASA REAL E DUCAL DE BRAGANÇA - PORTUGAL
RELÓGIO UNIVERSAL
http://home.tiscali.nl/annejan/swf/timeline.swf
NAÇÃO
.
Bandeira do Condado Portucalense usada pelo Conde Dom Henrique (1081-1139) e pelo Conde Dom Afonso Henriques (1139-1143)
«De prata, uma cruz, de azul». Esta é a descrição heráldica do escudo do primeiro Rei de Portugal, herdada, segundo se diz, de seu pai, Henrique de Borgonha. Note-se que se trata aqui realmente de um escudo; a heráldica europeia moderna começa justamente pela descrição das vestes e dos escudos dos cavaleiros num torneio, feita por um arauto (herald). Quase certamente, este brasão nunca tomou a forma de uma bandeira, pois estas, muito menos como representação uniformizada e generalizada de um país, ainda não existiam nesta época
Houve, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência do reino das Astúrias/Leão/Galiza sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho).
Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão, que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos Mouros, tendo também recebido a mão de sua filha Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do Sul da Galiza (diocese de Tui).
Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, pois os seus chefes eram alternadamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (Príncipe).
Há 47 regiões vinícolas em Portugal. Nos rótulos das garrafas essas regiões estão mensionadas através de siglas. . Denominação de origem e classificação de vinhos consoante a região de proveniência: DOC - Denominação de Origem Controlada VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada VLQPRD - Vinho Licoroso ... VEQPRD - Vinho Espumante ... VFQPRD - Vinho Frisante ... Vinho Regional Vinho de Mesa
Em Dezembro de 1996, o centro histórico do Porto foi classificado, pela UNESCO, como Património Cultural da Humanidade, o que veio confirmar a sua riqueza monumental, patrimonial e cultural. Destino turístico por excelência, a cidade tem, no centro histórico, o ponto fulcral das visitas à Invicta, apresentando a história da cidade que começou a crescer a partir desse mesmo ponto.
A cidade, indissociável do rio Douro, é uma das mais antigas da Europa e apresenta uma história que eleva o espírito hospitaleiro e lutador do povo apelidado de “tripeiro”. A par da sua história, apresenta o afamado Vinho do Porto, cujas caves podem ser visitadas do outro lado da margem do rio, em Vila Nova de Gaia.
Para além dos monumentos e museus, a cidade apresenta inúmeros espaços verdes que proporcionam bonitos passeios, seja no centro da cidade ou junto ao mar ou rio.
Uma visita pela cidade não deve esquecer as pontes, que unem o Porto a Vila Nova de Gaia, assim como os percursos que a cidade oferece, desde a movimentada Baixa, às pitorescas Ribeira e Miragaia, até à Foz, conhecendo aí as praias, e passando também por uma subida à Torre dos Clérigos.
A gastronomia portuguesa é bem conhecida em todo o mundo, pela sua diversidade. No Porto, são dois os pratos que se destacam dos demais: as Tripas à Moda do Porto e a sanduíche reforçada, coberta de molho picante, que tomou o nome de Francesinha.
Povo festivo por natureza, os portuenses dão grande destaque à Festa de S. João, tornando a noite de 23 para 24 de Junho, num arraial único no país. Toda a gente sai à rua, empunhando martelos de plástico ou alho-porro, para correr as ruas da cidade, da Ribeira até à Foz, depois do monumental fogo-de-artifício que acontece à meia-noite junto ao rio Douro.
A não perder
Casa da Música Castelo de São João da Foz Caves do Vinho do Porto (em Gaia) Estação de S. Bento Fundação de Serralves Igreja de S. Francisco Igreja de S. Nicolau Palácio da Bolsa Palácio de Cristal Palácio do Freixo Parque da Cidade Pavilhão da Água Sé do Porto Teatro Nacional S. João Teatro Rivoli Torre dos Clérigos Mercado do Bolhão Muralha Fernandina Museu Nacional Soares dos Reis Museu de Arte Conteporânea de Serralves Museu do Carro Eléctrico Museu Nacional da Imprensa