RIO AVE 0 - BENFICA 1
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Bruno Paixão, como de costume, foi um dos protagonistas do jogo.
Bem, e o Rio Ave se calhar não merecia perder, pelo menos a julgar pela primeira parte do jogo.
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Ligações:
A, B, C, D
I AM, ... I KNOW I AM, ... THEREFORE I AM, ... AT LEAST I THINK I MUST BE ... I THINK !
A Peugeot levantou o véu sobre a linguagem de design a ser adoptada pelos novos modelos da marca francesa com a revelação do SR1, o protótipo de um «Roadster Grande Turismo» que o construtor vai apresentar em Março, por ocasião do Salão Automóvel de Genebra, e que poderá antecipar as linhas da nova berlina 508, sucessor do 407.
O SR1, que ostenta o novo logótipo do leão, integra a tecnologia Hybrid4 (que será aplicada em série no 3008 a partir de 2010) contando com um motor dianteiro a gasolina 1.6 THP de 218 cv, associado a um propulsor eléctrico de 95cv. Em conjunto, os dois motores desenvolvem uma potência máxima combinada é de 313 cv, com a marca a anunciar, uma média de consumos, em ciclo urbano, de 4,9l/100km e emissões de CO2 de 119g/km.
Para além das quatro rodas motrizes, este protótipo estreia também a tecnologia de 4 rodas direccionais. A ser adoptado nos modelos híbridos da marca, neste sistema, o grau de viragem das rodas traseiras está relacionado com a sua velocidade, através de pequenos braços motorizados situados ao nível dos triângulos traseiros, o que confere, em qualquer circunstância, a máxima agilidade ao veículo.
Tirado daqui
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ão Luso-Americana é agora presidida pela ex-ministra que, durante o seu consulado, quase destruiu as escolas públicas em Portugal.Hoje já ninguém sabe escrever.
Os SMS, forma de escrita usada pala maior parte da população activa, vieram empobrecer a escrita. As abreviaturas, os «kapas», e a limitação do número de caracteres passíveis de serem utilizados numa dessas mensagens, vieram desvirtuar tudo.
Antigamente, foi há bem poucos anos mas parece já ter passado uma eternidade, escreviam-se cartas, algumas, deva dizer-se, de fino trato literário. Uma declaração de amor, escrita, era por vezes um tratado de bem escrever. Uma mentira era escrita com um cuidado extremo, escolhendo muito bem as palavras empregues. O saber de novas e informar das que se sabem, obedecia a uma forma escrita correcta e agradável.
Hoje, os correios já pouco trabalham na entrega desse tipo de missivas. O telefone, primeiro, o correio electrónico, mais tarde, e depois, de novo o telefone na sua versão portátil, com a possibilidade de enviar mensagens curtas, acabaram com essa forma de comunicação.
Escrevi milhares de cartas. Aos poucos, e à medida que a idade ia avançando, escolhia com mais cuidado as palavras empregues, o papel em que as escrevia, e até a esferográfica ou a caneta de tinta permanente que utilizava.
Como toda a gente, cada vez escrevo menos cartas. O correio electrónico e a conversa pelo telefone, vieram substituir na sua maior parte a minha maneira de contactar. Mas continua a existir em mim a paixão pela escrita em papel, preferencialmente feita com caneta de tinta permanente.
Hoje já ninguém sabe escrever. Já não é preciso, dizem os mais novos que na sua maior parte têm uma caligrafia ininteligível. O vocabulário da maior parte dos Portugueses com menos de trinta e cinco anos está reduzido a um mínimo, e o ensino vigente parece apoiar essa redução e aquelas letras que mais parecem hieróglifos.
Hoje já ninguém sabe falar, a não ser sozinho. Já ninguém fala de olhos nos olhos. Fala-se de olhos postos no chão, olhando para o ecrã do computador ou para o telemóvel, e, a mais das vezes, utilizando um vocabulário reduzidíssimo. Na maior parte das ocasiões já nem se fala, limitando-se a pessoa em causa a enviar uma mensagem escrita pelo «portátil», seja ele telemóvel ou computador. A conversa tal qual sempre se entendeu como tal, tende a desaparecer das novas gerações. Escrevem-se uns amontoados de letras a que chamam mensagens, muitas vezes sem pontuação e escritas com abreviaturas, e as respostas, ou a falta delas, são recebidas na solidão escondida de um qualquer canto. O mais estranho é que há quem diga que entende essa forma de comunicação escrita.
Esse tipo de comportamento serve na maior parte das vezes para mentir, para esconder, para tornar tudo mais fácil e despreocupado. Nessas mensagens, ou nas conversas via telemóvel, dizem-se as maiores barbaridades, ou fala-se em voz muito alta dos casos mais íntimos, à beira seja de quem for, sem o mínimo pudor. O interlocutor está do outro lado, não se vê nem nos vê. E no caso de mensagens escritas é ainda mais notório e fácil, já que tudo é feito no silêncio da solidão, e nem se sente, mesmo que ao de leve, a reacção da outra parte.
Neste contexto, para que serve um acordo ortográfico? Para ser usado por quem? Pelos mesmos que só sabem escrever mensagens curtas em telemóveis, com meia dúzia de palavras abreviadas e com caracteres que não existem na nossa escrita?
Por outro lado, a quem vai beneficiar o acordo que agora se discute?
Quem tem de mudar a sua forma de escrita, vai ter de fazer um esforço. Que País tem de fazer o esforço maior? Não será Portugal que irá ver modificado o maior número de vocábulos?
Que interesses económicos estão por trás deste acordo?
Que interesse tem uma nova forma de escrever as mesmas coisas, se não há quem as entenda, se não há quem as use, se não há quem as aprenda? (É essa, cada vez mais, a tendência em Portugal)
A língua escrita tem forçosamente que evoluir de modo a normalizar a forma de escrever de toda agente que fala o Português, mas não antes de voltar a haver gente capaz de utilizar, como devem ser utilizadas, as palavras que a nossa língua tem.
Não seria melhor deixar toda a escrita como está, e, em primeiro lugar ensinar os nossos jovens a escrever, a saber usar as palavras que temos, e a perceber o que escrevem e o que lêem?
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(In O Ptrimeiro de Janeiro, 08-01-2010)
tomóveis vai mal.
a».
Quase noventa e uma mil pessoas querem que haja um referendo. São esses, pelo menos, os números avançados dos que assinaram uma petição que amanhã vai ser entregue na Assembleia da República.2010 - ANO NOVO, VIDA NOVA!
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Como seria bo
m que o novo ano de 2010 nos trouxesse realmente uma vida nova. As crises que travessamos, a internacional e a interna, podem e devem ser aproveitadas para mudarmos a nossa maneira de ver as coisas, o nosso entendimento da política e dos políticos, o nosso olhar para o estado de Portugal. A crise interna, que para além de económica é acima de tudo de valores, pode ser mais facilmente ultrapassada com mais e melhor educação, com mais e melhor ensino, com mais e melhor cultura, e também com mais e melhor democracia.
O nosso país não cresce há mais de dez anos, todos os números são maus, todos os indicadores estão no fundo da Europa, excepto claro, os que o governo lê ou quer ler, e nos impinge quase diariamente, numa lavagem cerebral digna do melhor vendedor da banha da cobra.
Temos por isso de mudar o rumo que Portugal e os Portugueses estão a levar, e isso volta a estar nas nossas mãos. Neste ano que passou, com três eleições, perdemos uma oportunidade suberana de mudar radicalmente as coisas e resolvemos mantê-las na mesma. Agora, neste ano que se avizinha, poderemos, caso o queiramos, fazer algo por nós, embora com mais dificuldades do que em 2009.
Ao baterem as doze badaladas da meia-noite, no último suspiro do ano, as esperanças renovam-se e os desejos intensificam-se. Comem-se as passas e pedem-se coisas em voz sumida, em segredo, com a certeza de que o novo ano irá ser muito diferente, para melhor, do que acaba de falecer, e nos vai trazer tudo o que desejamos e pelo que andamos a lutar já há muito tempo. O renascimento traz sempre uma nova visão da vida, repleta de boas intenções e presságios. Para trás ficam o Ano Velho, as decepções, as desgraças e as recordações.
Para este novo ano, quero levar só as boas recordações, infelizmente poucas, não querendo lembrar-me de novo, das outras que me fizeram viver com ódio e raiva, com lamentações e queixas, com azedume e mal estar. Quero que dentro de mim, em 2010, só existam pensamentos positivos, coisa que eu sei ser utópica, mas que quero tentar vir a ter diariamente. O dia a dia do meu país, e o meu próprio, não mo vão deixar, com os problemas que não vão deixar de continuar a existir, e com os outros que virão a ser criados todos os dias, pelo que terei, com assiduidade, de me insurgir, na esperança de que essa minha reacção possa levar a alguma mudança positiva.
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Um bom Ano de 2010 para todos!
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A página está virada. O espectáculo, que muitos de nós adorávamos, e que muito beneficiou a nossa terra e as nossas gentes, vai para outro lado.
Com tantos sítios para ir, com tantas razões para ficar, vai para o sítio do costume.
A ganância, a inveja, a lata, a mesquinhes e o descaramento dessas gentes, aliados aos interesses económicos de uma empresa, que como qualquer outra se move pelo lucro, e cujas despesas são astronómicas, provocaram este desfecho.
Paciência! Partamos para outra que esta já cheira mal. Já se falou e deu demasiada importância a este assunto.
Não querem, haverá mais quem queira. Não faltarão espectáculos de valia semelhante, ou até superior, que nos possam interessar. E para cá virão e estarão, até que o olho gordo e insaciável dos de sempre, não no-los venham roubar.
Para além da procura que vamos ter de fazer, baseada num concurso de ideias, ou em propostas internacionais oriundas de um qualquer concurso que façamos, só nos resta fazer uma coisita. Pequena e sem importância.
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=NÃO FALAR MAIS NISTO. NUNCA MAIS! SEJA POR QUE MOTIVO FOR=
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E no sentido mais lato da ideia. Não dar quaisquer notícias, não fotografar, não transmitir, não visitar, não falar de, em suma, IGNORAR TOTALMENTE.
Utilizar uma atitude passiva e distante em relação a esse evento.
Só assim, no meu entendimento, chegaremos a qualquer lado. Não nos adianta continuar a fazer o papel de desgraçadinhos a quem tiraram o rebuçado da boca.
Não nos querem, muito bem. Nós respondemos do mesmo modo, e agora somos nós que nunca mais vamos querer.
Desta forma, esta será a última vez que escrevo sobre este assunto, com a ressalva de uma qualquer evolução do problema, que se mostre importante para a nossa região, e que me obrigue a voltar ao tema.
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FAÇAM COMO EU.
MOVIMENTEM-SE, FALEM UNS COM OS OUTROS.
MOSTREMOS DO QUE SOMOS CAPAZES.
FAÇAMOS USO DA NOSSA FORÇA.
TRANSMITAM E IMPLEMENTEM ESTA IDEIA:
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MANTER SILÊNCIO ABSOLUTO SOBRE TUDO ISTO.
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Hoje poucos, amanhã imensos e vencedores.
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ESTAR,
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-Cheira mal, a que é que cheira? Diz o filho do meu amigo, aspirando fortemente o ligeiro fumo que sai do tacho que está em cima do fogão.
Estamos a poucos dias do Natal e estou em casa deles. Ofereceram-me almoço, que aceitei com prazer. Nesta casa come-se sempre bem. O cozinheiro é o meu amigo e faz comidas diferentes das que estou habituado, mas sempre boas. Comidas que, por brincadeira sempre digo não gostar, mas que como deleitado.
Na verdade não cheira mal, cheira só diferente.
Vim, como de outras vezes, para estar. Este estar é partilhado por outras gentes. Aqui, está-se bem. Hoje sou o único que está!
Partilhamos o gosto pela fotografia. Partilha comigo o saber que possui.
Com ele aprendo muito, como em tempos aprendi com o pai dele, numa altura em que, ainda adolescente, tinha sede de saber fotografar, e olhava, ávido de aprender, o que o sr fazia, e como. Somos amigos desde crianças, com encontros e desencontros pela vida fora, por vezes longos, alguns com tamanho de anos. Cada reencontro aconteceu naturalmente, como se não nos víssemos desde o dia anterior.
Aqui, respira-se fotografia. Aqui respira-se um bem-estar diferente, irreverente, uma anarquia levemente insana (num muito bom sentido), num ambiente traduzido por uma amálgama de peças de várias partes do mundo, muitas plantas e duas gatas.
Homem culto, sabe de tudo um pouco, e de algumas coisas sabe muito. Peca um pouco pela visão extremada que tem do mundo, muitas vezes condicionada pelo que a vida lhe trouxe, pelas dificuldades que foi encontrando provocadas pelos interesses instalados contra os quais sempre lutou. O estar sempre à frente do seu tempo e o facto de a razão lhe chegar muitas vezes tarde, também não ajudará a uma visão diferente.
Aqui, em casa do Luís, bem assim como na extensão que possui numa pequena sala de um prédio perto a que chama escritório, encontro, sem necessidade de procurar, o saber partilhar, o saber dar, o não esperar receber alguma coisa em troca do que faz pelos outros, dizendo melhor e em três palavras, uma generosidade ímpar.
Em casa do Luís, só não gosto do constante fumo do cigarro demasiadas vezes aceso. Sou alérgico a este fumo, mas esqueço-o trocando o desconforto pelo prazer de estar.
Boas Festas, meu amigo. Que o Novo Ano te traga um bocadinho do que, sem descanso, procuras.
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E NEM SEQUER FOI ANO BISSEXTO.
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Mas que raio de ano foi este de 2009.
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Em Portugal,
Arderam mais hectares de floresta do que é costume.
Houve mais crimes violentos do que é costume.
Há mais fome do que é costume.
Há mais doenças novas do que é costume.
Há mais tráfico de droga do que é costume.
Há pior educação do que é costume.
Há pior economia do que é costume.
Há pior política do que é costume.
A crise é pior do que é costume.
A vida é muito pior do que é costume.
Anda meio País a ser enganado pelo outro meio, como de costume.
Há mais corrupção do que se imaginava e era costume.
E como de costume os mandantes não se entendem para nos salvar.
E eu não costumo estar acostumado a estes costumes.
QUE RAIO DE PAÍS ESTE EM QUE VIVEMOS.
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E no mundo em geral,
Morreu mais gente importante do que é costume.
Cairam mais aviões do que é costume.
Há mais guerra do que é costume.
Há tanta ou mais fome do que é costume.
Está tudo mais quente do que é costume.
E como de costume os mandantes também não se entendem para o salvar.
E eu não quero estar acostumado a estes costumes.
Que raio de ano este, que nunca mais acaba!
QUE RAIO DE MUNDO ESTE EM QUE VIVEMOS.
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Há para aí um novo mundo, a quarenta e dois anos luz de distância.
Podemos ir para lá?
-Ainda não?, e uma ilhotazita perdida no meio de Atlântico ou do Pacífico, pode ser? Por favor? Hum?
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Estiveram presentes vários aventadores, desde o fundador ao elemento mais recente e tivemos uma excelente recepção do aventador JJC.
Um estudo recente conduzido pela Universidade Técnica de Lisboa mostrou
que cada português caminha em média 440 km por ano.
Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que,
em média, cada português bebe 26 litros de vinho por ano.
Conclusão:
Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km,
ou seja... é económico!
... Afinal, nem tudo está mal, no nosso País!
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JFM
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novo nos sai o Arsenal na rifa.
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