sábado, 13 de junho de 2009

SORUMBÁTICO

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COPIADO DAQUI
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Quem quer decifrar?


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Numa pequena vila e estância na costa sul da França, chove, e nada de especial acontece. A crise sente-se. Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dividas. Subitamente, um rico turista russo, chega à recepção do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de €100 sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3.º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.

O dono do hotel pega na nota de €100 e corre ao fornecedor de carne a quem deve €100; o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar €100 que devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera a carne; este, por sua vez, corre a entregar os €100 a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os €100 e corre ao hotel a quem devia €100 pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos €100. Recebe o dinheiro e sai.
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Não houve, neste movimento de dinheiro, qualquer lucro ou valor acrescentado. Contudo, todos liquidaram as suas dividas e este elementos da pequena vila costeira encaram agora optimisticamente o futuro. Como é que se explica o aparente paradoxo?

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JM
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1 comentário:

Carlos Medina Ribeiro disse...

Muito grato pela transcrição!

No "Sorumbático" já apareceram várias respostas (todas certas), com uma extrapolação do problema para as dívidas do Estado, etc.