E há mais jogos para falar dos resultados, claro. Por exemplo o Paços de Ferreira também ganhou, assim como o Nacional e o V. Setúbal. Ainda falta o jogo do Olhanense com o Guimarães, mas esse jogo é só amanhã.
OS GOLOS:
I AM, ... I KNOW I AM, ... THEREFORE I AM, ... AT LEAST I THINK I MUST BE ... I THINK !
.
Terminou ontem o “Encontros do Olhar” do IPF. Fui ver e ouvir.
Fiquei chocado com a indelicadeza do sr (?) Morais e com a notória má educação do sr(?) Morais Sarmento, a ponto de momentaneamente ter intervindo nesse final de debate, aquando do desilegantíssimo comentário do sr(?) Morais Sarmento, sobre as semelhanças que ele encontrou com o nome “Portografia”.
Nas intervenções ouvidas nesta última fase dos Encontros do Olhar do IPF, destaco a palestra de José Marafona, um senhor da Fotografia Nacional, que muito e bem nos falou da sua visão da fotografia.
Estive presente e subscrevo inteiramente o texto que se segue, da autoria de Luís Raposo.
Devo dizer que faço parte do Grupo F4 e sou sócio da Portografia.
Ainda não estamos fartos desta trampa?
Uns a ganhar rios de dinheiro e outros que nem emprego têm. Os custos da vida de cada dia a subir, e o governo a querer aumentá-los ainda mais. O problema das Scut e a oposição maior a querer que todos paguemos. Um Primeiro que já deveria ter ido embora mas que ninguém tem coragem de o pôr dali para fora porque ainda não convém. Um Presidente que já anda em campanha eleitoral e vai dando uma no cravo e outra na ferradura. O preço do petróleo que desce, desce e torna a descer e os combustíveis não acompanham essa descida?
Anda tudo a comer da mesma gamela, paga por todos nós, a fornicar-nos indecentemente e ninguém se importa? Somos todos parvos ou quê?
Já agora saiba a evolução do preço do petróleo:
| ||||||||||
| ||||||||||
| ||||||||||
| ||||||||||
À minha direita o mar, lá ao longe, à minha frente uma parede de pedra e à minha esquerda as duas senhoras já entradas na idade terceira, que ciciavam. Sentadas uma ao lado da outra, à mesa do café, falavam em surdina dos tempos de antigamente. Em cima da mesa estavam guardanapos, uma torrada de pão de forma, uma mirita, uma meia de leite e um pingo.
O tema da conversa era a festa do São João, comparando a de agora, com a de outrora.
Na verda
de pouco se entendia da conversa, apesar dos meus esforços de atenção e do meu esticar de orelhas para aquele lado, já que conseguiam falar bastante baixo.
No entanto lá pude perceber sobre que conversavam e apanhar uma ou outra ideia. Essencialmente, adoravam o Porto e a sua festa da noite de S. João, mas não gostavam de barulho, nem dos martelos, nem da música que dos altifalantes saía e que se ouvia por toda a cidade, nem do ronco das recentes vovuzelas. Também lhes fazia falta o alho e a cidreira, e os bailaricos. Sim, os bailaricos que havia, e que assumo que ainda haja, toda a santa noite, em inúmeros pontos da cidade do Porto.
Aos poucos fui deixando de as ouvir. Catalisados pela conversa que eu entreouvia, os meus pensamentos começaram a tomar conta de mim.
Vi-me na minha meninice e também no fim da minha juventude. A revolução tinha acabado de acontecer e a «liberdade» tinha chegado.
Na altura a festa do S. João estava concentrada na baixa. Os pontos principais eram a Avenida dos Aliados, Sá da Bandeira, Santa Catarina, Batalha e acima de tudo, as Fontainhas.
Era aí, nas Fontainhas que se ouvia barulho e se via o maior movimento. Mais cedo ou mais tarde da noite, todos por lá passariam. Naquela zona havia em bastante quantidade carrinhos de choque, restaurantes, cadeiras voadoras, aviões, manjericos, farturas, matraquilhos, sardinhas, alhos pôrros, carrosséis, cidreira, febras, e o mais que se possa imaginar, e em cada um dos sítios a sua própria música, tocada bem alto, para abafar a do vizinho.
Íamos
para lá pelo meio da noite, os meus amigos e eu, para jogar matrecos e comer. Só gostávamos dos matrecos do Romualdo, eram os melhores ( às vezes era preciso esperar pela vez de jogar, tal era a quantidade de frequentadores). No jogo, o meu companheiro de equipa, o Zé António, jogava à frente e eu sempre à defesa. Jogávamos ao perde paga e por norma nós os dois ganhávamos. Eu até nem defendia mal, mas o Zé, era perito em fintas que conseguia executar com uma rapidez estonteante. Sabia fazer a «tolinha», o «tic-tac», o «arrasto», a «segunda linha», a «lolita» e muitas outras fintas de que me não lembra o nome. Ele mexia a mão com uma destreza e rapidez enormes e só se ouvia depois o barulho da bola a bater no fundo da baliza. Era quase impossível saber como a finta era feita. Como um certo herói de banda desenhada, era mais rápido que a própria sombra. Nos intervalos dos jogos íamos comer e comíamos o que o parco dinheiro permitia. Umas farturitas, uma ou outra cerveja ou sumo, umas febras no pão… pouco mais. Tinham de dar para a noite toda, os poucos escudos que trazíamos no bolso.
Anos mais tarde, os matraquilhos passaram para a Rotunda da Boavista, juntamente com os comes e bebes, fazendo concorrência às Fontainhas. Foi o começo da descentralização e da disseminação das festas de São João por toda a cidade. Com os matrecos e as farturas, foram para lá, também, os carrinhos de choque e os manjericos.
Antes da nossa
ida para os lados das Fontainhas, já tínhamos corrido em rusgas pela Avenida e por Sá da Bandeira, já tínhamos saltado fogueiras, já tínhamos batido nas cabeças dos carecas com o alho pôrro, a parte da flor claro, ou esfregado, ao de leve, a cidreira nos narizes das mulheres e raparigas bonitas com quem nos cruzávamos. Também já tínhamos ido em direcção à Batalha, a passo de caracol, no meio de uma multidão enorme, compacta, pela rua de Santa Catarina, vindos de Sá da Bandeira e da rua Formosa, já tínhamos lançado alguns piropos e feito «olhinhos» a umas quantas meninas.
Mas mais importante do que isso, já tínhamos ido dançar durante uma hora ou duas (a noite começava com o pôr do sol). Para nós, a dança era um dos momentos altos da noite. Pedia meças ao outro grande momento, o jogo de matrecos. Num ano, ou talvez em dois, o Zé, o Silva (o meia leca do nosso grupo e que era o melhor jogador de ping-pong de entre todos nós) e eu, nem fomos jogar tão «bem» nos correu a festa. Nesses anos os outros nossos amigos não gostaram nada dessa brincadeira, já que ficaram sem alguns dos parceiros.
Havia um bailarico quase em cada bairro da cidade, quase em cada esquina da cidade. No meio da rua, num recanto entre prédios sociais, ou noutro sítio qualquer, havia música e baile, noite dentro. Apesar dos olhares atentos dos pais, namorados e maridos das moçoilas, momentos havia em que conseguíamos dançar como só no S. João se dança, com muita garra e muito desejo e sem que ninguémguém nos tenha tentado amassar os colarinhos ou termos tido a necessidade de dar corda aos sapatos para nos pirarmos dali para fora.
O meu local preferido para bailar, ficava entre prédios de um bairro junto ao Prado do Repouso. O largo formado pelos prédios, dispostos em u, com uma só entrada para a rua, era recatado e perfeito. Sempre nos correu «bem» a ida a esse baile. As pessoas eram simpáticas e dadas. Durante anos foi o nosso poiso até às badalados da meia-noite, e muitas vezes até muito mais tarde. A dada altura, já tínhamos amigas por lá. Amizades que saltavam de um ano para o seguinte, e duravam uma noite, raramente mais que isso.
No fim da noite, quase com o sol a raiar, era ver-nos em debandada do centro da cidade, com as ruas quase desertas e com as bancas dos manjericos já vazias, em direcção às praias da Foz. Sempre a pé, fazíamos muitos quilómetros nessa noite.
Não se vislumbravam transportes públicos, só um eléctrico ou outro, e o dinheiro já se tinha gasto todo. A praia do Homem do Leme era o meu destino favorito, em detrimento da minha praia de sempre, a de Gondarém, pequena de mais e com o mar mesmo em cima de nós. Anos houve em que as barracas da praia ficaram montadas com os panos durante a noite e assim pudemos ficar recolhidos e ao abrigo do relento da noite. Lá acabávamos a folia, a dormitar na areia fria, à espera do calor do sol, sem bebedeiras, com muito gozo e com nenhuma droga.
A noite do S. João do Porto sempre teve repercussões a nível social. O Santo tem milhares de filhos na cidade, tentando assim suster a diminuição de habitantes. O mês de Março será talvez o mês do ano com mais nascimentos na zona do Porto, a par com o fim de Setembro e o começo de Outubro. Até eu, imagine-se, tenho um filho nascido em Março, por certo também ele filho do S. João, mesmo nove meses certinhos após a véspera do dia da cidade.
Adoro o S. João, ou melhor, adorei o S. João quando ele se passava no centro da cidade, Aquele S. João que não tinha martelos mas tinha alho pôrro, que não tinha roulottes espalhadas por todas as zonas mas tinha cidreira e matraquilhos (os do Romualdo eram os melhores, já disse), que não estava espalhado por tudo quanto é cidade mas que tinha nas Fontaínhas o seu ponto principal, a par da Avenida dos Aliados, de Santa Catarina e da Batalha. Aquele S. João que tinha dezenas de fogueiras e centenas de balões a esvoaçar no céu (ó patego, olha o balão, gritava-se), e não tinha vovuzelas como este ano. Aquele S. João que tinha o seu fogo preso e de artifício «deitado» no dia de S. Pedro, na Afurada.
Nos últimos anos, bastantes já, tenho-me ficado por casa, ouvindo um pouco ao longe o barulho dos martelos misturado com os sons dos altifalantes. Este ano ouvindo também o horroroso som das vovuzelas.
Talvez seja da idade, esta minha vontade de não comparecer à melhor noite da cidade.
Adorava o S. João (a véspera de S. João tem um significado muito especial para mim) e se hoje ainda fosse dia 23 e a noite ainda estivesse para vir, bem que iria dar um salto à baixa, tentar reviver esses tempos (está a dar-me uma espécie de nostalgia, embora, infelizmente, com alguns dias de atraso).
Há imensas razões para se adorar esta cidade. A um bom amigo meu, FMSá, que sobre isso escreveu no blogue Albergue Espanhol, e no Aventar bem que lhe parecia que alguma coisa justificava tanto amor a esta terra e a esta gente, como por exemplo o haver tantos filhos do S.João. Essa é só mais uma de entre milhentas. E tinha razão. Seja o que for, por pequeno pormenor que seja, justifica essa paixão por esta cidade maravilhosa.
As senhoras já tinham acabado o lanche havia muito tempo. Nem tinha dado fé disso, perdido nos meus pensamentos.
Levantei-me e vim escrevinhar este texto.
r, gostar, gostava do S.João no tempo em que não havia martelos, em que o rei e a rainha eram o alho pôrro e a cidreira, em que se saltava a fogueira e se ia dançar nos bailaricos espalhados pelos bairros da cidade (adorava ir a um que ficava entre-prédios perto do Prado do Repouso), em que as roulottes eram escassas e o barulho (hoje estridente) das músicas pouco se fazia sentir.
.Até que enfim, Dr Rui Rio, até que enfim que o ouço a defender a sério as gentes do Norte.
Ao ouvi-lo, fiquei com a impressão de que o nosso líder chegou por fim.
Só espero vê-lo na linha da frente da defesa dos nossos direitos e à nossa frente, comandando-nos, na nossa anunciada revolta, mesmo que o seu partido se entenda com o ainda nosso Primeiro e acabe por não votar favoravelmente a revogação da Lei dos Chips.
.
No Aventar
.
A srª Maria tem formação em economia e é CEO de um banco, e o sr Manuel foi Ministro das Finanças e é uma pessoa muito importante num partido político, ambos da África do Sul.
A srª Maria é uma das mulheres mais influentes do Mundo, segundo uma revista importante, a Fortune. Diz-se por lá até, que é a nona mulher mais influente do planeta.
Para esta crónica o sr Manuel deixa aqui de ter interesse. Não é Português nem nasceu em Portugal. É uma pessoa que não nos diz nada seja a que título for. As suas relações sanguíneas e familiares com o nosso País, são nulas. Só foi aqui falado pelo peculiar nome, que faria lembrar um qualquer ancestral lusitano, e pelo seu casamento com a srª Maria
Para esta crónica a srª Maria continua a ter interesse. Não é Portuguesa mas nasceu em Portugal, na capital do que um dia foi um Império.
Mas a revista Fortune, diz que a srª é Portuguesa, e terá alguma razão. A srª Maria nasceu como tal, nos idos de 59. Logo depois rumou às Áfricas, as então Portuguesas e aquela onde agora vive. Naquele tempo, muitos foram os Portugueses que, com as suas famílias, se mudaram com armas e bagagens para as nossas ex-colónias.
Pensava eu, até agora, que uma pessoa que nascesse Portuguesa, sempre seria Portuguesa. Mas a srª objecto desta crónica, pensa de maneira diferente. Lá terá as suas razões, e as razões de cada um, são com cada qual. E, convenhamos, ninguém terá seja o que for a ver com isso.
Ora, a srª Maria, em determinada ocasião da sua visa, naturalizou-se Sul-Africana, o que por aí, nenhum mal poderá advir ao mundo. E porque se naturalizou, e porque assim o entende, diz-se Sul-Africana naturalizada, e não Portuguesa, recusando-se inclusivamente a falar das suas origens. Não sei se alguma vez se terá recusado a falar Português, mas isso nem é muito relevante neste momento.
Mas porque falo eu da srª Maria e do seu marido, o sr Manuel?
As razões são simples. Neste fim de semana deu-me para ler uma revista onde, assinado pela srª Pratícia Viegas, se encontrava um artigo sobre esta srª.
Ao tentar ler nas entrelinhas, adivinhei um certo gáudio da jornalista em revelar que tal personagem era Portuguesa, ao mesmo tempo que indicava que o banco do qual é CEO era o principal patrocinador da selecção de futebol Sul-Africana, os Bafana-bafana. Os tais que usam por todo o lado as vuvuzelas, e que nós queremos imitar no campeonato do mundo, usando-as também. Esse gáudio traduzia-se no orgulho de ter mais uma Portuguesa entre as pessoas mais importantes do mundo, muito embora essa Portuguesa estivesse zangada com o seu País.
Mas porquê esse orgulho todo? Teremos, nós Portugueses, necessidade de mendigar algum reconhecimento e importância, publicitando algo que nem sequer é verdadeiramente verdadeiro. Ser-se Português é algo mais que nascer
Qual a importância que tem para os Portugueses, o saberem da existência de tal srª? Que nos importará que essa mulher, seja assim tão importante? Ninguém a conhece por aqui, e ela não deseja vir a ser reconhecida como nossa compatriota. Até poderia entender um artigo a zurzir na srª, mas … ela é Sul-Africana e o que quer que seja que lhe diga respeito, só terá interesse para os seus concidadãos.
Lamento, mas não tenho qualquer orgulho em saber de uma ex-Portuguesa que, não tendo orgulho em alguma vez o ter sido, esconde as suas origens.
Tal como os chapéus, Portugueses há muitos, espalhados pelos quatro cantos do mundo, uns com mais importância e outros com menos, mas cheios de orgulho da Pátria Portuguesa, sua palerma!
.
Logo depois da revolução, e numa época de luta geral contra o que estava mal no nosso País, um poeta escreveu que não havia machado que cortasse a raiz ao pensamento. Durante décadas, a luta e o pensamento correram livres. Sucederam-se os governos, as reformas e as lutas, e ao fim de trinta e tal anos chegamos aos dias de hoje.
E, nos dias de hoje, que vamos encontrar de diferente? Que ganhamos nós com a luta, os pensamentos e as reformas, para além de acabarmos por ter um governo como o que actualmente nos desgoverna?
.
Podemos falar livremente e por isso podemos ofender e insultar sem que nada de grave nos aconteça.
Podemos roubar livremente, desde que sejam valores obscenamente avultados, que se for um pão ou uma maçã, vamos para a cadeia.
Aos dezasseis anos, uma adolescente pode fazer livremente um aborto, mas não pode decidir colocar um piercing.
Aos dezoito anos um, agora adulto, recebe duzentos euros de subsídio do Estado, podendo assim continuar a não trabalhar, mas um idoso recebe de reforma duzentos e trinta e seis euros depois de uma vida inteira de trabalho.
Os professores são diariamente enxovalhados, insultados, e até sovados pelos alunos, mas o nosso governo desculpabiliza a situação imputando as culpas a causas sociais.
É proibido consumir drogas nas prisões do nosso País, mas são distribuídas todos os dias, seringas para controlar o HIV.
Se um jovem de quatorze anos matar alguém, nada lhe pode acontecer pois não tem idade para ir a tribunal, mas se o mesmo jovem levar uma bofetada do pai por ter roubado dinheiro ou por outra qualquer razão, tal é considerado violência doméstica, e o paizinho pagará por isso.
Se a uma família acontecer uma desgraça e ficar sem casa, tem de se socorrer de amigos ou amizades, se os tiver, ou viver conforme possa, muitas das vezes ao relento ou em bairros de lata, já que o Estado não tem dinheiro para lhe fazer uma nova. Mas se seis energúmenos estiverem presos numa cela que foi inicialmente projectada para quatro deles, sem terem , coitados, quarto de banho privado, a Associação dos Direitos Humanos faz queixa da situação ao Tribunal Europeu.
Se uma criança estiver a trabalhar numa qualquer fábrica antes de ter, oficialmente, idade para tal, isso é considerado exploração do trabalho infantil, passível de prisão, mas se por outro lado o trabalho for, a participação em gravações de telenovelas ou em concursos televisivos, é o talento que está a ser aproveitado, mesmo que trabalhe oito horas por dia, ou mais.
Se precisarmos de uma seringa para ministrar uma injecção, vamos a uma farmácia e pagamos o que nos pedirem, mas, se fossemos drogados, não pagávamos nada.
Se se for homossexual, quereremos e poderemos casar, mas se formos heterossexuais, limitamo-nos a juntar os trapinhos, que a vida não está para brincadeiras.
.
Muitos outros exemplos se poderiam dar. Correm diariamente pela internet, textos, a denunciar situações de bradar aos céus, mas como é habitual em nós, nada fazemos, e enquanto nada nos acontecer directamente, olhamos para o lado e assobiamos a disfarçar.
Terá sido para isto, e muito mais do género, que alguns fizeram uma revolução, outros a continuaram, e a quase totalidade apoiou?
.
Infelizmente parece que ainda não fizeram um machado que acabe por cortar a raiz à árvore em que nos obrigam a viver.
.
Χαρακτηριστικά
属性