segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SOU SÓ EU, OU HÁ MAIS QUEM NÃO ENTENDA?

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RENATO SEABRA CONFESSOU O CRIME
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Estava a fazer um esforço para não comentar a notícia da morte de Carlos Castro. Toda a gente e mais alguma entendeu ter alguma coisa a dizer sobre o assunto. Uns a falar da vida que Castro escolheu, outros a falar da vida que Renato abraçou, muitos a falar da violência e outros tantos a tentar branquear o que foi feito. Muitos também a dizer asneiras em cima de asneiras sem ter em conta os familiares dos envolvidos.
Mas acabei por não resistir ao ler que  a morte de Carlos Castro mais não era que um crime de violência doméstica e mais nada. Não percebi. Não deveriam estes senhores e senhoras levantarem-se e gritarem a uma só voz a sua revolta? Fiquei a saber que esta morte não abalou o mundo LGBT. Para o presidente da Opus Gay, António Serzedelo, "Carlos Castro terá sido unicamente vítima de violência doméstica", algo que "infelizmente" também acontece entre casais "heterossexuais".
Por outro lado, Renato disse que já não era homossexual, e que por isso, matou Carlos Castro, livrando-se dos demónios e acabando com o vírus!?!?!? Mas pode ser assim? Hoje sou hetero, amanhã homo e depois nem uma coisa nem outra? É conforme me apetece, ao sabor dos acontecimentos do dia-a-dia? Coitadinho do menino que até gosta muito de ver telenovelas com as irmãs e vai ficar em observação por tempo indeterminado? Ou estará já, premeditadamente a preparar a sua defesa com vista à ininputabilidade?
Felizmente irá ser julgado nos EUA, onde tudo é diferente do que se passa por aqui. Talvez dentro de pouco tempo haja uma sentença, acabando muito depressa o período de observação psiquiátrica. Para já, a acusação é de homicídio em 2º grau.
É que se o menino Renato vier para ser julgado cá, dentro de dez anos ainda estaremos a discutir a possível culpa do alegado homicida e a ver se há alguma atenuante para o caso.
Entretanto o humor negro regressou aos nossos jornais pela mão da primeira página do jornal de notícias de hoje.

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Também no AVENTAR

WASHINGTON, WE HAVE A PROBLEM

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FMI
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Pois parece que nada mais nos resta do que, a partir de quarta-feira, e caso a venda de dívida corra mal, chamarmos os senhores do FMI, apesar das afirmações do sr Teixeira dos Santos e da tentativa de enganar dos mercados que se vai fazer na apresentação dos números de 2010 para o défice previsto. Por seu lado o Primeiro Ministro de Portugal diz que o FMI não é preciso por .
Nesse pressuposto, o nosso amigo Drucas, que tem estado calado e quedo, já se movimenta, perfilando-se para umas eleições antecipadas.
Também o líder do CDS pede sem cessar novas eleições.
Todos à espera do óbito oficial do ainda nosso Primeiro, que em estertor, lá nos vai dizendo que não precisamos para nada dos senhores de Washington.
O comentador Marcelo lá vai mandando as suas bitaitadas, e a pressão dos mercados e em especial da  França e da Alemanha, faz-se sentir cada vez mais.
A ala hospitalar das doenças infecto-contagiosas, onde já estão a Grécia e a Irlanda, tem já um quartinho, não muito grande que nós não somos lá grande coisa, reservado para Portugal, e outro em  últimos arranjos para Espanha.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
- Washington, we have a problem

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Também no AVENTAR
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"DRUCAS", FILHO, QUE É FEITO DE TI, QUE NINGUÉM TE OUVE?

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DRUCAS
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"Drucas", filho, que é feito de ti, que já ninguém te ouve?
Desculpa tratar-te assim com tanta familiaridade, mas a idade vai-me permitindo umas coisas assim mais a modo que atrevidotas.
Sabes, tenho andado para aqui a cogitar sobre ti.
Que se passará contigo, que depois de teres sido a nossa grande esperança e depois de teres dito tantos disparates te calaste para ninguém mais te ouvir? Nem agora na pré-campanha para as presidênciais e com os candidatos a discutirem tudo menos o que interessa ao País, te ouvimos qualquer comentário.
Eu sei que até o sr Ministro das Finanças, depois de todas as borradas que fez ou que foi mandado fazer, se calou, mandando os Secretários de Estado dizerem umas bitaitadas, mas é precisamente por causa disso que tu deverias dizer alguma coisinha aqui às tropas. Também sei que se calhar não te convém dizeres mais asneiras e pelo sim pelo não o melhor é estares calado, mas assim perdes mais do que o que pensas que ganhas. É que isto está a ir de mal a pior. A nossa (do País) credibilidade está pelas ruas da amargura (sejam elas em Santa Comba, em Vila Real, na Bemposta ou em Oliveira do Hospital, ou em outro qualquer lugar) e esperava-se de ti, um salto qualitativo, umas palavras de esperança, um murro na mesa ou simplesmente uma chamadita de atenção.  
Mas não, filho, tens-te mantido mudo e quedo. E assim não pode ser. O povinho não gosta porque sabe que quem não fala, consente. Porra, pá, és o chefe da banda, o gajo que é a esperança de muitos de nós, o tipo que substituiu a velha e arcaica liderança. Onde estão os teus coisos?
Faz-te homem, carago, mexe-te, fala, insurge-te, diz umas asneiradas, mas diz qualquer coisa. Está na hora!
Bem, e por hoje não te bato mais. Vou esperar para ver o que fazes.
Desculpa esta minha maneira de falar, e aceita um abraço deste teu amigo

Também no AVENTAR

10-1 EM 3 JOGOS, É OBRA

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BOA, VILLAS-BOAS
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"Se a tentativa do Benfica é pôr em causa a competência do FC Porto, pelo menos ele não a pôs nos últimos três jogos, em que leva um score acumulado de 10-1", disse Villas-Boas, referindo-se às recentes vitórias dos portistas diante do Benfica (3-1, na 29ª jornada da Liga, 2009/10; 2-0, na final da última Supertaça; e 5-0, na 10ª ronda da Liga desta época). "Não posso comentar cada profecia do treinador do Benfica ou os seus vaticínios. Acredito mais na nossa competência", acrescentou.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A FOME NAS ESCOLAS

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DIÁRIO DO PROESSOR ARNALDO
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Quando li isto senti-me mal. Foi já há dois meses, mas... vale a pena ler e pensar. Tenho um filho na escola, no sexto ano, e sei que estas situações existem.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ANO NOVO, VIDA NOVA?

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COMO SE FORA UM CONTO
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Como seria bom que o novo ano de 2011 nos trouxesse realmente uma vida nova.
As crises que travessamos, a internacional e a interna, podem e devem ser aproveitadas para mudarmos a nossa maneira de ver as coisas, o nosso entendimento da política e dos políticos, o nosso olhar para o estado de Portugal.
A crise interna, que para além de económica é acima de tudo de valores, pode ser mais facilmente ultrapassada com mais e melhor educação, com mais e melhor ensino, com mais e melhor cultura, e também com mais e melhor democracia.
O nosso país não cresce há mais de dez anos, todos os números são maus, todos os indicadores estão no fundo da Europa, excepto claro, os que o governo lê ou quer ler, e nos impinge quase diariamente, numa lavagem cerebral digna do melhor vendedor da banha da cobra.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

PISA & GAVE


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Há por aí algumas coisas que me baralham.

Sendo pai de vários filhos, em diferentes sectores etários, vejo-me confrontado com diversas realidades. Uns, os mais velhos, são já formados, estão empregados, ganham mal, mas vão sendo dos que, privilegiados, arranjaram trabalho remunerado nestes dias tão difíceis. Um outro, já no segundo ano da faculdade, é um aluno quase brilhante, pelo menos se comparado com os seus pares. O mais novo, actualmente no sétimo ano de escolaridade é um aluno médio/bom. São pessoas que sabem falar sobre qualquer assunto, dependendo do nível da sua formação e que não dão pontapés na gramática Portuguesa. Para tal, tive ao longo dos anos, uma especial atenção à forma como se expressavam, como escreviam e como elaboravam as suas ideias. A par disso, a minha atenção virou-se muito e também para a compreensão dos números.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

UM PAÍS SEM VERGONHA NA CARA

TRINTA E TRÊS CÊNTIMOS POR DIA

O salário de miséria que os Portugueses têm como mínimo vai subir em 2011. Grande vitória dos trabalhadores Portugueses e de quem os representa e lidera.
Todos tinham acordado em que passaria a ser de quinhentos euros, havendo assim uma subida de vinte e cinco euros por mês para cada trabalhador nessas condições. Só no Norte do País, trinta e oito por cento dos trabalhadores estão nessa situação.
Mas atenção, estamos em crise. Crise de valores, de empregos, de lucros e de mais uma dúzia de coisas, e por causa disso, o (des)governo e os sindicatos da cor dele com o senhor João Proença à frente, aceitaram uma subida faseada desse aumento. Assim, e para não prejudicar os lucros das empresas que pagam pelo mínimo, os aumentos para esses trabalhadores será de trinta e três cêntimos por dia (dez euros por mês), até mais ver, comprometendo-se a senhora ministra  Helena André a fazer o resto do aumento, a fabulosa fortuna de mais quinze euros, em duas tranches até ao fim do ano, Outubro na melhor das hipóteses. Depois, quando chegar o fim de 2011 e se falar de aumentos para 2012, não irá ser possível por causa dos aumentos terem sido excessivos.
Uma cambada de estupores sem-vergonha, é o que é!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

UM HOMEM DO NORTE, DE ANTES QUEBRAR QUE TORCER

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PÔNCIO MONTEIRO
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Depois de muitas lutas vencidas, perdeu esta última.
Um AVC derrotou este homem do Norte, de antes quebrar que torcer, com um refinadíssimo sentido de humor e um grande Portista.
Paz à sua alma.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

MORREU CARLOS PINTO COELHO

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Um dos melhores jornalistas Portugueses de todo o sempre, Carlos Pinto Coelho, morreu hoje.
Como muitos dos meus conterrâneos, tinha uma enorme admiração por ele.
Tinha 66 anos o "sr Acontece", que hoje não terá resistido a um ataque cardíaco.
Com ele, desaparece uma parte importante e boa de Portugal.
Paz à sua alma.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O "MEU" JANEIRO FAZ HOJE ANOS

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CENTO E QUARENTA E DUAS VELAS SE APAGAM HOJE



O ´’MEU’ JANEIRO



No dia 1 de Dezembro de 1868, nasceu o jornal «O Primeiro de Janeiro». Deve o seu nome às manifestações da «Janeirinha». Durante os primeiros anos da sua vida, o diário foi crescendo em tiragem e em importância, até se tornar no melhor jornal de Portugal.



Era já, ao fim de pouco tempo de existência, uma referência Nacional, e assim o foi durante dezenas de anos.



Era o jornal onde melhor se escrevia em Portugal. Por lá passaram os mais ilustres intelectuais do nosso País.



Atravessou incólume períodos conturbados da vida Nacional, como a implantação da República as primeira e segunda guerras mundiais ou a transição para o actual regime, acabando por se debater com a mais grave crise da sua história, na década de 1980, quando o seu enorme património foi desbaratado.



Hoje, o jornal continua, já sem o seu emblemático edifício na Rua de Santa Catarina, e sem os grandes nomes que o ajudaram a consolidar-se a nível Nacional, mas com a mesma vontade de se afirmar e de fazer jus a um passado de glória.



«O Primeiro de Janeiro» é, sempre o foi, o «meu» jornal.

sábado, 27 de novembro de 2010

VERSÃO INGLESA DO NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO EUROPEU



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COMO SE FORA UM CONTO
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The European Commission has just announced an agreement whereby English will be the official language of the European Union rather than German, which was the other possibility.

As part of the negotiations, the British Government conceded that English spelling had some room for improvement and has accepted a 5-year phase-in plan that would become known as “Euro-English”.

In the first year, “s” will replace the soft “c”.. Sertainly, this will make the sivil servants jump with joy. The hard “c” will be dropped in favour of “k”. This should klear up konfusion, and keyboards kan have one less letter.

There will be growing publikenthusiasm in the sekond year when the troublesome “ph” will be replaced with “f”.. This will make words like fotograf 20% shorter.

In the 3rd year, publik akseptanse of the new spelling kan be expekted to reach the stage where more komplikated changes are possible.

Governments will enkourage the removal of double letters which have always ben a deterent to akurate speling.

Also, al wil agre that the horibl mes of the silent “e” in the languag is disgrasful and it should go away.

By the 4th yer people wil be reseptiv to steps such as replasing “th” with “z” and “w” with “v”.

During ze fifz yer, ze unesesary “o” kan be dropd from vords kontaining “ou” and after ziz fifz yer, ve vil hav a reil sensi bl riten styl.

Zer vil be no mor trubl or difikultis and evrivun vil find it ezi TU understand ech oza. Ze drem of a united urop vil finali kum tru.

Und efter ze fifz yer, ve vil al be speking German like zey vunted in ze forst plas.


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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O FADO MAL FALADO

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AH, MOURINHO CANALHA, NÃO HÁ QUEM TE VALHA, TU TENS DE MORRER
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A saudosa Hermínia Silva é quem tinha razão com o seu fado mal falado.


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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

7,576

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E NÃO FICA POR AQUI
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Fundo à vista... o fundo fundo, tão fundo que parecia 
(santa ignorância) 
que não havia nada mais fundo, e o outro, o do dinheiro internacional.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Grand Monde: Livro "António Barreto: fotografias, 1967-2010"

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Grand Monde: Livro "António Barreto: fotografias, 1967-2010"
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Ler a fotografia de António Barreto vai ser possível na Galeria Corrente d’Arte a partir de 11 de Novembro e até 30 de Dezembro de 2010. Na inauguração da exposição será lançado o livro de António Barreto em coautoria com Ângela Camila Castelo–Branco, “António Barreto: Fotografias, 1967 – 2010”, editado pela Relógio d’Água Editores.

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FOTOPOEMAS 8


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VIAGEM NO SILÊNCIO

Quanto mais corro
paro
fixo
fico
no silêncio circundante
a minha corrida incurante;
se fujo
fico
fixo no silêncio ambulante;
mais corro
mais me fixo no silêncio;
mais corro
mais viajo no espaço
infindável da corrida
somente espaços
do silêncio.

Poesia de Sílvio Castro
Fotografia de José Magalhães

FOTOPOEMAS 7

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Viajantes do Céu
Viajantes do céu resolvem pousar sobre a água e ao fundo o sol ilumina toda a cena.

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Texto de Fernando Correia da Silva

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

FOTOPOEMAS 6


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Ce toit tranquille, où marchent des colombes...
[...]
Éloignes-en les prudentes colombes,
les songes vains, les anges curieux!”

Paul VALÉRY: Le Cimetière marin



Mentre el dia s’adorm –potser per sempre–
en la llum taciturna de la tarda,
d’aquest teulat tranquil, d’on els coloms s’envolen,
l’aire s’endú les cendres
fredes d’un somni antic.

Havíem parlat tant... De tantes coses...


Veníem del silenci, de la nit,

de llargues travessies per ermots dessolats,
i dúiem el sarró ple d’esperances,
de paraules inèdites, de somnis no estrenats.

Als peus de l’olivera centenària

llegíem els poetes que estimàvem
i parlàvem de tot, hores i hores,
com augurs d’un temps nou, guerrers a la conquesta
de somnis i utopies, armats amb la paraula.

Tot era nou i bell en la nostra mirada,

fins els mots i els accents dels versos més antics.
I era tanta la nit,
que amb una espurna ens fèiem una albada.
 Delerós de camins impossibles,
vas marxar a la impensada...

Em van quedar tantes coses per dir-te

i eren tantes les coses que m’havies de dir...!

Porto pols de paraules enganxada a la pell,

als nervis, a la sang, al pensament.
Se m’han mort les paraules de no dir-te-les.

Tot ha passat.
És pols.
Ja ni el record serveix.

D’aquest teulat tranquil d’on els coloms s’envolen
s’aixequen somnis nous.
Tu no els veuràs
i potser jo tampoc. Ara, però, la tarda,
amb la claror serena del ponent
ressuscita un moment les paraules perdudes
i em retorna els accents de la vella conversa
barrejats amb els versos d’algun poeta amic...

Cerco la teva veu i sento un batec d’ales...

No saps què donaria perquè fossis aquí!

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Enquanto o dia adormece - talvez para sempre,

no taciturno fulgor do entardecer,
deste telhado tranquilo de onde os pombos levantam voo,
o ar arrasta as cinzas
frias de um sonho antigo.

Tínhamos falado tanto... de tantas coisas...


Vínhamos do silêncio, da noite...

de longas travessias por desolados ermos
e levávamos o bornal carregado de esperanças,
de palavras inéditas, de sonhos por estrear.

Aos pés da oliveira centenária

líamos os poetas que amávamos
e falávamos de tudo, horas e horas,
como augures de um tempo novo, guerreiros à conquista
de sonhos e utopias, armados de palavras.

Tudo era novo e belo ao nosso olhar,

até mesmo as palavras e o ritmo dos versos antigos.
E era tanta a noite,
que apenas com uma chispa
inventávamos a alvorada.

Ansioso por caminhos impossíveis,

partiste sem avisar.

Ficaram-me tantas coisas por dizer-te

e tantas eram as coisas que tinhas para me dizer…

Trago a poeira das palavras colada à pele,

aos nervos, ao sangue, ao pensamento.
Morreram-me as palavras por não tas dizer.
Tudo passou. É pó.
Já nem a recordação serve.

Deste telhado tranquilo de onde os pombos levantam voo,

esvoaçam sonhos novos. Tu já não os verás,
talvez nem eu… Mas a tarde, agora,
com a serena claridade do poente
ressuscita por momentos as palavras perdidas
e devolve-me o eco da conversa antiga
misturado com os versos de algum poeta querido…

Procuro a tua voz e oiço um ruflar de asas…

Não sabes o que daria para que aqui estivesses.

Poema de Josep Anton Vidal
Tradução de Carlos Loures
Fotografia de José Magalhães

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SEXO INTERROMPIDO À CHAPADA NO PORTO

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FOTOPOEMAS 5

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PORTO

Existem dias de magia nos quais o Douro acorda envolvido em algodão doce como se fosse obra de um certo mago.

Tudo começa na Foz onde o Douro encontra a morte nas águas geladas do Atlântico.

Um misterioso manto branco acinzentado invade, pé ante pé, a superfície da água do rio desde a Foz até aos limites da velhinha Ponte D. Maria.

Ao longo do despertar do dia avança como se possuindo longos e gordos braços pelas diferentes ruas e ruelas da Alfândega, de Massarelos, de Miragaia, da Ribeira. Não sei se não será um verdadeiro espreguiçar.

Qual manto de Noiva a rastejar por debaixo dos tabuleiros das diferentes pontes que invade. Mesmo se a Ponte da Arrábida aparente desaparecer mas é mais por confusão e fusão de cores. Na Ponte D. Luís parece sustentar ambos os tabuleiros dando uma ilusão de suspensão destes no ar, como flutuando à mercê dos seus humores.

Quem olha desde a Serra do Pilar fica hipnotizado. E tentado. Uma tentação diabólica de se atirar para cima dela como se aquela nuvem enganadora fosse uma gigante almofada que nos leve numa viagem sobre a cidade.

Ao olhar para a nossa direita deparamos com a velha senhora, a inolvidável Ponte D. Maria. Até ele, sempre tão atrevido, se curva perante a sua beleza respeitável e pede licença para passar. Sim, o nevoeiro mágico enviado, quiçá, por Merlin, antes tão indiferente às restantes obras de arte passando por debaixo delas sem pestanejar abranda junto à D. Maria e respeitosamente a cumprimenta e lhe solicita autorização. Por vezes a demora é tal que logo o Rei Sol o impele e o reduz a uma injusta insignificância.

No meu Porto há dias assim.

Texto de Fernando Moreira de Sá
Fotografia de José Magalhães

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JUNTE-SE A MIM NESTA CAMPANHA

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NÃO FAÇA CONCORRÊNCIA DESLEAL AOS NOSSOS POLÍTICOS
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SEJA HONESTO
NÃO ROUBE

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

A CENA FINAL NAS CONVERSAÇÕES SOBRE O ORÇAMENTO

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CONVERSA DE LÍDERES
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Dada a natureza das imagens, por favor carregue em
LER MAIS, se as quiser ver  

FOTOPOEMAS 4

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Três Pedras, Três Olhares


I
Pedras.
Pedras cinza e encantadas, que ladeiam caminhos e abrem alas que percorro, atento, espada alerta, porque podem esconder a emboscada ou surpresa, para a qual um Cavaleiro, como ambiciono ser, tem de estar preparado.
Pedras, algumas, quese transformam em temidos adversários, que se erguem à minha passagem, com que cruzo o aço e ultrapasso feito herói.
Pedras duras e brutas, que os homens empilham e formam casas ou, melhor ainda, castelos, como o que o meu olhar alcança no horizonte e a minha coragem quer conquistar.
Pedras que formam muralhas e ameias, e do alto da torre, espada erguida, lanço másculo grito – Viva a Liberdade – com que saúdo a libertação dos prisioneiros salvos do malvado senhor que acabo de derrotar.
Pedras dos jogos de infância.
II
Pedras.
Pedras negras e gastas, abandonadas e sem utilidade, sem riqueza nem rendimento.
Pedras que de nada me servem, que nem vender as consigo e por elas ninguém consigo interessar.
Pedras em ruína, ganhas em testamento, má fortuna a minha que mas deixaram em vez de terreno urbanizável e transaccionável.
Pedras que nem sequer posso derrubar, classificadas que foram em património não sei de quê, e substituir por moderno condomínio, esse sim do qual podia desfrutar.
Pedras dum raio.
III
Pedras.
Pedras sépia e fartas, que guardo em foto encastrada, que me acompanha faz anos em todas as viagens e residências.
Pedras que me ligam à terra onde nasci, à infância que me foi fazendo homem, terra que abandonei em busca do ouro dos tempos modernos.
Pedras do castelo que me fez Cavaleiro, do terreno em que batalhei imaginárias guerras contra as forças do mal e encarnei, com glória, o bem e a energia vital.
Pedras minhas, quanto eu não dava para rever e andarilhar aquelas pedras, cinza, encantadas, negras, brutas, pedras belas. As minhas pedras.
Pedras da memória.


Texto de Pedro Godinho
Fotografia de José Magalhães

domingo, 31 de outubro de 2010

MAU TEMPO NO MEU CANAL

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CHOVE E VENTA, E AS TELHAS VOAM
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Acordo sobressaltado. Um estrondo enorme tinha sido o responsável por isso. Eram quatro da madrugada de uma noite que se transformou em pesadelo.
A chuva, imensa, entrava com o à vontade de quem se sente da casa, pelo telhado sem telhas. Eu via-a entrar, sem cerimónia. Estranho, dei por mim a pensar, entra como se o meu quarto não tivesse teto. E não tinha, fazia agora parte do chão, dos móveis, da parte esquerda da cama.
Corro a pegar em baldes, na esfregona, em toalhas e panos de cozinha, e começo a tentar tirar a água, que está por todo o lado, mais depressa do que ela entra.
Enquanto luto contra o tempo (os minutos e a intempérie), vou-me lembrando dos últimos acontecimentos.
Horas antes os "gajos", uns senhores diga-se de passagem, chegaram a um acordo. Acordaram em nos encharcar a vida com dificuldades.
Eu sei que foi uma decisão difícil e que eles, não queriam que assim fosse. Mas tinha de ser, e como nenhum dos intervenientes, uns e outros e os que eles representavam, é ou foi alguma vez responsável pelos acontecimentos que provocaram esta decisão, nem vão benificiar pessoalmente com ela, sofreram muito quando a tomaram.
Cheguei a ter pena deles, coitados.

sábado, 30 de outubro de 2010

POESIA PORTUGUESA ACTUAL

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POEMA da 'MENTE'...
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Há um Primeiro-Ministro que mente,
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de modo tão pungente
Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão habitual/mente,
Que acha que, história afora, enquanto mente,
Nos vai enganar eterna/mente...

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

FOTOPOEMAS 3



Cinza É A Pedra Que Dorme Na Areia
Muda o tempo a forma

Areia  pedra

suave dura

Descansa a gaivota
Desenha um poema

o tempo segue caminho


Cinza é a pedra que dorme na areia
molhada seca
sem rosto
poema
silencioso


Poema de Ethel Feldman
Fotografia - José Magalhães

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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A GALP AUMENTA OS LUCROS

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MAIS 266 MILHÕES DE EUROS
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A Galp aumenta os seus lucros nos primeiros 9 meses deste ano em quase 50%.
Esse aumento é de cerca de 266 milhões de euros o que pressupõe um lucro em três trimestres de cerca de 750 milhões de euros.
Caramba, de onde vem tanto lucro?
Os preços praticados nos produtos que comercializa serão os correctos para o nosso País?
Não estamos nós em crise a e a necessitar de preços mais baixos e competitivos, em especial quem necessita dos productos que a Galp vende, para trabalhar e para fazer os seus preços de venda?

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SE ... MAS NÃO SÃO

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SE AS ELEIÇÕES FOSSEM HOJE
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Mas não são, que se fossem o PSD ganhava por larga margem. Dizem as sondagens.
E se o sr dr Passos Coelho não fizer o que deve, que é deixar passar o Orçamento, nem quando forem ele ganha.
Se o sr dr Passos Coelho não aprovar na generalidade o Orçamento, vem aí o FMI, mas se ele o aprovar não deixará de vir, virá mais tarde, mas vem de qualquer forma, e com maneiras mais duras e gravosas para todos nós.
O sr dr Passos Coelho vai ter de aprovar o Orçamento, porque se o sr dr Passos Coelho o não aprovar, irá dar ao ainda nosso Primeiro todas as possibilidades de, nos próximos seis meses se fazer de vítima, dizer a toda a gente e aos ventos que não pode governar por culpa do sr dr Passos Coelho. E todos sabemos a lata deste ainda nosso Primeiro. Irá, nessas circunstâncias, convencer toda a gente da sua capacidade e da sua falta de responsabilidade no que se estará a passar, e nas próximas eleições, vence de novo e com larga margem.
Assim o sr dr Passos Coelho tem a obrigação de deixar passar este Orçamento, de modo a obrigar o ainda nosso Primeiro e a sua equipa a governar (mal, como é seu hábito) e a demonstrar que não tem capacidade para o fazer. Até cair de podre, daqui a alguns meses, que se esperam muito poucos.
Se as eleições fossem hoje, o PSD ganhava por larga margem, mas não são, e não vale a pena embandeirar em arco por causa desta sondagem.

TAMBÉM NO AVENTAR

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

FOTOPOEMAS 2

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Quisera Eu Vogar Pelos Espaços



Quisera eu vogar pelos espaços

Ao sabor dos desafios e dos ventos
E minh'alma seria uma asa louca
Rasando mares e firmamentos

Poema de Augusta Clara de Matos

 Fotografia - José Magalhães
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MELHOR ATAQUE, MELHOR DEFESA, MELHOR MARCADOR

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POOOOOORTOOOOO
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A União de Leiria foi reduzida a quase nada neste jogo. Tentou desfazer e nunca tentou construir. Foi um jogo desiquilibradíssimo. A enorme pujança do Porto verso a fragilidade da U. Leiria.
O FCPorto fez mais um jogo de luxo e Hulk e companhia continuam a brilhar. Tem o melhor ataque, a melhor defesa e o melhor marcador. André Villas Boas bate recordes.
Na primeira parte, três golos (dois de Hulk e um de Varela) e uma bola na trave (de Falcão). A União de leiria não fez um únco remate.
Na segunda parte, a história repete-se. Porto domida tudo e todos. 4-0 por Falcão. Substituições, entrada de James Rodriguez, penalti contra o Porto e primeiro golo fora de casa da U.Leiria. 5-1 por Falcão.
Uma goleada, e poderiam ter sido muitos mais.

Os Golos

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

NA TURQUIA O FCPORTO NÃO FEZ GREVE - 1-3

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FALCÃO E HULK (2) MARCARAM
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O FCPorto foi à turquia fazer história. Três jogos, três vitórias.
Mais uma vez os adeptos turcos mostraram que sabem apreciar bom futebol e aplaudiram Hulk quando da marcação do terceiro golo do FCPorto.
O FCPorto começou mal mas cedo conseguiu dar a volta ao jogo, acabando por marcar um golo ainda na primeira parte. Na etapa complementar, e apesar de jogar com dez, a defesa melhorou ainda mais, muito embora os Turcos tenham marcado um golo mesmo no fim do jogo, repondo uma maior verdade ao resultado.
Grande jogo do FCPorto.

Videos :

NOJENTO, PARA NÃO DIZER MAIS

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SE NÃO SAEM PELO SEU PÉ, DÊM-LHES UM PONTAPÉ

É nojento!
E ainda se põe em questão a possibilidade de deixar passar o orçamento para o próximo ano, e assim manter estes tipos em funções?
Haja paciência para aceitar os que estão de fora dos comandos do País e nada fazem de concreto para resolver os nossos assuntos, e os ditos no sítio para pôr os restantes a andar daqui para fora.
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Volto a dizer o que já aqui disse por mais de uma vez ao longo destes últimos anos de trevas:
- "É NOJENTO O QUE ESTES SENHORES (?) ANDAM A FAZER CONNOSCO".

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A VERDADEIRA LINGUAGEM DOS "PÊS" (em Português do Brasil)

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PPPP PPP PPPP
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Pedro Paulo Pereira Pinto Passos Pacheco Pereira, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

APESAR DA GREVE FRANCESA, QUEM PERDEU FOI O BENFICA

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LYON - 2, BENFICA - 0
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A equipa do SLB perdeu. Não teve em conta que a greve francesa não dizia respeito ao futebol e solidarizou-se com os anfitriões. No entanto eles roeram a corda e deixaram a greve para os lisboetas.
Lamentável.
Jesus bem que podia estar calado quando fala da sua equipa e quando a considera a melhor do mundo e arredores. Duas derrotas em três jogos não é bom, nada bom!

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PODÍAMOS TER PERDIDO O JEAN-CLAUDE

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VAN DAMME
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Jean Claude Van Damme sofreu um ataque cardíaco durante as filmagens do seu último filme "Weapon".
Rápidamente socorrido, parece estar livre de perigo.
No entanto o actor nega a doença.
Gosto muito deste actor, e seria uma grande perda para o cinema se ele não puder continuar a filmar.
Longa vida e saúde, Van Damme.

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FOTOPOEMAS 1



REFLEXOS

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No espelho d'água
o tremular opaco
da aparência
flutua à deriva
compõe e decompõe
a imprevista imagem
no momento
exacto da vertigem

da falsa percepção
desfeita pela crespa
onda, já aflorada
pelo vento agreste
que refaz a ilusão:
o real e o avesso,
marca d'água
e seu reflexo

Poema de Manuel Simões

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

FOTOPOEMAS

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ESTROLÁBIO
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Fui, há algum tempo e com muita honra, convidado a fazer parte do blogue Estrolábio.
Na altura, foi-me proposto enviar algumas fotografias para que alguns dos outros membros pudessem escrever poemas ou textos poéticos, tendo-as como fonte de inspiração.
Dentro de alguns dias, começarei a colocar os conjuntos, um a um, aqui.
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sábado, 16 de outubro de 2010

SOLIDARIEDADE - É HOJE - BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO

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O ATRIBUTOS APOIA INCONDICIONALMENTE ESTA INICIATIVA.
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SOLIDARIEDADE TOTAL
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É hoje no Porto. Na Av. Boavista, n.º 1349, junto ao Pingo Doce




O Aventar promove no Porto, hoje, sábado 16 de Out.2010, pelas 16h, o BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO, destinado à recolha de alimentos para o deputado socialista Ricardo Gonçalves, que ainda recentemente confessou com inegável vergonha que o dinheiro não lhe chegava para comer.



O Aventar convida desde já os seus leitores a juntarem-se a esta cruzada de solidariedade.



Da mesma forma, o Aventar convida todos os blogues que se quiserem juntar a nós. Seremos 10, seremos 100, seremos 1000. E nas páginas do Aventar haverá espaço para agradecer a cada um.



No Sábado, vamos todos fazer o bem!



BLOGUES PARTICIPANTES NO BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO DO AVENTAR

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

JÁ À VENDA NUMA LOJA PERTO DE SI

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AMANHÃ SERÁ APRESENTADO PELO GOVERNO O ORÇAMENTO PARA 2011.
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Se este orçamento for aprovado, com os votos favoráveis da oposição, ou mesmo com a sua (dela) abstenção, o Povo Português vai ficar de fio dental, uma vez que neste momento está de tanga. Se não o for, ficaremos dessa maneira de qualquer forma, e dizem, que o governo se demitirá a 29 deste mês.
Dessa forma, e prevendo o que nos vai acontecer, seja o que for e da maneira que for, o governo está a colocar para venda, a preços módicos e em locais seleccionados, um novo mealheiro rosa, para que cada um dos Portugueses possa, conforme for podendo, guardar sem que ninguém saiba, o que conseguir economizar.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SOLIDARIEDADE - BANCO ALIMENTAR - SÁBADO

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É JÁ NO PRÓXIMO SÁBADO
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COM O APOIO "ATRIBUTOS"
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É já no próximo Sásbado, pelas 16 horas, na cidade do Porto (local a designar), que o Aventar vai promover o seu BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO, destinado à recolha de alimentos para o deputado socialista Ricardo Gonçalves, que ainda recentemente confessou com inegável vergonha que o dinheiro não lhe chegava para comer.

Como todos sabem, o Aventar é um blogue de causas sociais. Não de causas fracturantes, como outros, mas de causas sociais. E todos nós, sejamos de Esquerda ou de Direita, preocupamo-nos com os mais pobres, os mais necessitados, aqueles a quem as carências deixam marcas ineludíveis e inultrapassáveis.

E no dia em que soubemos que havia no nosso País um deputado a passar fome, fomos os primeiros, de forma comovida, a mobilizar-nos. Porque um tribuno notável como Ricardo Gonçalves não pode fazer o seu trabalho se não se alimentar correctamente. Não pode exercer com a dignidade que o cargo exige. E quem sofre é Portugal.

Sabemos que os portugueses são solidários. E tudo o que entregarem no Sábado ao BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO terá como destino a humilde residência do deputado Ricardo Gonçalves. Não custa muito ajudar. Quem tem alguma coisa deve ajudar quem não tem nada.

O Aventar convida desde já os seus leitores a juntarem-se, no Sábado à tarde, no Porto, a esta cruzada de solidariedade. Da mesma forma, o Aventar convida todos os blogues que se quiserem juntar a nós. Seremos 10, seremos 100, seremos 1000. E nas páginas do Aventar haverá espaço para agradecer a cada um.

No Sábado, vamos todos fazer o bem!
 
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sábado, 2 de outubro de 2010

LOL - RIR ÀS BANDEIRAS DESPREGADAS

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MAI
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LI ISTO E NÃO CONSEGUI DEIXAR DE RIR.... SÓ PODE SER ANEDOTA, QUE A SER VERDADE A TRISTEZA PASSA A SER IMENSA.

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

VAGA DE FRIO


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Ainda mal chegou o Outono e já aí está a primeira vaga de frio na nossa "querida" Capital.

POR FAVOR:
ONDE VÊM O Nº 8, LEIA-SE 10
(OS PROBLEMAS COM O FRIO, ADENSARAM-SE NOS ÚLTIMOS DIAS)
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sábado, 25 de setembro de 2010

A NOTÍCIA VEIO ASSIM, NO AVENTAR

Assim reza o press:
José Magalhães nasceu no Porto em 1952. Escreve e fotografa desde a adolescência.
Fez diversas exposições de fotografia, colectivas e individuais, em inúmeras cidades portuguesas (Porto, Braga, Coimbra, entre outras) e chega agora à Maia onde vai apresentar um conjunto de dezasseis trabalhos fotográficos intitulados “Imagens e Bocados”.
A exposição estará patente no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim, a partir de hoje 25 de Setembro, data da sua inauguração (pelas 21h30). A entrada é livre.
Pois, mas agora vamos falar de um amigo. O José Magalhães é meu companheiro de blogosfera aqui no Aventar e um tipo cinco estrelas. Como se tal não fosse pouco, ainda consegue ser um fotógrafo e peras! Ele diz que é amador. Pois. Amador? Não! Quem consegue fotografar o Porto como ele o faz não é amador. É um Poeta.
Eu vou lá estar. Orgulhoso por o contar entre os meus amigos.

Fernando Moreira de Sá

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E EU INCHEI DE ORGULHO E FELICIDADE POR TER UM AMIGO ASSIM, QUE DIZ COISAS TÃO BONITAS