quarta-feira, 26 de novembro de 2008

JORNALISMO "TIPO" PASQUIM DE TERCEIRO MUNDO

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SEGUNDO NOTÍCIAS DO 24H. O CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA RÉPUBLICA, EM 2006, TERIA DE TER SABIDO, NA ALTURA, QUE UM SEU APOIANTE IRIA SER INDICIADO POR ACTOS ILÍCITOS DOIS ANOS DEPOIS.
SÓ DEVEMOS AGRADECER A ESTES JORNALISTAS A LIÇÃO DE MORALIDADE QUE NOS PRESTAM. COM GENTE EDUCADA ASSIM, É QUE A NOSSA JUVENTUDE APREENDE AS MELHORES BASES PARA O SEU FUTURO.
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José Oliveira e Costa, o presidente do Banco Português de Negócios agora em prisão preventiva e indiciado por burla, branqueamento de capitais e fraude fiscal, doou a título pessoal 15 mil euros para a campanha presidencial de Cavaco Silva, noticia hoje o jornal "24 Horas".
Na lista de apoiantes da candidatura do Presidente da República, em 2006, estão outros accionistas do BPN, entre eles Joaquim Coimbra, que terá feito a doação mais generosa, com mais de 22.482 euros, o máximo permitido por lei, e equivalente a 60 ordenados mínimos, diz o diário, baseado na lista de doadores entregue pela campanha no Tribunal Coinstitucional. Cavaco Silva terá recebido quase 100 mil euros de homens ligados ao BPN. A lei proíbe donativos de pessoas colectivas.
A ligação de Cavaco Silva aos negócios do BPN foram alvo de notícia no fim-de-semana, quando o Presidente teve necessidade de emitir um comunicado negando qualquer envolvimento com a instituição nacionalizada no início deste mês.
Para além do BPN, a campanha de Cavaco Silva recebeu também donativos de individualidades ligadas a outras instituições bancárias como o BES, BCP, BANIF e BPP.

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In "24H" e noticiado on line por "Público"
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