REALMENTE NÃO DEVERIA HAVER, MAS ELE HÁ DIAS ASSIM, PORRA!
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Nem um sorriso pequeno, ligeiro que seja, amarelo que pudesse ser, me aflora os lábios. Tenho dias assim, já o disse muitas vezes, dias em que acordo a chover. Hoje é um deles, dos tais, dos que me fazem cerrar os lábios, os olhos e a alma.
Procuro dentro de mim, e não encontro a razão ou razões para o que me perturba hoje. Mas já aprendi que não preciso de qualquer razão para que me sinta assim, acordo a chover e pronto, mais um dia para o galheiro, estragado por dentro e por fora de mim.
Vê lá, nasci 30 anos antes de ti ! Não é parvoíce é estupidez !
Tu cantas com os olhos postos no futuro, sem emprego, é verdade e, eu, choro com os olhos no passado, com emprego, é verdade.
Afinal quem me mandou ter pressa e ter emprego? Ó Deolinda, ninguém troca, eu dava o emprego e tudo o que poupei na vida para ser parvo como tu, sem emprego, com "canudo" que não serve para nada, mas que foi tirado numa bela escola, com a malta a namorar...
No meu tempo, trabalhava-se de dia e estudava-se à noite, não havia tempo para ser novo, vê tu, que quando chegavamos ao 3º ano já por lá andavam as empresas a oferecer mundos e fundos, e um gajo, parvo de todo, logo se enfiava num monte de problemas em vez de fugir para Suécia.( porquê a Suécia? podia ser a França), afinal era preciso era fugir à tropa e ao mato nas colónias, a maior parte veio de lá parvo de todo, e já foi há trinta anos e ainda não recuperou. Ó Deolinda, que parvo que eu sou!
E, se tu tivesses nascido antes de mim? Cantava eu e choravas tu, eu sem emprego e tu com emprego, porque como percebes nesta vida é tudo uma questão de estar no lugar errado na hora errada. Ora, tu é que estás na hora certa e no lugar errado, podes mudar, ires para o lugar certo, deixa esta merda, vai para fora, és nova, falas línguas, pagam bem e, o mais importante, acham que a malta nova portuguesa é do melhor. Podes crer, ó Deolinda, conheço muita malta nova que andou e anda por lá, ganham bem e são respeitados, exercem a sua profissão e não querem voltar. Não acredites que a crise lá seja como cá, nem penses, são países a sério, gostam de quem tem mérito, aqui anda tudo a ver se encontra como passar o tempo numa qualquer repartição pública. Percebes, ó Deolinda?
Se a malta quisesse trabalhar, dava "corda aos sapatos" e ía à aventura - sabes que a carne de pombo dos Champs Elysées, em Paris, é dura como cabedal? - mas não se morre, faz um arroz de lhe se tirar o chapéu. E as técnicas para se apanharem os pombos nas "águas furtadas"? Olha, outra técnica (não sei bem se é técnica se é táctica) é arranjar uma namorada empregada num supermercado, há banquete todos os dias...
Ó, Deolinda, continua a cantar que a malta enche o Coliseu e gosta tanto que até lhes vêm as lágrimas aos olhos...
Logo depois do prémio atribuído ao Aeroporto de Francisco Sá Carneiro, o Porto recebe mais três prémios mundiais, desta vez de arquitectura.
Três dos edifícios do ano de 2010 estão situados no Porto. São eles, o Edificio Vodafone e o Bar Temporário da Queima das Fitas de 2008 (na cidade do Porto) e o Clouset House (na Agudela, Matosinhos)
José António Barbosa, Pedro Lopes Guimarães, Marta Costa, Diogo Aguiar e Teresa Otto, são os arquitectos premiados e são todos da Escola do Porto (FAP).
Mais um orgulho para a nossa cidade, para a Região Norte e para o nosso País.
Depois de muito pensar e de se ter reunido com os seus conselheiros, PPC terá telefonado a JS para lhe dizer que se iria abster aquando da votação da moção de brincadeira de FL e do BE, que o iria (a JS e também ao PS) segurar mais um bocadito para que o senhor JS pudesse fazer o que foi mandatado para fazer, que isso não significava qualquer tipo de confiança no que ele estava a fazer, e que por essa mesma razão se reservava o direito de propor ele mesmo uma moção em tempo oportuno (ou seja, logo que a PPC for conveniente).
Mais tarde, terá recebido uma chamada de FL e sobre o mesmo assunto só terá dito "É que nem te dou confiança", deixando-o a falar sozinho.
Lamentavelmente, seja quem for para quem se olhe ou se ouça, só se interessa com o interesse pessoal que o assunto lhe desperte. Será que não há por aí um político, unzinho, que se interesse pelo País?
DESTA VEZ FOI CONSIDERADO O SEGUNDO MELHOR DA EUROPA EM 2010
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O Aeroporto do Porto já tinha sido galardoado com o terceiro lugar em 2006, 2008 e 2009, tendo sido considerado o melhor aeroporto europeu até cinco milhões de passageiros em 2007.
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Mais um galardão para o nosso belo e fantástico Aeroporto.
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Parabéns às cidades do Porto e da Maia e também à Região Norte.
Uma exibição bemconseguida do FCPorto que deixou sem nada poder fazer o SpBraga.
O segundo classificado fica à mesma distância a que estava antes desta jornada. Afinal a exibição feita no jogo com o Guimarães, não assustou por aí além.
É um Portugal nebuloso o que temos hoje em dia, cheio de secretas esperanças e de cada vez menos valores. Com a revolução, já lá vão uma quantidade de anos, chegou a democracia nas palavras que depressa desapareceu nos actos (se alguma vez chegou a existir neles), chegou alguma modernidade e um moderado desenvolvimento, subiu temporariamente o nível de vida de uns quantos, com todos a passarem a considerar-se aristocratas e, fruto de inúmeros erros, os critérios das escolhas das chefias baseados na competência foram desaparecendo como que por encanto, substituídos pelo laxismo, facilitismo, pelo grupo político predominante e pelo favorecimento económico.
Desde o tempo do poeta Pessoa que os fantasmas povoam o nosso imaginário, se bem que mesmo antes do primeiro quarto do século passado, seja certo que também eles por cá tenham andado.
Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar. Sou da geração ‘casinha dos pais’,
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou!
Filhos, marido, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar,
Que parva que eu sou!
E fico a pensar
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar. Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
A Transtejo e a Carris, na capital, e os STCP no Porto, fizeram greve (alguns juntaram-se em plenário). Os transportes pararam na hora de ponta. A adesão à greve na Transtejo, segundo o sindicato do sector, terá variado entre os 92 e os 98%. Grande vitória dos trabalhadores que assim demonstraram a sua força à custa de todos os outros trabalhadores que tendo antecipadamente pago os seus transportes, deles ficaram privados.
Grande vitória dos trabalhadores que assim demonstraram a sua força à custa da falta de transportes alternativos e da quebra de custos das empresas de transportes que não só não pagaram salários das horas de greve como não gastaram em gasóleo ou na contratação de outros transportes. E os utentes, coitados, compreenderam a luta e até a apoiaram !!?? Entretanto no Plenário dos STCP no Porto, foi decidido fazer 'greve de zelo'. Uma medida inteligente! Assim se vê a força de quem a tem.
O governo anda como um cuco. Já só falta aos senhores Ministros e ao ainda nosso Primeiro, darem pulinhos de contentes. Conseguiram arrecadar mais 350 milhões de euros em receitas fiscais em Janeiro, comparativamente com o mesmo mês do ano de 2010.
O senhor Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais apresentou estes dados como um sinal do bom desempenho do governo, dizendo aos mercados 'Vêem como somos bons?', a ver se eles compram a notícia.
Esqueceu-se no entanto de falar da despesa, que ainda não está contabilizada, mas que não deverá descer.
A evolução do défice público, que o governo pretende fazer chegar aos 4,6% este ano, irá ser conseguida, se o for, à custa do aumento de impostos (IRS, IRC e IVA) e não da redução da despesa, e os 'mercados' estão atentos, mesmo que o governo faça de conta que estão todos distraídos e não vêm o que se passa cá no País.
Tudo isto não passa de paleio para consumo interno! . OBS: - Como se previa o BCE deixou de comprar dívida pública Portuguesa e as taxas de juros exigidos pelos investidores cavalgaram já até aos 7,63%. Regressa o fantasma do FMI. Lá se vai a euforia!
Em Março, inicia-se a votação para as 7 Maravilhas Gastronómicas de Portrugal.
Em Santarém, setenta especialistas vão escolher os setenta pratos pré-finalistas, para depois, de entre eles, surgirem os vinte e um pratos, escolhidos por vinte e um especialistas, que irão a votação Nacional, a partir de Março.
É para mim evidente que, as "Tripas à moda do Porto" e as "Francesinhas", ambos símbolos da nossa cidade, têm indiscutivelmente lugar nesses vinte e um pratos seleccionados.
Não é de agora. São já muitas as pessoas que, ao longo dos últimos meses nos têm dito que o governo de Portugal está moribundo. Mas, nos últimos tempos tem-se notado um cheiro pútrido que nos chega das bandas deste governo. Já só falta ser passada a certidão de óbito.
E convém que, verificado que seja este facto, vá o governo de Portugal a ser enterrado bem fundo, de modo a que não haja a mínima hipótese de que um qualquer tremor de terra o possa desenterrar.
Preste-se ainda muita atenção, nunca por nunca deve ser cremado, já que o espalhar de cinzas, seja no mar, no rio, ao vento ou na sarjeta, pode levar a que quem as eventualmente possa respirar, peixes, pessoas ou ratazanas, se sinta imbuído por algum pensamento maléfico, e pretenda o regresso sebastiânico desta gente.
Andam já, por estes dias, alguns dos políticos da nossa praça, a apalpar o pulso às sensibilidades correntes, enquanto outros se abalançam já a dizer que votarão positivamente qualquer iniciativa para determinar a data do funeral. Já tardavam estas atitudes!
O futuro é de Portugal, e Portugal não tem futuro com a gente que nos tem governado, pelo que não lhes sentiremos a falta nem iremos precisar de deles fazer qualquer luto.
Quando será legítimo a um polícia puxar da arma e disparar?
Quando é que o polícia, possuidor de uma arma e com ordem para poder disparar, teve a formação necessária para saber como e em que circunstâncias puxar o gatilho? Sabe para onde apontar e como escolher o alvo a atingir?
A polícia anda nas ruas para proteger os cidadãos dos meliantes, para além de outras funções.
Por isso tem uma arma, por isso tem a possibilidade de decidir disparar.
Os bandidos que por aí andam, a roubar e a matar, também têm armas e, em muitos dos casos, disparam de qualquer maneira, sem se preocuparem se matam, ferem ou condicionam.
Mais uma vez, na perseguição a um ladrão, um polícia puxa da arma e prime o gatilho. Por sorte ou azar, acerta no sacana e ele morre. O que acontece então?, o polícia é acusado de assassinato!
O senhor Ministro da Administração Interna sabe se os polícias tiveram a formação necessária e suficiente para que possam andar armados, se frequentaram a carreira de tiro com aproveitamento, se sabem avaliar o risco em que estão ou que provocam quando sacam da arma? Se calhar não sabe bem, mas sabe de certeza que este polícia corre o risco de malhar com os costados na prisão, acusado de assassinato e ser expulso da corporação.
Como podem as pessoas que supostamente andam armadas para nos protegerem, fazer o seu trabalho se têm sempre em cima delas a possibilidade de, se o fizerem disparando, puderem ir presos? Como podem, se nem sequer devem ter tido a necessária formação?
Não sou polícia, mas se fosse, não queria ser. Ainda acabava por me suicidar, como fazem muitos, demasiados.
O sr Lacão, deputado, socialista, político há muitos anos e Ministro dos Assuntos Parlamentares, descobriu agora o que já milhares de pessoas bramaram em altos berros e o povo Português está farto de saber. Nem mais nem menos do que nãoserem precisos tantos deputados na AR, porque afinal na sua maioria não estarão lá a fazer alguma coisa que se veja. Há quatorze anos prevista na nossa Constituição a redução em cerca de cinquenta deputados e reclamada ainda antes disso por muita gente, vem este senhor, agora, que até convém dizer aos Portugueses que se está muito preocupado com o que se gasta, dizer esta coisa como se a tivesse acabado de inventar. Entende o sr Ministro que esta não é uma questão de menor importância, claro, tendo dito:
-"Penso que é preciso fazer alguma coisa para revitalizar a credibilidade dos políticos na nossa sociedade e desde logo fazê-lo com sentido de austeridade no Estado".
A isto, chama-se populismo do mais básico, coisa aliás em que os políticos, na sua maioria, e este em particular, são peritos. E por causa de ter dito e redito tudo isto, ainda vai acabar por ter de se demitir ou ser demitido, já que quem se mete com o PS, leva.
E nós, povo carneiro, aceitamos mais esta como muito natural e até dizemos, cheios de bonomia:
Estamos em crise.
Não há dinheiro para a educação nem para a saúde. Mas, antes que o céu nos caia em cima da cabeça vai o governo ter de comprar mais uns quantos milhões de euros em viaturas que as que irão ser substituídas já estavam velhotitas e até cansaditas pelo muito trabalho efectuado, praí durante mais de cinco anos.
Estamos em crise profunda.
Não há dinheiro para nada, nem para submarinos, nem para carros de combate nem para TGV'S e até, nem mesmo para o novo aeroporto. Mas, antes que algo de mal nos aconteça vai o governo ter de gastar mais uns quantos milhões em alguns aumentos de ordenados que não vão deixar de se fazer ao longo deste início de ano.
Estamos em crise entranhada na nossa carne.
Não se pode gastar, é preciso poupar, há que diminuir os gastos. Mas antes que algo corra mal, antes que o FMI cá chegue, vamos todos ter de comprar automóveis, a exemplo do governo, transformando o ano de 2010 no que maior aumento teve de vendas de carros, em especial os de alta cilindrada.
Estamos em crise e toda a gente o sabe e nota.
E como vai o nosso governo arranjar dinheiro para custear tudo o que se propõe fazer em seu benefício? Vai tirar subsídios a quem os tem e pouco mais ganha que o ordenado mínimo, vai tirar subsídios a quem nem o ordenado mínimo ganha, vai cortar nas bolsas aos estudantes, vai aumentar os impostos indirectos, vai continuar a sugar-nos tudo o que pode, e não vai, porque diz não poder, buscar dinheiro que tudo isso pagaria a quem o tem
Estamos em crise e a pobreza aumenta, assim como a sem vergonha de quem nos (des)governa.
A reeleição de Cavaco Silva é a prova de que os portugueses querem a "estabilidade política", o que significa igualmente a "estabilidade ao nível do Governo e das instituições cimeiras do país"
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Só falta dizer que a vitória de Cavaco Silva foi a vitória do PS. Até já se esqueceram do poeta... que gentinha esta!
Esta saga não acaba. Vara, Sócrates e companhia ainda andam, coitados, nas bocas do mundo e em cópias guardadas em cofres, a sete chaves.
O pobre do ainda nosso Primeiro não sossega. Agora, e mais uma vez, veio a saber-se que existem mais cópias das escutas em que foi a apanhado. Pelos vistos andaram por aí a copiar, para memória futura as coisas que alguns querem que se não saiba, e, apesar das ordens mais ou menos rigorosas para que se destruam as provas de eventuais prevaricações do senhor Pinto de Sousa, sempre há alguém que se esquece de uma determinada cópia.
Que coisa esta, que chatice. Será que o Portuguesinho não sabe acatar ordens, segui-las cegamente e acabar com responsabilidades suas e de outros, ajudando a ocultar faces? Ainda para mais, ordens vindas de Juízes e isso? Irá ser preciso castigar os malandros que à socapa não obedeceram ao que foi determinado?
Por certo novas ordens serão dadas, para que de uma vez por todas se destruam as provas que eventualmente poderiam incriminar as pessoas cujas vozes por lá se ouvem, mas nada impede que se façam algumas cópias das escutas antes de as que agora se descobriram sejam destruídas.
Janeiro, dia vinte e sete, do ano de 2011. Prevêem-se quedas de neve no território Português nas terras altas (acima dos 600m) nos distritos de Vila Real, Guarda, Castelo Branco, Bragança e Braga, temperaturas baixas, vento quanto baste e alguns chuviscos.
Ainda bem que temos a ANPC (Autoridade Nacional de Protecção Civil) para nos dizer estas coisas, para nos avisar e nos dizer que temos de nos agasalhar com mais uma camisolita, de ter cuidado quando saímos à rua para não nos constiparmos, e para não irmos a banhos para as praias da Foz do Douro, que não está tempo para isso.
Estes senhores valem o seu peso em ouro ... obrigado!
AO FIM DESTES ANOS TODOS, LEMBREI-ME AGORA ... DESCULPEM
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-Pssst, desculpe, olhe, fachabôre ... não é que seja importante ou que perturbe alguma coisa, mas ... lembrei-me agora ... aquelas coisas que eu andei a dizer estes anos todos e que fizeram com que aqueles senhores todos fossem condenados ... eram mentira. Drogaram-me, sabe, e obrigaram-me a dizer coisas que não eram ... e só agora me apercebi das coisas que disse ... desculpem ... eu sei que é chato, mas ... os outros senhores são todos inocentes!
Foi mais ou menos assim que o sr Silvino se lembrou, muito de repente, das coisas que lhe aconteceram há já alguns anos. Nesse entretanto, foi ouvido dezenas de vezes pelos agentes que prepararam o processo, foi ouvido em tribunal, leu jornais e ouviu as televisões, e nunca se tinha lembrado de 'semelhante isto'.
Pelos vistos, as drogas que lhe deram na altura deveriam ter sido muito potentes, para só agora deixarem de fazer efeito.
Tenho pena do sr Silvino, um pobre desgraçado que se diz alegre (gay), mas muito triste por ter mentido. Coitado do homem, mortificado que está por ter feito o que fez, decidiu agora falar a verdade que nunca falou, dizer o que nunca disse e ilibar os já condenados que terão sofrido a bom sofrer pelas calúnias que ele lhes lançou. E, claro, também tenho muita pena dos senhores condenados, coitados.
O triste do alegre (gay) está até convencido de que os outros acusadores / vítimas também terão sido drogados para que tivessem dito o que disseram, e que agora que a droga deixou de fazer efeito irão fazer como ele e passar a falar a 'nova verdade'. Aproveita também, nas suas novas declarações, para pedir ao Estado uma indemnização por tudo o que o fez sofrer.
Por via destas coisas, os advogados dos acusados / condenados, já vieram a terreiro dizer que o processo tem de ser reaberto e voltar tudo à estaca zero, contentes que estão pela possibilidade de ser tudo anulado ou de, com o passar do tempo acabar por prescrever.
Agora que as eleições findaram, vamos a contas. Enquanto uns esfregam as mãos de contentes pois vão receber mais do que esperavam, Cavaco e Nobre, outros, Alegre e Lopes, irão receber pouco para o que estavam à espera, e ainda outros, Coelho e Moura, não receberão a ponta de um chavo.
No total, o Estado, nós, vamos pagar aos candidatos, ganhador e perdedores acima dos 5%, quatro milhões de euros, para os ajudar, coitadinhos, a pagar as despesas que tiveram com a campanha eleitoral.
A somar a estes números, temos que acrescentar o que se gastou em boletins de voto, em propaganda, em horas pagas aos senhores e senhoras que estiveram longas horas nas secções de voto e aos que depois os contaram, em tempo de antena, em horas de trabalho perdidas nos empregos, etc., etc., etc..
E como no fim das contas somos todos nós que vamos pagar tudo isto, não fará qualquer falta ao governo da República tais gastos. É so aumentar mais uns pozinhos aos impostos e já fica tudo bem.
MUSEU DE VIDEOJOGOS ABRIU NA SEXTA-FEIRA EM BERLIM
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Os meus filhos jogaram com o Spectrum e com cassetes de audio que faziam............ hihihihihihihihiohohohohoohohohohihihihiihihiehehehehheheheheihihiihihihiihibrbrbrbrbrbrbbrbrb, a carregar o jogo, e isso foi pouco mais que ontem.
AS SONDAGENS, MESMO AS ESTAPAFÚRDIAS, DIZEM QUE NOS FICAMOS PELA PRIMEIRA VOLTA
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O sonho de qualquer dos cinco candidatos à Presidência da República Portuguesa, é forçar Cavaco Silva, o sexto candidato, a uma segunda volta nestas eleições presidenciais. Deixá-los sonhar, coitados, já que as sondagens e estudos de opinião, mesmo que nos digam que são estapafúrdias, nos vão dizendo que a vantagem do candidato Cavaco é tão grande que está quase garantida a vitória na primeira.
Para que nos serviria então uma segunda volta? Só mesmo para gastar mais dinheiro e energias e, caso fosse outra a escolha dos Portugueses, nessa segunda volta, serviria também para que muitos sapos fossem engolidos e o Presidente que nos coubesse em sorte (?), mais não fosse que o Presidente de uns quantos poucos Portugueses e a décima sétima escolha de muitos outros.
Face às sondagens agora apresentadas, há que não se importe com elas apelando ao voto (Cavaco Silva, 61%), há quem, em aflição e desespero, lhes chame nomes esquisitos (Manuel Alegre, 15%), há quem veja nelas um sinal de que pode, mesmo sem máquina partidária chegar ao segundo lugar e por isso pede ao sr Alegre que o apoie e desista em seu favor (Fernando Nobre, 12%), há ainda quem se ria dela(José Manuel Coelho, 2%) e quem a aceite como uma inevitabilidade (Defensor Moura, 1%). Falta ainda um (3%) que não pode dizer o que pensa sem que venha ordem do partido, e ainda não veio, uma vez que quem entrega a folha a ser decorada ainda não teve tempo de a escrever. No fundo tudo isto é uma inutilidade e um gasto desnecessário de dinheiro que muita falta nos faz. Até parece que fazem falta ao País, qualquer que seja o candidato vencedor e próximo Presidente.
Nos primeiros de Fevereiro, perspectiva-se um derby nortenho para as meias finais da Taça de Portugal.
O Rio Ave, que em princípio vencerá com tranquilidade o seu adversário em 26 de Janeiro, no jogo em atraso dos quartos de final de Taça, deverá ser o adversário do melhor clube de futebol nacional do momento e um dos melhores do mundo (quiçá da Europa).
Isto, claro, se no próprio dia do jogo de Janeiro não houver nenhum jogador do clube do Norte a ser comprado pelo clube do sul assinando um contrato à luz de um lampião apagado, e por essa razão ficar impedido de jogar naquele dia, o que facilitaria a que o Rio Ave pudesse perder. Depois, e se por um acaso da sorte ou do azar o Rio Ave não ganhasse o jogo, seria só de esperar que no dia 1 ou 2 de Fevereiro, não acontecesse o mesmo a Hulk ou Falcão ou mesmo a Helton.
Isto do futebol nacional, é complicado ... e difícil! Veja-se o que vai acontecendo aos lagartos, coitados!
Não merecemos mais que isto. Seis candidatos que nos mostram o nível do nosso País.
Nos seis, encontramos de tudo, desde o que se poliu subindo na vida e de quem toda a gente fala e toda a gente ouve, o que deveria ter nascido já polido mas que infelizmente ficou baço e cada vez mais fala para ninguém, os que pela formação deveriam ser-se polido mas descambam de vez em quando e pouca gente lhes liga, o que polido ou não está numa situação em que tem de debitar a cassete e só os teimosos o ouvem, e o que não será nem quererá ser ou mostrar-se polido.
Destes seis, cinco têm uma coisa em comum, o desejo de derrotar o sexto. E para isso, tudo fazem, descendo ao nível mais baixo das relações entre as pessoas, mostrando não o que valem, mas tentando demonstrar o que vale ou não vale o outro.
O reflexo e a imagem do que nós somos.
Estes cinco candidatos, dizem-se na sua maioria, de esquerda. Só um o não faz porque não o é, mas afina pelo mesmo diapasão comportamental dos outros. O sexto candidato, não se diz de lado nenhum, mas toda a gente sabe que o homem é de centro-direita.
Ora isto mostra muito bem o que estes senhores, os cinco e um pouco também o sexto, e quem os apoia, querem para Portugal. Um País de gentinha mesquinha, que quer viver bem ou nem por isso, mas sempre à custa dos que os que assim vivem passem a viver mal.
Detido no hospital pelo menos até ao próximo dia 1 de Fevereiro, sem direito a fiança por determinação do Juiz de Nova York que o ouviu, Renato tem sorte pois que está a ter todo o apoio que se lhe pode dar. Já tem advogado nos states e uma outra em Portugal que afirma que apesar de ter confessado o crime ele é apenas um suspeito, já tem apoio consular, já tem a mãe, já tem namorada, já não tem o apoio de CarlosCastro nem dos amigos dele nem dos familiares dele mas não se poderia esperar outra coisa, já não é maricas, já não sairá dos EUA nos próximos vinte e cinco anos, já vai tendo o apoio dos quatrocentos amigos que em Cantanhede fazem cordões humanos em sua honra e que até abriram uma conta solidária para a sua defesa, já não vai ser o mandatário de Cavaco para a juventude na sua terra, e já não tem, nem terá jamais, a vida que sonhou e que o levou a fazer o que disse que fez.
Poderá Renato vir a ser um exemplo para a nossa juventude, que se tem mostrado, nos últimos anos, perdida e sem valores morais nem sociais? Até que poderia, mas infelizmente não acredito nessa hipótese já que teria de ser possível incutir nos nossos jovens uma moralidade que eles rejeitam e para cuja aprendizagem não têm bons exemplos para seguir. Nos dias que correm, tudo serve para se "subir" na vida, e nada poderá impedir esse estado de coisas enquanto as pessoas, jovens e não jovens continuarem a não olhar a meios para atingirem os fins a que se propõem.
Ainda no hospital, Renato está a ter todo o apoio que se lhe pode dar. Já tem advogado, já tem apoio consular, já tem a mãe, já tem namorada, jà não tem o apoio de CarlosCastro, já não é maricas, já não sairá dos EUA, já vai tendo o apoio dos quatrocentos amigos que em Cantanhede fazem cordões humanos em sua honra, e já não tem, nem terá mais, a vida que sonhou e que o levou a fazer o que disse que fez.
Poderá Renato vir a ser um exemplo para a nossa juventude, que se tem mostrado, nos últimos anos, perdida e sem valores morais nem sociais?
Anda tudo doido ou beberam água de cu lavado. Os porteguesinhos ainda embarcam nas notícias dos nossos governantes que nos arruínam desde há alguns anos e que nos falam de sucessos atrás de sucessos.
Com a venda das Obrigações do Tesouro a dez anos à taxa de 6,7%, só conseguida à custa de nos terem andado a comprar dívida nos dias anteriores, a ruína está mais próxima.
Não sou economista nem homem de finanças, mas sei ler o que os entendidos nos dizem, e tudo o que aqui digo é ciência de jornal. Claro que os de cá também se dizem entendidos, mas, o nosso entendido foi considerado, não há muito tempo, o pior ministro das finanças da Europa, pelo que neste, nosso, não posso acreditar.
Os nossos amigos europeus, tecem loas ao sucesso Português, nem poderiam fazer outra coisa, já que é preciso segurar Espanha, que é um bicho muito grande, e se nós cairmos, ninguém a aguenta.
E lá vamos nós, cantando e rindo, de vitória em vitória até à derrota final.
Teremos ganho uma batalha, que não é mais que uma vitória envenenada, mas a guerra, essa, estará mais que perdida.
Na próxima quarta-feira, nova batalha se avizinha, com novo sucesso previsto, desta vez, e de novo, com taxas ruinosas.
Não haverá por aí quem nos acuda?
Toda a gente tem sonhos. E segredos. E pecados. Quem não sonha está morto; quem não se resguarda é tonto; quem não peca é santo. Sonhos, segredos e pecados não são crime. O problema está na fronteira que determina as respectivas definições. E, mais importante, na maturidade e no bom-senso necessários para suportar cada um deles. Como em tudo na vida, de vez em quando é preciso colocar o pé no travão.
Renato Seabra, 21 anos, finalista de Ciências do Desporto, em Coimbra, tinha um sonho: ser manequim, provavelmente internacional. Ambição legítima. Candidatou-se a um concurso televisivo, que a televisão parece ser o único veículo reconhecido como eficaz pela geração à qual pertence. Ficou em segundo lugar. A família há-de ter ficado feliz. Os amigos também. Ninguém questionou. Ninguém accionou o travão. Neste tempo, nada parece satisfazer mais as pessoas do que exibir o seu talento, seja ele qual for, na televisão - e a televisão dá para tudo: para cantar, dançar, representar, cozinhar, emagrecer ou só para simular o quotidiano dentro de uma jaula. Vale tudo. Daqui a cem ou duzentos anos, há-de falar-se deste tempo como um tempo muito sinistro.
Mas nem a televisão, com toda a sua pressa, parece ter conseguido responder à urgência do sonho de Renato. E, por isso, talvez ele tivesse também um segredo. Que mal teria aproximar-se de Carlos Castro, 65 anos, velho colunista do suposto glamour nacional a quem os transeuntes desse suposto glamour agradeciam a rampa de lançamento, se com isso conseguisse acelerar a projecção da sua carreira? Aparentemente, não teria mal nenhum. Se tivesse tido travão. Maturidade e bom senso. E verdade, já agora, que é coisa que também começa a escassear. Ou alguém por ele. Se tivesse havido uma mãe ou um pai que tivesse pensado duas vezes antes de autorizar o filho a viajar (para Madrid, Londres e Nova Iorque) com aquele homem, por muito conhecido que fosse. Com aquele ou com qualquer outro. Mas os holofotes cegam quem nos holofotes quer ser feliz.
E foi seguramente um Renato cego, independentemente de ser homo ou heterossexual, que matou outro homem, também ele cego, CarlosCastro. O primeiro, cego pela ambição; o segundo, cego pela devoção de um rapaz mais novo. Num crime que se presta a tanto folclore - as piadas ainda não começaram, mas não hão-de tardar -, o que mais me choca não é a morte, por monstruosa que tenha sido. O que verdadeiramente me choca é disponibilidade mental que as pessoas cada vez mais parecem ter para permutar a honra pela desonra. Mesmo que para sempre consigam manter a desonra em segredo. E, neste caso, não sei quem a permutou primeiro: se o homem que não teve coragem para se afastar de um miúdo sequioso de fama, preferindo acreditar que este o amava; se o miúdo, perigosíssima e preocupante amostra de uma geração, que é capaz de se violentar ao ponto de fingir amar alguém só para daí retirar benefício. Choca-me ainda mais a quantidade de histórias destas que hão-de pulular por aí sem que delas tenhamos conhecimento só porque não tiveram um desfecho trágico. E choca-me, finalmente, que a comunicação social, tão empenhada que está em abordar o assunto com pinças e pruridos, esteja a passar ao lado do assunto que mais interessa: quem é responsável pela desintegração dos valores desta gente, que é muita, para quem a vida só é vida se for mediática? E quem os protege?
Do sonho e do segredo de Renato, restou-lhe apenas o pecado. Capital. Poderia ser mais triste?
É hoje o dia D com todos e mais alguns a afiarem os dentes para nos comerem de cebolada, se é que já não nos comeram há muito tempo, e Portugal cheio de medo do papão do FMI. A senhora Merkel, o senhor Sarkosy e e senhor Trichet, acompanhados de todos os outros líderes Europeus, estão de olhos postos em nós, e Bruxelas já anda a preparar uma ajuda de uns quantos milhões, muitos, para aí cem, para a partir de amanhã se apresentar como emprestadora. Todos preocupados com o futuro da moeda da nossa desgraça.
Uns jornais da especialidade afiançam que Portugal mais não pode fazer que sujeitar-se ao FMI e até há um banco que afirma que o pedido do nosso governo acontecerá entre as eleições Presidenciais e 4 de Fevereiro, coisa que Sócrates nem quer ouvir.
A emissão de obrigações de hoje, entretanto está a ser negociada a taxa inferior à de Novembro passado, tendo havido uma procura três vezes superior à oferta, o que é um bom sinal e deixando Sócrates a resperir um pouco, aliviado.
- Desta vez, passamos, mas.... ainda falta tanto para atingir os vinte mil milhões que precisamos para este ano, pensará o senhor nosso Primeiro.
ISTO DE NÃO TEREM CONFIANÇA EM NÓS, É UMA CHATICE.
Quantos dias nos faltam para ouvirmos o ainda nosso Primeiro dizer em surdina:
E lá ficaram os "amigos" espanhóis tristinhos, já que, apesar de estarem a trabalhar em Espanha, os vencedores não são espanhóis. Mourinho, Português, é o melhor treinador do Mundo, e Messi, Argentino, o melhor jogador....
SERENÍSSIMA CASA REAL E DUCAL DE BRAGANÇA - PORTUGAL
RELÓGIO UNIVERSAL
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NAÇÃO
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Bandeira do Condado Portucalense usada pelo Conde Dom Henrique (1081-1139) e pelo Conde Dom Afonso Henriques (1139-1143)
«De prata, uma cruz, de azul». Esta é a descrição heráldica do escudo do primeiro Rei de Portugal, herdada, segundo se diz, de seu pai, Henrique de Borgonha. Note-se que se trata aqui realmente de um escudo; a heráldica europeia moderna começa justamente pela descrição das vestes e dos escudos dos cavaleiros num torneio, feita por um arauto (herald). Quase certamente, este brasão nunca tomou a forma de uma bandeira, pois estas, muito menos como representação uniformizada e generalizada de um país, ainda não existiam nesta época
Houve, dois Condados Portucalenses ou Condados de Portucale distintos: um primeiro, fundado por Vímara Peres após a presúria de Portucale (Porto) em 868 e incorporado no reino da Galiza em 1071, após a morte do conde Nuno Mendes (e que embora gozando de certa autonomia, constituiu sempre uma dependência do reino das Astúrias/Leão/Galiza sendo sensivelmente equivalente ao actual Entre-Douro-e-Minho).
Um segundo, constituído c. 1095 em feudo do rei Afonso VI de Leão e Castela e oferecido a Henrique de Borgonha, um burguinhão, que veio auxiliá-lo na Reconquista de terras aos Mouros, tendo também recebido a mão de sua filha Teresa de Leão. Este último condado era muito maior em extensão, já que abarcava também os territórios do antigo condado de Coimbra, suprimido em 1091, partes de Trás-os-Montes e ainda do Sul da Galiza (diocese de Tui).
Condado é um termo genérico para designar o Território Portucalense, pois os seus chefes eram alternadamente intitulados Comite (conde), Dux (duque) ou Princeps (Príncipe).
Há 47 regiões vinícolas em Portugal. Nos rótulos das garrafas essas regiões estão mensionadas através de siglas. . Denominação de origem e classificação de vinhos consoante a região de proveniência: DOC - Denominação de Origem Controlada VQPRD - Vinho de Qualidade Produzido em Região Demarcada VLQPRD - Vinho Licoroso ... VEQPRD - Vinho Espumante ... VFQPRD - Vinho Frisante ... Vinho Regional Vinho de Mesa
Em Dezembro de 1996, o centro histórico do Porto foi classificado, pela UNESCO, como Património Cultural da Humanidade, o que veio confirmar a sua riqueza monumental, patrimonial e cultural. Destino turístico por excelência, a cidade tem, no centro histórico, o ponto fulcral das visitas à Invicta, apresentando a história da cidade que começou a crescer a partir desse mesmo ponto.
A cidade, indissociável do rio Douro, é uma das mais antigas da Europa e apresenta uma história que eleva o espírito hospitaleiro e lutador do povo apelidado de “tripeiro”. A par da sua história, apresenta o afamado Vinho do Porto, cujas caves podem ser visitadas do outro lado da margem do rio, em Vila Nova de Gaia.
Para além dos monumentos e museus, a cidade apresenta inúmeros espaços verdes que proporcionam bonitos passeios, seja no centro da cidade ou junto ao mar ou rio.
Uma visita pela cidade não deve esquecer as pontes, que unem o Porto a Vila Nova de Gaia, assim como os percursos que a cidade oferece, desde a movimentada Baixa, às pitorescas Ribeira e Miragaia, até à Foz, conhecendo aí as praias, e passando também por uma subida à Torre dos Clérigos.
A gastronomia portuguesa é bem conhecida em todo o mundo, pela sua diversidade. No Porto, são dois os pratos que se destacam dos demais: as Tripas à Moda do Porto e a sanduíche reforçada, coberta de molho picante, que tomou o nome de Francesinha.
Povo festivo por natureza, os portuenses dão grande destaque à Festa de S. João, tornando a noite de 23 para 24 de Junho, num arraial único no país. Toda a gente sai à rua, empunhando martelos de plástico ou alho-porro, para correr as ruas da cidade, da Ribeira até à Foz, depois do monumental fogo-de-artifício que acontece à meia-noite junto ao rio Douro.
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