quarta-feira, 26 de agosto de 2009

TODOS À PROCURA DO RASTO DAS PATACAS

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FREEPORT, AINDA E SEMPRE
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Com um bocadinho de jeito, lá se irá conseguir que nada aconteça antes do caso prescrever.
Agora, andam todos atrasados na conclusão do processo, por via da procura da meia dúzia de tostões que parece que desapareceram.
O que se diz por aí, é que havia dinheiro, depois deixou de haver porque alguém ficou com ele. Alguém ou "alguéns", que nestas coisas nunca é um sozinho.
A investigação já dura há cinco anos e tem sete arguidos. Provavelmente não convirá a muita gentinha que o desfecho ocorra antes das eleições, e assim andam por aí às voltas, num jogo de "descubra onde está". Quente, quente, mais quente, ... frio, frio, muito frio... e assim se vão entretendo, em jogos palacianos.
O que convinha mesmo é que abrissem mais um ou dois inquéritos, e talvez acabe mesmo por prescrever.
Os contactos entre a polícia Portuguesa e a polícia Britânica são frequentes, mas inconclusivos, parece.
O rasto do dinheiro já está frio, e quando assim acontece, não há nada a fazer. Procura-se até debaixo das pedras da calçada, para justificar o salário e esperar que tudo acabe em bem.

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JM
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1 comentário:

francisco disse...

Onde é que andaram os investigadores este tempo todo (6 anos?) para agora resolverem antes das eleições, às 3 pancadas, um processo que tem em vista APENAS e SÓ, dar a imagem da impunidade do primeiro ministro que se licenciou (?) a um domingo entre amigalhaços e também nada lhe aconteceu. Porque não investigam também até setembro as construções na Guarda, o seu diploma ao domingo e todo o envolvimento que teve, as falsificações do seu registo biográfico na assembleia da república, os offshores da compra da sua casa e da casa da mãe … etc, etc, etc, Não acham que é muita coisa? Não dá para desconfiar?
Mas não … há que branquear o sótrocas.
Tal como no processo Casa Pia, só há um culpado - o Bibi.