quarta-feira, 14 de outubro de 2009

AI SE NÃO FOSSEM OS EMIGRANTES

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MORRE-SE MAIS DO QUE SE NASCE
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Estamos a caminho da extinção. Em Portugal morre-se mais do que se nasce.
No ano de 2008 nasceram cerca de 14 000 bébés que tinham pelo menos um dos pais, estrangeiro. Estes números correspondem a cerca de 13% do total de nascimentos. Neste ano de 2009, e pela primeira vez, iremos ter menos de 100 000 nascimentos no nosso País.
Os números são preocupantes se não mesmo assustadores.
Embora o fenómeno seja em parte, generalizado a todo o mundo chamado evoluído, o certo é que em Portugal não são criadas condições para que se queira ou possa ter filhos.
No nosso País, ter um filho é, economicamente, um luxo, que um dia destes o governo se verá tentado a taxar.
Qualquer dia, os Portugueses já não os sabem fazer, tal a preocupação que qualquer um dos Lusitanos tem, de os não deixar vir ver a luz do dia.
Já quase só se sabe fazer para os não fazer, e as leis e o nosso Estado, ajudam a essa concretização.
Será assim tão difícil criar condições, desde incentivos económicos até à conciliação entre os horários de trabalho e a vida familiar?

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JM
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