segunda-feira, 6 de julho de 2009

UM PAÍS À DERIVA

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ASSALTOS, TIROS, MORTOS, FERIDOS E O MAIS QUE VIER
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Estamos cada vez pior. Os assaltos sucedem-se, as armas disparadas são uma constante, com mortos, feridos e tudo o mais à mistura.
Ontem foram dois polícias feridos na cara (um com muita gravidade) com balas disparadas por meliantes. Hoje, foi um dos assaltantes a uma ourivesaria, morto a tiro.
A polícia, que anda por aqui para nos proteger, ao tentar apanhar os bandidos, acaba por matar um, em troca de tiros com os salafrários. Dos quatro assaltantes, um conseguiu fugir (o irmão do morto). Em qualquer parte do mundo, parece normal (a perseguição de assaltantes pelas forças policiais, e a eventual morte ou ferimento de algum deles, se houver troca de tiros), mas aqui em Portugal, o pobre do agente da autoridade vai ter muito que penar, com acusações, suspensão do serviço e tudo o mais, como se fosse ele o gatuno, e não o outro.
Que fazem tantos malandros à solta no nosso País, quando se sabe que na sua maioria estão referenciados pela polícia? Porque são tantos criminosos soltos, quando se trata de pequenos furtos, logo após a sua detenção? Como se chegou ao estado de coisas de hoje em dia, em que os bandidos têm a noção de poder fazer o que lhes dá na real gana, inclusivamente disparar contra seja quem for, incluindo as forças policiais? Qual a relação entre este aumento de criminalidade e o aumento de imigração? Ou entre o aumento da criminalidade e a diminuição dos valores morais dos nossos jovens? Quem é responsável por tudo isto?
Estamos num País à deriva, onde os crimes violentos aumentam diariamente, e as autoridades (por falta de meios ou de legislação) parecem não ter capacidade para suster este aumento. É um verdadeiro escândalo o estado da justiça em Portugal, e as leis penais são uma verdadeira treta. Para que serve uma Assembleia da República que não legisla como deve sobre este assunto? Para além disto, e não menos importante, o Ministro que tutela estes casos, Rui Pereira, não parece ter categoria para o cargo.


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JM
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