quarta-feira, 9 de setembro de 2009

LOUÇÃ - 5, SÓCRATES - 4 (Texto e classificação revistos)

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É SEMPRE A PERDER ATÉ UMA VITÓRIA FINAL, QUE NÃO SERÁ A DELE
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Devo começar por dizer que o facto de não gostar de nenhum dos intervenientes, em nada terá condicionado a minha apreciação.
Caretas e mais caretas.
"E não mas faça essa cara que não vale a pena".
O programa do BE lido ontem por Sócrates, deve ter feito dores de cabeça a Louçã. As marcações e sublinhados que alguém fez ao líder do PS, fizeram jeito.
Para Louçã, o seu adversário é Sócrates, mas este não o reconhece como tal.
Inteligente, Sócrates tenta entalar Louçã com o programa do BE. Louçã safa-se mal, e será mesmo o único ponto em que perde claramente.
No resto do debate, Sócrates, nervoso, só se defende. A culpa de tudo o que de mau acontece em Portugal é de todos, da crise internacional, mas nunca dele. Não soube explorar devidamente as loucuras das propostas económicas e sociais do oponente. Apesar de mal, Louçã esteve melhor neste ponto.
Louçã ataca, sorri e marca pontos.
Aflito, muitas vezes o ainda nosso Primeiro e admirável Lider, o grande Irmão, olhava para a moderadora, na vã tentativa de que ela mandasse calar Louçã.
No fim, Louçã ajuda Sócrates no caso da d Manuela e da Madeira (coisa esquisita e que Sócrates agradecerá mais tarde). À espera de uma coligaçãozinha, senhor Francisco?
Mesmo com uma vitória tangencial, Louçã não terá conseguido conquistar votos ao eleitorado do PS, da mesma forma que Sócrates o não terá conseguido ao do BE.

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JM
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